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Textos com Etiquetas ‘campanha contra casamento homossexual’

Bispos nigerianos em favor da punição do “casamento” homossexual

31, janeiro, 2012 6 comentários

Bispos nigerianos

A Conferência Nacional dos Bispos da Nigéria elogiou a aprovação pelo Senado do país de projeto tornando ilegais as “uniões de casais do mesmo sexo” bem como as manifestações públicas de homossexualidade. Para os bispos, a decisão dos senadores foi “corajosa e promotora de esperança”.

Aprovada em 29 de novembro, a lei suscitou uma tempestade de queixas e ameaças partidas de chefes de Estado estrangeiros, como o primeiro-ministro inglês David Cameron e do Obama.

Em 7 de dezembro, a Conferência Episcopal da Nigéria emitiu declaração dizendo: “Queremos apoiar firmemente a proibição da união do mesmo sexo como expressão ao mesmo tempo de nossos valores culturais nigerianos e de nossas crenças religiosas enquanto cristãos”.

Também a declaração episcopal causou mal-estar no exterior e até entre proeminentes bispos católicos. Entre estes, a agência LifeSiteNews cita o arcebispo de Westminster, Inglaterra, Mons. Vincent Nichols, que se manifestou num sentido favorável a essas uniões sodomíticas.

Os bispos nigerianos insistiram em que a proibição de atos públicos de “afeto” homossexuais é “essencial para a saúde moral do país”. “Muito longe de ser uma negação de um direito fundamental de alguns nigerianos que adotem essas condutas, a proibição protege nossa sociedade da usurpação de seu direito à saúde moral e à decência cultural”, explicaram.

Os bispos estão bem conscientes de que a “Nigéria de fato foi interpelada diretamente por alguns países ocidentais para reverter essa decisão sob pena de perder certas ajudas e apoios”.

A coragem do povo nigeriano, manifestada por seus legisladores e bispos, enfrentou as pressões da Inglaterra, Canadá e outros países “civilizados” que exigem dos países africanos rescindir suas leis pela família.

A lei ainda deve voltar à Câmara e ser assinada pelo presidente Goodluck Jonathan. Daí a importância das pressões externas, pois os legisladores nigerianos defendem o pensamento e os costumes dos eleitores massivamente contrários a uma união contrária à Lei de Deus e da Ordem Natural.

Os prelados acrescentaram: “Declaramos que país algum tem o direito de impor a outro, normas que visam subverter nossos valores culturais e sociais só para satisfazer a exóticos desejos e tendências de alguns poucos”.

Fonte: site de Dom Bergonzini

Cardeal de Edimburgo: lutar contra o “casamento” homossexual até as últimas conseqüências

28, outubro, 2011 6 comentários

O governo da Escócia convocou as forças vivas do país a se pronunciarem sobre um projeto de “casamento” homossexual.

O projeto traz uma “compensação” enganosa: ele eximiria os grupos religiosos da obrigação de celebrá-los com algum tipo de cerimônia.

Atendendo o convite, o Cardeal Keith O’Brien, arcebispo de Edimburgo, pronunciou uma homilia para os deputados da Escócia, informou o jornal “The Scotsman”.

Nela, o Cardeal denunciou que qualquer tentativa de aprovar uma união estável para homossexuais, seja por meio de cerimônia civil ou religiosa, será um “ataque direto” contra a instituição do matrimônio.

O purpurado disse que os defensores do “casamento” homossexual pretendem “reescrever a natureza humana” e exortou os deputados escoceses a se oporem à pretensão de legalizar essa união contra a natureza.

“A Igreja estima que a instituição do casamento é a pedra fundamental mais estável sobre a qual a família pode repousar”, disse.

“A posição da Igreja é clara: nenhum governo pode re-escrever a natureza humana; a família e o casamento existiam antes do Estado e sua base é a união entre um homem e uma mulher.

“Toda tentativa de redefinir o casamento é um ataque direto contra a pedra fundamental da sociedade e deve ser combatida até as últimas conseqüências”.

O líder dos “verdes” escoceses, Patrick Harvie, deblaterou contra as palavras do Cardeal dizendo que eram “absurdas” e uma tentativa de “suprimir” a liberdade de homossexuais, lésbicas e bissexuais.

