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Textos com Etiquetas ‘Família Cristã’

Estão querendo destruir a instituição sagrada da família

10, março, 2011 2 comentários

Há uma conspiração contra a família e ela é a instituição que mais sofre, afirmou Dom Gasperín, no dia 22 de fevereiro de 2011, em notícia da agência Zenit.

O alerta do bispo de Querétaro, no México, deveu-se aos crescentes ataques contra a família ocorridos não só em seu país, mas em outros na América Latina.  Em 5 de agosto do ano passado a Suprema corte do México legalizou o “casamento” homossexual e a adoção de crianças por eles. Desde então os católicos são taxados de intolerantes e membros do clero que se pronunciaram contrários à aprovação estão sofrendo ameaças.

Em seu pronunciamento, Dom Gasperín lembra que a família é uma instituição natural e que ela, segundo o desígnio de Deus, “é formada por pai, mãe e filhos. É chamada de tradicional, mas seria melhor chamá-la de normal. Não existe família completa sem pai nem mãe, e toda criança tem o direito de ter um pai e uma mãe”.

O prelado ainda acrescentou que é um dever dos pais o bom exemplo na fé e na estabilidade do matrimônio, “disso deverão prestar contas diante de Deus, e nisso estará seu prêmio e sua salvação”, afirmou.

Fonte: Blog Cotia Resiste

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Podemos nos mobilizar para que esta desonra às Leis de Deus não seja aprovada no Brasil. Além de distorcer os valores familiares cristãos, quem se opuser ao chamado “casamento homossexual” poderá ser vítima de perseguição religiosa, pois para os ativistas homossexuais, tal comportamento contrário a prática homossexual é considerado “homofobia”.

Participe da causa “Lei da Homofobia = Perseguição Religiosa (clique aqui) e convide todos os seus amigos para também participar desta grande corrente a favor da família.


Em defesa da inocência infantil, uma mãe foi presa!

15, fevereiro, 2011 12 comentários

Uma admirável mãe de 12 filhos que foi encarcerada na Alemanha por defender a inocência de suas crianças. Seu “crime”? Pasmem! Ela não permitiu que algumas delas assistissem aulas com perversão sexual na escola.

Hoje este absurdo acontece na Alemanha. Amanhã não ocorrerá no Brasil?

Se não reagirmos a tais procedimentos arbitrários por parte do Estado, que obriga “educação sexual” nas escolas e distribui cartilhas-pornográficas às nossas crianças, pode sim ocorrer no Brasil. Tal “pornocultura”, além de matar a inocência, tem causado verdadeiros traumas nas cabecinhas infantis, naturalmente voltadas para o amor à pureza e aos bons costumes.

Leia o texto traduzido abaixo:

Perseguição aos cristãos na Alemanha: mãe pega seis semanas de cadeia por recusar ensino de sexo e abuso dos filhos

Revista “Katholisches”, 9 de fevereiro de 2011

Salzkoten – Uma mãe de 12 filhos foi condenada no dia 3 de fevereiro de 2011 a 43 dias de prisão forçada, porque ela e seu marido não permitiram que três de seus filhos participassem por razões de convicção religiosa e de consciência, das aulas de educação sexual do ensino oficial.

Os pais invocaram perante a escola seus direitos paternos e humanos, pelos quais a escola está obrigada a garantir o respeito pelas convicções religiosas dos pais. O fundamento para isso se acha no artigo 2 do 1º Protocolo de aditamento da Convenção européia sobre direitos humanos:

“O Estado, no uso de suas prerrogativas nos campos da educação e do ensino, tem o particular dever de respeitar os direitos dos pais, assegurando educação e ensino de acordo com as convicções pessoais deles sobre a religião e o mundo”.

Desde 2005 a Escola Liborius ignora esse direito paterno, ao estabelecer o ensino sexual a alunos de todos os níveis. Os pais cristãos entram por causa disso sempre em conflito com ela, pois não podem renunciar às suas convicções religiosas em benefício de uma educação estatal emancipada.

Vamos pedir para que a Virgem Santíssima olhe por nossos filhos e que eles não sejam influenciados pelas “modernidades” que só mancham a inocência infantil e desrespeita os pais e os Santos Ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Acenda aqui uma vela no Oratório da Medalha Milagrosa

Os tribunais apóiam esse desprezo dos direitos humanos dos pais à educação, de tal modo que se tem a impressão de tratar-se aqui de uma ação concertada da escola com os tribunais para afastar da instituição de ensino os direitos paternos à educação.

