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Textos com Etiquetas ‘campanha contra aborto’

O aborto nunca é uma terapia, afirma Arcebispo argentino

19, fevereiro, 2011 Sem comentários

 

Acenda aqui uma vela da reparação por este pecado que cometem contra quem não pode se defender.

O Arcebispo de Rosário (na Argentina), Dom José Luis Mollaghan, recordou que o aborto jamais pode ser uma terapia e chamou os fiéis a comprometerem-se “a amar e servir a vida nascente desde o seio materno, sem descuidar as mães, e as crianças já nascidas”. Durante a Missa celebrada no dia 11, memória de Nossa Senhora da Lourdes, na paróquia de mesmo nome, o Prelado afirmou que é necessária “uma renovada cultura da vida”, onde “todos façamos algo para acrescentar o amor e o respeito pela vida”.

Dom Mollaghan afirmou que sempre é possível trabalhar pela vida, especialmente nos âmbitos médico e da saúde, “com leis que a promovam e tutelem”.

O Prelado sublinhou que se atenta contra a dignidade da pessoa ao menosprezar alguém “porque este seja débil, desprotegido ou tenha capacidades diferentes”.

Pelo mesmo motivo, “tampouco podemos diminuir o cuidado e o amparo do (bebê) que vai nascer e vive como pessoa no seio materno, embora esteja oculto e seja como invisível aos nossos olhos”.

“Dói-nos e não queremos que nenhuma só mulher tenha que sofrer uma intervenção clandestina, e é por isso que desde antes pode-se fazer muito por cada uma delas”, afirmou Dom Mollaghan, pondo “todo o empenho em formar; em proteger toda mulher, não só do abuso, mas do comércio, da promiscuidade”.

“Ninguém deveria pensar no aborto como uma terapia ou um caminho saudável para a vida, sem parar para pensar na criança que vai nascer”, afirmou o bispo argentino.

Fonte:  Arquidiocese de Campo Grande


Cause Name:

1ª opção – Homofobia: a lei que irá censurar seus princípios cristãos

2ª opção – Homofobia: a lei que poderá invadir sua casa e sua igreja

3° opção: Leia da Homofobia = Perseguição religiosa

 

Mission:

· Lutar e defender a família cristã contra as investidas de grupos que não seguem a Lei de Deus, conscientizando a população do real perigo se a Lei contra a Homofobia for aprovada.

 

Positions: (link para posts no IPCO)

 

Saiba mais sobre esta “Lei da Homofobia”: http://www.ipco.org.br/home/videos/cuidado-a-lei-da-homofobia-pode-chegar-na-sua-casa-e-na-sua-igreja

 

O Plano que quer criminalizar quem se opõe a comportamentos contrários à família cristã, http://www.ipco.org.br/pndh/conteudo/veja-como-voce-pode-se-mobilizar-contra-o-pndh-3

 

Desconstrução da heteronormatividade?: http://www.ipco.org.br/home/pndh/desconstrucao-da-heteronormatividade-para-nao-dizer-destruicao-da-familia

 

Contra a revolução homossexual: http://www.ipco.org.br/home/noticias/em-protecao-da-familia-e-contra-a-revolucao-homossexual

 

Ideologia homossexual e perseguição religiosa: http://www.ipco.org.br/home/opiniao/ideologia-homossexual-e-perseguicao-religiosa

 

 

(criar origem causa homofobia)

 

Descrição:

 

A senadora Mata Suplicy conseguiu desarquivar o PCL 122/2006, conhecido como a “Lei da Homofobia”, depois de obter 27 assinaturas de senadores que preferiram ficar no anonimato.

 

Precisamos nos unir contra a aprovação desta lei, que irá causar um verdadeiro maremoto no seio da família cristã, pois seremos taxados de “homofóbicos” por simplesmente seguirmos a Lei de Deus,

 

Una-se agora a esta causa! Convide TODOS os seus amigos.

Email de boas vindas

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Muito obrigado por fazer parte de nossa causa.

Convide seus amigos para se unir a nós e dizermos NÃO a esta lei infame, o PCL 122/2006, conhecida como “Lei da Homofobia”.

