Faltam 49 dia(s) para o Centenário de Fátima.

Faltam:

49 dia(s)

para o Centenário

de Fátima

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Boletim

Meditação de São José. Neste mês celebramos a solenidade de São José, não podemos deixar de meditar sobre sua vida.

21 março 2017
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Vitral que representa a partida de São José aos céus.

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São José é um tão grande Santo, que nós não podemos passar pelo mês em que celebramos sua festa;


S
obretudo nós que nos alegramos em ser devotos de Nossa Senhora, nós não podemos passar sem fazer um comentário a respeito d’Ele.

Os dados biográficos de São José são muito escassos.


Nós sabemos a respeito de São José apenas algumas coisas.


Sabemos que ele era da família de David, sabemos que ele era virgem, que foi casado com Nossa Senhora, sabemos que eles mantiveram a virgindade depois do casamento;

Sabemos que ele teve o famoso caso da perplexidade;

Sabemos também, que depois ele esteve presente no Santo Natal e uma das glórias dele é de em todos presépios, até o fim do mundo;

Naturalmente figurar como uma das figuras essenciais do presépio;

Nós sabemos depois que ele levou o Menino Jesus e Nossa Senhora até o Egito e de lá voltou, e depois há silêncio sobre São José e não se fala sobre ele.

O comentário que se pode fazer a este respeito, é, como é bonito o silêncio que as Sagradas Escrituras guardam sobre São José;


E qual é o espírito da Igreja que reluz, e que justifica a propósito este silêncio.


Se tomarmos em consideração quem foi São José, compreenderemos que tem que ter sido um dos maiores santos de todos os tempos;

E que até não faltam razões àqueles que consideram que São José foi o maior santo de todos os tempos.

Se não se pode ter isto como absolutamente certo;

Porque há razões para supor que o maior santo tenha sido São João Batista, ou que tenha sido São João Evangelista;


Em todo caso, há razões muito grandes e muito boas para supor que tenha sido ele, São José;


E nós podemos imaginar que a respeito de um tão grande santo;

Os dados biográficos, os mais emocionantes, os mais empolgantes, ou mais edificantes não poderiam faltar.

Ora, nós vemos que em lugar de falar a respeito destes dados;

E de nos dizer algo a respeito das maravilhas deste santo, que ocupara um papel tão proeminente na piedade católica;

Pelo contrário a Revelação nos diz pouco, e nos diz muito pouco;

E a Tradição nos diz pouco, de maneira que coisas absolutamente de fé a respeito de São José nós sabemos pouco.


Agora, como é que se explica isto? Como é que se pode explicar uma coisa destas?


A primeira observação que cumpre fazer é que também a respeito de Nossa Senhora, que é uma figura, por mais alto que seja São José;

Não infinitamente, mas insondavelmente superior a São José, também à respeito de Nossa Senhora as Sagradas Escrituras dizem muito pouco.

Elas falam tão pouco ou até menos que a respeito de São José e entretanto sabemos que Nossa Senhora é a obra prima da criação;

E que depois da humanidade Santíssima de Nosso Senhor Jesus Cristo ligada à Segunda Pessoa da Santíssima Trindade;

Não há criatura e nunca houve e nunca haverá, que possa sustentar uma pálida comparação com Nossa Senhora.


Ora, a respeito de Nossa Senhora, porque é que a Sagrada Escritura diz tão pouco?

E porque é que a respeito destas duas grandes figuras há um tal silêncio das Escrituras?


Além das razões indicadas habitualmente, à humildade de Nossa Senhora, à humildade de São José;

Que quiseram ficar apagados em louvor à Nosso Senhor Jesus Cristo, que merecia todas as honras;

E em reparação a todas as provas de orgulho que os homens deveriam dar até o fim do mundo;

Além desta razão que é uma razão muito boa;

Há uma outra razão muito formativa para nós e feita para que compreendamos a índole da Igreja, o espírito da Igreja Católica.


É que, por maiores que sejam as maravilhas que Nossa Senhora e São José tenham praticado na vida, aquilo que nós sabemos deles;


Pelo simples fato de uma ter sido a mãe do Criador e o outro ter sido o pai legal de Nosso Senhor Jesus Cristo e o esposo de Nossa Senhora;

Só isto nos leva a deduzir grandezas tão excelsas;

Que nenhum fato concreto praticado na vida daria uma ideia suficiente do que foram;


Porque eles estão acima de qualquer ato praticado.


Temos dois fatos de muita importância:

A perplexidade de São José, a confiança que ele conservou durante esta perplexidade, a delicadeza com que ele ia resolver o caso;

A prova em que a Providência o colocou, no momento em que ele estava chamado para receber a honra excelsa de ser o pai legal de Nosso Senhor Jesus Cristo;


A vida de Nossa Senhora um fato, por exemplo, entre outros, eminente:


As bodas de Caná, em que Nossa Senhora obteve pelas suas orações;

Que Nosso Senhor  antecipasse as manifestações de sua vida pública e praticasse um milagre.

Um milagre notável como a transmutação da água em vinho;

Que praticasse aquele milagre, direta e imediatamente, para uma família que se sentia provada ali no momento.

