Faltam 19 dia(s) para o Centenário de Fátima.

Faltam:

19 dia(s)

para o Centenário

de Fátima

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Conheça o Chat da Associação Devotos de Fátima. Confira!

17 abril 2017

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É muito fácil, basta clicar no link abaixo:

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Qual é o maior terror dos demônios?

17 abril 2017

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Quando São Domingos estava pregando o Rosário perto de Carcassona;


Trouxeram à sua presença um albigense que estava possesso pelo demônio;

Parece que mais de doze mil pessoas tinham vindo ouvi-lo pregar.

Os demônios que possuíam esse infeliz foram obrigados a responder às perguntas de São Domingos, com muito constrangimento.

Eles disseram que:


1 – Havia quinze mil deles no corpo desse pobre homem, porque ele atacou os quinze mistérios do Rosário;

2 – Eles continuaram a testemunhar que, quando São Domingos pregava o Rosário ele impunha medo e horror nas profundezas do inferno;

E que ele era o homem que eles mais odiavam em todo o Mundo;


Isto por causa das almas que ele arrancou dos demônios através da devoção do Santo Rosário;

Eles então revelaram várias outras coisas.


São Domingos colocou o seu Rosário em volta do pescoço do albigense;

E pediu que os demônios lhe dissessem quem de todos os santos nos Céus eles mais temiam, e quem deveria ser;

Portanto mais amado e reverenciado pelos homens.

Nesse momento eles soltaram um gemido inexprimível no qual a maioria das pessoas caiu por terra desmaiando de medo… e eles disseram:

” Domingos, nós te imploramos, pela paixão de Jesus Cristo e pelos méritos de sua Mãe e de todos os santos;

Deixe-nos sair desse corpo sem que falemos mais, pois os anjos responderão sua pergunta a qualquer momento…”


São Domingos ajoelhou-se e rezou à Nossa Senhora;

Para que ela forçasse os inimigos a proclamarem a verdade completa e nada mais que a verdade.

Mal tinha terminado de rezar viu a Santíssima Virgem perto de si, rodeada por uma multidão de anjos.
Ela bateu no homem possesso com um cajado de ouro que segurava e disse:

“Responda ao meu servo Domingos imediatamente”. 
Então os demônios começaram a gritar:

“Oh, vós, que sois nossa inimiga, nossa ruína e nossa destruição, porque desceste do Céus só para nos torturar tão cruelmente?
Oh, Advogada dos pecadores, vós que os tirais das presas do inferno, vós que sois o caminho certeiro para o Céus, devemos nós;
Para o nosso próprio pesar, dizer toda a verdade e confessar diante de todos quem é que é a causa de nossa vergonha e nossa ruína?

Oh, pobres de nós, príncipes da escuridão: então, ouçam bem, vocês cristãos:

…a Mãe de Jesus Cristo é todo-poderosa e ela pode salvar seus servos de caírem no Inferno.
Ela é o Sol que destrói a escuridão de nossa astúcia e sutileza.
É ela que descobre nossos planos ocultos, quebra nossas armadilhas e faz com que nossas tentações fiquem inúteis e sem efeito.

Nós temos que dizer, porém de maneira relutante, que nem sequer uma alma que realmente perseverou no seu serviço foi condenada conosco;

Um simples suspiro que ela oferece à Santíssima Trindade é mais precioso que todas as orações, desejos e aspirações de todos os santos.

Nós a tememos mais que todos os santos nos Céus juntos e não temos nenhum sucesso com seus fiéis servos.

Muitos cristãos que a invocam quando estão na hora da morte e que seriam condenados;
De acordo com os nossos padrões ordinários, são salvos por sua intercessão.
Oh, se pelo menos essa Maria (assim era na sua fúria como eles a chamaram) não tivesse se oposto aos nossos desígnios e esforços;
Teríamos conquistado a igreja e a teríamos destruído há muito tempo atrás; e teríamos feito que todas as Ordens da Igreja caíssem no erro e na desordem.
Agora, que somos forçados a falar, também lhe diremos isto:
 
“Ninguém que persevera ao rezar o Rosário será condenado;
Porque ela obtém para seus servos a graça da verdadeira contrição por seus pecados e por meio dele;
Eles obtêm o perdão e a misericórdia de Deus”
 
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Fonte: defensoresdasagradacruz.blogspot
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Um Grande Domingo, saiba um pouco mais sobre o tempo pascal.

