Arquivo

Textos com Etiquetas ‘campanha contra casamento homossexual’

Onde está a tolerância que proclamam aos quatro ventos? Jovens da Cruzada Pela Família são agredidos pelo movimento homossexual no Sul do Brasil

24, janeiro, 2013 8 comentários

Todos os anos, os jovens da Caravana Cruzada pela Família, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, percorrem o Brasil divulgando seus ideais cristãos, defendendo a família e alertando a população sobre a ameaça que ronda nosso País caso algumas leis sejam aprovadas, dentre elas a legalização do chamado “casamento” homossexual.

.

Intolerância do movimento homossexual durante passagem da Caravana Cruzada pela Família em Curitiba-PR. Um jovem caravanista é covardemente agredido pelas costas e leva uma pedrada

 Sempre de forma ordeira e pacífica os jovens fazem seus protestos por onde passam, mas muitas vezes são agredidos e achincalhados por grupos de homossexuais que sem argumentos para discutir, atacam, agridem, xingam e provocam os jovens.

Foi exatamente isso o que aconteceu com a Caravana recentemente, enquanto os jovens faziam sua passagem por Curitiba (PR).

 Mas, dessa vez, a Intolerância foi ainda mais brutal e chegou aos limites da agressão física.

Além de sofrerem os habituais insultos, um dos caravanistas recebeu uma pedrada na cabeça.

A ação foi toda filmada e o vídeo está sendo divulgado pelo Instituto aqui.

Falam muito de homofobia e perseguição a homossexuais na mídia, mas casos como esses, onde a perseguição se dá contra os católicos, não são noticiados.

Você irá notar no vídeo o ódio crescente dos homossexuais, principalmente quando os caravanistas começam a rezar a Ave Maria.

Ficam mais agressivos e imorais, numa clara atitude de desrespeito à fé católica e à devoção a Nossa Senhora.

Isso tudo nos faz acreditar que estamos vivendo uma verdadeira Cristianofobia!
Não podemos nem manifestar nossa Fé, sem que sejamos vergonhosamente agredidos.

Imagine você o que diria Nossa Senhora de Fátima se aparecesse em nossos dias?

É por isso que peço que, além de ver o vídeo, você não deixe de divulgá-lo por onde puder.

Se preferir, basta fazer isso através dos botões que ficam acima desse texto.

Que Nossa Senhora proteja sempre estes valorosos jovens católicos que se levantam para denunciar a podridão deste mundo, sacrificando suas férias escolares, ao contrário do que muitos fazem hoje em dia.

É por causa de pessoas assim que a promessa de Nossa Senhora de Fátima se cumprirá:

POR FIM, MEU IMACULADO CORAÇÃO TRIUNFARÁ.

Histórica e gigantesca manifestação em Paris contra o “casamento” homossexual

15, janeiro, 2013 7 comentários

Apesar do frio glacial, aproximadamente 800 mil pessoas participaram  neste domingo (13-1-13) em Paris da marcha contra o projeto do governo socialista, de François Hollande, de aprovar o “casamento” homossexual — o mal denominado “projeto de casamento para todos”.

Senhora segura cartaz com os dizeres: "A Família é sagrada!"

A colossal marcha foi considera a maior mobilização realizada na França em 30 anos.

As fotos tomadas no Champ-de-Mars, próximo à Tour Eiffel, para onde convergiram os manifestantes, mostram um oceano de gente.

Bradando slogans, portando cartazes contrários ao homossexualismo ou em defesa da Família, jovens, idosos, crianças, famílias inteiras desfilaram de modo pacífico, mas animadamente, a favor do matrimonio tradicional, em reação contra o pseudo casamento de duplas do mesmo sexo.

Frente a tal demonstração de força, como agirá o governo Hollande?

Ignorará a multidão?

O normal seria imediatamente mandar engavetar o projeto, mas o lobby do movimento homossexual o pressionará e exigirá que o aprove, apesar de impopular e antinatural.

Faixa de veteranos de guerra: "Não há mais nação sem casamento de verdade"

Ademais, tal lobby pressiona o governo para também aprovar a absurda adoção de crianças por “casais” do mesmo sexo, substituindo as palavras “mãe” ou “pai” por “pai 1″ e “pai 2″ — o que é tão aberrante quanto ridículo!

