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Textos com Etiquetas ‘catolicismo’

Tema escolhido: Por que os Católicos rezam pelos mortos?

22, fevereiro, 2011 5 comentários

Você pediu e aqui está o tema escolhido desta semana: Por que os católicos rezam pelos mortos? Esperamos que o texto abaixo seja esclarecedor. Compartilhe-o com seus amigos através das redes sociais.

Não deixe também de visitar o Oratório da Medalha Milagrosa e rezar pela salvação de seus entes queridos.

Porque a Sagrada Escritura ensina que é santo e salutar o pensamento e a prática de rezar pelos mortos. Por isso nos apresenta São Paulo recomendando essa salutar prática.

De fato, no 2º Livro dos Macabeus, capítulo 12, vers. 43 a 46, está dito: “(Judas Macabeu) tendo feito uma coleta mandou doze mil dracmas de prata a Jerusalém para serem oferecidas em sacrifícios pelos pecados dos mortos, sentindo bem e religiosamente a ressurreição porque, se ele não esperasse que os que tinham sido mortos, haviam um dia de ressuscitar, teria por uma coisa supérflua e vã orar pelos defuntos; e porque ele considerava que aos que tinham falecido na piedade estava reservada uma grandíssima misericórdia. É, POIS, UM SANTO E SALUTAR PENSAMENTO ORAR PELOS MORTOS, para que sejam livres dos seus pecados”.

Este texto do Antigo Testamento tem confirmação em vários outros do Novo Testamento. Vejamos:

São Paulo, na 2ª Epístola a Timóteo, cap. 1, vers. 18, roga a Deus pelo amigo Onesíforo: “Que o Senhor lhe conceda a graça de obter misericórdia do Senhor naquele dia”.

Onesíforo já era morto, porque nestes textos (vers. 15 a 18 do cap. 1º, com o vers. 19 do cap. 4º desta mesma Epís), S. Paulo se refere nominalmente a outras pessoas, e quando seria o caso de nomear Onesíforo, seu grande amigo e benfeitor, ele não o faz, mas só se refere “à casa” e “à família de Onesíforo”. Daí se conclui que ele não era mais do número dos vivos. E S. Paulo reza por ele, pedindo ao Senhor misericórdia.

Portanto, nós, católicos, rezamos pelos mortos, porque, de acordo com a Sagrada Escritura e a Tradição – bem como ensinam os grandes teólogos – cremos na existência do Purgatório.

Que se entende por Purgatório?

Purgatório é o lugar de purificação em que as almas dos justos, que não se santificaram suficientemente neste mundo, hão de completar a sua purificação, “por intervenção do fogo”, para serem admitidas no Céu, “onde nada de impuro entrará”. (Apocalipse 21,27) É, pois, o lugar em que as almas dos que morrem na amizade de Deus, isto é, em estado de graça – mas com alguma dívida por culpas leves, ou por culpas graves já perdoadas sem a devida expiação – se purificam inteiramente para entrar no Céu, a visão e posse de Deus. Ali gozarão para sempre da sua perfeita felicidade na glória celeste. Por enquanto, só a alma. E depois da ressurreição da carne, unida ao próprio corpo.

A Sagrada Escritura fala deste lugar de purificação? Sim:

1) Ela fala, na 1ª Epístola de São Paulo aos Coríntios cap. 3, vers. 13 e 15, de um fogo misterioso que salva: “Manifestar-se-á a obra de cada um. O dia do (julgamento) demonstrá-lo-á. Será revelado pelo fogo, e o fogo provará o que vale o trabalho de cada um”. “Se a obra de alguém se extinguir, sofrerá a perda. Ele mesmo, porém, será salvo, mas passando de qualquer maneira através do fogo”.

2) Fala também de um perdão na outra vida. O próprio Nosso Senhor Jesus Cristo afirmou, no Evangelho de São Mateus cap. 12 vers. 32: “Todo o que tiver falado contra o Filho do homem, será perdoado. Se porém, falar contra o Espírito Santo não alcançará perdão nem neste mundo, nem no que há de vir.”

