Mesmo do Céu, Nossa Senhora sempre ouve as nossas mais sinceras súplicas, independente do tamanho do problema que temos ou se simplesmente queremos agradecê-LA por alguma graça alcançada.
Por isso, no próximo sábado, este Apostolado fará celebrar a Santa Missa de Nossa Senhora das Graças. . .
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É um bom momento para você refletir sobre as provações pelas quais está passando e inscrever as suas intenções.
Isso mesmo!
E você não pode deixar de colocar as suas intenções por três motivos:
1. Nossa Senhora das Graças nunca abandona quem A procura; .
2. Caso algum parente seu ou pessoa conhecida esteja passando por algum momento de dificuldade, as intenções serão levadas ao altar e certamente
Nossa Senhora das Graças irá interceder por seu problema; .
3. Muitos devotos tiveram fé, inscreveram os seus nomes nas Santas Missas de Nossa Senhora das Graças e receberam
verdadeiros milagres em suas vidas. A prova disso são testemunhos como este: .
“Quero fazer um grande agradecimento a Nossa Senhora das Graças,
pois ontem eu pedi oração pela minha saúde e fui prontamente atendida.
Tenho muita fé que Ela irá me abençoar muito porque sempre confiei no
poder que Ela tem sobre nós”.
Da. Jurema
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Então, ligue hoje mesmo até às 22hs e inscreva o seu nome e de seus familiares na Santa Missa de Nossa Senhora das Graças:
“Gostaria de deixar o relato de cura e melhora com as orações a Nossa Senhora. Meus exames mostraram um problema de saúde muito grave. Com muita oração, apego a Nossa Senhora e seguindo o tratamento à risca, hoje estou curada. Devo tudo à minha Mãe, Maria! Amém!”
Da. Juliana, 08.08.12
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É impressionante o que aconteceu na vida da Da. Juliana, devota de Nossa Senhora de Fátima e amiga deste Apostolado.
Até os médicos que cuidaram dela ficaram abismados com esse MILAGRE que parecia impossível de acontecer, a não ser por intercessão da Santíssima Virgem.
Da. Juliana é devota de Nossa Senhora de Fátima e se apegou a Sua devoção com fé. E o mesmo pode acontecer com você, caso esteja passando por algum problema de saúde ou conheça alguém que esteja nesta situação.
Se pedir com fé, certamente Nossa Senhora olhará por suas intenções. E é muito simples de fazer isso. Um caminho é pela Santa Missa.
Os benefícios de uma Missa são diversos. Um deles é o fortalecimento da fé. E este é um ponto muito importante, pois ao fortalecermos a fé pedimos com mais intensidade e certamente Nossa Senhora não deixará de atender a um pedido feito dessa forma.
Por isso, não deixe de incluir seu nome hoje mesmo na Missa de Nossa Senhora de Fátima pela Cura.
Um documentário narra a verdadeira história de 8 padres jesuítas que sobrevieram à bomba atômica de Hiroshima, em 1945.
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por: Myra Adams
Junto ao meu pai, minha autoridade sobre todas as coisas católicas, está meu sogro, um “funcionário público” já aposentado. Ele possui um conhecimento enciclopédico de física, história, política e religião com um interesse especial posto nos milagres bíblicos e nas manifestações sobrenaturais em geral.
Recentemente, meu marido e eu assistimos a um documentário interessante sobre a produção da bomba atômica, conhecido como “Projeto Manhattan”. Ambos concordamos que meu sogro também deveria desfrutar do programa e da próxima vez que ele viesse à nossa casa iríamos reproduzi-lo para ele.
Então chegou o dia!
Depois que ele assistiu, perguntei ao meu sogro, se ele tinha gostado do documentário. Ele disse que sim, mas que já conhecia muito da história. (É claro!)
Expressou desapontamento pelo fato de o documentário não mencionar o acontecido com um grupo de padres jesuítas que sobreviveram à explosão da bomba de Hiroshima, no marco zero, sem quaisquer lesões graves.
Eu disse a ele que esse “descuido” não era surpreendente, pois era, afinal, um documentário do “History Channel”. Mas eu ainda duvidava da veracidade deste acontecimento milagroso de Hiroshima.
