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Textos com Etiquetas ‘Maria Santíssima’

Maria Imaculada e a Santíssima Trindade

3, dezembro, 2011 7 comentários

 

Ao longo da história, Nossa Senhora apareceu a algumas pessoas e lhes confiou alguns avisos. Clique aqui e veja como receber o livro “O Milagre do Sol”, que conta pelos olhos das testemunhas oculares, como foi o maravilhoso milagre que Nossa Senhora fez em Fátima, Portugal.

A formação mariana nos leva a conhecer em profundidade Nossa Senhora, a escolhida, desde toda eternidade, para ser a mãe de Jesus Cristo, Filho de Deus e salvador dos homens, ontem, hoje e sempre.

Mostra-nos, claramente, sua profunda relação com a Santíssima Trindade, sendo filha predileta de Deus-Pai, mãe amorosa e carinhosa de Deus-filho e esposa fiel de Deus Espírito Santo.

Maria na Sagrada Escritura

Referente a ela, Deus afirma, após a queda do paraíso: “Porei inimizade entre ti, serpente infernal, e a mulher, entre tua descendência e a dela. Ela te esmagará a cabeça e tu tentarás feri-la no calcanhar” ( Gn 3, 15).

É sobre Ela que Isaías profetizou:

” Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho e seu nome será Emanuel, isto é, Deus Conosco.” ( Is 7,14 )

A Ela o anjo Gabriel saudou:

” Ave Maria, cheia de graça, o Senhor está contigo” ( Lc 1,28).

Foi Ela que se colocou disponível para que a redenção do gênero humano se realizasse:

” Eis a serva do Senhor, faça-me em mim, segundo a tua palavra” ( Lc 1,38)

De serva do Senhor, se torna servidora da humanidade. A Ela, Isabel chama de mãe de Deus:

” Donde me vem a ventura de ser visitada pela mãe do meu Senhor?” (Lc 1,43)

É ela que se apresenta como intercessora:

“Eles não têm mais vinho” ( Jo 2,3) e se afirma evangelizadora:

” Façam tudo o que ele vos disser” ( Jo 2,5).

Ao pé da cruz, no Calvário, Ela se torna nossa mãe:

” Mulher, eis o teu filho”. ” Filho, eis a tua mãe” ( Jo 19 ,26 – 27).

Ela marca presença em meio aos seus na manhã de Pentecostes:

“Todos, unânimes, perseveravam em oração com algumas mulheres, entre as quais, Maria, a mãe de Jesus, e com os irmãos dele” ( Al 1 ,14).

E nós hoje a chamamos de ” Estrela da Nova Evangelização”.

Fonte: Blog Alma Missionária

Zelo pelo Santíssimo Nome de Maria

20, novembro, 2011 12 comentários

Os antigos consideravam o nome como uma espécie de símbolo da pessoa e daí também o fato de durante muito tempo se ter desenvolvido muito o uso das iniciais, que é uma espécie de símbolo do nome, que por sua vez é um símbolo da pessoa. Assim, o nome era considerado um símbolo dos aspectos mais profundos da realidade psicológica, moral  e espiritual da pessoa.

Por causa disso  esse nome de Nossa Senhora, como o Santíssimo nome de Jesus, deve ser considerado simbólico da virtude excelsa de Nossa Senhora, de sua missão,enfim, daquilo que Ela verdadeiramente é.

Dentro desta concepção, é que veneramos o nome de Nossa Senhora, como afirmação da sua glória interior, uma afirmação de seus predicados  interiores e uma manifestação de sua essência íntima. O nome de Maria é, então, a manifestação simbólica de tudo o que existe de sagrado em Nossa Senhora. Honrando este nome para celebrar a glória que Nossa Senhora tem, teve e terá, no céu, terra e em todo o universo.

Em relação a sua glória no céu, já tudo foi dito. Ela é a rainha de todos os anjos e santos, colocada acima de todas as criaturas. Ela é colocada incomensuravelmente, incomparavelmente, acima de todas as criaturas. Na ordem da criação, ela é o ponto mais alto para o qual tudo converge. Ela é então nossa medianeira junto a Deus, Nosso Senhor.