Vê-se, pois, que Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensina que há pecados que serão perdoados também no outro mundo, isto é, após a morte.

3) A Sagrada Escritura fala também de uma prisão temporária na “outra vida”. São Mateus cap. 5, vers.25-26, exorta a reconciliação com os irmãos nesta vida para que “não suceda que o adversário te entregue ao juiz e o juiz te entregue ao seu ministro, e sejas posto em prisão. Em verdade te digo: dali não sairás antes de teres pago o último centavo.”

É evidente que esta prisão é temporária, um lugar de perdão na outra vida, através de um fogo que purifica e salva, e de onde se sairá depois de pagar o último ceitil. Não pode ser o Céu, “onde nada de impuro entrará” (Apocalipse 21,27). E nem o inferno, “onde não há redenção” e onde o fogo é eterno. (Mt. 25,41)

Só resta concluir que esses textos se refiram a um lugar intermediário, transitório e de expiação, que a Igreja, com toda a propriedade, chama de Purgatório.

O Purgatório é, portanto, um lugar de purificação que Deus, em sua Sabedoria e Bondade infinitas, criou por um ato de sua misericórdia. Estão, pois, em erro os que só admitem a existência do Céu e do Inferno, e por isso não rezam pelos mortos.

Podemos e devemos, pois, fazer orações e oferecer sacrifícios pelos mortos em geral. Devemos rezar por todas as almas, porque não sabemos com certeza, quais estejam realmente precisando, e em condições de receber o mérito impetratório das nossas orações e sacrifícios oferecidos a Deus por elas. Em qualquer hipótese, estas orações e sacrifícios, não ficarão sem efeito. Sobretudo as Santas Missas que fizermos celebrar por elas, pois Deus fará a sua aplicação às almas que mais estiverem precisando.

Fonte: Catequisar


O homem que recusou 1 milhão de dólares para não pecar

26, maio, 2010 11 comentários

Neal McDonoughSim, isso mesmo, um homem preferiu renunciar a 1 milhão de dólares do que pecar contra a castidade matrimonial. Não se trata aqui de alguma fábula de La Fontaine, nem mesmo de um fato ocorrido na Idade Média.

Estou falando do ator de cinema Neal McDonough que, para não contrariar seus princípios católicos, se recusou a gravar uma cena de sexo explícito e foi despedido da série televisiva Scoundrels, produzido pela ABC.

O cachê que ele receberia, seria somente de 1 milhão de dólares.

E não pensem que esse foi um fato isolado na carreira do ator. Ele já é reincidente na matéria. Em outras duas séries (Desperate Housewives e Boombtown) houve a mesma recusa de McDonough a fazer cenas imorais.

Fonte: Sou conservador sim, e daí?

Lição para nossas vidas – Fale apenas sobre o que você entende

4, maio, 2010 3 comentários

Num trem. Um advogado, vendo um sacerdote rezando o breviário, começou a dizer mal da religião; eram tantos os absurdos quantas as palavras. Um camponês, depois de o ter ouvido, perguntou-lhe quem era.

– Um advogado para o servir, respondeu o outro.

– Bem, respondeu o camponês, o senhor estudou teologia? Leu as obras dos doutores da Igreja? Estudou ao menos as obras catequéticas?…

– Não leio essas obras, desprezo-as; e, quanto ao catecismo, que não estudei, não consinto que os meus filhos o estudaria.

Então o camponês, pondo-se em pé e voltando-se para os companheiros de viagem, fez este sermãozinho: Meus senhores, este terá talvez aprendido bem o Código, mas de religião não aprendeu coisa nenhuma; e, no entanto, sentencia como um doutor: é um ignorante que se arvora em mestre. Antes de ensinar, é preciso aprender. Fale de leis, senhor. advogado, não fale de religião.

