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É urgente uma CPI do Aborto para investigar a existência de Interesses internacionais promovendo o Aborto no Brasil

22, maio, 2013 Sem comentários

Entrevista com Paulo Fernando Vice-Presidente do movimento Pro vida família

Na terça-feira, 4 de junho de 2013, a cidade de Brasília será palco da 6ª Marcha Nacional da Cidadania Pela Vida. A Marcha é promovida pelo Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto.

O objetivo da Marcha é freiar a aprovação do aborto no Brasil. A Reforma do Código Penal brasileiro, o projeto de lei nº 236/2012 que tramita no Senado Federal, propõe a legalização do aborto até a 12ª Semana de Gestação.

A 6ª Marcha terá concentração, a partir das 15h, no gramado atrás da Torre de TV, no Eixo Monumental em Brasília.

Publicamos a seguir uma entrevista que Paulo Fernando Melo, católico, Vice-Presidente do PROVIDAFAMILIA e assessor parlamentar concedeu a ZENIT:

Contato providafamilia@hotmail.com

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Zenit -  Por que a Marcha pela Vida na Esplanada dos Ministérios?

Paulo Fernando Melo

Paulo Fernando - O local escolhido pelos organizadores(O Movimento Nacional Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto) de certo deve-se ao fato de ser a região central da cidade e pelo grande fluxo de pessoas e carros que lá transitam e principalmente pelo final da Marcha que será em frente ao Congresso Nacional.Vale a pena ressaltar que outras marchas foram realizadas em São Paulo, Rio de Janeiro , Fortaleza e Goiânia.

Zenit -  Há alguma possibilidade de mudar a cultura do Aborto?

Paulo Fernando - Na verdade sempre é possível propagar a cultura da vida, assegurando o direito à vida desde à concepção até a morte natural. O Congresso Nacional e a sociedade brasileira há muito querem e precisam saber o porquê por tanta pressão pela legalização do aborto no Brasil, para isso surge a necessidade urgente de instalar-se a CPI do Aborto para investigar a existência de interesses e financiamentos internacionais para promover a legalização do aborto no Brasil, pela Fundação MacArthur – John D.and Catherine T. MacArthur Foundation, conforme relatório “The Population and Reproductive Health Program in Brazil: Lessons Learned   1990-2002”, e outras.

Zenit -  Se o problema está nos Lobbys e no governo, o que o povo pode realmente fazer?

Paulo Fernando - Primeiro inteirar-se do assunto, estudando o problema do aborto principalmente os interesses internacionais que pressionam nossa sociedade e o próprio Poder Legislativo para que legalizem o aborto, mesmo conscientes de que esta, decididamente não é a vontade do povo a quem os congressistas representam.Devemos trazer à luz por que motivo setores minoritários da população são tão maciçamente financiados por organizações estrangeiras para executarem uma agenda que é estabelecida fora do Brasil, sem nenhuma participação democrática, dentro de uma lógica que não nos é apresentada.É o lobby do imperialismo contraceptivo imposto ao nosso Brasil.A população deve ser cônscia do seu papel, principalmente escolhendo representantes que defendam a vida e a família.

Zenit -  Essa Marcha não é uma espécie de Placebo populista cristão?

Paulo Fernando - Na verdade trata-se de uma manifestação pelo livre exercício da cidadania e do direito constitucional da liberdade de expressão, já que a grande maioria da população brasileira é tradicionalmente cristã.

Zenit -  Sobre o Estatuto do Nascituro…

Paulo Fernando - Trata-se do PL 478/07 de autoria do Deputado Luis Bassuma e Miguel Martini  reconhecendo desde a concepção a dignidade e natureza humanas do nascituro conferindo-se ao mesmo plena proteção jurídica , reconhecendo os direitos do bebê que está por nascer, em especial o direito à vida,à saúde,ao desenvolvimento e aos demais direitos da personalidade previstos na legislação civil. Maiores detalhes acesse o link http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=345103

Zenit – Os Pró-Vidas da Itália se unificaram no último dia 12 de Maio. Como está o movimento no Brasil? Pode-se dizer que há uma unificação nas estratégias de trabalho?

Paulo Fernando -O Movimento Pró-Vida no Brasil a cada dia que passa aumenta as suas atividades bem como a  adesão de um número maior de pessoas principalmente de jovens .Cada nação segue a sua realidade e as suas características de trabalho, como o Brasil é um pais continental temos inúmeros movimentos pró-vida atuando em diferentes campos de atuação o que sempre nos une é o espírito de defender a vida e a família no aspecto do voluntariado , à serviço da Igreja e do Evangelho.