Se você quiser saber mais sobre um dos movimentos que mais atua nesse protesto nacional, clique em 

http://www.avenirdelaculture.info/

Fonte: Blog da Família

Um estudo revela que pessoas criadas por gays têm mais problemas

19, junho, 2012 2 comentários

O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que as crianças criadas por casais homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher.

O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de junho, que a sua pesquisa revela “diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados”.

O estudo do Regnerus, que mediu as diferenças em 40 indicadores sociais e pessoais entre 3.000 americanos de idades entre 18 e 39 anos, criados em oito tipos diferentes de lares, foi publicado na edição de julho da revista Social Science Research.

De acordo com o documento, as crianças criadas em lares homossexuais têm em média níveis mais baixos de ingressos econômicos quando são adultos, e padecem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal.


O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabaquismo, necessidade de assistência pública e participação em crimes.

Para Regnerus, a instabilidade no lar é “uma marca” entre os lares cujos pais estiveram envolvidos em relações sentimentais homossexuais, já seja que esses lares estivessem “dirigidos por uma mãe ou um pai”.

As descobertas do cientista americano desafiam, entre outros, à informação difundida em 2005 pela Associação Americana de Psicologia, que assegurou que “nenhum estudo descobriu que crianças de pais gays ou lésbicas sejam desfavorecidos em nenhum aspecto significativo com respeito a crianças de pais heterossexuais”.

Segundo Regnerus, alguns destes influentes estudos foram feitos em poucas ou não representativas mostras de população, enfocando-se em casais homossexuais brancos, com alto nível de educação, para obter conclusões gerais sobre paternidade homossexual.

“A maioria das conclusões sobre paternidade homossexual foram obtidas de pequenas e convenientes mostras e ao azar”, disse Regnerus num comunicado publicado pela Universidade do Texas, no dia 11 de junho.

Regnerus disse que “os resultados desse enfoque levaram frequentemente aos estudiosos da família a concluir que não há diferenças entre crianças criadas em lares homossexuais e aquelas criadas em outros tipos de famílias. Mas esses estudos anteriores esconderam inadvertidamente a real diversidade entre as experiências de pais gays e lésbicas nos Estados Unidos”.

O pesquisador disse ao grupo ACI que ele enfocou o projeto “sem ter ideia sobre as coisas que revelariam os dados”.

Sobre a análise, Regnerus disse que “revelou uma instabilidade muito maior nos lares com pais que tiveram relações homossexuais”.

Ao anunciar seu estudo, no último dia 10 de junho, Regnerus disse que a sua descoberta mais significativa “é, sem dúvida, que as crianças se mostram mais aptas para ter êxito como adultos quando passam sua infância completa com o pai e a mãe casados, e especialmente quando seus pais permanecem casados até a atualidade”.

O sociólogo reconheceu que seu estudo já agitou uma “intensa e frequente” crítica, que ele considera como “desproporcionada em relação às limitações do estudo”.

O documento foi atacado pelo Family Equality Council, Human Rights Campaign, Freedom to Marry, e a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação.

Regnerus descreveu o ataque como “desafortunado” que seu próprio estudo “é de alta qualidade e está sendo difamado”.

O perito assinalou finalmente que seus resultados devem simplesmente sujeitar-se às normas da “ciência normal”, que “exibe desacordos entre os pesquisadores a respeito de como medir isto ou aquilo”.

Bispos católicos da Inglaterra se opõem à legalização do casamento gay

11, março, 2012 4 comentários

Os bispos católicos manifestaram sua profunda preocupação em uma carta para ser lida em todas as paróquias no domingo, 11 de março.

“Mudar a definição legal de casamento seria um passo profundamente radical. As conseqüências de tal mudança devem ser levadas muito a sério”, escrevem eles, argumentando: “A mudança na lei de forma gradual e permanente transformam a compreensão da sociedade sobre a finalidade do casamento. Isto reduziria a apenas um compromisso entre duas pessoas envolvidas. Não seria mais reconhecimento da complementaridade entre homem e mulher ou a intenção de casamento para a procriação e criação da criança”.

“As raízes da instituição do casamento estão enraizadas na nossa natureza”, eles nos lembram, notando que “nem a Igreja nem o Estado tem o poder de mudar esta compreensão fundamental do próprio casamento”.

Confrontado com as razões dadas pelo governo para essa mudança – Igualdade e discriminação – os bispos em atenção que a lei atual inglesa “não discrimina de forma injusta quando alguém pergunta a um homem e uma mulher para o casamento. Ele simplesmente reconhece e protege a natureza distinta do casamento”.

