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Textos com Etiquetas ‘Defesa da Vida’

Direito à Vida e as Eleições de 2010 – Vida Limpa

3, setembro, 2010 Sem comentários

 

Ninguém tem o direito de tirar a "Vida", o bem mais precioso que temos de ninguém. Nem mesmo quando esta vida está apenas começando na barriga da Mãe.

Em hipótese alguma temos o direito de tirar a “Vida”, o bem mais precioso da humanidade, de ninguém. Nem mesmo quando esta vida está apenas começando na barriga da Mãe.
 

O direito à vida é o primeiro dos direitos naturais, é um dos direitos supra-estatais, porque diz respeito à própria natureza humana e daí o seu caráter inviolável, intemporal e universal (cf. Manoel Gonçalves Filho, Comentários à Constituição Brasileira de 1988, Saraiva 1990, vol. I, p. 23).

Direito originário, condicionante dos demais direitos da personalidade – direito fundamental absoluto – o direito à vida é um direito-matriz, explicitamente mencionado no artigo 5º da Constituição Brasileira de 1988 .

Certamente esse Estado brasileiro laical, desvinculado logicamente da religião, mas respeitando todas as crenças existentes no Brasil, não se inspirou em princípios e em sentimentos religiosos ao redigir esses artigos que assegura constitucionalmente os direitos fundamentais dos seus cidadãos e certamente fundamentaram-se somente na dignidade da pessoa humana e não apenas na fé religiosa.

A ordem jurídica repetindo, – não só a religiosa – é quem socialmente exige o respeito e a proteção ao bem supremo da pessoa, que é a vida humana em todas as fases de suas manifestações. Reconhece assim que a vida humana jamais é uma concessão jurídico-estatal e, inclusive, o direito a ela transcende ao direito da pessoa sobre si mesma, mas é um direito natural anterior à constituição do Estado e da própria sociedade.

A pessoa humana não vive só para si, mas também, para a sociedade, e para o bem do Estado, já que ela não só é portadora de humanidade, mas é patrimônio da humanidade.

Nelson Hungria, conhecido e afamado jurista brasileiro, afirmava que quem pratica o aborto não opera ‘in materiam’, mas atua contra um ser humano na ante-sala da vida civil, o que acaba acarretando com esse ato homicida numa civilização da violência e da morte.

O titular da vida humana é unicamente a própria pessoa, que desde a sua concepção tem seus direitos garantidos (conforme o artigo 2º do Código Civil Brasileiro de 2002, o artigo 41 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos e o preâmbulo da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança), e tem personalidade jurídica formal, desde seu momento inicial na fecundação, embora adquira só com o nascimento a sua personalidade jurídica material.

Ainda que não nascida tem capacidade de direito, não de exercício, devendo aos pais ou o curador zelar pelos interesses como são amparados pelo sistema jurídico brasileiro.

Não é válido portanto o argumento de que cabe à mulher o direito absoluto de dispor livremente da sua saúde reprodutiva, pois uma vez que há uma vida semelhante à sua no seu útero e em desenvolvimento, esse caráter absoluto deixa de existir. Uma vez que é mãe a sua saúde reprodutiva continuará sendo um direito associado a deveres constitucionais básicos: assistir socialmente ao filho (cf., art. 203), proporcionar-lhes alimento (cf., art. 5º, LVII), cuidar do filho se tem anomalias físicas ou psíquicas (cf, art. 227, § 1º, II). Inclusive se corre o risco de vida estando grávida ou se o filho resultou de um estrupo, deve saber que a vida humana concebida é um bem jurídico maior e qualquer ação contra ela é um crime horrendo, ainda que não se aplique uma pena contra ele (caput do artigo 128, do Código Penal Brasileiro). A exclusão da culpabilidade não significa a exclusão da juridicidade, já que o aborto sempre é um crime contra a pessoa humana (conforme o Título I – “Dos crimes contra a Pessoa”, parte especial do Código Penal Brasileiro).