Nossa Senhora praticou ali uma grande ação, mas por maior que esta ação seja, não nos dá uma ideia suficiente de Nossa Senhora;

E o que nós  sabemos d’Ela, sabendo que Ela é Mãe de Deus é tão mais do que isto que à nós, por assim dizer, bastaria saber que Ela é Mãe de Deus.


Assim também São José.


Algumas coisas dele que nós sabemos, por mais eminentes que sejam, não chegam à altura da ideia, por exemplo, seguinte:

Nosso Senhor Jesus Cristo, o Verbo de Deus Encarnado, Deus fez todas as coisas com conta, peso e medida, diz a Escritura.

Ele as proporcionou admiravelmente na ordem da natureza e na ordem da graça.


Como terá sido o homem, que Ele tenha destinado a ser o pai legal de Deus?

Se não o pai natural de Deus, o pai de Deus segundo a lei judaica.

Porque ele, como esposo de Maria Virgem tinha um verdadeiro direito sobre o fruto das entranhas d’Ela.

Embora não fosse o pai do Menino Jesus, ele tinha o verdadeiro direito.

E depois sendo ele o descendente de David, em que se cumpria a profecia, a qualidade de descendente de David Nosso Senhor Jesus Cristo herdava dele.


Então como deve ter sido este homem;

Como Deus deve ter adornado esta alma;

Como Deus deve ter constituído este corpo;

Como Deus deve ter enchido de graça esta pessoa;

Para que ela estivesse à altura deste papel?

Nossa Senhora, para ver com que cuidado Deus dispôs de tudo a respeito de Nossa Senhora, durante a Paixão;


Permitiu que o Filho d’Ela fosse insultado de todos os modos, mas não foi lícito, não foi permitido a ninguém, tocar n’Ela com a ponta do dedo;


Porque aquilo que se permitiu ao próprio Filho de Deus, que fosse feito contra o próprio Filho de Deus, contra Ela o Filho de Deus não permitiu que fosse feito.

Ora, se Deus, tanto respeitou e venerou Nossa Senhora, quanto não terá venerado ao escolher um esposo adequado à Ela.

Porque terá feito deste casal, o casal perfeito, em que o esposo fosse mais proporcionado possível à esposa.


Agora, o que é que deve ter um homem para estar na proporção de esposo de Nossa Senhora?  


É uma coisa verdadeiramente insondável.

E qualquer coisa que ele tenha dito, qualquer coisa que ele tenha feito, não nos dá uma ideia do que ele foi, como esta simples ideia:

Pai do Menino Jesus e esposo de Nossa Senhora;

Quer dizer, fica acima de todo elogio e de todo feito.

E então, aqui é que entra a coisa bonita;


Vemos que a Providência quis constituir, a respeito de Nossa Senhora e São José, os fundamentos do culto, com base num raciocínio teológico;


Porque é o raciocínio teológico, que nos mostra o perfil moral destas pessoas excelsas.

Sem o raciocínio teológico, nós não conheceríamos o perfil deles adequadamente;

E prova por aí como a Providência não quis apenas uma Igreja baseada na Revelação imediatamente inteligível;


Mas que Deus quis uma Igreja teológica.


Uma Igreja constituída por fiéis, que refletem e refletem a fundo a respeito dos ensinamentos do Magistério;

E tiram desses ensinamentos do Magistério a teologia, como a abelha tira o mel de dentro da flor.

Quer dizer, tira e elabora para dar o mel.

Assim também o fiel, os grandes teólogos, assim também o Magistério da Igreja, toma as informações fornecidas pela Revelação;

Quer pela Revelação nas suas fontes escritas;

Quer pela Revelação na sua fonte oral, que é a Tradição, e então Deus quer que os homens fiquem doutores da Igreja.


Que os Santos, e sobretudo o Magistério da Igreja tomem esses dados e elaborem;


E façam disto uma elaboração que seja, como que, o mel da Escritura;

Onde a doçura maior da Escritura se sente mais no produto elaborado do que diretamente do texto;

Como a doçura maior de uma flor, que o homem não sente pelo paladar se mastigar a flor, mas sente depois da destilação da abelha.


Aí, então, temos um magnífico argumento contra o protestantismo;


Porque é uma Igreja raciocinante, uma Igreja teologizante, uma Igreja que tem uma ciência de interpretar os Evangelhos.

É uma Igreja, portanto, em que a interpretação, não está ao cargo de cada fiel, mas ao cargo dos mais entendidos.

É portanto uma Igreja hierárquica, em que há uma hierarquia dos conhecimentos da Escritura, uma hierarquia de carisma para interpretar as Escrituras;


Uma Igreja em que uns ensinam e os outros devem obedecer, devem acatar, devem aceitar.


Então nós vemos em que altura a Providência quis fundar o caráter hierárquico da Igreja Católica.

São esses raciocínios, que nos levam cada vez mais a amar os aspectos da Igreja.

Os aspectos, por assim dizer, mais ultramontanos do Catolicismo.

Como também, em outra ordem de coisas, quando Nosso Senhor disse uma vez que os discípulos deveriam de fazer coisas maiores que Ele.