Uma outra mãe de nove filhos — o mais velho com 14 anos e o mais novo com 10 meses — é igualmente ameaçada de prisão forçada de 21 dias, como sucedera previamente a seu marido, porque também ela, pelas mesmas razões de fé e convicções religiosas, insiste na observância dos seus direitos paternos de educação. (LS)

Fonte: Blog da Familia

“A família é a base da sociedade e da natureza humana”

1, outubro, 2010 Sem comentários

 

São Joaquim, Nossa Senhora e Sant’Ana

O bispo de Ciudad del Este (Paraguai), Dom Rogelio Livieres , afirmou que a família não é apenas a base da sociedade, mas também da “natureza humana”, em uma declaração publicada na semana passada.

O bispo paraguaio afirma que se dedicou a escrever esta declaração porque, “neste momento, a identidade de nossas famílias está sendo atacada em suas raízes. A família é a base da sociedade e também da natureza humana”.

Neste sentido, convida a defendê-la “contra agressivos grupos minoritários que exercem uma poderosa pressão midiática, econômica e política” e cujo objetivo, garante o prelado, é “mudar a definição da família e do matrimônio”.

O pastor de Ciudad del Este constata a existência de uma “propaganda que nos inunda por meio da mídia”, por meio “destas minorias que estão desenvolvendo campanhas na maioria de nossos países”.

A declaração do bispo responde ao fato de também no Paraguai estarem a ponto de mudar as leis fundamentais que, afirma, “atentarão contra o que somos como pessoas humanas e como filhos de Deus”.

O matrimônio é a união do homem e da mulher, isso é um ensinamento contido na Bíblia, na tradição de todos os povos no senso comum, garante Dom Livieres.

O pastor se remontou à origem da palavra “matrimônio”, entre os romanos antes de serem cristãos, e que significa “cuidar da mãe” ou “proteger a mulher que é mãe”. Ou seja, “matris” e “munio”, “matri-monio”.

O matrimônio, explica, “é a instituição que protege a mulher para que, ao unir-se a um homem e tornar-se mãe, não seja abandonada  junto com seus filhos, que necessitam de proteção, atenção e educação. O matrimônio garante que nem a mãe nem os filhos serão abandonados irresponsavelmente pelo pai”.

Exorta a viver a própria tradição e a estar “abertos ao futuro, respeitando sempre todas as minorias legítimas”, ainda que advirta “que essas não podem agredir os direitos da maioria”.

“Nem as maiorias nem as minorias podem manipular a natureza humana nem agredir a lei de Deus”, destaca.

O prelado paraguaio denuncia que “querem definir a família não como união de homem e mulher, mas também de mulher com mulher ou de homem com homem. E querem dar a estas uniões homossexuais o direito de adoção de filhos”.

“Sem cair na discriminação injusta – indica -, não podemos permitir que estas minorias roubem nossa identidade como seres humanos e filhos de Deus”.

“Que não queiram roubar o que só um homem e uma mulher podem dar com a ajuda de Deus: a vida!” – acrescenta.

E conclui convidando a “apoiar todas as manifestações públicas legítimas a favor da vida e da família, porque precisamos evitar que nos próximos meses se aprovem leis que terminarão arruinando a nossa sociedade”.

Fonte: Zenit

Direito à Vida e as Eleições de 2010 – Vida Limpa

3, setembro, 2010 4 comentários

 

Ninguém tem o direito de tirar a "Vida", o bem mais precioso que temos de ninguém. Nem mesmo quando esta vida está apenas começando na barriga da Mãe.

Em hipótese alguma temos o direito de tirar a “Vida”, o bem mais precioso da humanidade, de ninguém. Nem mesmo quando esta vida está apenas começando na barriga da Mãe.
 

O direito à vida é o primeiro dos direitos naturais, é um dos direitos supra-estatais, porque diz respeito à própria natureza humana e daí o seu caráter inviolável, intemporal e universal (cf. Manoel Gonçalves Filho, Comentários à Constituição Brasileira de 1988, Saraiva 1990, vol. I, p. 23).

Direito originário, condicionante dos demais direitos da personalidade – direito fundamental absoluto – o direito à vida é um direito-matriz, explicitamente mencionado no artigo 5º da Constituição Brasileira de 1988 .

