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Textos com Etiquetas ‘Aparições de Fátima’

Primeira Aparição de Nossa Senhora aos três pastorinhos: Lucia, Francisco e Jacinta.

22, janeiro, 2012 14 comentários

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No dia 13 de maio de 1917; Lúcia, Francisco e Jacinta estavam brincando num lugar chamado Cova da Iria.

De repente, observaram dois clarões como de relâmpagos, e em seguida viram, sobre a copa de uma pequena árvore chamada azinheira, uma Senhora de beleza incomparável.

Era uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, irradiando luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente.

Sua face, indescritivelmente bela, não era nem alegre e nem triste, mas séria, com ar de suave censura.

As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito, e voltadas para cima. Da sua mão direita pendia um Rosário. As vestes pareciam feitas somente de luz.

A túnica e o manto eram brancos com bordas douradas, que cobria a cabeça da Virgem Maria e lhe descia até os pés.

Lúcia jamais conseguiu descrever perfeitamente os traços dessa fisionomia tão brilhante. Com voz maternal e suave, Nossa Senhora tranqüiliza as três crianças, dizendo:

Nossa Senhora: “Não tenhais medo. Eu não vos farei mal.”

E Lúcia pergunta: “Donde é Vossemecê?”

Nossa Senhora: “Sou do Céu!”

Lúcia: “E que é que vossemecê me quer?

Nossa Senhora: “Vim para pedir que venhais aqui seis meses seguidos, sempre no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Em seguida, voltarei aqui ainda uma
sétima vez.”

Lúcia: “E eu também vou para o Céu?”

Nossa Senhora: “Sim, vais.”

Lúcia: “E a Jacinta?”

Nossa Senhora: “Também”

Lúcia: “E o Francisco?”

Nossa Senhora: “Também. Mas tem que rezar muitos terços”.

Nossa Senhora: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser
mandar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?”

Lúcia: “Sim, queremos”

Nossa Senhora: “Tereis muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”.

aparicao2Ao pronunciar estas últimas palavras, Nossa Senhora abriu as mãos, e delas saía uma intensa luz.
Os pastorinhos sentiram um impulso que os fez cair de joelhos, e rezaram em silêncio a oração que o Anjo havia lhes ensinado:

As três crianças: “Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.”

Passados uns momentos, Nossa Senhora acrescentou: “Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo, e o fim da guerra.”

Em seguida, cercada de luz, começou a elevar-se serenamente, até desaparecer.

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Questionamento sobre as aparições de Nossa Senhora em Fátima ser de ordem espírita

13, setembro, 2011 7 comentários

Já ouvi falar que o milagre de Fátima é de ordem espírita, sendo a Virgem uma aparição e, os três pastorinhos, médiuns que conseguiram ver, ouvir e falar com a Virgem. Como me defender quando questionada por adeptos da doutrina espírita?

Resposta — Segundo a doutrina espírita, as almas das pessoas falecidas podem comunicar-se com os vivos, quando invocadas por estes, em geral através de pessoas especialmente aptas a captar as mensagens desses espíritos. Tais pessoas serviriam, pois, de intermediários entre as almas dos mortos e os vivos: daí o nome de médiuns.

Segundo os adeptos da doutrina espírita que assediam a nossa consulente, os pequenos videntes de Nossa Senhora em Fátima teriam sido médiuns que retransmitiam para os circunstantes quanto ouviam da Virgem Santíssima, a qual, ademais, lhes aparecia visivelmente.

Não é de hoje que sectários do espiritismo apresentam tal versão das aparições marianas de Fátima (1917). Mas, nessa lógica, tal versão se aplicaria também às aparições de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré, na Rue du Bac, em Paris (1830); em La Salette (1846); a Santa Bernadette, em Lourdes (1858); e a todas as demais, de Nosso Senhor Jesus Cristo e de Santos, ocorridas ao longo de dois mil anos de história da Igreja.