O crime do aborto existe sempre e mesmo que haja discussão acadêmicas, política-partidárias, legislativas e, até mesmo, haja um plebiscito com resultado a favor do aborto legal, não se irá tornar ético um ato profundamente anti-ético, anti-social e, sobretudo, anti-natural e sangrento.

Nesse período de campanha eleitoral quando se procura uma renovação dos quadros executivos e legislativos do país e dos estados brasileiros o tema do aborto e demais temas correlatos – eutanásia, anticoncepção abortiva, distanásia, segurança pública, atendimento hospitalar público – podem ficar escondidos, sob  o manto midiático de manchetes chamativas a respeito das pesquisas de opinião pública ou do crescimento econômico-social promovido por governantes e partidos  a eles ligados.

O povo brasileiro não pode continuar sendo ingênuo e continuar na atitude de omissão política. O exemplo que ele deu na campanha ficha limpa é demonstrativo do seu poder transformador da sociedade.

É necessário que os brasileiros tirem a venda dos olhos e enxerguem com nitidez nos olhos dos seus candidatos e vejam neles a intenção, sem eufemismos de palavras, de defender realmente  a vida humana desde a sua concepção até o seu final natural, que eles e elas mostrem nos seus programas de governo e nos seus projetos legislativos a vontade política de promover a natureza e a finalidade social da família brasileira fundada sobre o casamento entre o homem e a mulher, e que respeitem de verdade a inteligência dos cidadãos, não enganando-os mais com palavras e slogans políticos vazios.

Votar conscientemente é um direito e não só um dever político! Enganar conscientemente e “marqueteiramente” os eleitores é um crime contra a nação! Governar e legislar a favor da Vida Limpa, sem manchas ou poças sanguinolentas, é a esperança dos milhões de eleitores que são a favor da vida do brasileiro!

Dom Antonio Augusto Dias Duarte

Fonte: Portal da Arquidiocese de Campo Grande


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Votação do Estatuto do Nascituro adiada uma vez mais na Câmara dos Deputados

15, maio, 2010 Sem comentários

mao_cartaoFontes do Movimento em Defesa da Vida no Brasil informaram que na semana passada (12 de maio), o Projeto de Lei 478/2007, mais conhecido como Estatuto Do Nascituro foi adiado mais uma vez.

O grupo constituído pelos deputadas abortistas, usaram de todas as manobras regimentais para, mais uma vez, impedir que este Projeto de Lei em defesa da vida pudesse prosperar e alcançaram o adiamento da discussão do Projeto por 9 sessões.

Logo no início da sessão, o Presidente da Comissão, deputado Vieira da Cunha, como sempre fez, abriu o prazo de 15 minutos para que os parlamentares pudessem pedir a inversão de pauta priorizando projetos de seus interesses. A deputada Solange Almeida-PMDB/RJ, Relatora do Estatuto do Nascituro, pediu preferência para o mesmo.

Em manobra contra a prioridade do Estatuto do Nascituro, a deputada Jô Morais-PCdoB/MG, apresentou um requerimento extra-pauta propondo que a Comissão abra uma discussão para escolher quais projetos serão prioritários neste ano legislativo, de tal forma que os parlamentares saibam, com antecedência, quais projetos de lei serão votados nas sessões deliberativas da Comissão.

Ao final das intervenções de muitos deputados, o requerimento foi aprovado com ressalva, proposta pela própria autora do requerimento Deputada Jô Morais, de que a discussão para escolher os projetos prioritários só será feita com a presença do atual presidente da Comissão, que viaja na próxima semana ao exterior em missão oficial da Câmara dos Deputados, ou seja, haverá mais atrasos, pois ele só estará novamente no comando da Comissão,  na sessão do dia 2 de julho de 2010.