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Papa Bento XVI aos brasileiros: “Política e fé se tocam”

28, outubro, 2010 4 comentários


 

Papa Bento XVI: “em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum”.

Na manhã desta quinta-feira (28), o Santo Padre Bento XVI reforçou a posição da Igreja a respeito do aborto e eutanásia e conclamou os bispos brasileiros na missão de como pastores, orientar seu rebanho politicamente.

A promessa de Nossa Senhora de Fátima, sobre o triunfo de Seu Imaculado Coração mais uma vez se solidifica em nossas vidas. Acenda agora uma vela a favor do Brasil e do retorno da moral católica em nosso meio.

Todos os católicos precisam conhecer essa mensagem do Papa. Envie essa matéria para todos os seus amigos.










Leia na íntegra o pronunciamento do Papa Bento XVI:

“Amados Irmãos no Episcopado,

«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de

mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o “Compêndio da Doutrina Social da Igreja”» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.


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200 estudantes católicos americanos fazem protesto pacífico diante de clínica abortista

17, setembro, 2010 Sem comentários

O grupo pró-vida “Shield of Roses” (Escudo de Rosas), movimento estudantil do Christendom College, realizou um exemplar protesto pacífico diante da clínica de abortos da “Planned Parenthood” sediada ao norte da Casa Branca, em Washington, D.C.

Participaram no ato mais de 200 estudantes e membros do corpo docente. O grupo rezou e cantou a “Salve Rainha” e a ladainha lauretana, além de outras orações.

Embora o vídeo tenha chegado tarde para nós ‒ o ato aconteceu em 31 de outubro do ano passado ‒, pareceu-nos que merece ser divulgado.

Mais informações do ato em Catholic News Agency.

Fonte: IPCO

Perito na Argentina: Aborto nega os direitos humanos dos mais fracos

1, setembro, 2010 Sem comentários

 

Pe. Victor Manuel Fernandez

O Pe. Víctor Manuel Fernández, encarregado do Reitorado da Universidade Católica Argentina, pediu “não ser superficiais com o tema do aborto”, e pensar profundamente, porque “se só o (ser) já ‘desenvolvido’ tiver direitos” não há argumento sólido para “outorgar um caráter indiscutível aos direitos humanos dos mais fracos”.

Segundo o perito, “um feto corre o risco de ser menosprezado, como acontece com todo o pequeno e aparentemente inútil” apesar de que “a genética indica que o DNA do óvulo recém fecundado contém todas as características que terá esse humano adulto”.

“Se a justificativa para eliminá-lo é seu incompleto desenvolvimento, isto concede plenos poderes aos fortes para eliminar os menos desenvolvidos. De fato, na colonização da América alguns se sentiam autorizados a matar os indígenas porque não pareciam plenamente humanos. Recordemos os nazistas, quando assinalavam raças de menor qualidade que podiam ser destruídas. Igualmente, existem aqueles que convidam a eliminar os deficientes físicos porque não estão completamente desenvolvidos. Mas não são os desenvolvidos os que decidem quem é humano e quais não têm direito à vida”, explicou em um artigo publicado no jornal La Nación sob o título “A defesa dos que têm menos poder”.

O sacerdote recordou que “a defesa da vida humana requer fundamentos inquebráveis e jamais sujeitos a discussão, para nos assegurarmos de que não se repetirão as diversas barbáries do século passado. O único modo de estabelecer estes fundamentos firmes é sustentar que a vida humana é sagrada sempre, desde sua gestação até a morte natural”.

“Até por ‘coerência progressista’, o aborto não pode apresentar-se como uma solução. Reconheço que também é incoerente que alguém rechace o aborto e ao mesmo tempo se desentenda dos marginados ou sustente terríveis guerras preventivas. Há muita hipocrisia, sim. Mas não a façamos que os inocentes paguem”, acrescentou.

“Em um lugar onde as coisas se resolvem assim, produz-se uma relativização da vida que introduz nos subterrâneos da sociedade um frívolo desprezo pela dignidade humana. Isto finalmente se traduz em uma incapacidade para reconhecer o outro, que alimenta um escuro dinamismo de degradação social. Melhor levantemos o olhar”, concluiu.