Há aí uma magnífica afirmação do princípio feudal:

Os discípulos praticarem atos maiores que os d’Ele por causa dessa beleza própria que há em que o menor, o que recebeu, seja tão grato e tão fiel;

Que embora parecendo maior mantém a obediência àquele que ele sabe que de fato é maior, e presta uma homenagem feudal.

A homenagem daquele que está com as mãos cheias de dádivas e com uma porção de métodos, de meios ou de recursos para se revoltar;

Mas que na plenitude de sua fidelidade declara com gratidão:


“Esses dons vieram de vós, eu poderia voltá-los contra vós, mas a honra impede que eu faça;

A fidelidade impede que eu faça, a decência impede que eu faça.

Esses dons são vossos e no momento em que vós me dais uma liberdade de fato, de os voltar contra vós, eu os ponho a vossos pés e digo:

Nem sou digno desta honra”.


Isto é que Nosso Senhor quer do apóstolo que faz mais do que Ele:

É que o apóstolo reconheça que ele não faz nada a não ser por meio d’Ele, pela força d’Ele;

Que não é nada sem Ele e embora fazendo mais do que Ele, é imensamente menor do que Ele.

É mais ou menos como os senhores feudais a quem o senhor feudal dá parcelas enormes do seu reino e que ao invés de se revoltarem obedecem;

E tomam os seus feudos e os colocam na obediência de um rei que na aparência é mais fraco, mas que tem só esta coisa:


Ele tem o direito, o excelso direito de mandar.


Bem examinada a Igreja, bem examinada a doutrina católica, dela se tiram justificações admiráveis para a nossa doutrina e nós vemos por aí;

Como também a nossa doutrina é santa;

A nossa doutrina vem toda envolta das bênçãos das Sagradas Escrituras, das bênçãos da Revelação, das bênçãos da organização da Igreja.

Começamos uma meditação a respeito de São José, que um pouco se direcionou a Nossa Senhora, e depois a outro ponto do Evangelho.

Uma meditação que não está na excelente rotina, na excelente trilha comum das meditações.


Por que?


Porque a meditação à respeito desta matéria nos levaria a enumerar as virtudes de São José, falar de São José como patrono da Igreja, etc. etc., seria uma coisa excelente.


A propósito do silêncio que as Sagradas Escrituras guardam sobre São José, temos uma dedução anti-protestante;


Quanto ao contraste entre uma Igreja com livre exame e uma Igreja com ensino hierárquico, mostrando como o espírito hierárquico decorre das próprias páginas do Evangelho.

Agora, vemos que se afirma aqui uma característica da mentalidade do Grupo, do espírito do Grupo;

Que não é nem de longe não fazer a meditação clássica, e muitíssimo menos de a desdenhar;

Mas é de não se contentar com ela;

De compreender que para nós há outros tesouros além dos clássicos nessa temática e que a graça nos pede que exploremos também estes tesouros.


Bom, a razão de ser pela qual eu fiz isto é porque há um contraste contínuo entre o modo da “heresia branca” apresentar a Escritura;

E o modo pelo qual a doutrina católica a vê e ensina.


Queiram ou não queiram, a figura de Nosso Senhor é apresentada muitas vezes pela “heresia branca” com uma espécie de fundo igualitário;

Então, para refutar este igualitarismo, no Evangelho, em ocasiões;

Temos trechos que justificam uma visão diversa, assim, portanto o espírito de más interpretações do Evangelho.


Para aproveitarmos bem este Santo Mês, precisamos fixar este ponto no espírito;


E compreender que ao meditar estes princípios como fizemos, estamos fazendo uma verdadeira meditação espiritual.

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Fonte: pliniocorreadeoliveira.info

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Veja nesta 6° Estação da Via Sacra o que Verônica fez depois de limpar o rosto de Nosso Senhor.

20 março 2017

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Meditamos nessa Estação o momento em que Verônica enxuga o rosto de Nosso Senhor.

Verônica faz isso para limpar o rosto ensanguentado de Nosso Senhor, um nobre gesto de amor pelo Salvador.

Agora, clique no link abaixo e veja como fazer um pequeno gesto de amor por Nosso Senhor e pelo Centenário de Nossa Senhora de Fátima.

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adf.org.br/apostolosdefatima

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Clique aqui para receber em primeira mão e de forma gratuita as próximas Estações da Via Sacra. 

(Ao preencher seu e-mail não esqueça de confirmá-lo em sua caixa de entrada.)
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Melhor arma contra o Terror. Veja o que este jovem bispo fez na Nigéria.

20 março 2017
Nigeria-bispo-e-terroristas

Dom Oliver Dashe Doeme (esquerda)

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O presidente nigeriano Muhammadu Buhari confirmou que os últimos bastiões da guerrilha Boko Haram;


Q
ue pretendia estabelecer um califado na África nos moldes do ISIS, foram esmagados no bosque de Sambisa, no estado de Borno, nordeste do país.

Desde que iniciou a guerra de expansão islâmica há sete anos, o Boko Haram assassinou mais de 20.000 pessoas e provocou a fuga de mais de dois milhões.


Ele chegou a controlar vastas áreas do nordeste da grande e populosa Nigéria;


E aspirava criar um califado regido pela sharia (lei islâmica) aplicando o esquema de seus aliados do ISIS do Iraque e da Síria.