Fonte: Zenit

Um assassino em série mata com tesoura 100 recém-nascidos, mas a mídia se cala… é um médico abortista

19, abril, 2013 3 comentários

Julgamento começou, mas a mídia americana não informa. Os depoimentos são estarrecedores. Segundo a polícia, a clínica era um matadouro

Javier Lozano/ReL1
(Tradução Helio Viana)

Clinica de aborto do Dr. Kermit Gosnell.

O establishment e a cultura do politicamente correto penetraram em todos os âmbitos da sociedade. Por isso, boa parte dos meios de comunicação não publica diretamente nada que questione o aborto e suas consequências, nem sequer seus métodos, embora estes impliquem um exagerado número de mortes.

Se o aspecto moral não lhes importa, que pelo menos lhes importasse o legal. Mas tampouco.

Esta cultura da morte, que se revelou no “caso Morín”2 da Espanha, chegou também aos EUA, onde produziu um completo apagão informativo quanto ao que deveria constituir um dos julgamentos mais importantes da história daquele país.

Cravava as tesouras nos bebês

Trata-se de Kermit Gosnell, um autêntico assassino em série, acusado de ter praticado mais de cem assassinatos, aos quais deveriam somar-se os milhares que realizou meio do aborto durante mais de 30 anos. Eis a acusação formal da Promotoria: “Os bebês nasceram viáveis e Gosnell os matou, depois de lhes cravar tesouras na medula espinhal. Ele ensinou seus auxiliares a fazerem o mesmo”.

Kermit Gosnell

Para resumir, Gosnell matava as crianças nascidas cortando-lhes com uma tesoura a medula espinhal, além de sedar várias mulheres para matar seus filhos. A isso seria preciso aduzir a má prática que teria levado à morte de uma mãe e a pôr em risco a vida de muitas mais.

Silêncio total da mídia

Enquanto os meios de comunicação de todo o mundo dedicam grandes espaços de suas emissões televisivas ou das páginas dos jornais a assassinos em série ou a acontecimentos envolvendo crianças, neste assunto eles optaram pelo silêncio.

Um americano não saberá dizer quem é Kermit Gosnell, uma vez que os grandes meios de comunicação nada informaram sobre o julgamento.

Em outros casos similares, cujos assassinos em série estavam em pleno julgamento, as manchetes entravam em ebulição, as notícias afloravam e os perfis dos assassinos eram mais do que conhecidos. A mídia fazia uma festa. Mas, neste caso, não. Por quê? Basicamente porque são vítimas do aborto e de seus médicos ladrões.

O Dr. Kermit Gosnell foi preso em Filadelfia em 2011 acusado inicialmente do assassinato de sete recém-nascidos e de uma jovem mãe.

Pouco depois as provas foram mais além, podendo as vítimas mortais chegar a uma centena, assassinadas depois de nascidas e cujos restos foram encontrados espalhados por vários pontos da clínica como se esta fosse um matadouro.

Diante do silêncio generalizado sobre o caso, pequenos meios de comunicação e alguns políticos pró-vida estão tentando deitar luz e honrar a verdade dando a conhecer os detalhes do julgamento e os depoimentos que ratificam o assassinato de até cem pessoas.

A clínica, um matadouro humano

Segundo o relato, a Polícia achou numerosos restos de bebês na clínica. Pés de crianças cortados e corpos inteiros eram guardados em caixas e congeladores no porão. Ademais, as medulas espinhais tinham sido cortadas. Um autêntico matadouro.

O julgamento começou tratando do assassinato de sete crianças nascidas e de uma mãe que abortou. No entanto, o depoimento das testemunhas, entre as quais se encontram funcionários [da clínica],  falam de um total de cem crianças assassinadas fora do útero ao longo de 30 anos. Ou seja, cifras que colocariam o Dr. Gosnell como um dos assassinos em série mais sanguinários dos Estados Unidos.

É tal o silêncio da grande mídia como NBC, CBS ou CNN, e inclusive das agências de notícias, que os telespectadores escreveram aos referidos meios pedindo explicações de por que deram “cobertura zero” ao julgamento contra Gosnell.

“Todo manchado de sangue”

Bia precisa lhe contar algo. Clique na imagem o saiba o quê

Por exemplo, o republicano Scott Perry, do estado da Pensilvânia, criticou o presidente Barack Obama por ignorar totalmente o processo judicial em que se julga a um acusado de “realizar abortos tardios e matar uma mulher”. Critica-se que o presidente dos EUA chore pelas vítimas de Sandy Hook3 e ignore os assassinatos em série de Gosnell.