16 abril 2017
Ressurreição de Nosso Senhor

Ressurreição de Nosso Senhor

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O tempo litúrgico que vai do Domingo da Páscoa ao Domingo de Pentecostes chama-se Tempo Pascal;


U
m período de cinquenta dias, nos quais brilha mais intensamente a luz do mistério da Páscoa, na alegria do Senhor ressuscitado.

Podemos dizer que a frase típica do Tempo Pascal poderia ser:


“Aleluia! O Senhor ressuscitou verdadeiramente. Aleluia!”.


É, pois, no Tempo Pascal que a liturgia canta com mais vivacidade o aleluia da ressurreição.

Na liturgia do Tempo Pascal, além da ênfase do canto do Aleluia, o Círio pascal é aceso;

Como símbolo do Senhor ressuscitado, mesmo nos dias de semana, uma vez que ele é o símbolo mais importante da Páscoa.

Isso mostra o caráter festivo que a Igreja quer dar ao Tempo Pascal, que, além de ser um tempo de viva alegria;

É também preparação para a grande solenidade de Pentecostes, que encerra e coroa as festas pascais.


Segundo Santo Atanásio, o Tempo Pascal deve ser celebrado como um “grande domingo“, ou seja, um domingo com duração de cinquenta dias;


E o domingo da Páscoa, segundo Santo Agostinho, deve ser considerado e celebrado como o “domingo dos domingos”.


As duas Oitavas são, pois, do Natal e da Páscoa.


Principalmente na Oitava da Páscoa, dada a sua importância litúrgica, não se celebra nenhuma outra festa ou solenidade.

Caindo uma festa na Semana Santa ou na Oitava da Páscoa, esta é omitida;

Se, porém, o grau da celebração for solenidade, esta é transferida para a segunda-feira após a Oitava pascal.

A Oitava da Páscoa vai, assim, do Domingo da Páscoa ao domingo seguinte, este, chamado antes “domingo in albis”, em que os novos batizados depunham suas vestes brancas.

Por decreto da Congregação do Culto e da Disciplina dos Sacramentos, de 23 de maio de 2000;


O segundo Domingo da Páscoa passou a chamar-se também “Domingo da Divina Misericórdia”.


Acentuando “mais fortemente a unidade do tempo pascal”;

Os domingos do Tempo Pascal, antes chamados de “Domingos depois da Páscoa”;

São chamados agora, pela reforma litúrgica, de “Domingos da Páscoa”, com a identificação de 2º, 3º etc..


São sete tais domingos e, no sétimo, no Brasil se celebra a Solenidade da Ascensão do Senhor.


Como se vê, a Páscoa tem um prolongamento imediato, nos oito dias seguintes, na chamada Oitava;

Onde não se faz nenhuma outra celebração, e um prolongamento mais extenso, indo até à Solenidade de Pentecostes;

Prolongamento em que outras celebrações não são omitidas.

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Ela foi a primeira a adorar a Cruz… Leia esta reflexão para Sábado Santo

15 abril 2017
Nossa Senhora das Dores

Nossa Senhora das Dores

“Pôs-me em desolação, afogada em tristeza todo o dia” (Jer. 1, 13)

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Diz São Boaventura que, depois da sepultura de Jesus,


As mulheres piedosas velaram a Bem aventurada Virgem com um manto lúgubre, que lhe cobria todo o rosto.

Acrescenta São Bernardo, que na volta do sepulcro para sua casa, a pobre Mãe andava tão aflita e triste, que comovia muitos a chorarem, ainda que involuntariamente.

De modo que, por onde passava, todos aqueles que a encontravam, não podiam conter as lágrimas.

Os santos discípulos e as mulheres que a acompanhavam, quase que choravam mais as penas de Maria do que a perda de seu Salvador.