A glória que Ela tem por esse fato é simplesmente indizível e deriva da sua condição de Mãe do Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo.

Na terra também Nossa Senhora deve ser glorificada: Glória ao Pai, Filho e Espírito Santo. A resposta é: Como era no princípio, agora e sempre o será, mundo sem fim. Amen.

Assim,  o normal é que Nossa Senhora fosse venerada na Terra, e que o nome santíssimo de Nossa Senhora fosse glorificado de modo inexprimível.

Imaginem  um mundo – a Cristandade – influenciado pelo espírito do grande apóstolo mariano São Luíz Grignion de Montfort;  imaginem que em toda essa Cristandade, os discípulos de São Luiz Grignion de Monfort fossem o sal da terra e dessem realmente o tom da piedade de Nossa Senhora; aí compreenderemos o que seria a glória de Nossa Senhora no mundo. Seria incomparavelmente mais do que é hoje.

Nosso zelo pela glória e nome de Nossa Senhora deve ser como os de filhos na casa de sua mãe.

Como podemos nos sentir bem na Terra, que está sujeita ao reinado de Nossa Senhora, vendo que na Terra são recusadas as honras e as atenções a que Nossa Senhora tem direito?

Isto deve ser para nós uma ocasião contínua muito mais do que de pesar, de indignação enorme, por ver que a Rainha não está reconhecida, por todos, no papel em que Ela deve estar reconhecida.

Transcrito de America Needs Fatima

Oito resoluções para ser devoto da Santíssima Virgem

30, outubro, 2011 22 comentários

Se queremos ser abençoados da Santíssima Virgem, procedamos para com ela com a ternura de um filho para com sua Mãe.

1 – O filho gosta de saudar sua Mãe. Saudemos a Maria, rezando muitas vezes a saudação angélica.

A prática desta devoção consiste, primeiro, em rezar três Ave-Marias todos os dias, de manhã e à noite, em honra da Imaculada Conceição da Santíssima Virgem, para ser preservado de todo o pecado, sobretudo do pecada de impureza; o segundo é rezar o Ângelus, de manhã, ao meio-dia e ao anoitecer; terceiro, em saudar a Maria por uma Ave-Maria cada vez que se ouve o relógio dar as horas; quarto, em repelir por uma Ave-Maria todas as tentações, que sobrevierem; esta oração põe em fuga o demônio; quinto, rezar o teço todos os dias.  Este exercício agrada a Maria, principalmente quando é praticado em comum, na família!

2 – O filho tem prazer em visitar sua Mãe.

Também todos os servos de Maria têm o costume de visitar, freqüentemente e com muita piedade, as imagens e as igrejas consagradas à sua honra.

3 – O filho regozija-se em pronunciar o nome da sua Mãe.

O nome de Maria é para os seus servos fiéis, alegria para o coração, mel para a boca, melodia para o ouvido. Santa Brígida ouviu um dia o Senhor prometer à sua Mãe Santíssima que quem invocasse o seu nome, penetrado de confiança e com propósito de se emendar, receberia três graças especiais, a saber: 1) perfeito arrependimento dos pecados; b) meios para satisfazer a justiça divina, e c) força para chegar à perfeição. E, além disso, a glória do paraíso.

4 – O filho de coração bem formado não se envergonha da sua Mãe;

ufana-se de trazer sobre si a vestimenta dela. Ora, as vestimentas da Rainha do Céu são seus santos escapulários.

5 – Tal filho se compraz no costume de recordar os trabalhos que padeceu sua Mãe para lhe salvar a vida.

Jesus promete quatro graças especiais aos que invocam esta divina Mãe pelas suas dores:   1a) conceder-lhes-á fazerem, antes da morte, uma sincera penitência dos seus pecados; 2a) protegê-los-á nas suas tribulações, mormente na hora da morte; 3a) imprimirá neles a memória da sua Paixão, e lhe dará a recompensa no céu; 4a) com as suas próprias mãos os colocará nas de Maria, para que deles disponha ao seu bel-prazer e lhe alcance quantas graças quiser.

6 – O filho digno deste nome faz mais: escolhe certos dias para dar à sua Mãe provas mais notáveis do seu amor.