O governo nigeriano anunciava há tempos que os tinha derrotado, mas os ferozes atentados corânicos continuavam, cada vez mais sanguinários.

Por sua vez, o vizinho Níger confirmou que dezenas de membros do Boko Haram que fugiam da Nigéria se entregaram às autoridades do sul do país;


Confirmando a derrocada do movimento terrorista.


Várias outras centenas de terroristas do mesmo movimento já se tinham rendido às autoridades do Chade no fim de 2016.

O que concorreu para uma virada tão radical e a derrocada do movimento muçulmano?


Nada acontece sem uma causa.


E o exército nigeriano vinha sendo acusado pela população de moleza e ineficácia contra os terroristas.

Uma pessoa, porém, anunciava sua iminente ruína e fornecia a mancheias a arma para acabar com a sanguinária horda maometana.


Esse homem é Dom Oliver Dashe Doeme, bispo católico de Maiduguri, a “capital” dos terroristas.


Enquanto a diocese era dominada pelo terror;

O corajoso prelado pregava a reza do Rosário implorando a intercessão da Bem-aventurada Virgem Maria para acabar com o flagelo muçulmano.


O jovem e destemido bispo não hesitava em sair às ruas de batina e cruz peitoral;


Difundindo a prática do terço e incutindo respeito até entre a população muçulmana.

Há dois anos, enquanto rezava o terço em sua capela privada;

Ele disse ter visto Jesus que convocava todos os católicos a rezar o Rosário para se libertarem do terrorismo do Boko Haram.

Até colegas do episcopado nigeriano ficaram espantados pela intrepidez do bispo da “capital do terror”.


Sua iniciativa parecia “louca” aos olhos do mundo e dos católicos moles.


Mas agora que o exército nigeriano liquidou inesperadamente os assassinos insurgentes, o povo se volta para Dom Dashe Doeme e sua pregação.

E ele diz que o mérito todo é de Nossa Senhora.


“Antes – declarou ele ao “Catholic Herald” – os milicianos do Boko Haram estavam por toda parte.

‘Agora eles não estão em lugar nenhum.

‘O Boko Haram será liquidado logo, sobretudo por causa das orações de nosso povo”.


Segundo o bispo, Jesus Cristo lhe teria dado uma espada, e ao pegá-la ela se transformou imediatamente num terço.

E Nosso Senhor lhe disse: “O Boko Haram irá embora”.

Dom Oliver levou a mensagem a sério, “consolando o povo de que Nossa Mãe está conosco”.

O povo de sua vasta diocese acredita que o Rosário nos dará a vitória sobre todas as formas de mal”.


O Boko Haram é o mal, ISIS é o mal.


“À medida que abrimos espaço para Nossa Senhora, especialmente rezando o Rosário, que é a mais rezada das devoções marianas, nós sairemos vitoriosos”.

Dom Oliver instalou a recitação do Rosário diário em todas as escolas, famílias e paróquias da diocese.

E explicou ao “Catholic Herald”, referido por “Life Site News”, que o Rosário “fez maravilhas, liberou nações”.

Ele citou como exemplo a batalha de Lepanto, em 1571, quando as forças navais católicas derrotaram uma frota do Império Otomano muito mais numerosa.

E aqui no Ocidente, onde estão os bispos ou os mais altos hierarcas para pregarem o Terço e acabar com a praga do terrorismo?


Onde estão a fé e a devoção a Nossa Senhora?


Emporcalhada no contexto neopagão do Carnaval por mãos sacerdotais, arcebispais e cardinalícias?

Aonde nos leva essa degradação blasfema?

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Fonte: abim.inf.br

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“Proponho firmemente, ajudado com o auxílio de vossa divina graça, emendar-me e nunca mais tornar a Vos ofender;” Confissão. Leia!

19 março 2017
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Fiéis em confissão

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Em seu entusiasmo por todas as manifestações de perfeição da Igreja Católica;


D
o dogma até o formato de uma pia de água benta;

Da forma da mitra episcopal até as diferentes tonalidades do toque dos sinos;

Plínio Corrêa de Oliveira discorria com frequência sobre o esplendor do espírito católico manifestado no Sacramento da Confissão.

Sua alma inteiramente contrarrevolucionária se voltava antes de tudo a expurgar o Mal e;

Em seguida, à contemplação do Bem:


“Expurgado o mal, o bem retorna naturalmente: combatida a doença, o organismo viceja”.


Assim se referia ele ao mau espírito protestante, que não quer ver a bondade materna da Santa Igreja, refletida no Sacramento da Penitência ou da Confissão.

Sem dúvida é bom — indispensável mesmo — ir aos manuais de Apologética aprender a sã doutrina a fim de desfazer os argumentos protestantes contra esse Sacramento.

Mas Dr. Plínio transmitia seu entusiasmo discorrendo não apenas sobre os princípios da fé atinentes à Confissão;

Mas principalmente como o fiel guiado pelo espírito de Fé considera esse Sacramento.


Muitos têm fé.

Nem todos têm espírito de fé.


