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Textos com Etiquetas ‘devoção mariana’

A devoção especial de Anchieta

22, agosto, 2010 2 comentários

Padre José de Anchieta

A devoção mariana é muito cara à Companhia de Jesus.  O próprio Santo Inácio experimentou durante seu trabalho apostólico a presença confortadora da Mãe de Deus a seu lado. E registrou essa presença dando um particular destaque à Nossa Senhora em seus Exercícios Espirituais.

O Bem-aventurado José de Anchieta, como bom jesuíta que era, também tinha essa especial devoção à Mãe de Deus.  Devoção que se traduz não somente no exercício de seu apostolado, mas que aparece em sua obra literária de forma marcante.  Prisioneiro dos índios tamoios enquanto se negociava a paz entre portugueses e aqueles, o Beato Anchieta escreve nas areias da praia de Iperoig (atual Ubatuba) o Poema da Virgem, um épico espetacular onde não só louva a Virgem Maria, mas fala também do sofrimento da Mãe de Deus, aproximando-A de seu próprio sofrimento.

O companheiro de Jesus é também companheiro de Sua Mãe, a quem chama a seguir junto consigo o seu caminho – tortuoso e longo nessas terras novas que começavam a constituir-se nação.

Que o Bem-aventurado Anchieta nos ajude a alimentar nossa devoção mariana, certos de que, se a Mãe de Deus escolheu o Brasil para dele fazer-se padroeira, é porque quer nos dar a graça de Sua presença entre nós e conosco quer fazer sua morada.

Fonte: Amai-vos (com adaptações)

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A “água milagrosa” de Lourdes

22, julho, 2010 3 comentários


 

Manancial de Lourdes, dentro da Gruta
Manancial de Lourdes, dentro da Gruta

Incontáveis multidões de fiéis vão a Lourdes a venerar à Santíssima Virgem, no local das Suas aparições à Santa Bernadete Soubirous.

E, obedecendo ao pedido da Mãe de Deus, essas multidões de fiéis bebem e lavam-se com a água da gruta das aparições.

Significado da água milagrosa


 

Fiéis levam para casa água que jorra das fontes. Uns se lavam no local
Fiéis levam para casa água que jorra das fontes. Uns se lavam no local

Já desde os tempos das aparições, a água da fonte de Lourdes foi tida como “milagrosa”. E, no mesmo sentido em que numerosas imagens de Nosso Senhor, de nossa Senhora e de incontáveis Santos são tidas por “imagens milagrosas”. Do mesmo modo que, também a justo título, numerosas relíquias são chamadas “relíquias milagrosas”.

Assim são incontáveis os brasileiros que, em sã consciência, tem a Nossa Senhora Aparecida em conta de imagem milagrosa. Assim, a Ela se dirigem em romarías para solicitar a cura das suas doenças, a solução para seus problemas mais delicados, a paz e o conforto de alma para suas aflições espirituais.

No mesmo sentido, tem-se difundido aos milhões no mundo a “Medalha milagrosa”, indicada por Nossa Senhora nas Suas aparições na Rue du Bac à Santa Catarina Labouré.

Com expressões como “água milagrosa”, “imagem milagrosa”, etc., gerações e gerações de fiéis, na sua simplicidade, não entendem outra coisa senão o que a Santa Igreja ensina em matéria de milagres.

Fato confirmado pela avidez e entusiasmo com que os fiéis adquirem as publicações com a reta doutrina sobre os milagres, e pela pacífica e irrestrita aceitação do ensinamento da Igreja a respeito.

O ensinamento esclarecedor de São Tomás de Aquino

São Tomas de AquinoComo ensina Santo Tomás de Aquino, o milagre propriamente dito, não é produzido pela imagem milagrosa ou pela relíquia milagrosa, nem mesmo pelo Santo em vida. Nestes casos, o milagre é obra do próprio Deus que se serve instrumentalmente das imagens, relíquias ou do Santo em pessoa, para obrar Suas maravilhas.