Extraído do: Novo Manual do Catequista – (Ou explicação do Catecismo da Doutrina Cristã, publicado por ordem de São Pio X)

Congresso Católico trata da presença da Igreja no mundo digital

24, abril, 2010 Sem comentários

Palavras como Facebook, twitter, blog, orkut já não são tão estranhas ao nosso ouvido na atualidade. Com o desenvolvimento e a democratização da internet, essas ferramentas chamadas mídias sociais ganham novos adeptos a todo instante.

É preciso estar atento para tantas mudanças, principalmente a Santa Igreja e seus adeptos, para fazer deste meio de comunicação um canal de evangelização eficaz.

Dessa forma, a Igreja na Itália organizou um Congresso intitulado “Testemunhas digitais. Faces e linguagens na era midiática”, que se realiza em Roma, sendo hoje o último dia.

Assita o vídeo abaixo e saiba mais sobre o assunto:


Fonte: Gloria TV

Exemplo de fé: Jovem mulher africana engatinha 4 km para assistir a missa de domingo

22, abril, 2010 6 comentários

OliviaAs Irmãzinhas dos Idosos abandonados em Chissano (Moçambique) receberam em sua casa esta semana uma moça africana de 25 anos de idade Olivia, que apesar de não ter sido batizada quando criança e não ter nenhuma perna, engatinhava  quatro quilômetros todos os domingos para assistir a Missa.

Segundo a agência de notícias AVAN, as irmãs disseram que um dia viram “algo se movendo no chão ao longe”, e quando se aproximaram viram “para nossa surpresa, que era uma jovem mulher.”

“Nós fomos capazes de falar com ela através de uma senhora que estava andando e que traduziu para o português o que ela estava nos dizendo em seu dialeto”, disseram.

As irmãs disseram que, embora “a areia da estrada queimavam as palmas de suas mãos durante os horários mais quentes do ano”, a jovem mulher rastejava à missa, “dando testemunho de perseverança e de fé heróica.”

A jovem recebeu a preparação para o batismo de um catequista que periodicamente visitava a casa das irmãs. Depois que ela foi batizada, um dos benfeitores das irmãs doou uma cadeira de rodas para a Olivia.

Fonte: CNA

Catecismo anti-aborto, instrumento católico de luta ideológica

18, abril, 2010 1 comentário


Pe. David Francisquini

Pe. David Francisquini

Com a finalidade de solidificar nos fiéis a convicção e a argumentação contra o aborto, o Revmo. Pe. David Francisquini lançou uma obra no formato de perguntas e respostas, que vem tendo excelente acolhida.


No momento em que os abortistas revelam seu vulto ameaçador, com o objetivo de implantar o aborto sem limites no Brasil, alguns se perguntam: Por que tanta radicalidade? Será mesmo pelas alegadas questões de “saúde pública”? Como explicar que haja tanta coincidência de características nos movimentos a favor da morte de inocentes? Estarão esses movimentos ligados entre si, lutando em conjunto pelos mesmos objetivos desumanos?

Diante da inquietação de numerosos espíritos, Catolicismo entrevistou o Revmo. Padre David Francisquini, autor do recente livro CATECISMO CONTRA O ABORTO – Por que devo defender a vida humana (Artpress Indústria Gráfica e Editora Ltda., S. Paulo, 2009).

O autor exerce seu múnus sacerdotal em Cardoso Moreira (RJ), na Igreja do Imaculado Coração de Maria. É entusiasta do livro Revolução e Contra-Revolução, de Plinio Corrêa de Oliveira, e sempre propagou os ideais defendidos por esse líder e pensador católico. Seu fecundo apostolado sacerdotal vem se caracterizando pelo zelo em pregar os princípios perenes da autêntica doutrina católica.

Catolicismo: Por que V. Revma. escreveu o livro contra o aborto em forma de catecismo?

Pe. David Francisquini: Exercendo meu múnus sacerdotal numa cidade do interior do Estado do Rio de Janeiro, há tempos vinha pensando num trabalho de esclarecimento do grande público acerca do risco cada vez mais iminente da implantação do aborto no Brasil. Queria fazer algo para somar e multiplicar forças com outros tantos batalhadores antiabortistas. Como as idéias maléficas dos abortistas vão envenenando as consciências das pessoas, o bom antídoto terá de ser idéias verdadeiras e sãs. Portanto, com idéias apoiadas na fé, na razão e na ciência, devemos combater o aborto e suas causas.

