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Textos com Etiquetas ‘Testemunhos’

Da noite para o dia ela alcançou a graça após acender uma vela no Oratório da Medalha Milagrosa

3, fevereiro, 2012 29 comentários

Agradeço minha Nossa Senhora pela graça alcançada. No domingo dia 22 de janeiro, acendi uma vela virtual pedindo a Nossa Senhora que abrisse as portas de um trabalho. Disse a Ela que precisava arrumar um emprego na minha especialidade e na segunda-feira me ligaram informando de uma vaga e pela graça da Virgem Santíssima já estou trabalhando. Obrigado minha Mãe por estar sempre me ajudando nas horas em que preciso. Gizeli

E você? Já recebeu graças em 2012?

16, janeiro, 2012 10 comentários

“Todas as pessoas que usarem a Medalha receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço”, disse Nossa Senhora em aparição a Santa Catarina Labouré.

Você já tem a sua Medalha Milagrosa? Clique aqui e veja como receber a sua pelos Correios.

O testemunho abaixo é de uma mulher que viu a promessa de Nossa Senhora ser cumprida em sua vida e na de seus familiares.

Obrigada minha Mãe Misericordiosa pelas graças alcançadas no ano passado.

No começo deste ano já recebi duas graças: meu irmão perdeu três filhos ainda no ventre da minha cunhada, os médicos disseram que ela não conseguiria mais engravidar, com minha fé e orações através da Medalha Milagrosa, ela está grávida de 4 meses.

Outra graça foi o meu processo que já foi julgado e consegui um resultado positivo. Mais uma vez, obrigada por tudo minha Mãezinha. N.B.B

Júlia, a anencéfala que deixou saudades

13, janeiro, 2012 15 comentários

Os pais resistiram à pressão para praticarem um aborto

Segue abaixo o comovente depoimento dos pais de Júlia, uma criança anencéfala nascida em Anápolis (GO) em 04/03/2010 às 7h30min.

O Padre  Luiz Carlos Lodi da Cruz,  Presidente do Pró-Vida de Anápolis, batizou o bebê logo após o parto. A mãe foi trazida em uma maca para se despedir de sua filha, conforme desejava. A criança morreu cerca de uma hora após o nascimento. Sabiamente, os pais de Júlia tomaram a decisão de amá-la até o último momento, rejeitando a “solução” do aborto que lhes fora proposta. Na transcrição a seguir, procurou-se conservar a linguagem falada, entrecortada por emoções.

ABORTO NUNCA! Entre você também nesta campanha. Veja aqui o vídeo e COMPARTILHE com todos que puder. Vamos fazer da Internet um local de propagação dos Santos e Perfeitos Ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vamos pedir que Nossa Senhora nos ajude intercedendo para que este vídeo toque milhares de vidas, principalmente as que concordam com este terível ato de crueldade que é o aborto.

Carla, mãe de Júlia:

Descobri no quinto mês de gravidez o problema da Júlia. Quando eu descobri o problema dela, a médica me explicou que poderia ser feito um aborto. Perguntei à médica se poderia continuar com a gravidez. Ela disse que poderia, mas que não tinha necessidade, que eu iria sofrer muito se prosseguisse com a gravidez. E se eu fizesse um aborto, […] iria evitar mais sofrimento para mim. Eu já estava decidida a continuar com a gravidez. Procurei o Pró-Vida de Anápolis para me orientar de alguma coisa. Foi no Pró-Vida que eu descobri o problema de minha filha, que eu entendi o problema dela. Eu sabia que ela não tinha formado o crânio. Até então era só isso. E que não tinha chance nenhuma de vida. Foi através do Pró-Vida que eu vi o relato de outras mães, que eu vi fotos de bebês anencéfalos, e entendi o problema da minha filha. E eu tive uma orientação e uma força muito grande para poder continuar coma minha gravidez. Eu tive um apoio muito grande.

Eu tinha um bebê de quatro meses [de nascido] quando descobri que estava grávida. E no início foi um susto muito grande. Eu estava tão feliz com a gravidez anterior que eu desejava muito essa criança. E ao mesmo tempo eu tinha que me preparar para o desfecho que teria esta outra filha que eu estava esperando. Tentei aproveitar ao máximo a minha gravidez. Pedi muito a Deus que eu queria vê-la antes de ela morrer. Era o meu maior desejo. Poder dar o Batismo para ela, ficar com ela pelo menos um momento que fosse…

Consegui levar minha gravidez até o final. Minha filha morreu uma hora depois do parto. Conheci minha filha. Vi ela viva ainda. É um sentimento que não tenho como explicar. Hoje eu penso nela… Eu queria ter mais tempo ainda com ela. Cada minutinho que eu passei com ela compensou todo o sofrimento que eu tive. Quando eu vi o rosto dela, foi a melhor sensação que eu já tinha sentido na minha vida.