Quando a Virgem passou por diante da Cruz, banhada ainda com o sangue do seu Jesus, foi a primeira a adorá-la.


Ó Santa Cruz, disse então, eu te beijo e te adoro, já que não és mais madeiro infame, mas trono de amor e altar de misericórdia.

Consagrado com o sangue do Cordeiro divino, quem em ti foi imolado pela salvação do mundo.

Deixa depois a Cruz e volta à casa.

Chegada ali, a aflita Mãe volve os olhos em torno, e não vê mais o seu Jesus;

Em vez da presença do querido Filho, apresentam-lhe aos olhos todas as recordações da sua bela vida e da sua desapiedada morte.

Recorda-se dos abraços dados ao Filho no presépio de Belém, da conversação com ele por trinta anos na casa de Nazaré;

Recorda-se dos mútuos afetos, dos olhares cheios de amor, das palavras de vida de vida eterna saídas daquela boca divina.

E depois se lhe representa a cena funesta presenciada naquele mesmo dia;

Veem-lhe à memória os cravos, os espinhos, as carnes dilaceradas do Filho, as chagas profundas, os ossos descarnados, a boca aberta, os olhos escurecidos.


E com tão funesta recordação, quem poderá dizer qual tenha sido a dor, a desolação de Maria?


E tu? Por que não choras?

Ah, que noite de dor foi para a Bem aventurada Virgem aquela que se seguiu à sepultura do seu divino Filho!

Voltando-se a dolorosa Mãe para São João, perguntou-lhe com voz triste:

Ah! Filho, onde esta o teu mestre?

Depois perguntou a Magdalena:

Filha, dize-me, onde está o teu dileto? Ó Deus! Quem no-lo tirou?

Chora Maria, e todos os que estão com ela choram também.


E tu, minha alma, não choras? – Ah! Volta-te a Maria, e roga-lhe que te admita consigo a chorar.

Ela chora por amor, e tu, chora pela dor de teus pecados.


Minha aflita Mãe, não vos quero deixar só a chorar; não, quero acompanhar-vos também com as minhas lágrimas.

Eis a graça que hoje vos peço: alcançai-me uma memória contínua, junto com uma terna devoção para com a paixão de Jesus e a vossa;

A fim de que todos os dias que me restam de vida, não me sirvam senão para chorar as vossas dores e as do meu Redentor.


Espero que, na hora da minha morte, essas dores me darão confiança e força para não desesperar à vista das ofensas que tenho feito a meu Senhor.
Elas devem impetrar-me o perdão, a perseverança e o paraíso.


E Vós,


“Ó meu Senhor Jesus Cristo, que para resgatar o mundo quisestes nascer, receber a circuncisão, ser condenado pelos judeus;

Traído por Judas com um ósculo, acorrentado, levado para o sacrifício como um inocente cordeiro;

Arrastado com tanta ignomínia diante de Anás, Caifás, Pilatos e Herodes, acusado por falsas testemunhas, flagelado, esbofeteado;

Carregado de opróbrios, coberto de escarros, coroado de espinhos, ferido com uma cana, vendado, despojado dos vossos vestidos, pregado e levantado na cruz entre dois ladrões;

Abeberado de fel e vinagre e transpassado por uma lança;

Suplico-Vos, ó Senhor, em nome destas santas penas que venero, ainda que indigno;

Suplico-Vos por vossa santa cruz e morte, livrai-me do inferno;

E dignai-Vos levar-me para onde levastes o bom ladrão crucificado convosco;

Ó meu Jesus, que viveis e reinais com o Padre e o Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.”


Assim seja!

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Fonte: retirado do livro “Meditações para todos os dias e festas do ano” de Santo Afonso de Ligório.

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A Celebração da Morte de Cristo

14 abril 2017
Jesus sendo condenado

Jesus sendo condenado

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A Celebração da Sexta Feira Santa


H
oje não se celebra a missa em todo o mundo.

O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos.

Recordamos a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão frente ao altar no começo da cerimônia.

São a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.

Vão vestidos de vermelho, a cor dos mártires:

De Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.