Este espírito é uma excelência da virtude da fé que interpreta os fatos da vida corrente e o acontecer quotidiano à luz dos princípios da fé.

Em razão do espírito de fé, o fiel desejoso de recolhimento estranha os batuques e o violão tocados em certas Missas;

Pois o impedem de elevar seu pensamento à quietude celeste.


Difícil para ele, por exemplo, concentrar-se na moderna catedral de Brasília, pois sua arquitetura não tem sacralidade.


Poucos comentaristas sacros ressaltam este ponto, entretanto indispensável ao homem de hoje para adquirir o sentimento das perfeições da Igreja e assim amá-la.

Um recinto do Tribunal de Deus

No caso da confissão, como sentir a prodigiosa harmonia entre a verdade do sacramento ensinada e o modo de operar da Igreja?

Como Ela, imaculada, considera a mácula do pecado humano?

Que atitude toma?

Como trata a alma confundida e machucada pelo erro moral, e que vem pedir perdão?

Essa alma tornou-se sua filha pelo Batismo.


Mas não cumpriu os preceitos que deveria e por isso pede perdão pelo pecado cometido.


Vem pedir misericórdia, sim, mas onde?

Sob o peso de seu pecado, ela se dirige ao confessionário.

Este é o recinto do Tribunal de Deus.

O pecador aproxima-se porque confia na comiseração divina.

E se aproxima para ser julgado.

Ele teme e deseja se esconder como Caim após o assassinato de Abel, pois seus pecados levaram Deus a lhe dizer:


“Afasta-te de Mim”.


O pecador que insultou a Deus com seu pecado, que apedrejou Nosso Senhor Jesus Cristo afrontando-O, transgredindo Seus Mandamentos;

Vai encontrar-se com o sacerdote para lhe relatar no confessionário o que fez contra Deus.


O sacerdote, que assume o lugar de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Vítima ultrajada, o espera.

Nele, entretanto, está o perdão e a misericórdia.


Ao julgar, ele deseja perdoar e salvar.

Deus que perdoa por meio do confessor

Como a Igreja recebe o penitente?

De início, Ela envolve seu ato de penitência numa penumbra sacral, doce, suave, acolhedora e elevada:

O confessionário.

Móvel do sagrado, móvel dentro do qual não se propaga nunca o segredo inviolável;


Nem mesmo ao Papa pode o sacerdote romper tal segredo.


A alta dignidade do Sacramento consiste em que o pecador, humilhando-se, confessa, com o firme propósito de não mais pecar.

O sacerdote ouve e julga, absolve e impõe uma penitência (que poderá ser algumas orações que o penitente deve fazer, preferencialmente, logo após ter-se confessado).

Ao absolver, o padre não faz senão emprestar seus lábios a Deus, pois só Ele pode de fato perdoar os pecados cometidos.

É o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo que fala através da laringe do sacerdote.

Ele próprio instituiu o Sacramento da Confissão quando afirmou aos Apóstolos:


“‘Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós’.

‘Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes:’

‘Recebei o Espírito Santo.

Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados;

àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos’” (Jo 20, 21-23).


Assim, conferindo aos Apóstolos e a seus sucessores o poder de perdoar os pecados;


E aos fiéis arrependidos de seus pecados o preceito de confessá-los para alcançar o perdão.


Se o sacerdote não pronunciar a fórmula da absolvição (segue mais abaixo), Nosso Senhor Jesus Cristo deixa de falar.

Entretanto, o sacerdote pode não absolver, segundo a gravidade do pecado, convidando o pecador a recorrer ao bispo em certas circunstâncias.


A gravidade da confissão levou a Igreja a conceber os confessionários com formas da mais alta dignidade, habitualmente de madeira.


Por toda a Cristandade se veem confessionários com figuras esculpidas.

Um auge da clemência Divina

Santos, alegorias, cenas da Sagrada Escritura, convidam ao arrependimento e ao pedido de perdão.

Em um confessionário se vê São Pedro chamando o fiel.


Pecador arrependido, São Pedro foi confirmado no papado.


Em outro, o amor ao dinheiro afasta o penitente.
Ou a ira.

Santo Agostinho, pecador na juventude, arrependeu-se, santificou-se, tornando-se Doutor da Igreja.

Geralmente o pecador teme confessar-se. É incongruência sua.


Ele sabe que pecou na presença de Deus.


O Criador onipresente viu seu ato condenável.

No entanto, o pecador treme ao ter de declará-lo ao Ministro de Deus, descrevendo circunstâncias e agravantes para que a confissão seja bem feita.

A Santa Madre Igreja lhe diz:


“Meu filho, tu não tiveste medo de fazer uma ação vergonhosa perante Deus;

E tens agora a contradição de não desejar que o sacerdote, Ministro desse mesmo Deus, conheça esta ação?

Não tiveste vergonha que Deus a visse e agora tu te envergonhas diante dos homens?

Mas Deus misericordioso te quer bem.

Para te tornar fácil o reconhecimento de teus pecados, de modo paternal;

Ele instituiu a confissão.

Todos os santos que viveram antes da Redenção não puderam sequer imaginar, nem em sonho, que a clemência divina pudesse chegar a esse ponto de misericórdia.

Vem. O juízo, o conselho, o perdão e a reconciliação te esperam”.