Fonte: Blog Luz de Cristo

Respondendo a 10 das principais alegações usadas pelos que querem nos impingir a homossexualidade

26, outubro, 2011 20 comentários

Estas dez respostas nos ajudam a refutar algumas das principais alegações usadas pelo movimento homossexual para forçar a introdução, nas legislações, do chamado  “casamento” de pessoas do mesmo sexo.

1a. “Somos iguais perante a lei, então nós vamos nos casar.”

É verdade que todos são iguais “perante a lei”. Esta igualdade, porém, é jurídica, não biológica. Não existe e não se pode eliminar as diferenças anatômicas, fisiológicas e psicológicas entre os sexos, que criam as condições para o casamento e constitui a sua base natural.

Em matéria de casamento, “igualdade jurídica” significa que todos aqueles com a capacidade natural de se casar têm o direito de fazê-lo. Esta igualdade jurídica não cria as condições biológicas, naturais, necessárias para o casamento. Agora, o ato conjugal está intrinsecamente relacionado com o casamento, e a natureza requer dois indivíduos de sexos opostos para o seu desempenho. Esta exigência natural carece totalmente no caso de duas pessoas do mesmo sexo. Então, o princípio da igualdade perante a lei não se aplica.

2a. “Os homossexuais nascem desse jeito.”

A idéia de que as pessoas com tendências homossexuais “nasceram assim” levou a uma busca por um “gene homossexual”. Três projetos de pesquisa têm sido comumente mal interpretados para apoiar essa conclusão, nomeadamente os do Dr. Simon LeVay, e os drs. J. Michael Bailey e Richard C. Pillard, e  Dean Hamer.

A Associação Médica Católica resume os fatos em “Homossexualidade e Esperança”: “ Os meios de comunicação têm promovido a idéia de que um “gene gay” já foi descoberto … mas, apesar de várias tentativas – nenhum dos estudos foram muito divulgados e nem  foi cientificamente confirmados. Uma série de autores analisaram esses estudos cuidadosamente e concluíram que não só os resultados desses estudos não provam uma base genética para atração pelo mesmo sexo; e tais relatórios nem sequer contêm essas afirmações…”

Se a atração pelo mesmo sexo fosse geneticamente predeterminada, então deveríamos supor que gêmeos idênticos seriam também idênticos em sua atração sexual. Há, no entanto, inúmeros relatos de gêmeos idênticos que não são idênticos em suas atrações sexuais.

3. “Os atos homossexuais consensuais entre adultos não os prejudicam.”

Consentir  não implica necessariamente na legitimação de um ato. A moralidade de um ato não depende apenas da intenção e do consentimento daqueles que o realizam; o ato também deve obedecer à lei moral. Assim, o consentimento mútuo dos parceiros homossexuais nunca pode legitimar os atos homossexuais, que são desvios da finalidade natural do próprio ato sexual.

Atos homossexuais consensuais são escandalosos. A propagação da homossexualidade é prejudical à moralidade pública e à família. Ela “fere” o bom senso da sociedade e vai contra a perpetuação da espécie humana.

Somos seres sociais. John Donne justamente declarou que nenhum homem é um ser isolado. Como seres sociais, não podemos dissociar-nos da sociedade. Se não lutarmos pelo matrimônio tradicional, quando o número de mortes ameaçar a sobrevivência de nossa sociedade dissoluta, ninguém deverá perguntar por que os “sinos dobram”: será o nosso imposto!

Entre agora no Oratório e acenda uma vela por suas intenções e pela família cristã

4. “O que fazemos em privado não interessa a ninguém.”

A privacidade do lar é, sem dúvida, sagrada, mas não de maneira absoluta. Um ato mau praticado em público, é escandaloso e seus efeitos são, por si mesmos, prejudiciais. No entanto, um ato mal não se torna legítimo quando realizado privadamente. A sua natureza má permanece inalterada.

Embora os atos homossexuais são mais graves quando são públicos, entretanto eles continuam  “intrinsecamente maus”, quando feito em privato. Dessa forma, a inviolabilidade do domicílio não protege atos imorais e socialmente destrutivos, como, por exemplo, a prostituição infantil, a poligamia e o incesto.