Como meu sogro afirmou que para ele foi sem dúvida um autêntico milagre, acessei o Google e digitei “padres jesuítas sobreviveram Hiroshima”. Para minha surpresa, imediatamente apareceram inúmeros links para esta história, surpreendentemente veraz, entretanto agora quase perdida nas “poeiras do tempo”.
Aqui estão os fatos básicos desse acontecimento histórico.
A foto mostra a igreja, e até a estrada da casa, onde os sacerdotes viviam e sobreviveram.
Em Hiroshima, um grupo de oito padres jesuítas viviam em um presbitério, perto da igreja paroquial a menos de um quilômetro de distância de onde a primeira bomba atômica caiu e espalhou devastação e morte ao redor. Essa explosão matou instantaneamente 80.000 pessoas, chegando depois a um total aproximado de 140.000 pessoas. Mais de dois terços dos edifícios foram destruidos.
O edifício dos oito padres situava-se em cheio na área da destruição, que atingiu quilômetros de distância, mas nem as cinzas os atingiram. apenas algumas partes do edifício sofreram danos. Muitas outras partes permaneceram de pé. Eles sairam ”praticamente ilesos dos efeitos da bomba”. Nenhum deles sofreu efeitos da radiação ou lesões graves com a explosão da bomba.
É verdade que um pequeno número de outras pessoas que se encontravam na área da explosão sobreviveram. Mas todos seriamente atingidos e a maioria, pelo menos, faleceu logo depois de doenças decorrentes da irradiação.
O que é verdadeiramente milagroso, ainda mais, é que os efeitos da irradiação não afetou nenhum dos jesuítas, nem naquele momento ou décadas mais tarde.
Por que esses oito sacerdotes foram poupados, estando numa área de morte e destruição total?
Em 1976 os oito padres jesuítas ainda viviam. Um deles, um alemão chamado Padre Hubert Schiffer, deu, em nome de todos, esta resposta: “Nós sobrevivemos porque estávamos vivendo a mensagem de Fátima: rezávamos o Rosário diariamente, naquela casa”.
Qual é a mensagem de Fátima? Pergunta-se então.
A resposta encontrei num artigo do Catholic Herald, de 2010, que dá muitos detalhes sobre este assunto.
A essência da conversão pedida por Nossa Senhora em Fátima está nas preocupações com os pecados da humanidade e a solicitação de retorno a Deus, que envolve a reparação pelos próprios pecados e pelos pecados dos outros, bem como o oferecimento dos próprios sofrimentos e provações diárias.
Não é o caso de aprofundarmos em aspectos muito complicados da Teologia e nem nos pormenores do artigo do Catholic Herald à procura de explicações teológicas do porque os oito padres sobreviveram milagrosamente e ainda viveram até idade avançada. Entretanto, aqui está uma versão, resumidamente.
1) 6 de agosto − dia em que a bomba caiu sobre Hiroshima −, é também o dia em que a Igreja Católica celebra anualmente a Festa da Transfiguração. O Novo Testamento conta que Jesus subiu a um monte alto e foi “transfigurado” diante de seus apóstolos São Pedro, São Tiago e São João. No Evangelho de São Mateus (17:02) lê-se: “seu rosto resplandecia como o sol, e suas vestes tornaram-se brancas como a luz”.
(Observação: semelhante ao que os moradores de Hiroshima teriam visto segundos após a bomba ser lançada.)
2) Agora, vejamos o milagre de Fátima, em Portugal, em1917, conhecido como o “Milagre do sol”. A Virgem Maria apareceu a três crianças em seis ocasiões diferentes e deu-lhes mensagens proféticas. Para, em seguida, confirmar que suas mensagens eram de Deus, na frente de 70.000 pessoas o sol pareceu girar no céu, alterar cores e começar a cair sobre a terra, mas depois estabilizou. (Segunda observação: a explosão da bomba atômica foi tão brilhante como o sol e que “caiu por terra”!)
3 ) Finalmente, há os oito sacerdotes, que por sua própria iniciativa disseram que “sobreviveram porque estávamos vivendo a mensagem de Fátima”.
Estes padres rezavam o terço diariamente em nome de Jesus e Maria e, enquanto a explosão feita pelo homem − de alguma forma prefigurada na “luz branca e brilhante do sol” −, devastou o mundo ao seu redor no aniversário desse dia de festa, eles foram protegidos por Deus da terrível “explosão branca”, a menos de um quilômetro de distância.