A inviolabilidade do segredo de confissão

A graça da contrição toca o coração e o pecador cai em si, por uma ação própria ao Sacramento, e diz:

“Dói-me, Senhor, ter feito essa ação má. Ela Vos ofendeu. Peço-vos perdão e dor por meus pecados”.

E assim se restitui naquela alma a imagem de seu Deus.

A acolhedora beleza do confessionário reflete essa misericórdia.

E também essa gravidade.

Ela convida o penitente a confiar no sacerdote para limpar sua consciência e ascender à perfeição.

No interior do confessionário flui a sujeira espiritual e o lodo moral, aquilo que de pior existe entre os homens: o pecado em suas inúmeras formas e gravidade.


No entanto, a Igreja, através da austera beleza do confessionário e da elevação das circunstâncias nas quais a confissão se dá;


Pensa sobretudo no perdão ali conferido e na luz da perfeição ali vislumbrada. Aquele móvel sagrado indica essa perfeição.

O segredo penitencial atesta a grandeza da Igreja.

No universo católico, milhões de fiéis se confessam a todo momento a sacerdotes desconhecidos.

E nada transpira do que é dito naquele escrínio, no qual o pecado e a santidade se tocam.


Poder-se-ia imaginar um padre que escrevesse um livro intitulado:


Experiências no interior do meu confessionário.

Ele narraria fatos ouvidos, dramas de consciência, planos ardilosos de personalidades conhecidas, roubos e enganos etc.

Interesses de toda a ordem estão envolvidos naquilo que um padre poderia delatar.

Entretanto, nada é revelado.

O sacerdote pode até mesmo ser um mau padre, mas ele nunca revela o que ouviu.


Ele se cala.


Todo católico sabe que um crime confessado, tornando-se conhecido, poderia levá-lo à cadeia.

Entretanto, ele não hesita em se confessar.

Aguilhoado pela consciência, entra numa igreja ao acaso, pede confissão e relata seu ato criminoso a um sacerdote que pode ser um desconhecido.

Ele o faz com toda a tranquilidade, sabendo ser o segredo inviolável.

Sacerdotes foram martirizados ao longo da História por não violarem esse segredo.

No confessionário, atmosfera sobrenatural

Com acentos de saudade, Plínio Corrêa de Oliveira falava da São Paulinho de sua juventude de militante católico.

Pela manhã de certos dias de semana, ainda cedo, ao entrar numa igreja do centro da cidade, já se formavam filas junto aos confessionários.


Um confessor aguardava os primeiros clarões do dia.


Senhoras com véus ou mantilhas, homens que madrugavam para se confessar antes do trabalho, atitude recolhida, penitencial, verdadeiramente compungida.

Até as crianças se confessavam, pois todo pecado é sério, até mesmo o dos pequeninos.

O silêncio e a humildade se conjugavam, dando à igreja uma atmosfera sobrenatural.

Todos — por assim dizer — se recolhiam.

Ninguém tomava conhecimento da existência do outro, mesmo estando lado a lado, pois só tinham olhos para o tribunal augusto da Penitência;

No qual o padre dizia incessantemente as palavras reconfortantes para cada alma:


“Eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”.
Amém! Vai em paz.”


E o penitente saía em paz do confessionário. (No quadro ao lado, uma fórmula tradicional do “Ato de Contrição” que o penitente pode rezar logo após ter confessado seus pecados).

Confessionário, alegria e paz de alma

Certa vez, numa fria manhã de inverno, no denso silêncio da recolhida penumbra de uma antiga e imensa basílica constantiniana de Roma;

Aromatizada pelo incenso esvaecido das Matinas, alguns poucos rezavam.

De repente, ouve-se o ruído das portas que se abrem abruptamente.

São portas basculantes, necessárias à proteção contra o frio europeu.

Uma adolescente entra esbaforida.

Nervosamente, procura algo com o olhar.


Seus olhos inquietos se fixam num confessionário encimado por uma tênue luz vermelha — acesa para indicar a presença de um sacerdote à disposição.


O confessionário, de antiga data, abrigava naquele instante um velho franciscano, reconhecidamente bom confessor.

Ao ajoelhar-se a moça, o móvel range sob o seu peso.

E seu ranger ecoa pela basílica.

Um murmúrio, um sussurro e, em seguida, o silêncio retorna àquelas abóbadas seculares.

Voltados para as suas orações, todos tinham se esquecido da nervosa penitente, quando o confessionário volta a ranger. Ela sai.


Parecia outra pessoa.


Calma e pausadamente, dirige-se aos bancos para rezar — seria o cumprimento da penitência?

Rezando, ela representava a imagem da penitente em paz.

Paz da alma que sai lavada do sacramento da Confissão.


A alma que se sente expurgada.


Em sua fisionomia havia algo de Natal e de Páscoa docemente superpostos.

Quem não passou por isso em sua própria vida? Aquela purificação é maravilhosa.

É a misericórdia que se difunde de modo especial porque Deus faz tudo com sabedoria e santidade infinitas.

A alegria do pecador-penitente é verdadeira alegria.


Ele sente que volta à amizade com seu Deus.