Certamente esse Estado brasileiro laical, desvinculado logicamente da religião, mas respeitando todas as crenças existentes no Brasil, não se inspirou em princípios e em sentimentos religiosos ao redigir esses artigos que assegura constitucionalmente os direitos fundamentais dos seus cidadãos e certamente fundamentaram-se somente na dignidade da pessoa humana e não apenas na fé religiosa.

A ordem jurídica repetindo, – não só a religiosa – é quem socialmente exige o respeito e a proteção ao bem supremo da pessoa, que é a vida humana em todas as fases de suas manifestações. Reconhece assim que a vida humana jamais é uma concessão jurídico-estatal e, inclusive, o direito a ela transcende ao direito da pessoa sobre si mesma, mas é um direito natural anterior à constituição do Estado e da própria sociedade.

A pessoa humana não vive só para si, mas também, para a sociedade, e para o bem do Estado, já que ela não só é portadora de humanidade, mas é patrimônio da humanidade.

Nelson Hungria, conhecido e afamado jurista brasileiro, afirmava que quem pratica o aborto não opera ‘in materiam’, mas atua contra um ser humano na ante-sala da vida civil, o que acaba acarretando com esse ato homicida numa civilização da violência e da morte.

O titular da vida humana é unicamente a própria pessoa, que desde a sua concepção tem seus direitos garantidos (conforme o artigo 2º do Código Civil Brasileiro de 2002, o artigo 41 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos e o preâmbulo da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança), e tem personalidade jurídica formal, desde seu momento inicial na fecundação, embora adquira só com o nascimento a sua personalidade jurídica material.

Ainda que não nascida tem capacidade de direito, não de exercício, devendo aos pais ou o curador zelar pelos interesses como são amparados pelo sistema jurídico brasileiro.

Não é válido portanto o argumento de que cabe à mulher o direito absoluto de dispor livremente da sua saúde reprodutiva, pois uma vez que há uma vida semelhante à sua no seu útero e em desenvolvimento, esse caráter absoluto deixa de existir. Uma vez que é mãe a sua saúde reprodutiva continuará sendo um direito associado a deveres constitucionais básicos: assistir socialmente ao filho (cf., art. 203), proporcionar-lhes alimento (cf., art. 5º, LVII), cuidar do filho se tem anomalias físicas ou psíquicas (cf, art. 227, § 1º, II). Inclusive se corre o risco de vida estando grávida ou se o filho resultou de um estrupo, deve saber que a vida humana concebida é um bem jurídico maior e qualquer ação contra ela é um crime horrendo, ainda que não se aplique uma pena contra ele (caput do artigo 128, do Código Penal Brasileiro). A exclusão da culpabilidade não significa a exclusão da juridicidade, já que o aborto sempre é um crime contra a pessoa humana (conforme o Título I – “Dos crimes contra a Pessoa”, parte especial do Código Penal Brasileiro).

O crime do aborto existe sempre e mesmo que haja discussão acadêmicas, política-partidárias, legislativas e, até mesmo, haja um plebiscito com resultado a favor do aborto legal, não se irá tornar ético um ato profundamente anti-ético, anti-social e, sobretudo, anti-natural e sangrento.

Nesse período de campanha eleitoral quando se procura uma renovação dos quadros executivos e legislativos do país e dos estados brasileiros o tema do aborto e demais temas correlatos – eutanásia, anticoncepção abortiva, distanásia, segurança pública, atendimento hospitalar público – podem ficar escondidos, sob  o manto midiático de manchetes chamativas a respeito das pesquisas de opinião pública ou do crescimento econômico-social promovido por governantes e partidos  a eles ligados.

O povo brasileiro não pode continuar sendo ingênuo e continuar na atitude de omissão política. O exemplo que ele deu na campanha ficha limpa é demonstrativo do seu poder transformador da sociedade.

É necessário que os brasileiros tirem a venda dos olhos e enxerguem com nitidez nos olhos dos seus candidatos e vejam neles a intenção, sem eufemismos de palavras, de defender realmente  a vida humana desde a sua concepção até o seu final natural, que eles e elas mostrem nos seus programas de governo e nos seus projetos legislativos a vontade política de promover a natureza e a finalidade social da família brasileira fundada sobre o casamento entre o homem e a mulher, e que respeitem de verdade a inteligência dos cidadãos, não enganando-os mais com palavras e slogans políticos vazios.

Votar conscientemente é um direito e não só um dever político! Enganar conscientemente e “marqueteiramente” os eleitores é um crime contra a nação! Governar e legislar a favor da Vida Limpa, sem manchas ou poças sanguinolentas, é a esperança dos milhões de eleitores que são a favor da vida do brasileiro!