Ação litúrgica na Morte do Senhor


1. A ENTRADA


A impressionante celebração litúrgica da Sexta-feira começa com um rito de entrada diferente de outros dias:

Os ministros entram em silêncio, sem canto, vestidos de paramentos vermelhos, a cor do sangue, do martírio;

Se prostram no chão, enquanto a comunidade se ajoelha, e depois de um espaço de silêncio, reza a oração do dia.


2. Celebração da Palavra


Primeira Leitura

Espetacular realismo nesta profecia feita 800 anos antes de Cristo, chamada por muitos o 5º Evangelho.

Que nos introduz a alma sofredora de Cristo, durante toda sua vida e agora na hora real de sua morte. Disponhamo-nos a vivê-la com Ele.


Leitura do Profeta Isaías 52, 13 ; 53


Eis que meu Servo há de prosperar, ele se elevará, será exaltado, será posto nas alturas. 

Exatamente como multidões ficaram pasmadas à vista dele – tão desfigurado estava seu aspecto e a sua forma não parecia a de um homem;

Assim agora nações numerosas ficarão estupefatas a seu respeito;

Reis permanecerão silenciosos, ao verem coisas que não lhes haviam sido contadas e ao tomarem consciência de coisas que não tinham ouvido.

Jesus sendo preso

Jesus sendo preso

Quem creu naquilo que ouvimos, e a quem se revelou o braço do Senhor?

Ele cresceu diante dele como um renovo, como raiz que brota de uma terra seca;

Não tinha beleza nem esplendor que pudesse atrair o nosso olhar, nem formosura capaz de nos deleitar.

Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade;

Como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado, não fazíamos nenhum caso dele.
E no entanto, era as nossas enfermidades que ele levava sobre si, as nossas dores que ele carregava. 

Mas nós o tínhamos como vítima do castigo, ferido por Deus e humilhado.


Mas ele foi trespassado por causa de nossas transgressões, esmagado em virtude de nossas iniquidades.

O castigo que havia de trazer-nos a paz, caiu sobre ele, sim, por suas feridas fomos curados.

Todos nós como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada um o seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós. 

Foi maltratado, mas livremente humilhou-se e não abriu a boca, como cordeiro conduzido ao matadouro;


Como uma ovelha que permanece muda na presença de seus tosquiadores ele não abriu a boca.


Após a detenção e julgamento, foi preso.

Dentre os seus contemporâneos, quem se preocupou com o fato de ter ele sido cortado da terra dos vivos, de ter sido ferido pela transgressão do seu povo?

Deram sepultura com os ímpios, o seu túmulo está com os ricos, se bem que não tivesse praticado violência nem tivesse havido engano em sua boca.

Mas o Senhor quis feri-lo, submetê-lo à enfermidade.

Mas, se ele oferece a sua vida como sacrifício pelo pecado, certamente verá uma descendência, prolongará os seus dias, e por meio dele o desígnio de Deus há de triunfar.

Após o trabalho fatigante de sua alma ele verá a luz e se fartará.

Pelo seu conhecimento, o justo, meu Servo, justificará a muitos e levará sobre si as suas transgressões.

Eis porque lhe darei um quinhão entre as multidões;

Com os fortes repartirá os despojos, visto que entregou sua alma à morte e foi contado com os transgressores;


Mas na verdade levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores fez intercessão.


Palavra do Senhor!


Salmo responsorial


Neste Salmo, recitado por Jesus na cruz, entrecruzam-se a confiança, a dor, a solidão e a súplica: com o Homem das dores, façamos nossa oração.


Sl 30, 2 e 6. 12-13. 15-16. 17 e 25.

Senhor, em tuas mãos eu entrego meu espírito.


Senhor, eu me abrigo em ti: que eu nunca fique envergonhado; Salva-me por sua justiça.

Liberta-me. Em tuas mãos eu entrego meu espírito, é tu quem me resgatas, Senhor.

Pelos opressores todos que tenho já me tornei um escândalo;

Para meus vizinhos, um asco, e terror para meus amigos.