Tenho outros dois filhos. Não tem como explicar. Quando eu olho as fotos da minha filha, quando eu me lembro dela, do meu parto… Como que as pessoas querem tirar… abortar uma criança que… tem tudo? Ela só não ia viver. Eu só não ia ver a minha filha. Mas durante a minha gravidez ela mexia muito, como a minha outra filha, às vezes até mais… [...] Ela morreu uma hora depois do parto. Eu fui para a Santa Casa ganhar neném. Olhar as fotos dela, lembrar dela… Nunca, nunca na minha vida, é uma coisa que não tem como nem pensar a questão de aborto. Não tem como pensar nisso. Como é que uma pessoa consegue?

Quando me cogitaram a ideia de fazer aborto — e foram várias vezes que minha médica tentou — eu não consigo imaginar palavras… Como eu poderia estar hoje se eu tivesse feito aborto da minha filha? É um sentimento, uma coisa que eu não consigo passar pela minha cabeça. Para mim não existe. É uma coisa que não existe.

Mas se tivesse [feito aborto], não me ajudaria em nada. Só iria piorar o sentimento que eu estava. O que ajudou muito foi o tempo que eu passei com minha filha… [...]

Mas tudo que eu pudesse imaginar se eu tivesse tirado… não iria me ajudar em nada e sim [teria] piorado muito mais a minha situação.

Como mãe, a maior satisfação que eu tenho foi o dia em que minha filha nasceu, que eu olhei para ela, que todo o amor que eu tinha por ela, quando eu olhei nela, aquilo me valeu a pena. Valeu e eu viveria tudo de novo se eu pudesse estar mais tempo com ela.

Eu não me arrependo, em momento nenhum de não ter feito aborto. [...] Mãe, ela está aqui para dar a vida e não para estipular uma hora e nem que esse filho tem que viver até aqui e pronto. Ela está dando a vida pelo filho… Se ele tem saúde, se ele vai viver ou não, independente do tempo que ele vai viver, ela vai dar a vida para ele; agora, tirar não.

Eu não me arrependo novamente de não ter feito o aborto. [...]. Eu acho que não tem como uma mãe estipular uma hora até que o filho tenha que viver. Uma mãe nunca vai se arrepender de carregar o filho, passar por uma gravidez, por qualquer dificuldade que seja. A dificuldade maior é saber que eu estipulei até uma hora de meu filho viver: “ele vai viver até aqui porque não vai ser bom para mim”.

Eu acho que a satisfação de uma gravidez, da hora de um parto, independente da hora que o filho vai viver, isso apaga qualquer sofrimento que uma mãe passa.

Kleber, pai de Júlia:

Graças a Deus, a gente conduziu até o final essa gravidez [...].

O aborto é um crime na verdade. As pessoas falam como se fosse uma coisa banal, e não é.

A gente conduziu até o final, graças a Deus, com a ajuda de Deus.

No dia que ela nasceu, a Carla ficou internada, eu acompanhei o enterro da minha filha. E depois que teve o desfecho do enterro, a sensação era de um dever cumprido, consciência limpa, graças a Deus. Acho que a principal lição foi essa: de consciência limpa perante a sociedade e perante Deus principalmente, de não ter feito alguma coisa de errado.

Carla (chorando):

Eu sinto saudade da minha filha… [...] Não tem nada que preencha o espaço dela. Eu tenho dois filhos, mas o lugar dela para mim está lá. Ela é minha terceira filha. Para mim não tem nada que preencha o lugar dela. É a minha filha. É alguém que… Hoje ela estaria com quatro meses. Então a gente lembra: “Hoje ela estaria com um mês, dois meses… E se ela estivesse aqui, como seria?…” A gente se lembra dela como alguém lá em casa. Ela tem um lugar dela para mim e nenhum dos meus filhos substitui ela. A gente pensa como ela estaria hoje… o tamanho com que ela estaria crescendo…

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz Presidente do Pró-Vida de Anápolis

Fonte: Site Dom Luiz Bergonzini

Ela recebeu a Medalha dos Corações de Jesus e Maria e em menos 15 dias alcançou a graça que tanto pediu

10, janeiro, 2012 10 comentários

Descrevo nesta carta o milagre de Nossa. Senhora em minha vida.