É o filho extraviado que retorna à casa paterna.


Alegria parecida com a leveza de certos passarinhos ao alçarem voo.

Tem-se a impressão de que a lei da gravidade deixou de existir e de que os céus inteiros não bastam para satisfazer a vontade de voar.

Assim é a alegria de certas almas depois de se confessarem.

É árdua a batalha pela virtude

Como ela pecou? Não se sabe, exceto o confessor.

Mas foram tantos os pecadores que narraram a história de suas almas, que se pode, em linha geral, conjeturar.

Sem dúvida ela trazia certa candura em seu modo de ser.

Não se diria haver culpa naquela alma.

Que gênero de pecado a afligia? Como ela caiu?

O Dr. Plínio figurava essa queda mais ou menos com as seguintes palavras:


“Jovem ainda, com certeza ela não previra a dureza da batalha pela virtude.

Essa luta é árdua para todos, sobretudo num mundo tão descristianizado como o nosso.

Com certeza ela vivia posta na perspectiva da normalidade — tudo em sua vida poderia parecer tão normal.

Por que achar que tudo não correria bem?

Quantas vezes, em relação ao mal, somos otimistas como criança sem experiência!

Tudo são promessas e esperanças. A virtude é fácil.

De repente, diante de nossos passos, baixando de nuvens azuladas, ou saindo do fundo do caminho de todos os dias;

Surgindo numa alameda de árvores sombrias, levanta-se um miasma com o odor dos pântanos.

Em meio àquele sopro fétido, um fantasma ruge, sugerindo a transgressão. É a tentação”.


“‘Peque!’ [tenta o demônio]. Então o abismo se abre de repente sob os pés incautos.

Há pouco caminhava pensando que tudo daria certo.

Agora era arrastada pela atração do abismo.

E sacudido pelo horror, nessa hora de confusão, no estertor da tentação, o inocente às vezes é levado a fazer uma oração parecida com a de Nosso Senhor Jesus Cristo no alto da cruz:


‘Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?’.”


Relação entre confissão, culinária e civilização

Teria sido esse comportamento comum e incauto que levou aquela jovem ao pecado?

A alegria com que ela deixou o confessionário era angélica.

Considerando todas as almas que ao longo da História assim se rejubilaram uma vez aliviadas do pecado;

Penso na tese do livro Gastronomia francesa, de J-R Pitte, Reitor durante cinco anos da Universidade Paris (Sorbonne);

E um dos mais conhecidos pesquisadores franceses da cultura ocidental.

Segundo ele, os países que mais desenvolveram a arte culinária — e, sem dúvida;


A França ocupa o primeiro lugar entre todos — foram os países católicos, em razão da Confissão.


Por ser a mesa o local onde a caridade cristã é exercida quotidiana e intensamente durante algum momento, a boa cozinha representa importante papel social.

Os países protestantes têm, de modo geral, uma culinária pouco variada e sem requinte.

A razão está em que seus habitantes, após pecarem, não sabem como obter o perdão.

Podem até pedi-lo, mas como saber se Deus de fato perdoou?


Todos os homens pecam e sua consciência pede reparação.


Os protestantes são levados então a tentar oferecer a Deus um sacrifício reparador, e o primeiro que lhes ocorre, por ser imediato, consiste na renúncia a alimentos saborosos.

E, portanto, à sua elaboração.

Comendo mal, eles pensam reparar seu pecado.

De onde a indigência de sabores entre protestantes.

O filme “A festa de Babette”, muitas vezes premiado, ilustra simbolicamente essa realidade.

 

♦ ATO DE CONTRIÇÃO ♦

 “Senhor meu, Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, Criador e Redentor meu, por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas e porque Vos amo e estimo, pesa-me, Senhor, de todo o meu coração, por Vos ter ofendido; pesa-me também por ter perdido o Céu e merecido o inferno; e proponho firmemente, ajudado com o auxílio de vossa divina graça, emendar-me e nunca mais tornar a Vos ofender; e espero alcançar o perdão de minhas culpas, por vossa infinita misericórdia. Amém.”

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Fonte: ipco.org.br

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É verdade que todas as pessoas tem um Anjo da Guarda? Até mesmo as pessoas más?

18 março 2017

 

 

Existe uma frase muito interessante de São Jerônimo sobre os Anjos, que diz:
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“Tão grande é a dignidade de cada alma, que ao nascer tem um Anjo destinado para sua guarda”

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Essas palavras nos permitem refletir o seguinte:


Todo mundo, por pior que seja a pessoa, mesmo um delinquente, um assassino, etc, 
têm um Anjo que lhes é designado simplesmente pela dignidade da alma que Deus pôs nele.



– você tem um Anjo;

– cada sacerdote tem um Anjo próprio;

– até o mau governante também tem um Anjo;

– e assim por diante.


Pois todos têm alma. Isso é muito interessante, não é? Veja:

A dignidade é da alma humana, e por isso Deus nos designa um Anjo da Guarda.

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Portanto, nós podemos, em nossas orações pedir ao Anjo da Guarda de outro que o ajude, que o faça melhorar, que o proteja na vida, no trabalho e assim por diante.

São os Anjos que nos acompanham desde o dia que nascemos. 