O deputado Darcísio Perondi-PMDB/RS apresentou requerimento, como vice-líder,  de adiamento da discussão do Projeto por 9 sessões, retardando ainda mais as discussões sobre o tema

Nesse momento, para não permitir o quórum, a maioria das deputadas e deputados abortistas sairam do plenário, entretanto dois deles permanecem: Darcísio Perondi que teria mesmo que ficar por ter sido quem fez o pedido da verificação nominal de presenças em plenário, e o deputado Paulo César – PR/RJ.

Este último que também é contra o Estatuto do Nascituro acabou possibilitando o quórum, e com isso ajudando na derrota do requerimento de adiamento da discussão por nove sessões.

“Temos maioria para aprovar o Estatuto do Nascituro mas é preciso que essa maioria vá ao plenário da comissão (…). Com certeza, os abortistas manterão a tática do protelamento da discussão do projeto e apresentarão novos requerimentos”, assinala a nota do Movimento em Defesa da Vida.

Fonte: ACI Digital

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Cidade no interior paulista é exemplo de respeito à vida

8, maio, 2010 Sem comentários

São Bento do Sapucaí

São Bento do Sapucaí, interior de São Paulo, nos deu uma lição de amor e respeito ao ser humano que deve ser seguido pelo resto do país.

A Câmara Municipal da cidade, promulgou, em Sessão Solene, a Lei Orgânica do Município revisada, declarando a primazia da vida e a dignidade da pessoa humana como princípios fundamentais no texto constitucional local.

Os 129 artigos da lei, dão destaque à defesa da vida e promoção da estrutura natural da família (primeira e principal instituição humana), para declarar oficial e solenemente que “o direito à vida, desde a concepção até a morte natural” é “o primeiro e principal de todos os direitos humanos”. Desta forma São Bento do Sapucaí se torna o primeiro município pró-vida da nação.

Se pararmos para pensar, esta iniciativa de São Bento do Sapucaí não devia ser algo digno de notícia, mas sim uma verdade e hábito corriqueiro de nossas vidas, uma vez que Deus nos criou para vivermos em amor e com respeito a todos os seres humanos.

Entretanto, o que vemos em nosso mundo hoje em dia são pessoas que querem deturpar os valores morais e cristãos tão preciosos e significativos que mantém nosso mundo em comunhão com a Trindade Santa.

Vemos países aceitando casamento homossexual e a liberdade que esses “casais” tem de adotar crianças, que crescerão em lares com valores contraditórios ao que Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou e que deu Sua vida por nós morrendo na cruz.

Assistimos a políticos levantando a bandeira do aborto, tendo como justificativa o falso moralismo de que cada mulher faz o que bem entender com seu corpo, esquecendo-se que a dádiva de ser mãe, gerar uma vida, é dom divino e se Deus nos dá o fôlego de vida, apenas Ele pode tirar.

Que o exemplo da pequena São Bento do Sapucaí ecoem por nosso país a fim de que projetos de leis inconcebíveis como alguns contidos no Plano Nacional dos Direitos Humanos sejam invalidados. Não podemos ficar de braços cruzados!

mao_cartao

Fonte: ACI Digital

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Pode-se eliminar um embrião? Não!

6, maio, 2010 Sem comentários

Alice Teixeira FerreiraA Profa. Dra. Alice Teixeira Ferreira. demonstra estar cientificamente comprovado que a vida humana tem início desde a concepção.

Torna-se urgente empregar todos os esforços para impedir que a tragédia do aborto generalizado por lei se torne realidade.

Contra tal crime inominável, é de grande importância fazerem-se ouvir vozes autorizadas. Na área da ciência, a palavra da Profª. Dra. Alice Teixeira Ferreira é do maior peso.

Convicta anti-abortista, desenvolve ela intensa atividade em defesa da vida e contra a legalização do aborto no Brasil.

Em seu laboratório no Departamento de Biofísica na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde é livre docente, a Dra. Alice, médica pesquisadora na área biomédica, recebeu gentilmente a reportagem de Catolicismo.