Os que me vêem na rua fogem para longe de mim;

Fui esquecido, como um morto aos corações, estou como um objeto perdido.

Quanto a mim, Senhor, confio em ti, e digo: ” tú és o meu Deus!”.

Meus tempos etão em tua mão: liberta-me da mão dos meus inimigos e perseguidores.

Faze brilhar tua face sobre o teu servo, salva-me por teu amor.

Sede firmes, fortalecei vosso coração, vós todos que esperais no Senhor.


Segunda leitura 


O Sacerdote é o que une Deus ao homem e os homens a Deus…

Por isso Cristo é o perfeito Sacerdote: Deus e Homem. O Único e Sumo e Eterno Sacerdote.

Do qual o Sacerdócio: o Papa, os Bispos, os sacerdotes e dos Diáconos unidos a Ele, são ministros, servidores, ajudantes…


Leitura da Carta aos Hebreus 4,14-16; 5,7-9.


Temos, portanto, um sumo sacerdote eminente, que atravessou os céus: Jesus, o Filho de Deus.

Permaneçamos, por isso, firmes na profissão de fé.

Com efeito, não temos um sumo sacerdote incapaz de se compadecer das nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado.

Aproximemo-nos, então, com segurança do trono da graça para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça, como ajuda oportuna. 

É ele que, nos dias de sua vida terrestre, apresentou pedidos e súplicas, com veemente clamor e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte;


E foi atendido por causa da sua submissão.


Embora fosse Filho, aprendeu, contudo, a obediência pelo sofrimento;

E, levado à perfeição, se tornou para todos os que lhe obedeceram princípio da salvação eterna.


Palavra do Senhor.


Versículo antes o Evangelho (Fl 2, 8-9)

Cristo, por nós, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz.

Por isso Deus o sobre-exaltou grandemente e o agraciou com o Nome que é acima de todo nome.

Como sempre, a celebração da Palavra, depois da homilia conclui-se com uma ORAÇÃO UNIVERSAL, que hoje tem mais sentido do que nunca:

Precisamente porque contemplamos a Cristo entregue na cruz como Redentor da humanidade, pedimos a Deus a salvação de todos, crentes e não crentes.


3. Adoração da Cruz


Depois das palavras passamos a um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia:


A veneração da Santa Cruz.


É apresentada solenemente a Cruz à comunidade, cantando três vezes a aclamação: 


“Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS”;


E todos ajoelhados uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com um genuflexão (ou inclinação profunda);

E um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz );

Enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz.


4. A comunhão


Desde de 1955, quando Pio XII decidiu, na reforma que fez na Semana Santa;

Não somente o sacerdote – como até então – mas também os fiéis podem comungar com o Corpo de Cristo.


Ainda que hoje não haja propriamente Eucaristia, mas comungando do Pão consagrado na celebração de ontem, Quinta-feira Santa;


Expressamos nossa participação na morte salvadora de Cristo, recebendo seu “Corpo entregue por nós”.

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Iniciamos o Tríduo Pascal, saiba como ganhar indulgência plenária nesse tempo.

13 abril 2017
Semana_Santa_Indulgencia

Semana Santa

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Durante o Tríduo Pascal, os fiéis podem obter indulgência plenária para si próprio ou para os defuntos.


Para isso, deve-se seguir as seguintes recomendações estabelecidas pela Santa Sé.


Quinta-feira Santa

1. Se durante a solene vigília do Santíssimo, após a Missa da Ceia do Senhor, recitar ou cantar o hino eucarístico “Tantum Ergo”.

2. Se visitar por meia hora o Santíssimo Sacramento reservado no monumento para adorá-lo.


Sexta-feira Santa

1. Se participar piedosamente da adoração da Cruz na solene celebração da Paixão do Senhor.


Sábado Santo

1. Se rezar a oração do Santo Rosário.


Vigília Pascal

1. Se participar da celebração da Vigília Pascal e nela renovar as promessas do Santo Batismo.


Domingo de Páscoa

1. Se receber com piedade e devoção bênção dada pelo Sumo Pontífice a Roma e ao mundo (bênção Urbi et Orbi), ou dada pelo Bispo aos fiéis confiados ao seu cuidado.