Enquanto isso, a associação católica Vozes publicou um levantamento mostrando que sete em cada dez britânicos acreditam que o casamento deve continuar a ser definido como a união ao longo da vida entre um homem e uma mulher. Mais de oito em cada dez acreditam que as crianças têm uma chance melhor na vida, se forem criados por seus pais biológicos.

“Nossa pesquisa mostra que o governo não tem mandato para alterar uma instituição que é a base da nossa sociedade, diz Austen Ivereigh de Vozes católicas. [...] Esta pesquisa é um aviso claro para o governo que vai contra a opinião pública sobre esta questão”.

Fonte: Federação Pro Europa Cristã

 

Bispos nigerianos em favor da punição do “casamento” homossexual

31, janeiro, 2012 7 comentários

Bispos nigerianos

A Conferência Nacional dos Bispos da Nigéria elogiou a aprovação pelo Senado do país de projeto tornando ilegais as “uniões de casais do mesmo sexo” bem como as manifestações públicas de homossexualidade. Para os bispos, a decisão dos senadores foi “corajosa e promotora de esperança”.

Aprovada em 29 de novembro, a lei suscitou uma tempestade de queixas e ameaças partidas de chefes de Estado estrangeiros, como o primeiro-ministro inglês David Cameron e do Obama.

Em 7 de dezembro, a Conferência Episcopal da Nigéria emitiu declaração dizendo: “Queremos apoiar firmemente a proibição da união do mesmo sexo como expressão ao mesmo tempo de nossos valores culturais nigerianos e de nossas crenças religiosas enquanto cristãos”.

Também a declaração episcopal causou mal-estar no exterior e até entre proeminentes bispos católicos. Entre estes, a agência LifeSiteNews cita o arcebispo de Westminster, Inglaterra, Mons. Vincent Nichols, que se manifestou num sentido favorável a essas uniões sodomíticas.

Os bispos nigerianos insistiram em que a proibição de atos públicos de “afeto” homossexuais é “essencial para a saúde moral do país”. “Muito longe de ser uma negação de um direito fundamental de alguns nigerianos que adotem essas condutas, a proibição protege nossa sociedade da usurpação de seu direito à saúde moral e à decência cultural”, explicaram.

Os bispos estão bem conscientes de que a “Nigéria de fato foi interpelada diretamente por alguns países ocidentais para reverter essa decisão sob pena de perder certas ajudas e apoios”.

A coragem do povo nigeriano, manifestada por seus legisladores e bispos, enfrentou as pressões da Inglaterra, Canadá e outros países “civilizados” que exigem dos países africanos rescindir suas leis pela família.

A lei ainda deve voltar à Câmara e ser assinada pelo presidente Goodluck Jonathan. Daí a importância das pressões externas, pois os legisladores nigerianos defendem o pensamento e os costumes dos eleitores massivamente contrários a uma união contrária à Lei de Deus e da Ordem Natural.

Os prelados acrescentaram: “Declaramos que país algum tem o direito de impor a outro, normas que visam subverter nossos valores culturais e sociais só para satisfazer a exóticos desejos e tendências de alguns poucos”.

Fonte: site de Dom Bergonzini

Cardeal de Edimburgo: lutar contra o “casamento” homossexual até as últimas conseqüências

28, outubro, 2011 6 comentários

O governo da Escócia convocou as forças vivas do país a se pronunciarem sobre um projeto de “casamento” homossexual.

O projeto traz uma “compensação” enganosa: ele eximiria os grupos religiosos da obrigação de celebrá-los com algum tipo de cerimônia.

Atendendo o convite, o Cardeal Keith O’Brien, arcebispo de Edimburgo, pronunciou uma homilia para os deputados da Escócia, informou o jornal “The Scotsman”.

Nela, o Cardeal denunciou que qualquer tentativa de aprovar uma união estável para homossexuais, seja por meio de cerimônia civil ou religiosa, será um “ataque direto” contra a instituição do matrimônio.

O purpurado disse que os defensores do “casamento” homossexual pretendem “reescrever a natureza humana” e exortou os deputados escoceses a se oporem à pretensão de legalizar essa união contra a natureza.

“A Igreja estima que a instituição do casamento é a pedra fundamental mais estável sobre a qual a família pode repousar”, disse.