5. “A moral não é da conta do governo.”

De acordo com a lei natural, o Estado tem o dever de defender a moralidade pública. Isto não significa que o Estado deva impor a prática de todas as virtudes e coibir a prática de todos os vícios, como supostamente querem certos aiatolás hodiernos. Pelo contrário, significa que, ao legislar sobre questões morais, o governo deve considerar se algo afeta diretamente o bem comum, e legislar de modo a favorecer a virtude e impedir o vício.

Tanto a homossexualidade, como o adultério, a prostituição e a pornografia, minam os fundamentos do instituto da família, a base da sociedade. Portanto, o Estado tem o direito de usar de seu poder coercitivo para impedir ou restringi-los, no interesse do bem comum.

6. “Casamento” de pessoas do mesmo sexo não ameaça o casamento tradicional; eles podem coexistir lado a lado.”

O “casamento” de pessoas do mesmo sexo destrói a integridade do verdadeiro casamento, transformando o casamento tradicional em uma “espécie” dentro do “gênero” casamento. Este “gênero casamento” forçosamente caminhará para englobar  “legitimamente” inclusive outras formas de uniões, as mais bizarras!

Este novo “gênero” casamento não existe. O casamento é o vínculo permanente, sagrado, de um homem e uma mulher, com a finalidade de constituirem uma família com vistas à propagação da vida,  juntos. Casamento implica altruísmo, doação, dedicação e sacrifício. O casamento e a família são instituições sagradas indispensáveis ao bem comum da sociedade.

A legalização do “casamento” de pessoas do mesmo sexo e sua colocação em pé de igualdade com o casamento tradicional subverte e destrói a sociedade. Quando a autoridade pública e a sociedade em geral negam a unicidade do verdadeiro casamento e sua contribuição insubstituível para o bem comum, e quando os indivíduos podem mais facilmente desfrutar de incentivos legais e de compensações em falsificações, então o verdadeiro casamento está em vias de extinção.

7. “Casamento” de pessoas do mesmo sexo é um direito civil, e não uma questão moral.”

Isto equivaleria afirmar que os direitos civis não têm nada a ver com moralidade, o que não é verdade. Não pode haver “direitos civís” sem uma base moral. Pois as ações do homem devem estar de acordo com a reta razão e a lei natural. Nada mais simplória do que a noção de que, porque o homem é livre por natureza, ele está portanto isento da moral. A moralidade é mais ampla do que a lei. A lei precisa ser justificada moralmente. Leis que não são fundadas na moralidade não têm nenhum propósito.

Em seu famoso tratado sobre a lei natural, Fr. Taparelli D’Azeglio afirma: “A ordem moral é a base para a sociedade, porque todo dever é baseado em uma ordem moral que resulta da ordem natural. Agora, a ordem é a regra natural para o intelecto. No intelecto, a ordem é simplesmente a verdade, e na medida em que obriga a vontade, a ordem é benfazeja”.

8. “A igreja permite que as pessoas estéreis se casem, por isso deve permitir também o “casamento” de pessoas do mesmo sexo’”.

Este argumento é frequentemente utilizado pelos “católicos” ativistas homossexuais. Não há comparação válida entre a esterilidade natural de um casal e a esterilidade antinatural de uma união homossexual.

No primeiro caso, o ato conjugal realizado por marido e mulher tem a possibilidade de gerar uma nova vida. A concepção não pode ocorrer por causa de alguma disfunção orgânica em qualquer dos cônjuges ou devido a períodos de infertilidade natural da esposa. Esta carência provém de razões acidentais ou circunstanciais. Assim, nos casos de esterilidade acidental, indesejada, dos cônjuges, nada é feito para frustrar a finalidade primordial do ato conjugal.

No ato homossexual, no entanto, a esterilidade não é acidental. Ela deriva da “fisiologia” mesma do ato, que é infértil, por natureza, como afirma um documento do Vaticano: “Tais atos [homossexuais] não são capazes de contribuir de uma forma adequada para a procriação e a sobrevivência da raça humana. A possibilidade de utilizar métodos recentemente descoberto de reprodução artificial, além de envolver uma grave falta de respeito pela dignidade humana, não faz nada para alterar esta inadequação”.