Com isso, todo o capítulo das aparições e visões sobrenaturais é questionado com a interpretação insofismável da Santa Igreja Católica. Com quem está a razão?

Destino das almas após a morte

Se a pessoa morreu em estado de graça, isto é, arrependida de todos os pecados mortais que cometeu e foi deles absolvida por confissão válida ou por um ato de contrição perfeita, mas ainda tem culpas a pagar, vai para o Purgatório.

Com a morte, o corpo se desintegra e a alma — que é espiritual e, portanto, imortal — se destaca do corpo, sendo julgada por Deus nesse preciso momento. É o juízo particular. Se ela está absolutamente isenta de pecado, mesmo venial e sem nenhuma culpa a pagar — o que é raríssimo — vai imediatamente para o Céu.

No Purgatório a pessoa é purificada de todas as manchas e de todo afeto ao pecado, mesmo venial, que ficaram na sua alma e que a impedem de ver a Deus face a face no Céu.

Ali ela é purificada de todas as manchas e de todo afeto ao pecado, mesmo venial, que ficaram na sua alma e que a impedem de ver a Deus face a face no Céu. Essa purificação é um processo doloroso para a alma, porque nada é mais difícil do que se corrigir dos modos errados de ver e julgar as coisas, e das tendências para o mal que, devido ao pecado original e aos pecados atuais, permanecem em nós até o momento da morte.

Acenda aqui uma vela para as almas no Purgatório

Por isso a doutrina católica tradicional compara esse processo de retificação da alma a um fogo purificador. Mas um fogo de natureza especial que queima as almas, como o fogo da Terra queima os corpos. Quando nesta Terra rezamos e fazemos sacrifícios pelas almas do Purgatório, nós aceleramos esse processo de purificação, arcando com parte do sofrimento delas. E, sobretudo, quando oferecemos por elas o Santo Sacrifício da Missa, pedindo a Deus que lhes aplique os méritos infinitos do sacrifício redentor de Cristo.

Purificada assim por esse processo — que pode ser mais ou menos extenso e doloroso — a alma está em condições de ser levada para o Céu, onde ela se reunirá a todos aqueles que a precederam in signum fidei (com o sinal da fé), como diz a Liturgia da Santa Igreja. E no Céu ficará aguardando a ressurreição geral dos corpos, no fim do mundo, quando cada alma se reunirá ao respectivo corpo, restaurado na plenitude do seu vigor e sublimado no esplendor de um corpo celestial.

Dos que cometeram a loucura de voltar suas costas a Deus pelo pecado mortal e morreram nesse estado, não falemos deles, mas apliquemos o conselho do poeta Dante: “non ragioniam’ di lor’, ma guarda e passa” (não falemos deles, apenas olhe e passe adiante). O seu destino é o fogo eterno do inferno, que queima as almas e os corpos, sem nunca extingui-los.

As almas antes da ressurreição dos corpos

Diferentemente dos anjos, que são puros espíritos, as almas humanas precisam do corpo para se manifestarem e exercerem as suas funções normais. Assim, estejam no Purgatório ou já no Céu, elas não têm por si próprias os meios de se comunicarem com os homens que estão neste mundo.

A doutrina espírita se dispensa de explicar como isso é possível, e imagina que forças mediúnicas atraiam as almas para esta Terra a fim de se comunicarem com os homens. Isto só seria possível com a permissão divina, e com a intermediação de anjos que serviriam como que de alto-falantes para essas almas, destituídas como estão de boca e cordas vocais.

Daí o fundado receio da Santa Igreja de que os demônios, que são anjos decaídos, sirvam de intermediários para as almas que estão sob seu poder no inferno, para sob pretextos alegadamente bons virem a esta Terra atormentar os vivos com comunicações ou práticas funestas.

 

Acenda agora uma vela virtual no Oratório da Medalha Milagrosa e reze pelos que estão sendo enganados pela doutrina espírita

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Por isso a Igreja proíbe terminantemente que os fiéis católicos participem — sob pena de excomunhão — de sessões espíritas, ainda que se apresentem como meros expectadores e declarem expressamente que não querem tomar nenhum contacto com os espíritos malignos.