“A posição da Igreja é clara: nenhum governo pode re-escrever a natureza humana; a família e o casamento existiam antes do Estado e sua base é a união entre um homem e uma mulher.

“Toda tentativa de redefinir o casamento é um ataque direto contra a pedra fundamental da sociedade e deve ser combatida até as últimas conseqüências”.

O líder dos “verdes” escoceses, Patrick Harvie, deblaterou contra as palavras do Cardeal dizendo que eram “absurdas” e uma tentativa de “suprimir” a liberdade de homossexuais, lésbicas e bissexuais.

Fonte: Blog Luz de Cristo

Respondendo a 10 das principais alegações usadas pelos que querem nos impingir a homossexualidade

26, outubro, 2011 21 comentários

Estas dez respostas nos ajudam a refutar algumas das principais alegações usadas pelo movimento homossexual para forçar a introdução, nas legislações, do chamado  “casamento” de pessoas do mesmo sexo.

1a. “Somos iguais perante a lei, então nós vamos nos casar.”

É verdade que todos são iguais “perante a lei”. Esta igualdade, porém, é jurídica, não biológica. Não existe e não se pode eliminar as diferenças anatômicas, fisiológicas e psicológicas entre os sexos, que criam as condições para o casamento e constitui a sua base natural.

Em matéria de casamento, “igualdade jurídica” significa que todos aqueles com a capacidade natural de se casar têm o direito de fazê-lo. Esta igualdade jurídica não cria as condições biológicas, naturais, necessárias para o casamento. Agora, o ato conjugal está intrinsecamente relacionado com o casamento, e a natureza requer dois indivíduos de sexos opostos para o seu desempenho. Esta exigência natural carece totalmente no caso de duas pessoas do mesmo sexo. Então, o princípio da igualdade perante a lei não se aplica.

2a. “Os homossexuais nascem desse jeito.”

A idéia de que as pessoas com tendências homossexuais “nasceram assim” levou a uma busca por um “gene homossexual”. Três projetos de pesquisa têm sido comumente mal interpretados para apoiar essa conclusão, nomeadamente os do Dr. Simon LeVay, e os drs. J. Michael Bailey e Richard C. Pillard, e  Dean Hamer.

A Associação Médica Católica resume os fatos em “Homossexualidade e Esperança”: “ Os meios de comunicação têm promovido a idéia de que um “gene gay” já foi descoberto … mas, apesar de várias tentativas – nenhum dos estudos foram muito divulgados e nem  foi cientificamente confirmados. Uma série de autores analisaram esses estudos cuidadosamente e concluíram que não só os resultados desses estudos não provam uma base genética para atração pelo mesmo sexo; e tais relatórios nem sequer contêm essas afirmações…”

Se a atração pelo mesmo sexo fosse geneticamente predeterminada, então deveríamos supor que gêmeos idênticos seriam também idênticos em sua atração sexual. Há, no entanto, inúmeros relatos de gêmeos idênticos que não são idênticos em suas atrações sexuais.

3. “Os atos homossexuais consensuais entre adultos não os prejudicam.”

Consentir  não implica necessariamente na legitimação de um ato. A moralidade de um ato não depende apenas da intenção e do consentimento daqueles que o realizam; o ato também deve obedecer à lei moral. Assim, o consentimento mútuo dos parceiros homossexuais nunca pode legitimar os atos homossexuais, que são desvios da finalidade natural do próprio ato sexual.

Atos homossexuais consensuais são escandalosos. A propagação da homossexualidade é prejudical à moralidade pública e à família. Ela “fere” o bom senso da sociedade e vai contra a perpetuação da espécie humana.

Somos seres sociais. John Donne justamente declarou que nenhum homem é um ser isolado. Como seres sociais, não podemos dissociar-nos da sociedade. Se não lutarmos pelo matrimônio tradicional, quando o número de mortes ameaçar a sobrevivência de nossa sociedade dissoluta, ninguém deverá perguntar por que os “sinos dobram”: será o nosso imposto!

Entre agora no Oratório e acenda uma vela por suas intenções e pela família cristã

4. “O que fazemos em privado não interessa a ninguém.”

A privacidade do lar é, sem dúvida, sagrada, mas não de maneira absoluta. Um ato mau praticado em público, é escandaloso e seus efeitos são, por si mesmos, prejudiciais. No entanto, um ato mal não se torna legítimo quando realizado privadamente. A sua natureza má permanece inalterada.