Ela pesquisa há mais 15 anos na área de biologia celular, sobre os mecanismos de sinalização celular. A renomada pesquisadora é também coordenadora do Núcleo interdisciplinar de Bioética da UNIFESP e professora de Bioética no curso biomédico dessa Universidade.

Catolicismo: Quais as razões que fundamentam sua posição contrária ao aborto?

Profª Alice Teixeira: Eu baseio minha posição contra o aborto em razões científicas e éticas. Porque está demonstrado pela ciência que a origem do ser humano se situa no momento da concepção. O Sr., eu, todos nós tivemos nossa origem na concepção. Esse é um fato que foi descrito pela ciência. A ciência não dá o “porquê”, ela dá o “como”. Já em 1827 isso foi descrito por Karl Ernst von Baer. Ele observou o ovo, ou zigoto, em divisão na tuba uterina e o blastócito no útero de animais. Em duas obras descreveu os estágios correspondentes ao desenvolvimento do embrião. Por isso é chamado “pai da embriologia moderna”.

Todo livro moderno de embriologia humana traz esta descrição. Todos os textos consultados, nas suas últimas edições, afirmam que o desenvolvimento humano se inicia quando o ovócito é fertilizado pelo espermatozóide. Todos afirmam que o desenvolvimento humano é a expressão do fluxo irreversível de eventos biológicos ao longo do tempo, que só pára com a morte.

O embrião se forma a partir de uma única célula: o zigoto, que, por meio de muitas divisões celulares, forma os tecidos e órgãos do ser vivo.

Já desde o primeiro momento da concepção você tem o aparecimento de um genoma humano específico, característico de cada indivíduo, que é único, e que não se repete mais. Isso significa que todas as células de um mesmo indivíduo, seja o zigoto, as do embrião e as do homem já nascido, têm a mesma organização genética, irrepetida em todos os demais indivíduos.

Com base nessas evidências experimentais, o papa Pio IX aceitou, em 1869, a concepção como a origem do ser humano. E, do ponto de vista da ética, nós temos que respeitar a dignidade do ser humano que está presente ali, na concepção.

Então, por estas razões, eu sou contra o aborto. Porque no aborto, seja com a “pílula do dia seguinte”, seja com curetagem ou aspiração, se está eliminando um ser humano.

Se o embrião humano é um ser humano, uma pessoa humana, eu não posso matá-lo, destruí-lo, nem mesmo para utilizar as suas células em pesquisas. O argumento que usam alguns, de que são embriões não viáveis, é falso. Se não fossem viáveis, estariam em processo de morte, e não se faz pesquisa com células em processo de morte.

Catolicismo: A Sra. considera que existe uma indústria do aborto no mundo?

Clique no cartão e mostre que você está ciente das atrocidades por trás do Plano Nacional do Direitos Humanos, que quer legalizar o aborto no Brasil

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Profª Alice Teixeira: Existe. O Dr. Bernard Nathanson, por exemplo, que foi um dos principais líderes que promoveram o aborto nos EUA (reconheceu ter praticado ele mesmo 5.000 abortos na década de setenta), informa que se paga 300 dólares por um aborto nos EUA.

O Dr. Jorge Andalaft Neto, médico do Hospital do Jabaquara — único hospital onde se pratica oficialmente o aborto — diz que no Brasil um aborto custa entre mil e dois mil reais.

Também a deputada Jandira Feghali afirma que temos no Brasil “milhões” de abortos clandestinos. Esse dado é muito difícil de se confirmar, porque se trata de abortos clandestinos, que não são declarados. Como pode ela afirmar esses números? Quais as fontes de tais dados?

Catolicismo: A Sra. acha plausíveis os números divulgados que indicam algo em torno de 45 milhões de abortos por ano no mundo inteiro, sem contar países como a China, onde o número é provavelmente ainda maior?