9. “Proibir  ‘casamento’ homossexual é discriminação”.

Não é discriminação. “A negação de estatus social e jurídico de matrimónio a formas de convivência conjugal que não são e não podem ser matrimoniais, não é contrário à justiça, pelo contrário, a justiça exige.”

10. “É injusto não permitir que homossexuais se casarem com um outro, forçando-os a praticar a castidade sem vontade.”

Como São Paulo ensina, os impuros não entrarão no Reino dos Céus. Todo mundo é obrigado à pratica da castidade de acordo com seu estado de vida. Isso procede da obrigação de ética natural e moral revelada e que a Igreja não pode mudar. Cônjuges casados ​​devem viver a castidade na observância da fidelidade matrimonial, e os não casados ​​devem viver castamente, abstendo-se de relações sexuais.

Se uma pessoa não tem condições físicas, psicológica, etc., para o matrimônio, ela deve praticar a castidade perfeita, no celibato. Não só há glória na escolha do celibato por amor do Reino dos Céus. Tanto ou mais mérito existe no aceitar a castidade quando as circunstâncias impõem-na, como um meio de se sujeitar à vontade santa de Deus.

Fonte: http://americaneedsfatima.blogspot.com/ (Tradução livre)

Casal de lésbicas perde filho adotivo depois de postar fotos dele no Facebook vestido como uma menina

16, setembro, 2011 6 comentários

Esta notícia é mais uma prova de como a família formada por pai e mãe é essencial para os filhos. Peça a Nossa Senhora que abençoe sua família, acendendo aqui uma vela virtual.

Na Austrália, segundo revelou um acórdão do Tribunal Supremo, publicado no último mês, um menino de seis anos de idade foi afastado de duas lésbicas, seus “pais” adotivos, após uma foto dele vestido como uma menina ter sido postada no Facebook.

Uma das mulheres está procurando se submeter a uma ‘mudança de sexo “, enquanto a outra está tentando ter um filho através da “reprodução artificial”.

Stefanowicz, um autor e orador, criado por seu pai homossexual, disse para LifeSiteNews que o incidente destaca os perigos de colocar as crianças em “estruturas familiares experimentais.” Disse que as crianças em tais situações são propensas à confusão sobre sua sexualidade e gênero.

A mãe do menino estava tentando recuperar a custódia, mas o Supremo Tribunal rejeitou o seu pedido. Apelidado de ‘Campbell’ pelo Tribunal de Nova Gales do Sul, o menino foi retirado de seus verdadeiros pais, em 2006, juntamente com quatro meio-irmãos e duas irmãs, por causa de reclamações sobre abuso físico e mental.

Ele e sua irmã de 12 anos de idade, foram entregues a um “casal” de lésbicas em 2009. Ele, agora, foi transferido para novos pais adotivos que disseram que esperam adotá-lo.

Stefanowicz, autora de Out From Under: “O Impacto da Paternidade Homossexual”, disse que a atitude do casal de lésbicas em  vestir o menino como uma menina e colocar a foto no Facebook foi “abusiva e perturbadora”, por não saber se ele queria ou não usar vestido. “Para colocar as crianças nas estruturas familiares experimentais, onde ambos os sexos e a sexualidade estão abertos para o que a pessoa quer, é traiçoeiro e instável”, disse ela.

“A identidade de gênero, os papéis de gênero e sexualidade, são muitas vezes consideradas sem limites em domicílios homossexuais, diminuindo tanto o valor e a importância da sexualidade da criança”, continuou ela.

Ela disse que crescer em um lar em que seu pai teve relações sexuais com outros homens fez seu “sentido de si, como uma menina e jovem mulher” ser  “profundamente afetado”.

“Eu me senti rejeitada e não tão importante quanto os homens da minha vida”, explicou ela. “Eu não vejo uma mulher importante na minha vida – a mãe – ser amada. Isso levou-me acreditar que talvez teria sido melhor ter nascido um menino”.