Embora os atos homossexuais são mais graves quando são públicos, entretanto eles continuam  “intrinsecamente maus”, quando feito em privato. Dessa forma, a inviolabilidade do domicílio não protege atos imorais e socialmente destrutivos, como, por exemplo, a prostituição infantil, a poligamia e o incesto.

5. “A moral não é da conta do governo.”

De acordo com a lei natural, o Estado tem o dever de defender a moralidade pública. Isto não significa que o Estado deva impor a prática de todas as virtudes e coibir a prática de todos os vícios, como supostamente querem certos aiatolás hodiernos. Pelo contrário, significa que, ao legislar sobre questões morais, o governo deve considerar se algo afeta diretamente o bem comum, e legislar de modo a favorecer a virtude e impedir o vício.

Tanto a homossexualidade, como o adultério, a prostituição e a pornografia, minam os fundamentos do instituto da família, a base da sociedade. Portanto, o Estado tem o direito de usar de seu poder coercitivo para impedir ou restringi-los, no interesse do bem comum.

6. “Casamento” de pessoas do mesmo sexo não ameaça o casamento tradicional; eles podem coexistir lado a lado.”

O “casamento” de pessoas do mesmo sexo destrói a integridade do verdadeiro casamento, transformando o casamento tradicional em uma “espécie” dentro do “gênero” casamento. Este “gênero casamento” forçosamente caminhará para englobar  “legitimamente” inclusive outras formas de uniões, as mais bizarras!

Este novo “gênero” casamento não existe. O casamento é o vínculo permanente, sagrado, de um homem e uma mulher, com a finalidade de constituirem uma família com vistas à propagação da vida,  juntos. Casamento implica altruísmo, doação, dedicação e sacrifício. O casamento e a família são instituições sagradas indispensáveis ao bem comum da sociedade.

A legalização do “casamento” de pessoas do mesmo sexo e sua colocação em pé de igualdade com o casamento tradicional subverte e destrói a sociedade. Quando a autoridade pública e a sociedade em geral negam a unicidade do verdadeiro casamento e sua contribuição insubstituível para o bem comum, e quando os indivíduos podem mais facilmente desfrutar de incentivos legais e de compensações em falsificações, então o verdadeiro casamento está em vias de extinção.

7. “Casamento” de pessoas do mesmo sexo é um direito civil, e não uma questão moral.”

Isto equivaleria afirmar que os direitos civis não têm nada a ver com moralidade, o que não é verdade. Não pode haver “direitos civís” sem uma base moral. Pois as ações do homem devem estar de acordo com a reta razão e a lei natural. Nada mais simplória do que a noção de que, porque o homem é livre por natureza, ele está portanto isento da moral. A moralidade é mais ampla do que a lei. A lei precisa ser justificada moralmente. Leis que não são fundadas na moralidade não têm nenhum propósito.

Em seu famoso tratado sobre a lei natural, Fr. Taparelli D’Azeglio afirma: “A ordem moral é a base para a sociedade, porque todo dever é baseado em uma ordem moral que resulta da ordem natural. Agora, a ordem é a regra natural para o intelecto. No intelecto, a ordem é simplesmente a verdade, e na medida em que obriga a vontade, a ordem é benfazeja”.

8. “A igreja permite que as pessoas estéreis se casem, por isso deve permitir também o “casamento” de pessoas do mesmo sexo’”.

Este argumento é frequentemente utilizado pelos “católicos” ativistas homossexuais. Não há comparação válida entre a esterilidade natural de um casal e a esterilidade antinatural de uma união homossexual.

No primeiro caso, o ato conjugal realizado por marido e mulher tem a possibilidade de gerar uma nova vida. A concepção não pode ocorrer por causa de alguma disfunção orgânica em qualquer dos cônjuges ou devido a períodos de infertilidade natural da esposa. Esta carência provém de razões acidentais ou circunstanciais. Assim, nos casos de esterilidade acidental, indesejada, dos cônjuges, nada é feito para frustrar a finalidade primordial do ato conjugal.

No ato homossexual, no entanto, a esterilidade não é acidental. Ela deriva da “fisiologia” mesma do ato, que é infértil, por natureza, como afirma um documento do Vaticano: “Tais atos [homossexuais] não são capazes de contribuir de uma forma adequada para a procriação e a sobrevivência da raça humana. A possibilidade de utilizar métodos recentemente descoberto de reprodução artificial, além de envolver uma grave falta de respeito pela dignidade humana, não faz nada para alterar esta inadequação”.