Sempre em contacto com públicos muito numerosos por esse Brasil afora, pude perceber que a grande maioria do nosso povo é contrária ao aborto, o que é confirmado pelas pesquisas de opinião mais recentes. Contudo, diante da avalanche midiática dos abortistas, temo que esta mesma maioria veja abalada sua convicção por falta de argumentos lastreados numa base firme como a doutrina católica, a Lei natural e a própria ciência. E o catecismo é o sistema clássico do ensino elementar da doutrina católica, daí ter eu usado essa forma. Estou convicto de que o livro formulado em perguntas e respostas constitui instrumento de luta ideológica ideal nas mãos dos brasileiros que repudiam o aborto.

Catolicismo: Pedimos a V. Revma. que explique a nossos leitores por que o aborto constitui um pecado grave, segundo a doutrina católica.

Capa do livro

Capa do livro

Pe. David Francisquini: O aborto viola gravemente o 5º Mandamento da Lei de Deus: Não matarás. Por isso é considerado pecado mortal gravíssimo. Por que mortal? Porque ele “mata” a alma daquele que o praticou, isto é, priva-o da graça de Deus e o torna digno do inferno. Isso é doutrina mais que definida pela Igreja.

A propósito, tenho entre meus documentos uma declaração em que João Paulo II afirma sobre o aborto: “Com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus sucessores, em comunhão com os bispos [...], declaro que o aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, constituiu sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente [...]. Nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito, porque contrário à lei de Deus, inscrita no coração de cada homem, reconhecível pela própria razão e proclamada pela Igreja” (Encíclica Evangelium vitae, 25/03/1995, nº 63).

Catolicismo: Que punição a Igreja prescreve àqueles que praticarem o aborto?

Pe. David Francisquini: Como a sociedade civil, também a sociedade das almas tem as suas instruções muito claras, consubstanciadas no Código de Direito Canônico.No cânon 1398, pode-se ler: “Quem provoca o aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae”.

O significado disso é que o fiel que provoca o aborto, ou a ele se submete consciente e voluntariamente, está automaticamente fora da Igreja e excluído dos seus sacramentos, não sendo necessário para isso uma sentença específica da autoridade eclesiástica. Caso se arrependa e queira reconciliar-se com a Igreja, para obter a absolvição terá de recorrer ao bispo diocesano ou a algum sacerdote investido de poderes especiais.

Catolicismo: A palavra excomunhão causa arrepio a muitos, chegando mesmo a ser “excomungada” pela mídia anticatólica. Seria possível deixar bem claro esta questão para nossos leitores, já que V. Revma. acaba de citar um artigo do Código de Direito Canônico tratando da excomunhão?

Pe. David Francisquini: A excomunhão latae sententiae, isto é, automática, atinge todos aqueles que, com pleno conhecimento e deliberação, intervêm em processo que resulta num aborto. Exemplificando: o marido ou o pai da criança, que ameace a mulher obrigando-a a submeter-se a essa prática pecaminosa; o médico, a enfermeira ou a parteira; e ainda todos aqueles que concorrem para que o aborto seja levado a cabo.

Pode acontecer de a mãe não incorrer na pena de excomunhão. Por exemplo, caso ela se enquadre nas circunstâncias atenuantes do cânon1324, § 1, incisos 1º, 3º e 5º, a saber: Posse apenas parcial do uso da razão; forte ímpeto de paixão (não voluntariamente fomentada); ou coação por medo grave.

Aproveito para citar mais um documento papal, ainda de João Paulo II: “A responsabilidade cai ainda sobre os legisladores que promoveram ou aprovaram leis abortivas, sobre os administradores das estruturas clínicas onde se praticam os abortos, na medida em que sua execução deles dependa.