O digno filho de Maria escolherá, para mais lhe honrar, especialmente o sábado de cada semana, as sete festas anuais da Senhora, e o mês de maio.

7 – O filho ama as reuniões de família que se fazem em roda duma querida Mãe.

Tais são, para o devoto de Nossa Senhora, as congregações da Santa Virgem e as Associações de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

8) Enfim, é da natureza imitar o filho à sua Mãe.

Pelo que, se amamos a Maria, devemos procurar imitá-la, por ser esta a mais gloriosa homenagem que lhe podemos oferecer.

(cf. Saint-Omer, O Filho de Maria)

Maria Santíssima – A primeira Cristã

20, agosto, 2011 47 comentários

Para considerações a cerca de Nossa Senhora enquanto Mãe de Deus, conforme ensina a Sagrada Escritura, o Sagrado Magistério e o Catecismo da Igreja Católica, instrumentos indispensáveis aos conhecimentos de um cristão, apresentamos alguns pontos importantes a respeito do assunto:

1. Maria Santíssima,  mãe de Deus não é nenhuma invenção. É questão de lógica: sendo Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, é Mãe de Deus, porque Nosso Senhor Jesus Cristo é Deus! Alguns “pensadores” recusaram essa verdade dizendo que Maria é a Mãe de Jesus simplesmente, não de Deus. Ora, não há como separar o Nosso Senhor Jesus Cristo-homem de Nosso Senhor Jesus Cristo-Deus. Tornando-se homem, o Verbo de Deus não deixou de ser Deus, assim como o Pai e o Espírito Santo.

2. Não sendo uma adoração – que é devida somente a Deus – a Igreja nos ensina a honrar superlativamente à Maria, venerá-la e respeitá-la. Ela é digna do nosso amor, pois por ela a salvação entrou no mundo. Deus quis precisar do ser humano para encarnar-se. E mais: quis que sua vontade fosse ratificada por Maria com o seu SIM.

3. O fato de a tratarmos como MÃE deve-se à descrição feita por São João Evangelista, quando, na hora da morte, Nosso Senhor lhe entrega Sua mãe para que ele cuide dela, dizendo que a partir de hoje ele será seu filho e ela será sua mãe. Essa doação todos os verdadeiros intérpretes das Sagradas Escrituras entendem-na como extensiva de modo particular a todos os católicos, e de modo geral a todas as pessoas.

4. A piedade popular sempre venerou Maria como a “Imaculada Conceição” desde o início do Catolicismo. Com efeito, Deus preservou Maria do pecado, em antecipação aos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Por acaso, habitaria o próprio Deus onde habita o inimigo? Quem faria uma casa para si, cohabitando ali com o inimigo?

5. Ao longo da Sagrada Escritura, encontramos passagens em que Deus faz acontecer coisas extraordinárias:

- É natural que o sol nasça, clareie o dia e se ponha. Entretanto, pela força de Deus, Josué interrompeu o movimento do sol.

- É natural que quem morre permaneça morto, sob a terra, até que chegue o dia da Ressurreição dos Mortos. Entretanto, Jesus Cristo ressuscitou mortos no decorrer de Sua pregação. Ele mesmo ressuscitou dos mortos ao terceiro dia;

- É natural que o homem nasça, cresça e morra. Entretanto, a Bíblia diz que o profeta Elias foi arrebatado ao céu em um carro de fogo, e ainda vive;

- É natural que quem seja lançado ao alto mar morra afogado. Entretanto, Deus suscitou um peixe que engoliu Jonas e o lançou fora três dias depois, numa praia;

- É natural que uma mulher, para gerar filho, dependa do concurso de um varão. Entretanto, Nossa Senhora não precisou de um homem para conceber.

6. Em suma, nenhuma outra mulher foi plena da graça de Deus, nenhuma outra mulher teve Deus Encarnado gerado em seu seio, nenhuma outra mulher gerou um filho sem a intervenção de um homem.

Maria Imaculada é também nossa Mãe, e como tal merece nosso culto de hiperdulia (quer dizer, superior ao culto de  dulia, devido aos santos). Assim como nas bodas de Caná, Ela continua a dizer para nós, ainda hoje: “Fazei tudo que Ele vos disser!” (Jo 2)

Nossa Senhora, Medianeira das Graças, Rainha da Paz, rogai por nós!

Baseado em Vocacionados menores

Como amar mais a nossa Santíssima Mãe?

30, maio, 2011 19 comentários

1 Honrá-la como digna Mãe de Deus;
2 Meditar nas Suas virtudes, privilégios e acções;
3 Admirar as Suas grandezas;
4 Oferecer-Lhe actos de Amor, de reparação, de louvor e de gratidão;
5 Invocá-la em tudo e sempre;
6 Unir-se a Ela;
7 Direccionar as próprias acções para um único fim: agradar-Lhe;
8 Começar, continuar e terminar todas as acções por meio Dela, Nela, com Ela, para Ela;
9 Consagrar-se diariamente a tão boa mãe e abandonar-se nas Suas puríssimas mãos;
10 Reconhecê-la como Mãe, Senhora e Rainha.

A nossa mãe imaculada é o único caminho verdadeiramente seguro para chegar a Jesus.

Sem amor a Maria, é impossível seguir e amar Jesus.

Não façamos nada, absolutamente nada, sem Maria!

Maria Santíssima, Arca da Aliança, Mãe do Filho de Deus

14, abril, 2011 8 comentários

A arca da aliança: prefigura da Virgem Maria

Tão misteriosa e sagrada Arca, construída pela mão do próprio Deus para sua habitação e propiciatório de seu povo, deveria ficar no Templo, onde se encontrava a outra arca material do Antigo Testamento. Por esta razão, Deus ordenou que Maria Santíssima fosse apresentada ao Templo aos três anos de idade. Ali permaneceu até os 13 anos e meio.

Os sacerdotes do Templo, movidos por inspiração divina, julgaram que, conforme o uso da época, deviam estabelecer Maria no estado do matrimônio.

Consultada por um dos sacerdotes do Templo, ela declarou: Quanto à minha vontade, sempre desejei guardar perpétua virgindade, dedicando-me a Deus e ao seu serviço neste santo Templo. Vós, porém, que estais no lugar de Deus, me ensinareis o que for de sua santa vontade.

Com um milagroso sinal, o céu indicou São José como o escolhido para desposar a puríssima jovem, a futura esposa do Espírito Santo e mãe do Filho de Deus.

Maria Santíssima confiou a São José seu voto de perpétua castidade, dizendo-lhe: “Meu senhor e esposo, em meus primeiros anos consagrei-me a Deus com perpétuo voto de ser casta de alma e corpo. Para cumpri-lo, quero que me ajudeis, e no mais, serei vossa fiel serva”.

Repleto de júbilo pelas palavras de sua Esposa, o castíssimo São José lhe respondeu: “Quero que saibais, Senhora, que aos doze anos, também eu fiz promessa de servir ao Altíssimo em castidade perpétua. Confirmo-a agora e prometo ajudar-vos quanto estiver em minhas forças para que, em toda pureza o ameis e sirvais. Serei vosso fidelíssimo servo e guarda”.

Sobre estes divinos alicerces – ou seja, virgindade ilibada, oração, humildade, concórdia – fundou-se o lar e a união da santíssima Virgem Maria e do castíssimo São José.

Assim foram sendo preparados para o mistério da Encarnação do Verbo, missão para a qual Deus os havia destinado.

(Fonte: “Mística Cidade de Deus” – Volume II)

O nome de Maria vem do céu

30, março, 2011 8 comentários

O sublime nome de Maria não foi encontrado na terra, nem inventado pelo entendimento ou arbítrio dos homens, como se dá com os outros nomes. Veio de Deus e foi-lhe imposto por ordem divina, como o atestam São Jerônimo, São Epifânio, Santo Antonio e outros. Diz Ricardo de São Lourenço:

A Santíssima Trindade vos conferiu este nome, ó Maria, que é superior a todo o nome, depois do nome do Vosso Filho; ela enriqueceu-o de tanto poder e majestade, que ao proferi-lo quer que se dobrem os joelhos os que estão nos céu, na terra e no inferno. Vários privilégios outorgou o Senhor ao nome de Maria. Consideremos apenas um entre todos os demais: quanto Deus o fez suave na vida e na morte aos servos dessa Santíssima Senhora.

Extraído do livro: “Glórias de Maria” de S. Afonso de Ligório

Maria: Mãe de Jesus, da Igreja e nossa Mãe

4, fevereiro, 2011 14 comentários

Quando se reflete sobre o significado da palavra MARIA, por diversas formas pode-se entendê-la: a Mãe do Deus feito Homem – Jesus Cristo, Mãe da Igreja ou ainda mãe dos batizados em Cristo Jesus.

Pode-se ainda vê-la de outras formas: é a cheia de graça (Lc 1,28); a bendita entre as mulheres (Lc 1,42); mãe do Messias, Servo Sofredor (Jo 19,25-27); ou ainda a Serva do Senhor (Lc 1,47-53).

Maria,  Mãe de Deus

Lê-se em São Lucas, 1, 41-42: “Aconteceu que, mal Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou em seu ventre; e Isabel ficou cheia do Espírito Santo; e exclamou em voz alta, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre!”

Por que Santa Isabel saudou a Virgem Maria com tanto entusiasmo? É que o Espírito lhe abriu  sua mente para perceber o mistério que Maria escondia, que a fez efetivamente a bendita entre todas as mulheres da terra.

Maria Santíssima é o centro dos desígnios da Providência. Por ela passam todos os caminhos que levam a Deus. Com efeito, nela se encontram as Pessoas divinas que foram enviadas pelo Pai, o Filho e o Espírito Santo. O Espírito Divino pousa sobre ela e nela habita definitivamente. Estabelece-se uma relação única entre o Espírito Santo e Maria Santíssima. Ela é assumida e elevada à altura da divindade. Por esta razão São Lucas diz: “E, por isso mesmo, o Santo que há de nascer de ti, será chamado Filho de Deus” (1,35). Maria Imaculada é, portanto, o templo vivo da Santíssima Trindade.

De Maria Santíssima nasce o Filho de Deus encarnado. Dignidade maior não existe. Santa Isabel tem razão no seu júbilo: Maria é bendita entre todas as mulheres do universo.
Qual o papel de Maria Santíssima na historia da humanidade? O próprio Nosso Senhor Jesus Cristo, na cruz, a colocou como colaboradora íntima na salvação de cada um dos homens. São João diz (19,26-27): “Jesus, pois, tendo visto sua Mãe, Maria, e discípulo que ele amava, o qual estava presente, disse a sua Mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua Mãe. E, desta hora por diante, a levou o discípulo para sua casa”. Ela sempre vivia em união com seu Filho, acompanhava-o passo a passo, associando-se a Ele, amando sempre aqueles que Ele amava. Em Jo 2,5 está explicitado todo o serviço que Maria presta aos homens e que consiste em abri-los ao Evangelho de Cristo e convidá-los a obedecer-lhe: “Fazei tudo o que ele vos disser”.

“Deus se fez carne por meio de Maria, começou a fazer parte de um povo, constituiu centro da história. Maria é o ponto de união entre o céu e a terra. Sem Maria Santíssima desfigura-se o Evangelho, transforma-o em ideologia e em racionalismo espiritualista”, ou seja em alegoria.(Cf. Puebla 301)

Maria a Mãe da Igreja …e nossa Mãe

A Santa Igreja é o Corpo místico de Cristo. Então, quando o Espírito Santo cobriu com sua sombra a Maria Imaculada, Ela começou a ser também a Mãe da Igreja, por ser a Mãe de Cristo. Pode-se ademais dizer que é Mãe da Igreja porque no momento que a Igreja nasceu do coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, Ela colaborou com o seu amor, sofreu e se sacrificou com o seu Filho para a redenção do mundo. Dessa forma, cada um que, pelo batismo, se torna membro da Igreja é também filho de Nossa Senhora. Ela é, pois, nossa Mãe Santíssima, e intercede sem cessar por nós junto a seu Filho Jesus.

Por tudo isso é que ao refletirmos sobre  a Igreja, sua origem, sua missão e seu destino, voltamos o olhar para Maria Santíssima e contemplamos nela como será o futuro que nos aguarda na “pátria celeste” e na comunhão de todos os santos.

(Excerto de http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com)