Visões e comunicações celestiais

Não há, portanto, razão alguma para supor que as visões e comunicações celestiais, como as de Fátima, Rue du Bac (Medalha Milagrosa), La Salette, Lourdes, e tantas outras reconhecidas pela Igreja como dignas de crédito, como as do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria (século XVII), se enquadrem no marco da doutrina espírita.

Depois da Revelação oficial do Novo Testamento – que terminou com a morte do último Apóstolo –, tudo quanto era estritamente necessário aos homens cumprir para alcançar a salvação eterna lhes vem sendo transmitido fielmente pela Tradição católica e é custodiado pelo Magistério infalível da Igreja.

Porém Deus tem julgado conveniente fazer comunicações especiais para orientar os homens em certas circunstâncias históricas. São as chamadas revelações particulares feitas a almas escolhidas. O modo dessas comunicações apresenta uma vasta gama de modos e aspectos, às vezes dando origem a grandes santuários muito conhecidos e procurados pelos fiéis, como, por exemplo, o de Lourdes na França. Querer associar essas comunicações ao esquema mediúnico da doutrina espírita é uma arbitrariedade sem qualquer fundamento nos fatos.

A consulente pode ficar tranqüila e desdenhar o assédio dos sequazes dessa doutrina, que não passa de mera elucubração sem nenhum valor religioso ou intelectual.

Fonte: Revista Catolicismo -

O que Nossa Senhora disse em Fátima em 19 de agosto de 1917

19, agosto, 2011 19 comentários

Azinheira, árvore semelhante a que Nossa Senhora se mantinha por cima quando aparecia aos pastorinhos

Em 13 de agosto, dia em que a quarta aparição iria ocorrer, os videntes não puderam ir à Cova da Iria, uma vez que tinham sidos raptados pelo prefeito de Vila Nova de Ourém, que queria de qualquer jeito saber o o segredo deles. As crianças nada falaram.

Na Cova da Iria, o trovão seguido por um raio foi ouvido no horário habitual. Os espectadores notaram uma pequena nuvem branca que pairou sobre a azinheira por alguns minutos. Fenômenos de coloração foram observadas nos rostos das pessoas, nas roupas, nas árvores, e no solo. Nossa Senhora tinha aparecido, mas não tinha encontrado os videntes.

Lúcia estava com Francisco e mais um primo, no local chamado Valinhos – uma propriedade de um de seus tios – quando, pelas 4 horas da tarde, começaram a se produzir as alterações atmosféricas que precediam as aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria. Ou seja, um súbito refrescar da temperatura e uma diminuição da luz do sol.

Lúcia, sentindo que alguma coisa de sobrenatural se aproximava e os envolvia, mandou chamar às pressas Jacinta, a qual chegou em tempo para ver Nossa Senhora que – anunciada, como das outras vezes, por um reflexo de luz – apareceu sobre a árvore chamada azinheira, um pouco maior que a da Cova da Iria, onde tinham-se dado as aparições anteriores.

Lúcia pergunta a Nossa Senhora: “Que é que Vossemecê me quer?”

Nossa Senhora: “Quero que continueis a ir à Cova da Iria no dia 13, e que continueis a rezar o terço todos os dias. No último mês farei o milagre para que todos acreditem”.

Lúcia: “Que é que Vossemecê quer que se faça do dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?”

Nossa Senhora: “Façam dois andores. Um, leva-o tu com a Jacinta, e mais duas meninas vestidas de branco. O outro, que o leve o Francisco com mais três meninos. O dinheiro dos andores é para a festa de Nossa Senhora do Rosário, e o que sobrar, é para a ajuda de uma capela que hão de mandar fazer”.

Lúcia: “Queria pedir-Lhe a cura de alguns doentes”.

Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei durante o ano”

E, tomando um aspecto mais triste, recomendou-lhes que rezassem muito pelos pecadores: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores; que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.