Além dessas condições estabelecidas para cada dia do Tríduo, para lucrar a indulgência, é necessário seguir as demais recomendações, que são:


A. Exclusão de todo afeto para qualquer pecado, inclusive venial.

B. Confissão sacramental, Comunhão Eucarística e oração pelas intenções do Sumo Pontífice.

Estas três condições podem ser cumpridas dias antes ou depois da execução da obra enriquecida com a indulgência plenária;

Mas convém que a comunhão e a oração pelas intenções do Sumo Pontífice se realizem no mesmo dia em que se cumpre a obra.


Vale assinalar que, com uma só confissão sacramental é possível ganhar várias indulgências.


Entretanto, convém que se receba frequentemente a graça do sacramento da Penitência, para aprofundar na conversão e na pureza de coração.

Por outro lado, com uma só Comunhão Eucarística e uma só oração pelas intenções do Santo Padre só se ganha uma indulgência plenária.


A condição de rezar pelas intenções do Pontífice se cumpre com um Pai Nosso e Ave-Maria;


Mas é concedida a cada fiel cristão a faculdade de rezar qualquer outra fórmula, segundo sua piedade e devoção.

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Fonte: acidigital.com

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Por nossa Culpa o Justíssimo Jesus, Deus e homem padeceu.

13 abril 2017
S. Pedro de Alcântara

S. Pedro de Alcântara

S. Pedro de Alcântara

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São seis as coisas que se devem meditar na Paixão de Cristo

A grandeza das Suas dores, para nos compadecermos delas.

A gravidade do nosso pecado, que é a sua causa, para o detestarmos.

A grandeza do benefício, para o agradecer.

A excelência da Divina bondade e caridade, que se descobre nela, para a amar.

A conveniência do mistério, para se maravilhar dele.

E a multidão das virtudes de Cristo, que resplandecem nela, para as imitar.

De acordo com isto, quando vamos meditando devemos ir inclinando o nosso coração, umas vezes compadecendo-nos das dores de Cristo;

Pois foram as maiores do mundo, quer pela delicadeza do Seu Corpo, quer pela grandeza do Seu Amor;


Como também por padecer sem nenhuma forma de consolação, como está dito noutra parte.


Umas vezes, devemos ter em atenção o tirar desta motivos de dor pelos nossos pecados;

Considerando que eles foram a causa de que Ele padecesse tantas e tão graves dores como padeceu.


Outras vezes, devemos tirar dela motivos de amor e agradecimento;
Considerando a grandeza do Amor que Ele através dela nos manifestou;


E a grandeza do benefício que nos fez redimindo-nos tão copiosamente, com tanto suor da sua parte e tanto proveito para nós.

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Em verdade vos digo: Um de vós vai me entregar.

12 abril 2017
Judas vai entregar Jesus

O traidor

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Jesus Revela o Traidor.

(Mt 26, 14-25)

 

Um dos doze, chamado Judas Iscariotes, foi ter com os sumos sacerdotes e disse:


“Que me dareis se eu vos entregar Jesus?”.


Combinaram trinta moedas de prata.

E daí em diante, ele procurava uma oportunidade para entregá-lo.

No primeiro dia dos Pães sem fermento, os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram:


“Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa?”


Jesus respondeu:


“Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: ‘O Mestre manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a ceia pascal em tua casa, junto com meus discípulos'”.


Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a ceia pascal.

Ao anoitecer, Jesus se pôs à mesa com os Doze. Enquanto comiam, ele disse:


“Em verdade vos digo, um de vós me vai entregar”.


Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a perguntar-lhe:


“Acaso sou eu, Senhor?”


Ele respondeu:


“Aquele que se serviu comigo do prato é que vai me entregar.

O Filho do Homem se vai, conforme está escrito a seu respeito.

Ai, porém, daquele por quem o Filho do homem é entregue!

Melhor seria que tal homem nunca tivesse nascido!”.


Então Judas, o traidor, perguntou:


“Mestre, serei eu?”.


Jesus lhe respondeu:


“Tu o dizes”.

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