Tanto nas imagens quanto nas relíquias, e mesmo ainda no Santo, não há uma virtude própria e intrínseca pela qual se operam os milagres. (Cfr. Suma Teológica, II-II, q.178, 1c ad 1 et ad.5; I, q. 117, 3 ad 1; II-II, q. 178, 1 ad 1).

Foi sempre assim que os católicos do orbe inteiro entenderam o valor da água de Lourdes, quando a denominavam, cheios de Fé, simplesmente “água milagrosa”.

E o mesmo se poderia dizer do modo pelo qual os católicos se referem a imagens e relíquias milagrosas. Embora tenham elas sido assim qualificadas pelos fiéis desde sempre, nem por isso foram estes advertidos de as estarem transformando em objetos mágicos ou talismânicos.

E ainda poder-se-ia perguntar: a Igreja teria se enganado durante quase dois mil anos à respeito do culto prestado às imagens e objetos milagrosos, alimentando a superstição e a crendice de raízes pagãs. Então, o que restaria do culto e da liturgia católicas?

Santo Tomás de Aquino ensina que, falando com propriedade, a Fé não opera milagres por si, mas obra como uma virtude que dispõe bem a pessoa a recebê-lo. E junto com a Fé cooperam a abstinência e a continência (Suma Teológica, II-II, q. 178, 1c ad 5.). Por conseguinte, a Fé não é causa nem condição necessária para o milagre.

Isto pode ver-se nos casos de milagres recebidos por ateus ou pagãos, em ordem à sua conversão, ou para afastá-los de fazer mal à Igreja.


Fonte: Lourdes e suas aparições

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Mensagem de Fátima – Orações

18, julho, 2010 6 comentários

DSC_0115Orações do Anjo

“Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam”.

“Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-vos profundamente e ofereço-vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, pevo-Vos a conversão dos pobres pecadores”.

Oração de Nossa Senhora

A vidente Lúcia (Irmã Lúcia) conta na 4.ª Memória (livro da autoria da Irmã Lúcia) que Nossa Senhora em 13 de Julho de 1917 recomendou:

“Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria!”

Na mesma aparição, Nossa Senhora acrescentou:

“Quando rezais o terço, dizei depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno; levai as almas todas para o Céu, principalmente as que mais precisarem”.

Consagração a Nossa SenhoraDSC03157

Ó Senhora minha, ó minha Mãe, eu me ofereço todo(a) a Vós, e em prova da minha devoção para convosco, Vos consagro neste dia e para sempre, os meus olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração e inteiramente todo o meu ser.

E porque assim sou Vosso(a), ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como propriedade vossa.

Lembrai-Vos que Vos pertenço, terna Mãe, Senhora Nossa.

Ah, guardai-me e defendei-me como coisa própria Vossa.

Consagração ao Coração Imaculado de Maria

Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, ao Vosso Coração Imaculado nos consagramos, em acto de entrega total ao Senhor. Por Vós seremos levados a Cristo. Por Ele e com Ele seremos levados ao Pai. Caminharemos à luz da fé e faremos tudo para que o mundo creia que Jesus Cristo é o Enviado do Pai. Com Ele queremos levar o Amor e a Salvação até aos confins do mundo. Sob a protecção do Vosso Coração Imaculado seremos um só povo com Cristo. Seremos testemunhas da Sua ressurreição. Por Ele seremos levados ao Pai, para glória da Santíssima Trindade, a Quem adoramos, louvamos e bendizemos. Amen.

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Nossa Senhora do Rosário de São Nicolás na Argentina

16, julho, 2010 Sem comentários

“Santa Maria, nossa Mãe, em cada mistério do Rosário, nós nos oferecemos ao Salvador.

Viemos até vós desamparados. Rejubilamo-nos que, da cruz o Senhor vos confiou a missão de nos aproximar Dele e de Sua Igreja através da conversão e penitência. Encorajados pela confiança que vós nos inspirais, colocamos entre vossas mãos maternas nossas preocupações e os nossos medos.