Uma responsabilidade geral, mas não menos grave, cabe a todos aqueles que favorecerem a difusão de uma mentalidade de permissivismo sexual e de menosprezo pela maternidade [...].

Não se pode subestimar, enfim, a vasta rede de cumplicidades, nela incluindo instituições internacionais, fundações e associações que se batem sistematicamente pela legalização e difusão do aborto no mundo”(encíclica Evangelium vitae, de 1995, nº 59).

Clique no cartão amarelo e vote contra o PNDH, que dentre outras aberrações, quer legalizar o aborto no Brasil

Clique no cartão amarelo e vote contra o PNDH, que dentre outras aberrações, quer legalizar o aborto no Brasil

Catolicismo: V. Revma. poderia explicar esta faceta da Santa Igreja, de tratar com tanto desvelo a vida de um nascituro, e ao mesmo tempo execrar com tanta severidade aos que atentam contra ela?

Pe. David Francisquini: Vou tentar responder com palavras da Sagrada Escritura. Com efeito, Deus disse ao Profeta Jeremias:“Antes que saísses do seio materno, Eu te consagrei” (Jer. 1,4). E o Profeta Isaías exclamou: “Yavé me chamou desde antes do meu nascimento, desde o seio de minha mãe me chamou por meu nome” (Is. 49,1).Ou seja,Deus conhece pelo nome cada homem que vem a este mundo, e lhe designa uma missão que só a ele cabe desempenhar na sociedade.

Como o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus, sendo o Criador perfeitíssimo, a cada homem cabe representar uma determinada perfeição divina, e nenhum outro o conseguirá como ele. Daí decorre que uma mãe, ao praticar o aborto, age como se apagasse uma estrela que nunca mais brilhará neste mundo.

continua…

Fonte: Revista Catolicismo

China devastada pelo furor da natureza precisa de nossas orações

17, abril, 2010 3 comentários

15-04-china-terremoto-620-400-afpO número de mortes causadas pelo terremoto de terça-feira (quarta, 14, em Brasília) na região montanhosa da província de Qinghai, na China, subiu para 760, segundo dados da agência de notícias estatal Xinhua.

Ainda segundo a agência, 243 pessoas estão desaparecidas e 11.477, feridas, das quais 1.174 em estado grave. A magnitude do pior tremor foi de 6.9 graus, segundo avaliação dos Estados Unidos, e de 7.1, segundo a agência geológica da China.

Sobreviventes atordoados vagavam pelas ruas empoeiradas da cidade de Jiegu, sede do governo de Yushu, onde equipes humanitárias estimaram que entre 70% e 90% das casas de madeira e barro desabaram.

“Não há nada para comer. Estamos apenas bebendo água”, disse Zhaxi Zuoma, 32, que está acampado com outras milhares de pessoas num campo rochoso. Eles pediram a um repórter que trouxesse comida no dia seguinte.

Fonte: Abril


Quanto sofrimento para o povo chinês. Cidades inteiras destruídas, falta alimento, roupa, energia elétrica. Falta-lhes o básico para uma sobrevivência, mas o principal: o povo chinês precisa de esperança e fé em Deus, precisam saber que o manto protetor de Nossa Senhora está ao alcance de toda humanidade e que Ela anseia cuidar de todos.

A Associação Devotos de Fátima faz celebrar toda semana uma Missa para seus membros, onde se ora em favor dos pedidos enviados por cada amigo que liga para o 0800 773 1119 (ou 4368-2253, caso esteja em São Paulo).

Ligue hoje e além de pedir em favor dos seus, deixe em suas intenções um clamor pelo povo chinês, que sofre com o regime socialista, além das catástrofes naturais.

Que Nossa Senhora e Seu Filho Jesus Cristo possam entrar nos corações dos chineses por meio dos missionários católicos e que estes, não sejam perseguidos e humilhados.

Não deixe de ligar para o 0800 773 1119 (ou 4368-2253, caso esteja em São Paulo) e participe deste ato de fé e devoção.

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