E, como de costume começou a elevar-se até desaparecer.

Os pastorinhos cortaram ramos da árvore sobre a qual Nossa Senhora lhes tinha aparecido e levaram para casa os ramos exalavam um perfume suave.

Vídeo mostra o fenômeno solar em Fátima

20, maio, 2011 15 comentários

Há exatamente 1 semana, no dia 13 de maio de 2011, dia de Nossa Senhora de Fátima, um fenômeno da natureza aconteceu durante as comemorações das aparições de Nossa Senhora em Portugal.

O fenômeno não é tão raro, mas acontecer justamente nese dia tão importante para os devotos de Fátima, foi verdadeiramente uma grande alegria.

Acenda aqui uma vela em agradecimento a Nossa Senhora por todas as graças recebidas.

Veja abaixo o vídeo filmado por um devoto que presenciou o ocorrido.

13 de maio em Fátima: halo solar impressiona multidão

16, maio, 2011 14 comentários

No dia 13 de maio uma grande multidão de peregrinos reuniu-se em Fátima, aliás, como é costumeiro nesta grande data que comemora a primeira aparição de Nossa Senhora em 1917.

No auge das orações verificou-se um fenômeno natural que raramente acontece no local: um halo solar.

Considerando que em Fátima Nossa Senhora quis se manifestar ao povo com fenômenos luminosos como o famoso Milagre do Sol, em 13 de outubro de 1917, tem procedência se perguntar se este fenômeno foi um sinal do Céu.

O fenômeno do halo solar é explicado pela ciência. O que a ciência não explica – e, de fato, isso não é tarefa dela – o porquê de ter acontecido a 13 de Maio, em Fátima, como observou a Agência Lusa.

Mas, antes de qualquer outra consideração, o mais importante é discernir bem no que é que consistiu o acontecimento.

Um amigo nosso, da Espanha, se encontrava em Fátima no momento da excepcional auréola.

Ele nos comunicou suas impressões e enviou suas fotos que reproduzimos a continuação. A viagem a Fátima correu perfeitamente conforme o planejado. No final da missa solene na esplanada aconteceu o fenômeno da Auréola Solar.

Eu estava no fim da esplanada, no meio do povo, quando percebi que o outro lado olhou para o céu, e apontou para cima.

Houve um discreto frufru entre os peregrinos, e do setor das galerias da frente começou um grande aplauso que não chegou a se generalizar.

Olhei, então, para o sol que estava um pouco atrás de mim, mas bem acima.

Vi com surpresa essa enorme auréola em torno dele. Nas minhas fotos as cores não saíram bem. Era como um olho grande, sendo o próprio sol a menina do olho. A pupila era de uma cor de rosa intenso, e o anel exterior puxava para o amarelo-marrom.

Isso me fez lembrar as água-vivas gigantes vistas desde baixo que aparecem nesses filmes subaquáticos da National Geographic em três dimensões.

O fenômeno durou um bom tempo, talvez uma hora, embora fosse mais intenso durante cerca de 20 minutos.  Começou por volta de meio-dia e pouco. Mas o que realmente me surpreendeu foi a naturalidade com que as pessoas o acompanharam. Sem barulho, sem alucinações, ou exaltação, ou histeria.

Todo mundo estava tranqüilo, olhando com curiosidade e continuando a prestar atenção na cerimônia. Também me causou surpresa que algo tão notável não fosse comentado por algum dos celebrantes que faziam uso do microfone, ainda que só fosse para registrar o fato.

Em suma, estas são as impressões que eu tive e que transmito para você se for de alguma utilidade.

Estou enviando em anexo fotos do que os jornais “Correio da Manhã” e “Jornal de Noticias” publicaram no dia seguinte.

Um grande abraço,

Em Jesus e Maria

F.