NB: Esta é uma amostra de quantas aberrações podem levar a conspiração existente no sentido de implantar a legalização da homossexualidade em todos ou quase todos os países, fruto natural da paganização da sociedade.

Fonte: http://americaneedsfatima.blogspot.com/

Lei da homofobia no reino dos bichos (I)

11, setembro, 2011 5 comentários
Depois de contemplar as variedades quase sem fim das perfeições existentes na natureza criada por Deus – como as cores da aurora e do ocaso, a gradação matizada das cores das aves e dos pássaros, e, sobretudo as belezas e qualidades do homem – algum leitor ou já tentou hierarquizá-las e sistematizá-las?
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Detenhamo-nos por alguns instantes na beleza das feições humanas; por exemplo, no lado delicado, frágil, maternal, afetivo, além da aparência física característica da mulher. Por que foi ela criada assim? – Para que o homem pudesse ser atraído por suas qualidades e construir o seu lar pelos laços invioláveis do matrimonio indissolúvel.
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O homem, chefe da casa, e a mulher, rainha do lar – na verdade um só após o casamento conforme as palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo – se complementam para a perpetuação da espécie, sendo os filhos príncipes herdeiros de seus pais, portanto merecedores da atenção e amparo para a formação do caráter.
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Uma curiosidade da natureza – que até costuma ser motivo de brincadeira de homens e mulheres – pode ser observada na índole puramente animal das aves e dos pássaros, em que o macho é sempre mais bonito que a fêmea. No caso dos homens isso não se passa, pois Deus quis que os homens fossem atraídos para o sexo feminino.
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Os pássaros, como todos os animais, seguem a lei inviolável da natureza através dos instintos. Já o homem – inteligente e dotado de vontade – deve controlar suas paixões e impulsos administrando seu corpo e sua alma e direcionando axiologicamente suas idéias e desejos no sentido de amar a Deus sobre todas as criaturas.
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O homem não pode amar uma criatura acima de Deus, sob pena de comprometer sua salvação; muito menos erigir leis atentatórias a Deus, Ser pessoal, absoluto, transcendente e imutável; não pode, por exemplo, confundir liberdade com libertinagem.
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Com efeito, não há entre os animais irracionais opção ou atração preferencial de um bicho para outro do mesmo sexo. Caso haja tal disfunção, ela será conseqüência de um desequilíbrio qualquer na natureza dele. Pois Deus, ao criar macho e fêmea, o fez para a propagação da espécie.
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Figuremos a hipótese de os animais poderem decidir sobre o uso do sexo, rompendo com as regras postas por Deus na natureza deles. O que ocorreria com essas espécies? Tal anomalia resultaria na extinção delas em razão de preferências sexuais e os seus partidários proibidos de assim agir pela suprema corte animal.
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Será que a lei da homofobia animal encontraria ressonância no reino dos bichos?
continua amanhã…
Fonte: http://www.padredavidfrancisquini.com/

Mais um golpe contra o Imaculado Coração de Maria: Ex-seminarista e transexual farão casamento inédito em Cuba

12, agosto, 2011 5 comentários

Um ex-seminarista e uma transexual vão se casar em Cuba neste sábado, em uma união inédita na ilha. Em Cuba, os casamentos entre duas pessoas

Nossa Senhora derrama mais uma vez seu pranto sobre Terra com uma notícia dessas

do mesmo sexo são proibidos, mas as autoridades vão permitir a união, já que a noiva, a transexual Wendy Iriepa, conseguiu ser reconhecida oficialmente como mulher em sua nova carteira de identidade. Ela passou por uma operação de troca de sexo em 2007.

Wendy e Ignacio Estrada são um casal atípico em Cuba. O amor entre os dois superou entraves burocráticos e também visões de mundo. Ignácio se diz católico “conservador’” e chegou a estudar em um seminário para se tornar padre. Wendy trabalhava em um centro de educação sexual, que ajuda gays e lésbicas em Cuba.

Além disso, também houve dificuldades políticas. Wendy perdeu seu emprego no centro –que é dirigido pela filha do presidente Raúl Castro– por estar casando com Ignacio, que faz oposição ao governo.

