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Textos com Etiquetas ‘Amor’

Maria, nossa vida, nossa doçura

31, julho, 2010 4 comentários

Santíssima Virgem, olhai por nós! Recorra a Maria, acenda sua vela no Oratório em louvor a Nossa Senhora
Santíssima Virgem, olhai por nós! Recorra a Maria, acenda sua vela no Oratório em louvor a Nossa Senhora

Quando a Santíssima Virgem entra numa alma, faz desabrochar nela uma luminosa primavera; dissipa as nuvens sombrias da tristeza, da dúvida e do desânimo. Os corações que se dão sinceramente a Ela são inundados de claridade, de paz e de felicidade.

Quereis transformar vossa vida? Quereis praticar facilmente as virtudes que vos parecem inacessíveis e que Deus entretanto vos pede? Quereis conhecer as alegrias inefáveis que somente o amor de Jesus pode proporcionar e que faziam as delícias dos Santos?

Quereis experimentar em vós essas maravilhas?

Se o queres seriamente, não hesiteis um só segundo: dirigi-vos a Maria. Não há caminho mais direto para ir a Nosso Senhor.

Extraído do livro: “A Virgem Maria”. Padre Thomas de Saint-Laurent

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Maria é nossa Mãe espiritual

9, maio, 2010 6 comentários

Neste dia das mães, meditemos pois na graça de termos Nossa Senhora como Mãe amorosíssima e intercessora.

maria a mais perfeita das maes

Não é sem motivo e sem boa razão que os servos de Maria a chamam de Mãe. Parece até que não sabem invocá-la com outro nome, nem se fartam de sempre lhe chamar de Mãe. Sim, Mãe, porque é verdadeiramente nossa Mãe, não carnal, mas espiritual, das nossas almas e da nossa salvação. (…)

Mas, se Jesus é pai de nossas almas, Maria é a Mãe.

Pois em nos dando Jesus, deu-nos ela a verdadeira vida. Em seguida proporcionou-nos a vida da divina graça, quando ofereceu no Calvário a vida do Filho pela nossa salvação. Em duas diferentes ocasiões tornou-se, portanto, Maria nossa Mãe Espiritual, como ensinam os Santos Padres. (…)

Esta nossa amorosíssima Mãe sempre esteve toda unida à vontade de Deus. Assim viu o quanto o Eterno Pai amava os homens, observa S. Boaventura; conheceu também a sua vontade de entregar o próprio Filho à morte pela nossa salvação; soube do amor do Filho em querer morrer por nós.

Para conformar-se com este amor do Pai e do Filho para com o gênero humano, ela também com toda a sua vontade ofereceu e consentiu que o seu Filho morresse, a fim de que fôssemos salvos.

sra das dores

Verdade é que Jesus quis ser o único a morrer pela redenção do gênero humano. “Eu calquei o lagar sozinho” (Is 63, 3). Mas viu como Maria desejava ardentemente tomar parte na salvação dos homens.

Decidiu então que ela, com o sacrifício e a oferta da vida do seu mesmo Jesus, cooperasse para nossa salvação, e deste modo viesse a ser Mãe de nossas almas.

E isto quis dizer o nosso Salvador, quando, antes de expirar, olhando para sua Mãe e para o discípulo S. João, que estavam aos lados dele, primeiramente disse a Maria: Eis o teu Filho! (Jo. 19.26). Queria dizer-lhe: Eis o homem que, pela oferta que fazes da minha vida pela sua salvação, já nasce para a graça. E depois, voltando-se para o discípulo, lhe disse: Eis tua Mãe! (Jo. 19.27). Com tais palavras, disse S. Bernardino de Sena, Maria foi feita Mãe, não só de S. João, mas também de todos os homens, por causa do amor que teve para com eles.(…)

Nosso Senhor Jesus Cristo fez isso para significar que o Salvador nomeou Maria por Mãe universal de todos aqueles que, sendo cristãos, têm o nome de seus discípulos.

Extraído do livro: “Glórias de Maria”, de S. Afonso de Ligório

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Ofereça uma Prece de presente para essas Mães

7, maio, 2010 7 comentários

Neste domingo , muitas mães passarão o dia dedicado a elas numa UTI de hospital ao lado de seus filhos doentes.

Assista esta emocionante reportagem que trata do amor incondicional de mãe, mas, acima de tudo, é um relato de fé.

Clique aqui para assistir ao vídeo e acenda uma vela no Oratório da Medalha Milagrosa por essas crianças e pelas suas mães.