Agora, não é necessário ser católico para reconhecer que algo poderoso e de natureza milagrosa impediu os oito padres e a construção em que se encontravam de ser reduzida a cinzas e os protegeu dos efeitos da radiação mortal.
A boa notícia, eu acredito, é que este “poder extraordinário” ainda está à nossa disposição hoje em dia.
Para terminar aqui vai um relato de testemunha ocular de um dos sacerdotes como consta em um documento histórico sobre Hiroshima, produzido pela Yale Law School.
Para mim, a verdadeira moral desta história é a de nunca duvidar do meu sogro, que está com quase 90 anos de idade e com plena saúde física e mental, e reza o Rosário diariamente. Tal qual os sacerdotes sobreviveram milagrosamente em Hiroshima, também ele experimentou o que ele acredita ser os milagres divinos que pouparam sua própria vida, várias vezes, enquanto estava servindo seu país em zonas de guerra e outras circunstâncias perigosas, em todo o mundo.
Oh! como é agradável a Jesus ver honrar e amar sua Mãe; essa Mãe, a quem por tanto tempo obedeceu; essa Mãe, tão virtuosa, tão santa, tão boa; essa Mãe, a quem tanto viu sofrer!
Por isso, vede como Ele inspira um tão grande número de práticas de devoções em sua honra, como .
Ó Jesus, queremos amar, com todo o nosso coração, a vossa Mãe.
Teremos por Maria a mais terna devoção.
“Recitarei, hoje, um ato de abandono à SS. Virgem”.
EXEMPLO
Mons. Bossé, prefeito apostólico de S. Lourenço no Canadá, em 1883 relata o seguinte:
“Um milagre acaba de ser operado na missão de “Betchouan” pelo Sagrado Coração de Jesus.
Numa pequena casa achavam-se treze pessoas. Trazem ali um barril de 36 libras de pólvora para fazer a divisão.
Um homem pega num vaso, enche-o de explosivo e derrama-o também numa garrafa. Entra um rapaz com um cachimbo, em torno do qual estavam sete homens. Uma parede inteira da casa é atirada longe, o fogão se esboroa, o teto é sacudido à altura de quatro pés e cai desconjuntado.
Portas, janelas, móveis ficam em pedaços; a caixa do edifício é só o que resiste. Três dos homens cujas roupas se incendiaram, correram à praia e se atiraram na água.
Sete queimaram as mãos e o rosto; mas estão em via de cura. Todos, no momento do desastre, invocaram Jesus e Maria.
Havia nesse aposento, pregadas na parede destruída, duas imagens do Sagrado Coração e uma de Maria, que estavam em quadros com vidros: os quadros e os vidros se esmigalharam, mas as três imagens se acharam intactas a doze pés da casa, sobre uma pilha de destroços.
O papel não estava nem roto, nem machucado, nem enegrecido: até mesmo as estrelas doiradas, que ornavam o manto de Jesus, nada sofreram. Os feridos fizeram celebrar uma Missa em ação de graças, e nela comungaram.
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Excertos do livro: Mês do Sagrado Coração de Jesus – Padre José Basílio Pereira – 2a. edição, 1913.
Em 10 de fevereiro de 2012, Mons. Jacques Perrier, então bispo de Lourdes, comunicou em carta ao bispo de Casale Monferrato, Itália, Dom Alceste Catella, que o “Bureau Medical” de Lourdes (a comissão médica para examinar e julgar as curas atribuídas miraculosamente a Nossa Senhora de Lourdes) reconheceu como inexplicável à luz dos atuais conhecimentos científicos a cura da Irmã Luigina Traverso.
Cabe agora ao bispo italiano decidir se proclama, ou não, canonicamente o milagre, noticiou o “Vatican Insider”.
A irmã Luigina Traverso, religiosa salesiana, nasceu em 1934. Em julho de 1965 ela se encontrava “gravemente doente” devido a uma meningocele ciática paralisante. Só ficava de maca, não andava e fora operada diversas vezes sem sucesso.