O casamento foi marcado para o dia 13 de agosto, que coincide com o aniversário de Fidel Castro. A madrinha será Yoani Sanchez, a famosa blogueira de oposição ao regime cubano.

Fonte: Uol Notícias

Nota: Essa notícia mostra como é preciso os bons católicos reagirem com convicção e firmeza para que também nessa matéria a sequência dos acontecimentos não seja:

Primeira etapa: gotas (pingos), de cá e de acolá, da chuva de água pútrida;

Segunda etapa: as gostas se transformam em chuvisco (as pessoas se acostumam);

Terceira etapa: o chuvisco passa para chuva forte;

Quarta etapa: uma tempestade (todo mundo estará enlameado!);

Quinta etapa: o demônio (e seus sequazes aqui na terra) terá conseguido um de seus planos – implantar na terra uma prática contra a ordem natural estabelecida por Deus!

Pesquisas de opinião, ferramentas das esquerdas?

11, agosto, 2011 5 comentários

Marcos Garcia

Segundo publicou a Folha de São Paulo, no dia 28 de julho p.p., “uma pesquisa do Ibope Inteligência divulgada nesta quinta-feira mostra que 55% dos brasileiros são contrários à decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que reconheceu a união de casais do mesmo sexo.

A matéria continua mostrando por vários aspectos que a maioria da população não aceita a imposição do homossexualismo como coisa inteiramente normal e privilegiada na sociedade. Mas quem lê a matéria fica com a impressão de que o rechaço é muito menor do que, de fato, é.

Por que ouso fazer esta afirmação?

Primeiramente porque existe nos brasileiros uma desconfiança meio generalizada de que os institutos e suas pesquisas não são confiáveis por causa das distorções sempre a favor da esquerda, sobretudo em época de eleições.

Em segundo lugar, conversando com participantes da Caravana Terra de Santa Cruz, que acaba de chegar após um mês de atuação diretamente junto ao público da rua em várias Unidades da Federação, ouvi dizerem que se dá no Paraná, Minas Gerais e São Paulo, o mesmo que se deu com a caravana anterior quando percorreu, no início do ano, os Estados de Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe: o rechaço ao homossexualismo é quase total, muito ao contrário do que afirmam as pesquisas que são publicadas habitualmente na mídia.

Desafio o Ibope e companhia, a fazerem a pesquisa sobre o homossexualismo de seguinte maneira:

1 – Você é homossexual?

2 – Se não é, gostaria de ser?

3 – Gostaria que um filho seu se tornasse um homossexual?

4 – Você se casaria com um homossexual?

Aí sim nós teríamos muito mais autenticidade dos resultados.

Mas por que não fazem? Não se trata de ouvir o povo? Isso não é democrático?

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Proibição do “casamento” homossexual na França

5, março, 2011 4 comentários

 

Conselho Constitucional da França

O Conselho Constitucional da França julgou que a proibição do “casamento” homossexual, contida no Código Civil francês, está de acordo com a Lei Fundamental.

Estabeleceu também que a lei definindo o matrimônio como “união de um homem e uma mulher” não constitui discriminação. Percebendo a manobra do lobby homossexual, que utiliza o Judiciário para driblar o Legislativo, o supremo órgão para a interpretação da Constituição negara poucos meses atrás, com base no mesmo argumento, a adoção de crianças por “casais” homossexuais; e reafirmou que os cidadãos podem fazer sentir sua voz e pressionar os deputados a favor da família tradicional. Sem apoio na opinião pública, e agora sem conseguir iludir o Judiciário, o lobby homossexual vem perdendo suas chances de impor sua agenda antinatural.

Fonte: Instituto plinio Corrêa de Oliveira e Revista Catolicismo-Março de 2011

Está tramitando no Congresso Nacional brasileiro um Projeto de Lei  (PNDH-3)que dentre outros horrores, visa legalizar o chamado “casametno homossexual”.

Não podemos permitir que isso aconteça, reaja de dua formas:

1) Acenda uma vela a Nossa Senhora pelo arquivamento do PNDH-3 (clique aqui para acender);

2) Envie agora um cartão amarelo de alerta aos políticos para que não aprovem o PNDH-3.