Por tudo isso, os terríveis depoimentos que estão sendo ouvidos no julgamento tampouco estão tendo transcendência. De fato, o Escritório do Promotor do Distrito de Filadélfia afirma que “nasceram bebês viáveis e Gosnell os matou cravando-lhes as tesouras em suas medulas espinhais. Ele ensinou seus auxiliares a fazerem o mesmo”.

Enquanto isso, partes e corpos inteiros se acumulavam no interior da clínica. Pode-se ouvir nas declarações:  “os móveis e os cobertores estavam manchados de sangue. Os instrumentos não haviam sido esterilizados corretamente. Os suprimentos médicos descartáveis não foram eliminados; ao contrário, eram reutilizados uma e outra vez”.

Ademais, acrescentavam que “a saída de emergência estava fechada com cadeado e os restos fetais espalhados por todas as partes – em armários, no porão, no congelador, em frascos, bolsas e recipientes de plástico. Era um ossário de bebês”.

“Não tenho tempo para isso!”

Aparecem também testemunhos de algumas mães forçadas a abortar e maltratadas por Gosnell. Robyn Reid não queria abortar quando engravidou aos quinze anos. Sua avó a levou à força e a jovem pensava que depois de explicar ao doutor que queria continuar a gravidez ele a ouviria. Mas a resposta de Gosnell foi outra: “Não tenho tempo para isto!”. Imediatamente a desnudou e lutou com ela até que conseguiu atá-la a uma maca suja enquanto a sedavam até perder a consciência.

Algo similar aconteceu em 201 com Davida Johnson, quando grávida de seis meses acudiu à clínica do acusado para abortar. Mas ela mudou de ideia depois de observar as outras pacientes de Gosnell, aturdidas e ensanguentadas na sala de recuperação. Porém, na sala de tratamento os auxiliares do médico ignoraram sua negativa: foi agredida e igualmente sedada. Ao despertar, já não estava grávida.

Como estes há muitos outros depoimentos iguais ou inclusive mais duros, mas que não puderam chegar à opinião pública pelo “apagão” informativo do caso, contrastante com as notícias mais do que anedóticas e supérfluas que se dão quando se produzem crimes chamativos nos quais há vários mortos.

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Notas: 1- http://www.religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=28675

2- Doctor Carlos Morín y 11 trabajadores de sus clínicas http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=16810

3- A tragédia em Sandy Hook, Newtown, Connecticut onde foram mortas 20 crianças por um desequilibrado mental

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Você não pode mudar o roteiro, mas pode mudar uma história!

19, novembro, 2012 Sem comentários

Assista ao filme “O segredo de Bia”, feito a todos os Devotos de Fátima, e desvende o mistério de uma garotinha de 8 anos de idade.

Você não pode mudar o roteiro, mas pode mudar uma história.

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Um segredo! Será que você consegue desvendá-lo?

12, novembro, 2012 Sem comentários

O segredo será revelado!

5, novembro, 2012 Sem comentários

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Você sabe quem é Bia? E por que ela reza todo dia?

Descubra estas e outras respostas ao assistir gratuitamente o breve filme “O segredo de Bia”.

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É um vídeo emocionante e especialmente dedicado a todos os devotos de Nossa Senhora de Fátima.

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Descubra O Segredo de Bia

29, outubro, 2012 Sem comentários

 

Abortos forçados na China, exemplo do futuro do mundo?

17, outubro, 2012 5 comentários

Um crescente mal-estar está tomando conta da China após funcionários públicos prenderem a jovem operária Pan Chunyan na mercearia onde trabalhava, pelo crime de estar grávida de quase oito meses de seu terceiro filho.

Feng Jianmei com o cadáver de seu filho abortado pela força

Ela ficou presa com mais duas mulheres durante quatro dias, até que a levaram a um hospital e a forçaram a imprimir seu polegar num documento dizendo que concordava em abortar a criança. Uma enfermeira injetou-lhe uma droga e o bebê nasceu morto pouco depois, “com o corpo todo preto e azulado”, contou Pan.

Os testemunhos de mulheres forçadas a abortar em estado avançado de gravidez de há muito se espalham pela Internet. Mas o caso de Pan Chunyan parece ter sido a gota que fez transbordar o copo, desencadeando revolta entre especialistas silenciosos até o momento.

A política do “filho único” é a ponta de um iceberg de dimensões monstruosas. O controle demográfico forçado da China corresponde à planificação socialista em que os indivíduos são meros escravos.

A aplicação dessa filosofia marxista, reivindicada hoje no Ocidente com sofismas ambientalistas, tem formas e consequências alucinantes.