Fonte: Ciência confirma Igreja

O grande amor dos pastorinhos de Fátima pelo Imaculado Coração de Maria

13, maio, 2011 9 comentários

Memórias da Irmã Lucia


Jacinta (sentada) e Lucia


“Já disse que Nossa Senhora, a 13 de junho de 1917, me disse que nunca me deixaria, e que Seu Imaculado Coração seria o meu refúgio e o caminho que me conduziria a Deus; que foi, ao dizer estas palavras, que abriu as mãos, fazendo-nos penetrar no peito o reflexo que delas expedia.

Parece-me que, neste dia, este reflexo teve por fim principal infundir em nós um conhecimento e amor especial para com o Coração Imaculado de Maria, assim como das outras duas vezes, o teve, me parece, a respeito de Deus e do mistério da Santíssima Trindade.

Desde esse dia, sentimos no coração um amor mais ardente pelo coração Imaculado de Maria. A Jacinta dizia-me, de vez em quando: “Aquela Senhora disse que o Seu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá a Deus. Não gostas tanto?! Eu gosto tanto do Seu Coração! É tão bom!”

Veja aqui como receber o livro que conta sobre as aparições de Fátima

(…)A Jacinta escolheu, entre a ladainha de jaculatórias que o Senhor Padre Cruz nos sugeriu, a de “Doce Coração de Maria, sede a minha salvação”. Às vezes, depois de a dizer, acrescentava, com aquela simplicidade que lhe era natural: “Gosto tanto do Coração Imaculado de Maria! É o Coração de nossa Mãezinha do Céu! Tu não gostas tanto de dizer muitas vezes; Doce  Coração de Maria, Imaculado Coração de Maria?! Eu gosto tanto, tanto”.

Às vezes andava a apanhar as flores do campo e a cantar com uma música arranjada por ela no mesmo momento: “Doce Coração de Maria, sede a minha salvação! Imaculado Coração de Maria, converte os pecadores, livra as almas do inferno!”.

Extraído do livro: “O segredo de Fátima”.

Suas intenções estão indo para Fátima, em Portugal

11, maio, 2011 Sem comentários

Dia 13 de maio comemoramos a primeira aparição de Nossa Senhora aos três pastorinhos em Fátima – Lucia, Francisco e Jacinta -, e como já é costume, a Associação Devotos de Fátima estará presente nas comemorações realizadas no Santuário de Fátima, em Portugal.

Este ano conseguimos com sua ajuda, fundir os fragmentos das velinhas que enviamos aos devotos de Fátima e com ele fizemos seis velas de 2,600kg cada, que serão acesas diante da capelinha das aparições. Junto com as velas, o diretor de campanhas da Associação, Marcos Luiz Garcia, está levando na bagagem 7.372 cartas com as intenções dos Devotos de Fátima.

Se você não conseguiu enviar o seu pedido para nós, faça agora acendendo uma vela virtual no Oratório da Medalha Milagrosa.

Assista o vídeo abaixo com a mensagem que o Sr. Marcos deixou para você.


Citações interessantes sobre o terceiro segredo de Fátima

31, janeiro, 2011 6 comentários

“Sim, logo virei para levar Jacinta e Francisco. Mas você precisa ficar mais tempo aqui embaixo. Jesus deseja usá-la para me fazer conhecida e amada. Desejo difundir por todo o mundo a devoção a meu Imaculado Coração”.

Palavras da Santíssima Virgem aos três pastores em Fátima, Portugal, terceira aparição de 1917.

Afinal, o que aconteceu em Fátima?

Uma coisa é certa: algo muito mais do que mera alucinação de três crianças analfabetas, a intervenção de Maria Santíssima em Fátima continua chamando atenção pelas mais adversas reações que provocou, tornando-se matéria a ser repensada pelas novas gerações.

