No verão de 1912 morreu miseravelmente guilhotinado em Paris o soldado Tisseau. Quer dizer, foi-lhe cortada a cabeça.Depois da sua sentença de morte, escreveu na prisão algumas páginas dirigidas aos seus defensores. Ei-las textuais, sem alteração alguma da sintaxe por vezes imperfeita: Dirijo estas linhas aos meus defensores que hão feito quanto puderam para me […]