No entanto, nós queremos imitar a vossa fidelidade a Deus, aceitando com humildade e amor todas as provas.

Nossa Senhora do Rosário de San Nicolás! com vossa presença renovai nossas vidas, aliviai a carga do nossos sofrimentos e nossas doenças, apoiai a nossa docilidade à graça e fortaleçei o nosso amor pelos outros, e nos fazei tornar testemunhas do amor do Pai, que não hesita por vós, a doar-nos a Jesus.” Amém

Fonte: Gloria TV

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Coragem e desprendimento de Nossa Senhora

12, julho, 2010 2 comentários

A autêntica nobreza de alma comporta dois impor­tantes traços, que se manifestam na coragem e no desprendimento. Na alma santíssima de Nossa Se­nhora ambas características resplandeceram de modo incomparável.

Nosso Senhor Jesus Cristo viveu trinta anos com sua Mãe amantíssima e o castíssimo São José. Este Lhe servia admiravelmente de pai. Nosso Divino Redentor consagrou três anos à sua atuação pública, ao cabo dos quais Nossa Senhora, que tinha perfeito conhecimento das Es­crituras, sabia que Ele haveria de morrer cru­cificado.

Também ao longo desses três anos, Nossa Senhora acompanhou passo a passo — pes­soalmente ou em espíri­to — seu Divino Filho.

Após o falecimento de São José, Ela viu que a glória de seu Filho maravilhava e encanta­va as multidões, no pri­meiro ano de seu apos­tolado junto aos judeus.

Isso, muito naturalmente, Lhe causava grande alegria, mais ainda por Ele ser Deus do que pelo fato de ser seu Filho.

No segundo ano, começou Ela a notar os ódios e as intrigas articuladas contra Nosso Senhor pelos sacerdo­tes do Templo, escribas e fariseus. E compreendeu bem que, em meio a toda aquela conspiração, se preparava o momento em que uma tempestade haveria de desabar sobre seu Divino Filho, levando-O à morte.

Maria Santíssima, com total desprendimento, consi­derava a aproximação da hora em que Ela deveria, uma vez mais, renunciar ao maior tesouro que jamais foi dado a uma criatura possuir: o próprio Homem-Deus.

Ela concordou plenamente com que seu Filho cumprisse até o fim sua missão sendo morto como vítima expiatória pelos pecados dos homens. E ado­rando-O como ninguém, entregou-O nas mãos da justiça divina com coragem e desprendimento.

Fonte: Artigos do Professor Plinio Corrêa de Oliveira. Revista Catolicismo, julho de 1992.


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Doze Notáveis Privilégios de Maria Santíssima

7, julho, 2010 1 comentário

DSC03192Um dos temas que mais atrai a ira dos protestantes é a devoção devida a Nossa Senhora. Incompreensões e calúnias de todo gênero circulam a esse propósito.

Discutindo com protestantes, acabei constatando que, na raiz dessa posição, está sempre presente o orgulho. E este vício manifesta-se num ponto fundamental: o igualitarismo. Para uma pessoa orgulhosa, tudo aquilo que o outro possui, e ele não, é considerado um rebaixamento. Segundo tal mentalidade, para se evitar isso dever-se-iam suprimir todas as desigualdades. Aceitar-se-ia, quando muito, Deus como único ser diferente, mas nada de santos e criaturas privilegiadas.

Essa é uma mentalidade anti-católica. Para uma pessoa de mentalidade católica, o fato de outro possuir algo que ela não tem não representa uma afronta, não constitui uma agressão. Mas, pelo contrário, sentimo-nos felizes reconhecendo e amando a hierarquia estabelecida por Deus.

Arquitetonia da criação

Isto dito, compreende-se que um católico, quanto mais conheça privilégios de Nossa Senhora, sinta-se especialmente comprazido. E realmente Deus Nosso Senhor A cumulou com uma série de privilégios altíssimos. O que é perfeitamente arquitetônico no plano da criação.