Dom Antonio Augusto Dias Duarte

Fonte: Portal da Arquidiocese de Campo Grande


Mexer na família traz danos ao bem comum, diz cardeal

23, julho, 2010 3 comentários

Segundo D. Odilo Scherer, Igreja não deixa de afirmar valor e importância da família

Mexer no patrimônio que é a família, com medidas como a facilitação do divórcio e o “casamento homossexual”, traz danos ao bem comum.

É o que afirma o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, em artigo desta semana no jornal O São Paulo, ao comentar fatos que envolveram o tema da família nesses últimos dias.

Ao recordar que o Congresso Nacional aprovou uma emenda constitucional que facilita o divórcio no Brasil, criando a possibilidade de obtê-lo imediatamente, o arcebispo questiona se se tratou realmente de um “avanço” na legislação brasileira, como muitos disseram.

“A argumentação geralmente usada para justificar o divórcio e o seu apressamento é a não interferência do Estado nas questões da vida privada; é a pretensão da total ‘privatização’ do casamento. Mas a Igreja não vê as coisas desse jeito”, afirma Dom Odilo.

Evidentemente – prossegue o cardeal –, “há muito de privado no casamento, mas nem tudo se resolve como questão da vida privada dos cônjuges, uma vez que o casamento dá origem a uma instituição, a família, e tem implicações para terceiros e para a sociedade toda”.

“Como ficam os filhos no caso dos divórcios instantâneos? Até mesmo uma boa legislação para assegurar o bem deles não resolve tudo, pois nas relações familiares há bens que escapam à legislação, como afetos, sentimentos e outros detalhes do convívio familiar”, afirma.

Outro fato preocupante, segundo o cardeal, foi a aprovação, pelo Parlamento Argentino, do chamado “casamento gay”.

“A legalização civil da união de pessoas do mesmo sexo, que vem sendo chamada indevidamente de ‘casamento’, acaba sendo equiparada, de fato, ao casamento e à família natural e tradicional”, diz Dom Odilo.

“O fato de ter isso acontecido na Argentina, e não no Brasil, nada muda no nível de preocupação; em Brasília tramitam propostas de lei com o mesmo objetivo”, recorda.

Segundo o arcebispo, quando a sociedade e o Estado “descuidam, desprotegem e até agridem diretamente a família baseada no casamento entre um homem e uma mulher, de acordo com a natureza e no sentido tradicional, estão minando suas próprias bases”.

Dom Odilo assinala que a afirmação de que a família é a célula básica da sociedade continua verdadeira, apesar das teorias e ideologias contrárias.

“Estudos sociológicos sérios feitos recentemente na Itália e no Brasil demonstraram que o Estado tem muito menos problemas a resolver quando protege e promove a família.”

“E onde isso não acontece – destaca o purpurado –, o Estado e a sociedade têm muita dor de cabeça com a educação, a criminalidade, a violência e a promoção da boa ordem, da solidariedade e da paz social.”

A família “é um imenso bem social, por isso precisa ser bem amparada e protegida. O Papa João Paulo II qualificou a família como ‘patrimônio da humanidade’. Mexer nesse patrimônio traz danos ao bem comum”, afirma o cardeal.

Fonte: Zenit

Exemplo europeu: Casamento só com pessoas do sexo oposto

10, julho, 2010 3 comentários

Sentença do Tribunal Europeu de Direitos Humanos

ESTRASBURGO, terça-feira, 6 de julho de 2010 (ZENIT.org) – O European Centre for Law and Justice (ECLJ) manifestou apoio à sentença do Tribunal Europeu de Direitos Humanos que afirma não existir na Convenção Europeia de Direitos Humanos um direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Analisando a sentença Schalk e Kopf vs. Austria (n° 30141/04), a Corte declarou que não houve discriminação por parte do Estado austríaco ao impedir que os dois homens contraíssem “matrimônio”.

A Corte decidiu por unanimidade que o direito de casar-se é garantido apenas a “homem e mulher”, conforme exposto no artigo 12 da Convenção.

Visto que “o matrimônio tem conotações sociais e culturais profundamente radicadas que podem diferir de uma sociedade para outra, a Corte reitera que não se deve apressar-se a substituir o juízo das autoridades nacionais, que estão mais adaptadas para afrontar e responder as necessidades da sociedade, e que os Estados são ainda livres, com base nos artigos 8, 12 e 14 da Convenção, para limitar o acesso ao matrimônio aos casais de sexo oposto”.