“Pouco antes de viajar para Lourdes eu fui fazer um check-up que deu: ‘Paciente em condições gerais graves, pálida, hipotensa, com cicatriz cirúrgica fresca e seca… rigidez e contração do trato lumbosacral da coluna. Mobilidade reduzida dos pés em virtude de paralise dos músculos tibiais anteriores… Hipoeficiencia do sural e do tibial posterior’”.
A Irmã Luigina peregrinou a Lourdes e tomou banho nas piscinas do santuário, como Nossa Senhora pediu a santa Bernadette.
Em 23 de julho, na Bênção dos Doentes, enquanto o sacerdote passava com a hóstia consagrada na procissão eucarística, ela sentiu um “forte calor em seu corpo e o desejo de se levantar”.
A freira passou a se sentir melhor, voltou a movimentar o pé, e a dor desaparecia.
Ele foi levada de volta ao seu quarto e, na presença do chefe da peregrinação, Dr. Danillo Cebrelli, e do bispo Dom Lorenzo Ferrarazzo, recebeu uma ordem explícita: “Irmã Luigina, se a senhora quiser receber a bênção, deve se levantar e ajoelhar-se para rezar”. A irmã deixou imediatamente a cama e se ajoelhou.
Em 27 de julho de 1965 – portanto quatro dias após a cura miraculosa – o professor Claudio Rinaldi registrou “boas condições gerais [...] articulações inferiores totalmente móveis com igual força e simetria [...] sensibilidade normal”.
Desde aquela data, a Irmã Luigina nunca voltou a ter qualquer tipo de manifestação da doença.
Em julho de 2010, muitos anos após a abertura do processo médico de análise, durante a peregrinação da associação Oftal, o caso da Irmã Luigina Traverso foi julgado pelo “Bureau Medical”, que votou por unanimidade pelo reconhecimento da “cura completa e permanente”.
Quase meio século depois, a Irmã Luigina puxa carrinhos de doentes em Lourdes.
O bispo de Casale Monferrato responde: “aqui temos a base científica para se chegar a esta certeza [do milagre]”.
Alberto Busto, presidente diocesano da associação Oftal, que organiza as romarias a Lourdes, agradeceu também “o olhar amoroso de Maria pela cura extraordinária de Ganora Evasio, acontecida em 2 de junho de 1950 e solenemente reconhecida pela Igreja como milagre em 1955”.
Até agora houve seis milagres a italianos em Lourdes reconhecidos pelos bispos diocesanos respectivos.
Como você sabe, Nossa Senhora apareceu a Santa Catarina Labouré, em 1830, e mostrou aos humanos a sua compaixão e misericórdia divina como Nossa Mãe, nos cobrindo com seu manto sagrado.
“As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança”,disse Nossa Senhora para as pessoas que utilizarem a Medalha Milagrosa.
A partir dessa data, muitas pessoas já receberam muitas bênçãos. Não foi uma, duas ou três pessoas.
Foram milhares e milhares de pessoas no mundo inteiro que receberam graças maravilhosas de Nossa Senhora.
Esta Associação recebe mensalmente inúmeros testemunhos de devotos que alcançaram verdadeiros milagres pela intercessão de Nossa Mãezinha querida.
São pessoas comuns que curaram uma grave doença, tiveram seus filhos longe das drogas, casamentos que foram reestabelecidos, enfim, diversos milagres.
Certamente você também possui necessidade de receber uma graça…
… para se proteger de uma doença grave ou enfermidade que aparece repentinamente…
… evitar assaltos ou maldades nas ruas violentas de nosso país…
… proteger seus filhos, netos ou um ente querido de pessoas de má fé e má influência…
… artimanhas do demônio que destroem famílias e relacionamentos….
Por isso, inscreva seu nome na próxima Missa das Graças que será celebrada especialmente pelos nossos amigos.
Basta ligar hoje até às 22h para:
0800 773 11 19
(ou 4368 2253 para São Paulo)
Confie em Nossa Mãezinha e com certeza Ela te ouvirá. Pois, Como Ela mesma disse “E serão queridas de DEUS estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono ”
Em setembro de 948, o abade de Einsiedeln, Eberhaad, pediu a São Conrado, Bispo de Constância, que se dignasse fazer a consagração da igreja de sua Abadia. O Prelado atendendo a solicitação, dirigiu-se ao Convento, acompanhado do Santo Bispo de Augsbourg, Ulric, e de uma comissão de cavalheiros da sociedade.