Profª Alice Teixeira: Pode ser. Na China existe uma indústria de cérebros de fetos. É o que acontece quando se perde o conceito de vida humana.

Catolicismo: Qual a lógica que está por detrás da insistência em pesquisas com CTEH (células embrionárias), que supõem a morte do embrião, em vez de se utilizar na pesquisa CTAH (adultas)?

Profª Alice Teixeira: Dinheiro… O próprio James Watson — descobridor da composição do ADN, que lhe valeu o Prêmio Nobel — se opôs ao Projeto do Genoma Humano. Mas, como foram investidos no projeto cinco bilhões de dólares, ele acabou aceitando ser o diretor e coordenador do projeto no NIH (National Institute of Health, dos EUA).

Catolicismo: Existe uma ideologia escondida nesses intentos?

Profª Alice Teixeira: J.Watson era partidário da eugenia (“higiene racial”). Afirmava que com o genoma ele chegaria a distinguir quem era mais inteligente, saudável, etc., e que seria possível fazer uma seleção a fim de determinar quem teria o direito de viver, e quem não…

Fonte: Valores inegociáveis

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Bebê de 22 semanas sobrevive 24 horas após aborto na Itália

1, maio, 2010 Sem comentários

Médicos foram acusados de omissão de socorro; caso gerou protestos da Igreja Católica italiana

Rossano Calabro - Itália

Rossano Calabro – Itália

Os médicos de um hospital de Rossano Calabro, uma cidade no sul da Itália, foram acusados de não prestar socorro a um feto que sobreviveu por mais de 24 horas depois de ter sido abortado por uma paciente. O caso teve grande repercussão na Itália, onde grupos católicos reivindicam mudanças na lei que legaliza o aborto.

A interrupção da primeira gravidez de uma mulher, cujo nome foi mantido sob sigilo, aconteceu no hospital Nicola Giannatasio, na noite de 24 de abril. Segundo informações do próprio hospital, a paciente decidiu abortar após ver o resultado da última ecografia, que teria indicado má-formação.

No dia seguinte, um domingo, o sacerdote do hospital, dom Antonio Martello, foi avisado por um funcionário de que o bebê ainda apresentava sinais de vida.

Ele então foi transferido para a unidade de tratamento intensivo neo-natal de outro hospital, na cidade próxima de Cosenza, mas acabou morrendo na madrugada de domingo para segunda-feira.

A Procuradoria da República de Rossano Calabro abriu um inquérito por “homicídio voluntário” para apurar se houve violação da lei por abandono terapêutico no hospital de Rossano Calabro.

“A hipótese investigativa é de homicídio voluntário, porque não podemos excluir que houve dolo ou indiferença, com omissão de terapia de recuperação”, afirmou o procurador Leonardo De Castris.

Negligência

Segundo a Cúria da cidade, os médicos foram negligentes e omitiram socorro ao nascituro que ainda estava vivo.

“Houve uma arbitrária superficialidade de médicos e autoridades hospitalares ao omitirem qualquer tipo de tratamento e reanimação da criança que, apesar disso, sobreviveu autonomamente”, diz um comunicado da Cúria .

Revisão

O caso provocou discussão na Itália, onde grupos católicos com o apoio da Igreja pedem a revisão da lei de 1978 que autoriza o aborto.

Fonte: Estadão

Aborto é assassinato, a bíblia é clara quanto a isso.

“Foste tu que criaste minhas entranhas e me teceste no seio de minha mãe.

Eu te louvo porque me fizeste maravilhoso; são admiráveis as tuas obras; tu me conheces por inteiro.

Não te eram ocultos os meus ossos quando eu estava sendo formado em segredo, e era tecido nas profundezas da terra.

Ainda embrião, teus olhos me viram e tudo estava escrito no teu livro; meus dias estavam marcados antes que chegasse o primeiro”. Salmos 139. 13-16

Não deixe que crimes como esse acontecido na Itália se torne legal no Brasil. O novo Plano dos Direitos Humanos quer legalizar o aborto! Demonstre sua opinião contrária a isso enviando um alerta aos políticos brasileiros.