Dessa forma – ainda que temporariamente – o tribunal prudentemente renuncia a impor aos Estados nacionais o reconhecimento legal de casais compostos por indivíduos do mesmo sexo.

Gregor Puppinck, diretor do ECLJ, interpreta este posicionamento à luz da atual “rebelião” de alguns Estados membros causada pelo caso do crucifixo (Lautsi vs. Itália), que se contrapõe a uma tendência de impingir novos direitos “pós-modernos” que contradizem os valores fundamentais da própria Convenção.

“Os Estados não podem ser compelidos a aceitar novas obrigações que não constem na Convenção e que sejam, com efeito, contrárias a esta”, acrescentou Puppinck em declarações concedidas à ZENIT.

Fonte: Zenit

Oração da família cristã a Nossa Senhora

24, junho, 2010 5 comentários

Que esta seja a oração das famílias brasileiras.

Nossa Senhora de Fátima, livrai o Brasil do PNDH-3

sagrada-familia

Santíssima Mãe de Jesus, Esposa do glorioso e felicíssimo São José, vós pertencíeis à Sagrada Família e nela tínheis grandes obrigações a cumprir. Ah! Senhora, que solicitude e cuidados tivestes na casa de Nazaré!

Quantas tristezas pela pobreza de vossa família e pelos sofrimentos que isso podia ocasionar a Jesus! Que diligência pelo trabalho, e que zelo na educação do vosso adorado Jesus! Já que conheceis tão bem as necessidades de uma família, escutai as súplicas que Vos dirige esta família que Vos pertence.

Ensinai-nos as virtudes que praticastes; socorrei e assisti a nossas mães para que sejam em nossas casas o que Vós éreis na casa de Nazaré, a fim de que, imitando elas vossas virtudes, façam também a felicidade de nossas casas, como fizestes Vós felizes as pessoas da Sagrada Família.

Extraído do livro: As mais belas orações a Nossa Senhora – Editora Artpress

Famílias na Argentina defendem matrimônio em massiva concentração

21, junho, 2010 1 comentário

Centenas de cidadãos de Mar del Plata (na Argentina) congregaram-se na sexta-feira dia 11 de junho, na cidade em torno do lema “A Família Sim importa”, para manifestar aos senadores do país sua firme defesa da família e o matrimônio entre um homem e uma mulher, na massiva concentração organizada pelo Movimento ‘Marplatense’ pela Família (MMPF).

Conforme assinalam os organizadores, as centenas de manifestantes, que levaram globos de cores celestes e rosas, bandeiras argentinas e uma enorme faixa com o lema da mobilização, reuniram perto de 600 assinaturas que serão apresentadas ante os senadores para evitar que se legalize o mal chamado “matrimônio” entre homossexuais.

Os jovens, adultos, famílias e crianças reunidos na passeata, escutaram o manifesto a favor da família e o matrimônio legítimo realizado por um jovem porta-voz do MMPF quem expressou seu rechaço a “que se chame de matrimônio o que não o é” promovendo-se assim “a fragmentação da família, e com isto a fragmentação da Pátria”.

“Sob o pretexto de não impor a moral, se está querendo impor-nos outra em sua substituição, contrária à lei de Deus, contrária à lei natural, à lei positiva, à razão, ao sentido comum, à natureza, às tradições de nossa Pátria, contrária ao conceito mesmo do matrimônio, enfim contrárias à Pátria”, acrescentou.

Finalmente, o jovem porta-voz do MMPF assinalou que “esta defesa da família, não é outra coisa que a defesa mesma da Pátria a que hoje espera o testemunho valente daqueles que a amamos”.

“Solicitamos a nossos senadores que atuem conforme ao sentir popular dos que votaram neles, recordemos que a única bandeira que hoje nos congrega aqui é a argentina. Dizemos que a família sim importa porque a Pátria sim importa”, acrescentou.

Fonte: ACI Digital


Os cidadãos brasileiros precisam seguir o exemplo da Argentina e também sair às ruas defendendo a família cristã!

Dê o primeiro passo desta mobilização assinando o abaixo-assinado contra o PNDH3, que quer destruir a família como Deus a intituiu aprovando leis absurdas, como o casamento homossexual, legalizando o aborto e a prostituição, dando direito para os sem-terra agirem com total liberdade, dentre outras…

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