 

Cópia do jornal “O Século” que publicou um artigo de Avelino de Almeida, descrevendo o que presenciou na Cova da Iria no dia 13 de Outubro de 1917

 

“Sou a Senhora do Rosário”

omo sempre, o primeiro apelo da Santíssima Virgem está centrado na oração. Por isso, identifica-Se sem nenhuma

A primeira capela de Nossa Senhora de Fátima, construída no exato local onde ocorreu a aparição. Foi dinamitada pelas forças anti-católicas existentes em Portugal, em 6 de março de 1922. Nesta foto pode ver-se o buraco no telhado provocado pela explosão. Providencialmente, porém, a imagem original de Nossa Senhora de Fátima não se encontrava na capela nesse momento

margem de dúvida como a Senhora do Rosário. A mesma Mãe de Jesus que, durante todos esses séculos têm Se manifestado ativamente no seio da Igreja a tantos santos, beatos, consagrados e mesmo simples devotos fiéis e sinceros, conforme atesta a vasta hagiografia católica.

Por isso, Nossa Senhora havia feito uma solicitação para Lúcia:

“Quero dizer-te que façam aqui uma capela em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário”.

Poucos sabem que, evidentemente, essa capela foi construída. Porém, essa solicitação da Mãe Santíssima enfureceu de tal forma as forças anticlericais que em 6 de março de 1922, arrasaram a capela com uma bomba, detonada pelos comparsas do “latoeiro” – apelido do autarca maçom anticlerical do município de Ourém. 

O “milagre do sol”, a matéria no jornal O Século e o testemunho do jornalista liberal Adelino de Almeida

A respeito do “milagre do sol”, nunca é demais consultar as inúmeras documentações e fontes da época. A começar pelo depoimento de um jornalista definitivamente imparcial sobre o assunto. Afinal referimo-nos ao jornalista Avelino de Almeida, editor-chefe de O Século, o grande jornal diário, “liberal”, anticlerical de cunho maçônico de Lisboa. Escreveu ele:

Jornalista Avelino de Almeida, editor-chefe deO Século, o grande jornal diário, “liberal”, anticlerical de cunho maçônico de Lisboa

(…) Do cimo da estrada onde se aglomeram os carros e se conservam muitas centenas de pessoas, a quem escasseou valor para se meterem à terra barrenta, vê-se toda a imensa multidão voltar-se para o sol, que se mostra liberto de nuvens, no zénite. O astro lembra uma placa de prata fosca e é possível fitar-lhe o disco sem o mínimo esforço. Não queima, não cega. Dir-se-ia estar-se realizando um eclipse. Mas eis que um alarido colossal se levanta, e aos espectadores que se encontram mais perto se ouve gritar: – Milagre, milagre! Maravilha, maravilha! Aos olhos deslumbrados daquele povo, cuja atitude nos transporta aos tempos bíblicos e que, pálido de assombro, com a cabeça descoberta, encara o azul, o sol tremeu, o sol teve nunca vistos movimentos bruscos, fora de todas as leis cósmicas, – o sol bailou, segundo a típica expressão dos camponeses (…)

Quer saber mais sobre O MILAGRE DO SOL? Veja aqui como receber em sua casa o livro que conta toda a história desta grandiosa aparição de Nossa Senhora em Fátima.

“Vi… Vi…Vi.”

Essa declaração custou-lhe o emprego. Em resposta à violência de toda a imprensa anticlerical, o Senhor Avelino de Almeida renovava o mesmo testemunho, quinze dias depois, na sua revista Ilustração Portuguesa. Nesse artigo, publicou uma dúzia de fotos da grande multidão extática, e ia repetindo, como um refrão, do princípio ao fim do seu artigo: “Vi… Vi…Vi.” E concluiu definitivamente:

“Milagre, como gritava o povo; fenômeno natural, como dizem sábios? Não curo agora de sabê-lo, mas apenas de te afirmar o que vi … O resto é com a Ciência e com a Igreja (…)”

“Sim, logo virei para levar Jacinta e Francisco. Mas você precisa ficar mais tempo aqui embaixo. Jesus deseja usá-la para me fazer conhecida e amada. Desejo difundir por todo o mundo a devoção a meu Imaculado Coração”.
Palavras da Santíssima Virgem aos três pastores em Fátima, Portugal, terceira aparição de 1917.

Fonte: Mensagens de Maria