Que Nossa Senhora abençoe todas as mães, dando força para continuarem nesta jornada difícil.

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Grandeza do amor de Maria para conosco

6, maio, 2010 1 comentário

DSC_0001aMaria não pode deixar de amar-nos

Se, pois, Maria é nossa Mãe, consideremos quanto ela nos ama. O amor dos pais para com os filhos é um amor necessário. E esta é a razão, adverte São Tomás, por que, pondo a divina lei preceito aos filhos de amarem os pais, não pôs preceito expresso aos pais de amarem os filhos. Pois o amor aos próprios filhos é amor com tanta força imposto pela mesma natureza, que as mesmas feras mais cruéis, como disse São Ambrosio, não podem deixar de ama-los.

Contam os naturalistas que até o tigre, ouvindo a voz dos filhos capturados pelos caçadores, se lança ao mar e vai nadando até o navio em que os levam. Se, pois, diz nossa Mãe terníssima, nem os próprios tigres se esquecem de sua prole, como poderei eu esquecer-me de meus filhos?

“Pode uma mulher esquecer sua criança de braço, de sorte que não tenha compaixão do filho de suas entranhas? Mas se ela a esquecer, eu todavia não me esquecerei de ti” (Isaías 49.15). e se em algum tempo, continua a Virgem, por impossível se desse o caso de uma mãe se esquecer de um filho, não é possível que eu cesse de amar uma alma, de quem sou Mãe.

Maria é nossa Mãe, não carnal, mas de amor. Eu sou a Mãe do belo amor (Eclo 24,24). Tão somente o amor que nos tem é que a faz ser nossa Mãe. Por isso a Virgem ufana-se, diz certo autor, de ser Mãe do belo amor, porque é toda caridade para conosco, por ela aceitos como filhos.

E quem poderá algum dia descrever o amor que consagra a nós, miseráveis? Haroldo de Charles diz que a Virgem, na morte de Jesus, ardentemente desejava imolar-se com o filho por nosso amor. Ao mesmo tempo que o Filho agoniza na cruz, ajunta por isso santo Ambrósio, a Mãe oferecia aos algozes para dar a vida por nós.

Extraído do livro: Glórias de Maria – São Afonso de Ligório

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A Maria, arrebatadora dos corações

17, abril, 2010 3 comentários

Ó doce soberana, Vós conforme a expressão de São Boaventura, arrebatais os corações dos que Vos servem cumulando-os da vossa ternura e liberalidade: eu Vos suplico, tomai também o meu miserável coração que arde no desejo de Vos amar muito.

Pela Vossa beleza, ó minha Mãe, atraístes o vosso Deus, a ponto de faze-Lo descer do céu à terra: e eu viveria sem Vos amar? Não, certamente; não me darei repouso enquanto não tiver obtido amor terno e constante a Vós, ó minha Mãe que fostes tão boa a meu respeito, ainda quando eu era um ingrato! Ai que seria de mim agora, ó Maria, se não me houvésseis amado e obtido tantas misericórdias? Ah! Se tanto me amastes quando eu não Vos amava, que devo esperar da vossa bondade agora que Vos amo!

Sim, amo-Vos ó minha Mãe, e quisera ter um coração capaz de Vos amar por todos os infelizes que não Vos amam; quisera ter uma língua capaz de Vos louvar com mil línguas, para fazer conhecer a todo mundo a vossa grandeza, a vossa santidade, a vossa misericórdia, e o amor com que amais os que Vos amam. Se tivesse riquezas todas quereria empregar em Vos honrar; se tivesse súditos, todos quereria enfim sacrificar pelo vosso amor e glória, se fosse mister, até minha vida.

Amo-vos pois, ó minha Mãe, mas ao mesmo tempo, ai! Temo não Vos amar, porque ouço dizer que o amor faz os que amam semelhantes à pessoa amada. Devo crer então que bem pouco Vos amo, vendo-me tão longe de me parecer conVosco: Vós, tão pura, eu, tão manchado; vós, tão humilde, eu, tão orgulhoso; vós, tão santa, eu, tão criminoso!

Mas, ó Maria, eis aqui o que deveis fazer: já que me tendes amor, tornai-me semelhante a Vós. Para mudar os corações tendes poder superabundante; tomai então o meu, e mudai-o; conheça o mundo que podeis em favor dos que amais: tornai-me santo, e seja eu digno filho vosso. Assim o espero, assim seja.

Extraído do livro: “As mais belas orações a Nossa Senhora”.

Autor da oração: Santo Afosno de Ligório


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