9. “Proibir  ‘casamento’ homossexual é discriminação”.

Não é discriminação. “A negação de estatus social e jurídico de matrimónio a formas de convivência conjugal que não são e não podem ser matrimoniais, não é contrário à justiça, pelo contrário, a justiça exige.”

10. “É injusto não permitir que homossexuais se casarem com um outro, forçando-os a praticar a castidade sem vontade.”

Como São Paulo ensina, os impuros não entrarão no Reino dos Céus. Todo mundo é obrigado à pratica da castidade de acordo com seu estado de vida. Isso procede da obrigação de ética natural e moral revelada e que a Igreja não pode mudar. Cônjuges casados ​​devem viver a castidade na observância da fidelidade matrimonial, e os não casados ​​devem viver castamente, abstendo-se de relações sexuais.

Se uma pessoa não tem condições físicas, psicológica, etc., para o matrimônio, ela deve praticar a castidade perfeita, no celibato. Não só há glória na escolha do celibato por amor do Reino dos Céus. Tanto ou mais mérito existe no aceitar a castidade quando as circunstâncias impõem-na, como um meio de se sujeitar à vontade santa de Deus.

Fonte: http://americaneedsfatima.blogspot.com/ (Tradução livre)

Casal de lésbicas perde filho adotivo depois de postar fotos dele no Facebook vestido como uma menina

16, setembro, 2011 8 comentários

Esta notícia é mais uma prova de como a família formada por pai e mãe é essencial para os filhos. Peça a Nossa Senhora que abençoe sua família, acendendo aqui uma vela virtual.

Na Austrália, segundo revelou um acórdão do Tribunal Supremo, publicado no último mês, um menino de seis anos de idade foi afastado de duas lésbicas, seus “pais” adotivos, após uma foto dele vestido como uma menina ter sido postada no Facebook.

Uma das mulheres está procurando se submeter a uma ‘mudança de sexo “, enquanto a outra está tentando ter um filho através da “reprodução artificial”.

Stefanowicz, um autor e orador, criado por seu pai homossexual, disse para LifeSiteNews que o incidente destaca os perigos de colocar as crianças em “estruturas familiares experimentais.” Disse que as crianças em tais situações são propensas à confusão sobre sua sexualidade e gênero.

A mãe do menino estava tentando recuperar a custódia, mas o Supremo Tribunal rejeitou o seu pedido. Apelidado de ‘Campbell’ pelo Tribunal de Nova Gales do Sul, o menino foi retirado de seus verdadeiros pais, em 2006, juntamente com quatro meio-irmãos e duas irmãs, por causa de reclamações sobre abuso físico e mental.

Ele e sua irmã de 12 anos de idade, foram entregues a um “casal” de lésbicas em 2009. Ele, agora, foi transferido para novos pais adotivos que disseram que esperam adotá-lo.

Stefanowicz, autora de Out From Under: “O Impacto da Paternidade Homossexual”, disse que a atitude do casal de lésbicas em  vestir o menino como uma menina e colocar a foto no Facebook foi “abusiva e perturbadora”, por não saber se ele queria ou não usar vestido. “Para colocar as crianças nas estruturas familiares experimentais, onde ambos os sexos e a sexualidade estão abertos para o que a pessoa quer, é traiçoeiro e instável”, disse ela.

“A identidade de gênero, os papéis de gênero e sexualidade, são muitas vezes consideradas sem limites em domicílios homossexuais, diminuindo tanto o valor e a importância da sexualidade da criança”, continuou ela.

Ela disse que crescer em um lar em que seu pai teve relações sexuais com outros homens fez seu “sentido de si, como uma menina e jovem mulher” ser  “profundamente afetado”.

“Eu me senti rejeitada e não tão importante quanto os homens da minha vida”, explicou ela. “Eu não vejo uma mulher importante na minha vida – a mãe – ser amada. Isso levou-me acreditar que talvez teria sido melhor ter nascido um menino”.

NB: Esta é uma amostra de quantas aberrações podem levar a conspiração existente no sentido de implantar a legalização da homossexualidade em todos ou quase todos os países, fruto natural da paganização da sociedade.

Fonte: http://americaneedsfatima.blogspot.com/