A Virgem Menina rezando - Francisco de Zurbarán (Séc. XVII), Museu Ermitage, São Petersburgo (Rússia)
A Virgem Menina rezando – Francisco de Zurbarán (Séc. XVII), Museu Ermitage, São Petersburgo (Rússia)

O primeiro privilégio, do qual decorrem muitos outros, é a Imaculada Conceição, mediante a qual Nossa Senhora foi preservada do pecado original. Convinha que a Mãe de Deus fosse isenta de qualquer mancha de pecado.

Desse privilégio decorre a ausência da inclinação para praticar o mal. A Mãe de Deus não experimentava nenhuma das más inclinações que podem levar ao pecado, e, graças à sua fidelidade, não cometeu jamais a mínima imperfeição.

Igualmente — e este é o terceiro privilégio — Nossa Senhora teve um parto miraculoso e sem dor. Quando Adão e Eva pecaram, Deus disse a Eva: “Darás à luz com dor os filhos” (Gen 3,16). Sendo Nossa Senhora isenta do pecado original, compreende-se que o parto d´Ela não pagasse tributo à dor. O que é explicável, pois não convinha que a vinda do Salvador — alegria do Universo — ocorresse em meio à dor, mas sim numa atmosfera de júbilo.

Um quarto privilégio foi sua santa morte. A morte é fruto do pecado original. Disse Deus a Adão: “Tu és pó e em pó te hás de tornar” (Gen 3,19). Como a Virgem Santíssima foi concebida sem pecado original, não havia razão para Ela morrer. Poderia ir diretamente para o Céu, sem passar pela morte. Entretanto, Nossa Senhora desejou não ficar isenta dessa provação, pela qual até seu Divino Filho tinha passado. Por isso faleceu, mas de morte tão suave que, na linguagem católica, fala-se em Dormição da Beatíssima Virgem Maria. Sua morte não foi causada por doença ou velhice. Dominava-a tal amor de Deus, que Ela morreu mais propriamente devido a esse amor.


Um quinto privilégio: Seu corpo não se corrompeu no túmulo. A perda da vida acarreta a destruição da matéria, mas no caso d´Ela a morte não teve poder sobre a matéria. Nada se alterou, nada se perdeu. Por isso sua morte é comparada ao sono, à Dormição.

Obra-prima da criação

Um sexto privilégio é a plenitude das graças recebidas. Deus é grandioso, generoso, porquanto cria sem nenhuma necessidade de criar, fazendo-o porque assim o quer. E, ao criar, Deus decidiu que ao menos uma mera criatura recebesse tudo o que é possível a um ente criado receber. Assim, recebeu Ela já no primeiro instante de seu ser todas as graças possíveis.

Então manifesta-se um sétimo privilégio. Em tese, seria possível Ela a receber e rejeitar. Mas Nossa Senhora foi inteiramente fiel à graça, que A preservou de toda imperfeição.

Um oitavo privilégio foi a maternidade divina. Deus é a Sabedoria, e tudo o que faz decorre de uma razão altíssima. Qual seria o sentido de existir uma criatura a mais perfeita possível, isenta do pecado original e cheia de graça, e não lhe tocar uma vocação superior? Seria como uma obra de arte que não fosse exposta ao público e permanecesse fechada num cofre. Nossa Senhora é a obra-prima da criação, sendo lógico, portanto, que recebesse uma vocação proporcional à sua especialíssima situação. E que vocação pode haver mais alta do que a de ser Mãe de Deus?

Maternidade e virgindade

Tratemos de um nono privilégio. Deus quis que sua Mãe fosse Virgem. Por quê? Não é regra comum da vida que maternidade e virgindade sejam incompatíveis?sra das dores A virgindade não é apenas algo físico, mas corresponde também a um estado de alma. Quis Deus que as mães votem um amor especial, do ponto de vista natural, pelos seres que geraram. Mas para Nossa Senhora Ele almejava mais. Ela devia ser dotada de todo o amor possível de Mãe, mas concomitantemente, de todo desapego das coisas do mundo que a virgindade produz nas almas. E Nossa Senhora, a mais perfeita das mães, devia ter alma de Virgem, a fim de fazer o mais perfeito sacrifício possível e praticar o supremo desapego: entregar seu próprio Filho para ser imolado, com vistas a redimir nossos pecados.