Eu era portadora de uma doença chamada: Mixoma no Átrio do coração e duas veias entupidas.

Quando mandei uma oferta para a Associação Devotos de Fátima, recebi uma carta com uma medalha dos Corações de Jesus e Maria; coloquei-a em minha corrente e pedi a Nossa Senhora de Fátima, para que a cirurgia fosse marcada o quanto antes, porque eu já estava há um ano na fila de espera do SUS.

O testemunho de dona Palmira é mais uma prova do quanto os Corações de Jesus e Maria querem estar junto a você para lhe dar todas as graças que necessita. Veja como receber o seu fazendo uma doação ao apostolado Devotos de Fátima

Em menos de 15 dias a cirurgia foi marcada para dia 30 de agosto, às 16 horas, no hospital Caridade em Florianópolis. Entreguei-me nas mãos de Deus e Nossa Senhora de Fátima para que fosse feito de mim a vontade de Deus, que abençoasse os profissionais de saúde.

Fiz a cirurgia e passei mal, fiquei 13 dias na UTI, mas me recuperei lentamente. Tenho 68 anos, e não tinha outra opção, pois meu caso era grave. Recebi alta dia 30 de setembro. Chegando em casa, recebi minhas correspondências; entre elas estava uma carta da Associação Devotos de Fátima, que foi escrita exatamente no dia 30 de agosto, no dia da minha cirurgia! Esta carta dizia:

“Eu desejo que os corações de Jesus e Maria fiquem sempre próximos ao coração da Sra. e daqueles que estão à sua volta”. Tenho a convicção de que os pedidos que a Sra. fizer a esses dois Sagrados Corações serão ouvidos com prioridade. E eles retribuirão sua dedicação com as melhores graças”.

Hoje estou bem recuperada e acredito que foi um milagre de Nossa Senhora de Fátima.

Agradeço a todos pelo carinho e orações!

Alfredo Wagner, 29 de novembro de 2011.

Palmira da Silva Moraes

PS: Peço que seja divulgado este Milagre no livro dos milagres para que outras pessoas também acreditem em Nossa Senhora de Fátima.

Leia testemunhos de graças alcançadas por meio da Medalha Milagrosa. Nossa Senhora também quer lhe abençoar

30, novembro, 2011 14 comentários

“Agradeço a Nossa Senhora das Graças pela graça alcançada, a cirurgia do nariz do meu filho foi um sucesso e ele está tendo uma boa recuperação. Obrigada minha Santa querida por mais esta graça! Há anos que trago sempre comigo a Medalha Milagrosa e tenho certeza que nunca serei desamparada. Amém”.  E. O.

Acenda agora uma vela virtual de 30 dias e receba pelo Correio a Medalha Milagrosa e a Novena de Nossa Senhora das Graças

“Agradeço a Nossa Senhora das Graças por ter sido chamado pela UFF/RJ através de um concurso realizado em Novembro de 2010. Estava desempregado há quatro e, através da Medalha Milagrosa, a Virgem Santíssima me deu esta bênção.  Muito obrigado Nossa Senhora, minha Mãe do Céu. Amém”.  G.J.G.M

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“Conheci a devoção a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa em 2005, e desde então não tiro minha medalha. Tenho recebido inúmeras graças: consegui passar em um vestibular na primeira tentativa e conclui o curso com êxito em 2010. Casei-me no início de 2010 com uma pessoa que me faz muito feliz e essa semana aconteceu a maior graça da minha vida, entreguei mais uma vez nas mãos de Nossa Senhora o meu sonho de ser mãe e acabei de descobrir que estou grávida. Obrigada por tudo Mãezinha”. M.A.

“As graças serão abundantes para as pessoas que usarem a Medalha com confiança”. Veja aqui como receber a Medalha Milagrosa

“No dia 27 de novembro de 2004, minha filha Maria Augusta Magrin, levou um coice de um cavalo, quando eu a peguei no colo ela estava desacordada e toda roxa com a boca ensanguentada. Naquele momento eu não sabia o que fazer, pois achei que ela estava morta, mas com o milagre de Nossa Senhora das Graças, minha amiga pegou-a e fez massagem no coraçãozinho dela e ela voltou a chorar. Eu não sabia que 27 de novembro era dia de Nossa Senhora das Graças e só passado dois dias minha vizinha me falou isso e que foi a Virgem Santíssima que salvou minha filha, por isso desde aquele dia tenho e uso a Medalha Milagrosa pois tenho muita fé nela e quando tenho algum problema peço a Ela que me ajude. Nossa Senhora nunca me desampara. Amém”. L.K

“Todas as pessoas que usarem a Medalha receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço”. Não fique sem a Medalha Milagrosa. Clique aqui e saiba como receber uma pelo correio.