Clique aqui e mande um cartão amarelo para eles.

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Outdoor na Polônia relaciona aborto com Hitler

5, abril, 2010 2 comentários
FundacjaProAbortoHitlerPolonia

O PNDH 3 do governo Lula apoia a legalização total do aborto no Brasil como se isso fosse “moderno”, sinal de “progresso”, mas assim não pensam os poloneses, cuja temática é bem velha e lembra sistemas autoritários e antinaturais.

A associação Fundacja Pro publicou, no início deste mês, na cidade de Poznan, um outdoor com a foto de Hitler ao lado de fetos abortados

Cumpre lembrar que depois da Rússia, em 1924, subjugada pelo regime comunista, a Alemanha, sob o nazismo, em 1935, foi o segundo país do mundo a legalizar o aborto. Tal prática foi imposta na Polônia em 1943 a mando de Hitler.

Os militantes pró-aborto não gostaram nada da campanha, pois os movimentos feministas – como inclusive eu ouvi em nosso [será mesmo nosso?] Congresso Nacional em uma audiência pública sobre o aborto – usavam o termo “nazista” para caracterizar quem fosse contrário ao assassinato de inocentes.

Agora que o argumento mudou de lado, Dr. Pawel Lukow, por exemplo, segundo informa Gazeta Wyborcza (8/3/2010), acha que essa campanha “é uma provocação”, “não é um argumento que faz os outros pensarem”, “um insulto contra o inimigo ideológico ou a pessoas que têm opinião diferente”.

O jornal polonês menciona ainda que o Procurador Distrital não recebeu nenhuma reclamação e que os organizadores pensam em continuar com a manifestação.

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Movimentos pela vida divulgam declaração contra PNDH-3

30, março, 2010 Sem comentários

Criança espanhola sauda Reis MagosMovimentos sociais em defesa da vida, de todo o Brasil, reunidos em Brasília (DF) neste final de semana, divulgaram uma declaração sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), onde manifestam seu repúdio ao programa que, dentre outras coisas, quer legalizar o aborto no Brasil.

De acordo com os representantes dos movimentos sociais, além do aborto, o PNDH-3 promove a distorção do conceito de família, a limitação da liberdade de imprensa e a proibição de expor símbolos religiosos em órgãos públicos.

A declaração, afirma ainda, que o Programa Nacional é autoritário e representa a desconstrução da democracia brasileira. O texto encerra com um pedido ao presidente Lula e ao Congresso Nacional para revogarem o decreto que aprova o PNDH-3.

Leia a declaração na íntegra:

Declaração dos movimentos sociais que participaram do VI Encontro Nacional dos Movimentos em Defesa da Vida sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3)

Os movimentos sociais em Defesa da Vida de todo o Brasil, reunidos entre os dias 12 a 14 de março de 2010, em Brasília (DF), para discutirem a atual conjuntura político-sócio-cultural no tocante à valorização da vida humana, decidiram em assembléia plenária emitir a seguinte declaração sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3):

1.O PNDH-3 é um Programa que fere o direito fundamental de todo cidadão, ou seja, o direito de nascer. Isso acontece porque o PNDH-3 deseja legalizar totalmente o aborto no Brasil. Só por isso o PNDH-3 já deveria ser rejeitado.

2.Além disso, o PNDH-3 traz outras ameaças à vida, das quais citamos:

a)Constituição de uma “Comissão da Verdade”, a qual poderá investigar, sem prévia denúncia, a vida privada do cidadão. A implantação dessa comissão representa uma invasão direta do Estado na vida dos cidadãos e, por conseguinte, a limitação e até mesmo o fim da liberdade individual.
b)Proibição da exposição pública de símbolos religiosos. Essa proibição representa uma grave limitação da liberdade religiosa, garantida pela Constituição, e também da liberdade de expressão do indivíduo, desprezando os valores históricos e culturais do país.
c)Limitação à liberdade de imprensa, à propriedade privada e à autonomia do Judiciário.
d)Distorção do conceito de família por meio do reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo, com direito à adoção de crianças.
e)Ataque à proteção da família e à dignidade da pessoa humana por meio da profissionalização da prostituição.