No dia fixado para a cerimônia, São Conrado e alguns religiosos se dirigiram a igreja, alta noite, e se puseram em oração. De repente, viram que a igreja se iluminara de uma luz celeste e que o próprio Jesus Cristo, acolitado pelos quatro evangelistas, celebrava no altar o oficio da Dedicação. Anjos espargiam perfumes à direita e à esquerda do Divino Pontífice; o apóstolo São Pedro e o Papa São Gregório seguravam as insígnias do pontificado; e diante do altar se achava a Santa Mãe de Deus, circundada de uma auréola de glória. Um coro de anjos, regido por São Miguel, fazia vibrar as abóbadas do templo com seus cantos celestiais. Santo Estêvão e São Lourenço, os mais ilustres mártires diáconos, desempenham as suas funções. São Conrado refere em uma de suas obras as diversas exclamações dos anjos no canto do Sanctus, do Agnus Dei e do Dominus vobiscum final. Ao Sanctus, entre outras, diziam eles: “Tende piedade de nós, ó Deus, cuja santidade refulge no santuário da Virgem gloriosa. Bendito seja o Filho de Maria, que vem a esse lugar para reinar eternamente!”
Maravilhado com semelhante aparição, o Bispo continuou a rezar até onze horas do dia. E o povo esperava com ansiedade o início da cerimônia, sem que, no entanto, alguém ousasse indagar a causa dessa demora.
Afinal, alguns religiosos se acercam do Prelado e lhe pedem que comece a solenidade. Mas São Conrado, sem deixar o lugar onde rezava, conta com simplicidade tudo o que presenciara e ouvira. Sua narração fez supor que ele estivesse sob a ilusão de um sonho. Finalmente, o santo Bispo, cedendo às instâncias de todos, dispôs-se a proceder a consagração da igreja. Foi então que aos ouvidos dos fiéis escutaram estas palavras, pronunciadas por uma voz angélica, que repercutiu em toda a assembléia, dizendo mais de uma vez, na linguagem da Igreja: “Cessa, cessa, frater! Capella divinitas consecrata est: detende-vos, detende-vos, meu irmão, a capela já foi divinamente consagrada.”
Dezessete anos mais tarde, São Contado, Santo Ulrico e outras testemunhas oculares do acontecimento, encontrando-se reunidos em Roma, prestaram acerca dele um solene testemunho. E depois de todas as necessárias informações jurídicas, Leão VIII deu publicidade ao fato por meio de uma bula especial, que foi confirmada pelos papas Inocêncio IV, Martinho V, Nicolau IV, Eugênio VI, Nicolau V, Pio II, Júlio II, Leão X, Pio IV, Gregório XIII, Clemente VII e Urbano VIII. E, a 15 de maio de 1793, Pio VI ratificou os atos de seus predecessores, a despeito dos céticos, sempre prontos a duvidar do que lhes não convém, e cheios de credulidade absurda para com o que os lisonjeia.
(MÊS DE NOSSA SENHORA DO SANTISSIMO SACRAMENTO – Pe. Alberto Tesnière, S.S.S. – Tip. Maria Auxilium, S.P. – la. edição, 1946, pp. 76 -77
N.B.: É de perguntar porque fatos da magnitude do narrado acima não são mais divulgados, desconhecidos pela maioria da população? A resposta é óbvia: porque os que deviam divulgar tão edificantes episódios, não acreditam mais nos fatos aqui narrados, embora o fato tenha sido documentado por um processo jurídico e confirmado por diversos papas.
Tristes tempos os que vivemos! Não se acredita mais em nada; os que ainda acreditam nos magníficos milagres que Deus produziu no passado, vivem como se vivessem nas catacumbas, porque são perseguidos pela maioria dos que se denominam, hoje em dia, de católicos progressistas.
E os que, hoje, acreditam nesses grandes milagres, são obrigados a dizer, “Senhor, mesmo que eu não tenha visto qualquer milagre, como o acima narrado, eu creio em Vós e nesses fatos miraculosos que Vós produzistes no passado, mas ajudai a minha fé!”