“O silêncio não vai ajudar a Igreja”, diz padre Paulo Ricardo

17, novembro, 2011 9 comentários

Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é um sacerdote à maneira antiga, que usa batina, segue o catecismo, o missal e a doutrina católica. Um padre estudioso e com grande domínio da palavra. Conhece profundamente as questões canônicas. Um padre que fala de vida espiritual. Um padre que não ignora este mundo, mas sem jamais esquecer o outro. Um padre que não se furta a criticar outros sacerdotes, sobretudo o chamado “clero progressista”, ligado à teologia da libertação.

Nascido em novembro de 1967, o padre Paulo Ricardo foi ordenado em 1992. É bacharel em Teologia e mestre em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma). Membro do Conselho Internacional de Catequese, nomeado pela Santa Sé, pertence à Arquidiocese de Cuiabá (Mato Grosso).

Durante uma visita à cidade de Londrina-PR e região, em setembro último, o Jornal de Londrina realizou uma entrevista com ele.

Jornal de Londrina: Em 2005, o sr. passou por uma experiência pessoal muito importante em Londrina. O que aconteceu? E de que forma essa experiência o marcou?

Padre Paulo Ricardo: Há seis anos, eu estava vindo de São Paulo e o avião fazia escala em Londrina, indo para Cuiabá. Aconteceu que o avião atrasou, tivemos que ir para o hotel. Depois voltamos para pegar o avião outra vez. Uns cinco minutos depois da decolagem, houve um estouro na turbina direita. Trinta segundos depois, um novo estouro. Ninguém sabia o que estava acontecendo. O pessoal ficou apavorado. O avião continuava estável, o que se via claramente. Fiquei pensando: vou observar. Se eu notar que vai ocorrer o pior, dou a absolvição coletiva.

Enquanto eu não sabia o que estava acontecendo, fiz meu ato de contrição, pedi a Deus perdão do meu pecado – e esperei. Enquanto esperava, pensei que havia sido prudente inutilmente. Agora eu estaria me apresentando diante de Deus, Deus iria pedir conta do meu ministério, e eu fui prudente a vida inteira, porque queria ser bispo, queria fazer carreira, não queria me “queimar”. Dali para frente aquilo me marcou. Dali para frente eu vi que era um homem morto. Deus me “disse” assim: “O que eu havia previsto para você eram somente estes anos de sacerdócio, agora você vai morrer, acabou, e você não deu conta do recado. Você escondeu seus talentos”.

Dali para frente resolvi me considerar um homem morto. Porque Deus estava me dando uma segunda chance. Eu não poderia mais me colocar numa situação de prudência, pensando no futuro. O bom soldado, quando vai para a guerra, não tem que se preocupar em voltar para casa. Ele tem que se preocupar em sobreviver o maior tempo possível para fazer o maior estrago para o inimigo. O soldado sabe que um dia vai levar um tiro e um dia vai sair de ação.

Esse foi meu exame de consciência: o sacerdócio é um dom, e um dom não é algo para ser guardado. Dali em diante, eu vi que a minha batina não é um enfeite, ela é uma mortalha. O sacerdote é um homem que deveria ter morrido para o mundo; se ele não morreu para o mundo, o que está fazendo aí? Afinal de contas, a Igreja e o sacerdócio ou servem para o Céu, ou não servem para nada, podem fechar as portas.

Jornal de Londrina: E de que maneira a Igreja Católica pode assumir a sua verdadeira missão?

Padre Paulo Ricardo: A grande dificuldade é que a Igreja, nas últimas décadas, introjetou a acusação dos marxistas – de que “a religião é o ópio do povo”. Ela se sente culpada de falar do Céu, de salvação eterna, de felicidade futura. E tenta desconversar com uma suposta doutrina social. Você vai para a Igreja e dizem que a finalidade da religião é “fazer um mundo melhor”. Ora, mas essa não é a finalidade da Igreja! Bento XVI diz, na encíclica “Spe Salvi”, que houve uma imanentização da esperança cristã. A esperança cristã era voltada para o Céu, agora a gente espera a coisa aqui na Terra. A gente espera um mundo ideal, um mundo melhor, em desfavor da transcendência.