3.Pelo que foi exposto, afirmamos que o PNDH-3 é um Programa autoritário e representa a desconstrução da democracia brasileira em direção ao Estado totalitário, usurpador dos direitos inalienáveis de todos os cidadãos.

4.Afirmamos a total e plena rejeição ao PNDH-3.

5.Solicitamos que o Presidente da República, o Secretário Nacional de Direitos Humanos, a Câmara dos Deputados, o Senado Federal e as demais autoridades competentes revoguem imediatamente o Decreto 7037/2009, que aprova o PNDH-3 e, a partir desse ato, reafirmem, juntamente com a sociedade civil brasileira, políticas de direitos humanos que valorizem a vida e a dignidade da pessoa humana.

Brasília-DF, 14 de março de 2010.

Assinam essa Declaração:

Apostolado da Divina Misericórdia em Defesa da Vida
Associação Casa Mãe
Associação Cultural Brasil pela Vida
Associação de Apoio ao Ser Humano e à Família (ABRACE)
Associação Direito de Nascer
Associação Mulheres Mineiras em Ação
Associação Nacional de Mulheres pela Vida
Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família (PROVIDAFAMÍLIA)
Associação Nascer é um Direito
Associação Vida Humana
Associação Vida Plena
Centro de Ajuda à Mulher
Comissão de Defesa da Vida (São José dos Campos-SP)
Comissão de Promoção e Defesa da Vida (Rio de Janeiro-RJ)
Comissão em Defesa da Vida (Belém-PA)
Comissão em Defesa da Vida (Guarulhos-SP)
Comissão em Defesa da Vida (Santo André-SP)
Comissão em Defesa da Vida (São Bento do Sapucaí-SP)
Comissão Regional em Defesa da Vida (Regional Sul 1 da CNBB)
Comunhão e Libertação
Comunidade Família de Nazaré
Federação dos Movimentos de Defesa da Vida (FEMOV)
Fórum de Defesa da Vida
Frente Nacional de Defesa da Vida
Grupo Pró-Vida do Seminário Maior de Brasília
Instituto Eu Defendo
Movimento de Cidadania de Defesa da Vida
Movimento Legislação e Vida
Movimento Nacional Brasil sem Aborto
Pró-Vida de Anápolis
Rede Nacional em Defesa da Vida
União Nacional para a Promoção e Defesa da Família (PRODEF)

Fonte: Blog ’Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião’ 

Leia mais sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3)

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República Dominicana proíbe aborto

26, março, 2010 1 comentário
Santo Domingo, Congresso

A nova Constituição da República Dominicana que penaliza o aborto e “defende a vida desde a concepção até a morte natural” entrou em vigor neste ano, informou a agência ACIPrensa.

Foto – Congresso de Santo Domingo

Ela foi objeto de um debate de quase sete meses no Parlamento, pois era fortemente objetada pelo abortismo. Mas os verdadeiros defensores da vida militantemente contrários à massacre dos inocentes e aos novos Herodes souberam afirmar suas posições no Direito com inteligência e coragem.

O artigo 37 da nova Constituição assinala que “o direito à vida é inviolável desde a concepção até a morte”.

Se algum parlamento ou algum juiz ideologizado tivessem ordenado praticar o aborto a matéria sairia nas manchetes de jornais e Internet. Mas como é um país inteiro que adota lei contra o aborto, a grande mídia, incluindo os grandes portais da web, abafaram a informação.


Fonte: Blog “Luzes de Esperança”

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