A foto de Feng Jianmei – mais outra vítima do controle populacional – ao lado do corpo de seu bebê assassinado foi divulgada pela Internet e estarreceu o mundo, agitando as sessões da Secretaria Nacional de Estatísticas em Pequim, escreveu o “The New York Times” jornal promotor da massacre dos inocentes nos EUA e no mundo.

O professor de Direito da Universidade de Pequim, Zhan Zhongle, anunciou um abaixo assinado de professores universitários e empresários pedindo ao Parlamento comunista a abolição dessa legislação iníqua. A situação deve estar muito tensa para funcionários e dependentes do regime ousarem uma proposta que contradiz a linha oficial num ponto tão sensível.

Chen Guangcheng, advogado das mulheres condenadas à esterilização

Na mudança do ambiente mundial, pesou o caso de Chen Guangcheng, advogado das mulheres condenadas à esterilização e ao aborto. Chen teve de fugir da prisão domiciliar a que foi condenado, asilando-se na embaixada americana. Esta o entregou à repressão socialista, até que, para acalmar os protestos, o governo chinês finalmente o exilou.

Para contentar dissidentes, amortecer críticas do exterior e, sobretudo, diminuir motins operários e camponeses, a ditadura chinesa introduziu perto de 22 exceções à política de controle populacional. Porém, na prática, os efeitos são muito relativos e moralmente horríveis.

A senhora Pan reside em Daji, área rural onde um segundo filho é tolerado. Ela contou que Ma Yuyao, responsável local da planificação familiar, só pensa em “marcar pontos para sua promoção”, agradando as autoridades de Pequim. Para isso está empenhado em impedir o crescimento da população local.

Wu Liangjie, marido de Pan, disse terem pagado os 8.700 dólares exigidos pelo chefe da planificação familiar, mas que após receber o dinheiro, Ma Yuyao ordenou o aborto criminoso.

Muitos pais de família pagariam até a taxa de 7.200 dólares, uma pequena fortuna na China, para terem um terceiro filho, mas ainda assim são constrangidos a abortá-lo, para que o Partido atinja as suas metas.

As autoridades locais do controle da natalidade recusaram responder aos telefonemas do “The New York Times” e os demais escritórios da administração socialista declararam não ter nada a declarar!

O pai da criança abortada viajou a Pequim com a ilusão de ser ouvido pela Justiça, mas o efeito da viagem pode ter sido contraproducente, como é frequentemente denunciado. Nem ele nem sua mulher atendiam mais o telefone, intimidados ao que tudo indica pelas autoridades socialistas.

O casal declarava se sentir “morto” pelo assassinato do filhinho que estavam aguardando. A tragédia do casal se repete em toda a vastidão da China e pode tornar-se um fenômeno mundial se os planos ambientalistas de reduzir a população planetária vingarem.

Fonte: Blog Pesadelo chinês

Comentário:

O aborto é um pecado gravíssimo pelo fato de ser um atentado a um direito fundamental do homem à sua própria vida. Mas o mais grave está no fato de ser uma desobediência à Lei de Deus!

Conforme ensina Santo Agostinho, os indivíduos pagam os seus pecados preferivelmente na outra vida porque a justiça divina – quer para premiá-los, quer para puni-los – reserva os prêmios e os castigos, muitas vezes, apenas para além morte. Assim sendo, muitas vezes uma pessoa passa a vida inteira sem receber prêmio pelo bem praticado ou também sem sofrer castigo pelo mal que tenha feito. Porque Deus deixa para executar a justiça completa na noutra vida.

Mas as nações, enquanto tais, não existem na vida eterna. Portanto, quando se trata não de um indivíduo, mas de pecados de nações (grupos de indivíduos) os prêmios e os castigos são cumpridos nessa vida. Ora, as nações estão pecando de um modo colossal, e cada vez mais crescente, por exemplo, com a promoção do aborto, da homossexualidade, com o roubo público e escancarado.

Com isto o mundo se aproxima velozmente da efetivação da profecia de Nossa Senhora, em Fátima: “Deus vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e da perseguição” e “várias nações serão aniquiladas”.

Por fim, o meu Imaculado Coração Triunfará”.

 

Dom Orani Tempesta conclama a sociedade para a defesa da vida nas eleições de 2012

16, setembro, 2012 2 comentários

Dom Orani Tempesta, Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, alerta a sociedade sobre os perigos da cultura da morte em implantação por poderosas organizações nacionais e internacionais e conclama a responsabilidade de todos diante das consequências do aborto e da eutanásia, numa reflexão profunda sobre as eleições, a reforma do Código Penal e a nova norma técnica do Ministério da Saúde para a prática do aborto.

Assista ao vídeo abaixo: