Os três espelhos
Uma menina de bons sentimentos, mas um pouco vaidosa, do colégio, onde era educada, escreveu à mãe, pedindo-lhe que lhe mandasse um espelho. A mãe lhe respondeu que em vez de um, mandar-lhe-ia três. Chegaram de fato três embrulhos. A menina abre o primeiro, e ali encontra um verdadeiro espelho, com a inscrição:
- Eis o que és.
Abre o segundo e lhe aparece a figura de uma caveira, com as palavras: – Eis o que serás:
Abre o terceiro, e ali vê uma imagem de Maria Imaculada, e a advertência:
- Eis o que deves ser.
A mocinha compreendeu qual era o desejo da mãe: beijou aquele espelho e se propôs querer para o futuro imitar as virtudes de Maria Santíssima, pretendendo-a como modelo.
Assim deveríamos fazer nós: ter em tudo por modelo Maria Santíssima.
Então, sim, poderíamos dizer que possuímos a verdadeira devoção a ela: a devoção que nos salvará, pois é esta a sentença do Abade Guerrico (que é o eco das divinas Escrituras, do ensinamento da Igreja e das doutrinas dos Santos Padres): “Qui virgini farnulatur securus est de Paradiso: Quem serve à Virgem, a essa Rainha tão poderosa, a essa Mãe tão boa, está seguro do Paraíso.
(A PALAVRA DE DEUS EM EXEMPLOS – G. Mortarino J.C. – Edições Paulinas, SP – 1ª. edição, 1961, pp. 386 – 387).
N.B.: Se tivéssemos muitas mães como aquela do exemplo acima, o mundo seria certamente outro.
As Irmãzinhas dos Idosos abandonados em Chissano (Moçambique) receberam em sua casa esta semana uma moça africana de 25 anos de idade Olivia, que apesar de não ter sido batizada quando criança e não ter nenhuma perna, engatinhava quatro quilômetros todos os domingos para assistir a Missa.