Jornal de Londrina: Foi a partir desse episódio que o sr. iniciou o trabalho de evangelização na internet?

Padre Paulo Ricardo: Foi gradual. O episódio do avião foi em 2005. Existem conversões fulminantes, como a de São Francisco – o homem que um dia era pecador, no outro era virtuoso. Comigo não foi assim. Ou melhor: comigo não está sendo assim – porque ainda não terminou. Sempre fui um menininho comportado, conservador, usava traje social, camisa de manga comprida… Quando entrei no seminário, logo veio a tentação da carreira. Eu me saía melhor nos estudos; era apreciado pela maneira como falava; comecei a pensar numa carreira dentro da Igreja. Fui para Roma, fiz Teologia lá. Vivia mais no Vaticano do que na Universidade, sempre metido com cardeais e gente importante. Quando fui ordenado padre pelo papa João Paulo II, passei a desempenhar algumas funções menores na Santa Sé, nada muito importante. Minha pretensão era voltar ao Brasil, servir a diocese por um tempo e depois fazer carreira no Vaticano.

Santa Teresinha do Menino Jesus

Mas aconteceu que em 1997, recebi uma graça pela intercessão de Santa Teresinha. Comecei a perceber que não poderia ser padre sem abraçar uma cruz. Não poderia transformar o sacerdócio numa carreira. Entendi que o sacerdócio não era um homem, mas o sacrifício de um homem. Passei a me voltar mais para Deus, para a espiritualidade. Eu já era padre há cinco anos. Em 2002, foi como se escamas caíssem dos meus olhos. Descobri por que “apanhava” a vida inteira: lutava numa argumentação, vencia os debates, mas nada mudava. A partir disso, passei a ver que as razões verdadeiras não eram as razões apresentadas em discussões. Tem sempre algo “debaixo da mesa”. Tem sempre a má intenção por trás – o que é típico da mentalidade revolucionária. Em 2005, houve o episódio do avião. De 2005, para frente, passei a ser muito mais claro no que dizia. A partir daí comecei a realizar uma pregação mais clara contra a corrente geral.

Jornal de Londrina: Como o sr. definiria hoje o seu papel na Igreja?

Padre Paulo Ricardo: Hoje eu vejo que não nasci para ser bispo. Que nasci para ser pai de bispo, ou seja, formar uma geração de novos padres – e, um dia, um deles será bispo. Um dia algum deles vai ajudar a Igreja no episcopado. Para mim, o importante é saber agora que o silêncio não vai ajudar a Igreja. A gente vê no jovem a gratidão imensa quando você fala.

O filósofo Eugen Rosenstock-Huessy, pouco conhecido no Brasil, analisa as doenças da linguagem. Uma delas é a guerra; outra é a crise. O que caracteriza a guerra? A guerra é quando eu não quero ouvir o meu inimigo. Já a crise é o contrário: é não falar ao amigo. Meu amigo precisa de minha ajuda, eu sei onde está a solução, mas por conveniência eu calo. Assim a sociedade entra em crise.

A sociedade está em crise porque os líderes morais que poderiam dar uma orientação às pessoas estão calados. Alguém tem de pagar o preço de falar. Mesmo sabendo que, ao falar, a pessoa vai sofrer o martírio dos tempos modernos.

O martírio dos tempos modernos é o assassinato da personalidade. É transformar o sujeito em não-pessoa. É a calúnia, a perseguição. Você vai sendo fritado. Então, hoje nós precisamos na Igreja do Brasil de padres e bispos mártires. Uso sempre a palavra profético, mas a palavra mais adequada seria mártir. Martyrios em grego quer dizer testemunha. Alguém que crê tanto no Reino do Céu que está disposto a desprezar o reino dos homens.

Jornal de Londrina: Há uma guerra cultural em curso no Brasil de hoje, à semelhança do conflito que Peter Kreeft identificou na sociedade norte-americana?

Padre Paulo Ricardo: Existe uma guerra cultural incipiente no país. Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, a esquerda brasileira conseguiu a hegemonia da mídia. Em todos os âmbitos. Qualquer um que seja oposição só tem um espaço de militância atualmente, que é a internet. Basicamente esse é o espaço que nos concedem – ainda! A esquerda diz que a revolução só pode ser alcançada se houver um período que a precede, chamado de acumulação de forças.