Um décimo privilégio de Nossa Senhora: sua Assunção aos céus, em corpo e alma. Compreende-se igualmente que, segundo o plano divino, um ser tão perfeito deveria receber um prêmio perfeito. Em contraste com os outros seres mortais, Ela está no Céu em corpo e alma.

Dispensadora das graças

Tendo-a chamado a Si, de forma tão privilegiada, compreende-se que Deus A tenha coroado como Rainha do Céu e da Terra. Este é o décimo primeiro privilégio.

Finalmente, o décimo segundo: a onipotência que Jesus Cristo lhe concedeu, estabelecendo-a como dispensadora de todas as graças. Tal privilégio, altíssimo sem dúvida alguma, é também um extraordinário prêmio para todos nós. Afinal, quem se beneficia dele? Nossa Senhora recebe todas as graças para as distribuir aos outros. Ela é a dispensadora, Aquela que entrega.

Voltamos ao início do artigo. Poderia alguém, com espírito de fé, lamentar tais privilégios? Posso eu sentir-me diminuído pelo fato de ser Ela a dispensadora de todas as graças? Como não ficar jubiloso ao saber que tão perfeita Mãe dispõe do poder de espargir entre seus filhos as graças divinas? Peçamos então o poderoso auxílio d’Ela. E rezemos pela conversão daqueles a quem o orgulho cega, não querendo entender a beleza de uma Mãe tão cheia de privilégios, que a todos eleva.

Fonte: Lepanto

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Maria cuida de cada um de nós

29, junho, 2010 3 comentários

68_Sacred Image_082709São Boaventura anima os pecadores nestes termos: Que deves fazer, se por causa de teus pecados temes a vingança de Deus? Vai, recorre a Maria, que é a esperança dos pecadores. Estás, porém, receoso de que ela não queira tomar tua defesa? Pois então fica sabendo que é impossível uma tal repulsa; pois o próprio Deus encarregou-a de ser o refúgio dos pecadores.

É lícito a um pecador desesperar de sua salvação, quando a própria Mãe do Juiz se lhe oferece por mãe e advogada? Pergunta a Abade Adão de Perseigne. E continua: Vós, ó Maria, que sois Mãe de Misericórdia, recusaríeis interceder junto ao vosso Filho que é Juiz, por um filho vosso que é pecador? Em favor de uma alma recusaríeis falar ao Redentor , que morreu na cruz para salvar os pecadores? Não; não podeis fazê-lo; pelo contrário, de coração vos empenhais por todos os que vos invocam.

Pois sabeis perfeitamente que aquele Senhor, que constituiu vosso Filho medianeiro de paz entre Deus e o homem, também vos constituiu a vós medianeira entre o juiz e o réu. Agradece, portanto, ao Senhor que te deu uma tão grande medianeira, exorta são Bernardo. Por manchado de crimes, por envelhecido que sejas na iniqüidade, não percas a confiança, ó pecador.

Dá graças ao Senhor que em sua nímia misericórdia não só te deu o Filho por advogado, senão também para aumento de tua confiança te concedeu essa grande medianeira, cujos rogos tudo alcançam. Recorre, pois, a Maria e serás salvo.

Extraído do livro: Glórias de Maria – São Afonso de Ligório

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História da invocação de Nossa Senhora do Pilar

27, junho, 2010 1 comentário

Documentos históricos mencionam que Maria apareceu aos discípulos de Jesus quando ainda estava viva; e afirmam que a Virgem apareceu também aos primeiros cristãos da Espanha para apoiá-los em suas dificuldades.

Assista o vídeo e saiba mais sobre a invocação de Nossa Senhora do Pilar.


Fonte: Gloria TV

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