Nós estamos no período de acumulação de forças. Ainda não existe guerra de fato. Guerra supõe exército dos dois lados. O que existe é um exército que invadiu e ocupou o país. Nós temos uma ocupação hegemônica da esquerda. Mas a geração está sendo formada. Dentro do meu ministério, eu sempre tenho como diretriz lutar de tal forma que o bom católico veja que eu não estou seguindo uma ideologia; eu estou seguindo a fé da Igreja de 2000 anos. A hegemonia esquerdista no Brasil é tal que a pessoa que pretende ser católica se sente um peixe fora d’água. A oposição ao pensamento da Igreja é tão grande que a maior parte dos jovens se sentiria fora da Igreja. A esquerda católica nos acusa – a nós que somos fiéis – de estarmos fora da Igreja. Mas já que o papa está ao nosso lado e nós estamos ao lado do papado, eles não podem mais dizer isso.

Jornal de Londrina: O sr. sempre diz que no Brasil tenta-se impor uma minoridade social aos católicos. Em que consiste esse processo?

Padre Paulo Ricardo: É a chamada ideologia do Estado laico. Segundo essa ideologia, qualquer pessoa que tenha uma visão religiosa do mundo deve guardá-la para sua vida privada. Para os defensores dessa ideologia, a religiosidade não tem espaço público, não tem cidadania. Uso essa expressão – minoridade – para dizer que nós somos cidadãos brasileiros como os menores de idade. Mas nem todos os nossos direitos são reconhecidos. Os menores de idade não podem votar, não podem dirigir carro, têm direitos e responsabilidades limitadas. Há um grupo que se apossou da “classe falante” e não nos dá direito de falar e expressar nossas opiniões – porque nós somos religiosos. O fato é o seguinte: o ateísmo é uma atitude tão religiosa quanto o catolicismo, pois vê o mundo a partir de um prisma religioso, a não-existência de Deus. Não existe alguém indiferente ao problema religioso. Se você varre do espaço público qualquer manifestação religiosa, não está colocando o Estado nas mãos de uma visão religiosamente isenta; você está impondo uma religião que se chama materialismo ateísta. Os ateus não são cidadãos de primeira categoria e nós não somos cidadãos de segunda categoria. Só que a maioria esmagadora da população brasileira é extremamente religiosa. Portanto, nós não temos por que ficar amordaçados por uma minoria de ateus militantes.

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Excerto do http://www.domluizbergonzini.com.br/

É tempo de agradecer a Nossa Senhora!

24, outubro, 2011 101 comentários

Siga o exemplo da Ivone (testemunho abaixo) e também agradeça a Nossa Senhora por todas as bençãos que você tem recebido em sua vida.

Agradeça por sua saúde, a paz em sua família, pelos seus filhos, amigos e reze também por seus inimigos. Peça a Virgem Santíssima que lhe dê um coração disposto a perdoar ofensas, o que nem sempre é fácil, mas se torna simples quando pensamos no grande sacrifício que Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz, perdoando todos os nossos pecados.

Agradeça sempre! Acenda aqui uma vela a Rainha dos Céus, Nossa Mãe Santíssima.


Mãe,  te agradeço pela vida e saúde da minha família, parentes e pela minha. Pelo nosso emprego, nossa casa, nossa comida, enfim obrigada por nos deixar viver um dia de cada vez e poder receber, ler e agradecer por tudo que Deus nos deixou de ensinamento. Ajuda-nos oh Mãe a fazer de nossos lares um lugar de graças e bênçãos, que possamos ensinar a nossas crianças o que é o amor, o agradecimento, a fé, a amizade, a gratidão, a compreensão, enfim o que Deus quer nos dizer com cada testemunho, cada história de vida que presenciamos todos os dias!!!!!
Por isso te peço Mãe, passa na frente de tudo em nossas vidas e nos ajude a viver cada dia melhor. Amém!!!
Te amo para sempre Minha Mãe, amém!!!! Ivone Domingues

Mulher que testemunhou o Milagre do Sol em 13 outubro de 1917

13, outubro, 2011 8 comentários

Entrevista em 2009 com a mulher que então tinha 101 anos e esteve presente na Aparição de Nossa Senhora de Fátima quando ocorreu o Milagre do Sol.

Centenas de milhares viram o Milagre do Sol. Centenas foram curadas, todos os que estavam na Cova da Iria em 13 de outubro de 1917 viram suas roupas secarem instantaneamente logo após uma forte chuva que caiu no local.

O Milagre do Sol foi o maior milagre que o século XX presenciou.

Veja aqui como acender uma vela a Nossa Senhora e faça seus pedidos à Ela.