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Ele é o nosso melhor amigo, pois nos protege 24hs por dia. Após Nossa Senhora, os Anjos são os nossos maiores intercessores.

Então, não deixe de rezar nunca para o seu Anjo da Guarda. 

“Rainha dos Anjos, rogai por nós!” 

 

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Atentado à Virgem de Guadalupe causa comoção no Peru.

17 março 2017
Virgem de Guadalupe Destruida

Imagem destruída.

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Desconhecidos destruíram uma imagem da Virgem de Guadalupe em um Santuário Arquidiocesano no Peru;


C
ausando a comoção dos paroquianos que não conseguiam acreditar no que havia acontecido.

A imagem, que foi encontrada quebrada na sexta-feira, 10 de março pelo pároco Pe. Rafael Reátegui;


Estava localizada há 15 anos em uma gruta do lado de fora do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, no bairro La Victoria, em Lima.


Embora as autoridades tenham chegado ao local para investigar o caso;

Não havia câmeras de segurança ao redor do lugar e, por isso, foram apresentadas diferentes hipóteses sobre o ocorrido.


“É preciso ver o lado positivo.

‘A comunidade está muito comovida, mas com o desejo maior de viver a Quaresma.

‘Isto vai nos levar a rezar mais e estar mais unidos. ‘

Olhar a Virgem, porque ela também quer nos dizer alguma coisa com tudo isso”, disse na segunda-feira, 13 de março, o Pe. Reategui ao Grupo ACI.


O sacerdote assegurou que quando conseguirem novamente uma imagem, será colocada na mesma gruta.


Além disso, afirmou que organizarão novos atos de reparação, depois dos que foram realizados durante as 5 Missas no domingo, 12 de março.


Sobre o dinheiro para adquirir uma nova imagem;

O sacerdote indicou que as pessoas que desejarem ajudar, poderão fazer através de doações que serão recebidas na secretaria paroquial.

Por outro lado, indicou que esse ato de profanação ocorre em um “momento difícil e dramático no Peru”;


Onde estão “perdendo os valores e atacando a família e a vida”.


Em relação às pessoas desconhecidas que cometeram a profanação;

O Pe. Reátegui disse que todos os dias reza por eles o Pai Nosso.

“Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.

‘Este é o desafio de amar os nossos inimigos”, concluiu.

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Fonte: acidigital.com

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Por isso, você Devoto de Nossa Senhora, filho de Nossa Senhora não deixe de rezar e reparar essa tristeza que Nossa Mãe Santíssima está sentindo.


Acenda agora mesmo a Vela da Reparação a Nossa Senhora.


Vamos consolar e reparar esse ultraje contra a família cristã.

Clique no link abaixo e acenda a vela agora mesmo.

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Veja o que aconteceu com Nosso Senhor nesta meditação da 5° Estação da Via Sacra.

17 março 2017

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Ao ser ajudo pelo Cirineu, Nosso Senhor continua sua caminhada de dor e sofrimento.

E pensando nessa meditação, podemos ver mais uma vez que Nosso Senhor sofre e deu a vida por nós, então pergunto, o que damos a Deus e a Nossa Senhora em troca?

Como retribuímos toda essa generosidade? Por isso, lhe convido a fazer parte do grupo Apóstolos de Fátima, onde você além de ter seu nome inscrito automaticamente em mais de 60 missas por ano, ainda terá como ajudar no apostolado de muitas outras pessoas.

Clique no link abaixo e confira tudo isso:

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Clique aqui para receber em primeira mão e de forma gratuita as próximas Estações da Via Sacra. 

(Ao preencher seu e-mail não esqueça de confirmá-lo em sua caixa de entrada.)
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Jejum! Veja em seis pontos quanto ele pode fortalecer a sua fé. Leia!

17 março 2017
jejum

Conheça um pouco sobre a importância de jejum

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O jejum é algo poderoso e fundamental da vida cristã;


Porque não foi apenas pregado pelos Padres da Igreja e pelos santos, mas é um mandato de Deus e foi praticado pelo próprio Jesus.

Nesse sentido, o diácono Sabatino Carnazzo, diretor executivo e fundador do Instituto de Cultura Católica em Virginia, Estados Unidos;

Considerou que devemos tomar como “padrão” aqueles que “chegaram ao final da corrida e ganharam”;


Porque “foram homens e mulheres de oração e jejum”.


Portanto, compartilhamos 6 razões pelas quais todo católico deve levar a sério o jejum para melhorar a vida de fé.


1. Por que é escolher um bem maior


“É a privação do bem, para tomar uma decisão para o bem maior”, disse o diácono Carnazzo.


Além disso, destacou que o jejum costuma ser mais associado com a abstenção de alimentos;


Mas também pode ser a renúncia a outros bens, tais como confortos e entretenimentos.


2. Porque dá equilíbrio à vida espiritual


“Todo o propósito do jejum é colocar a ordem criada e colocar a nossa vida espiritual em um equilíbrio adequado”, afirmou o diácono Carnazzo.

Porque, “como criaturas corporais depois da queda”, é fácil deixar que as nossas “paixões” busquem os bens físicos e substituam a nossa inteligência.

De acordo com Mons. Charles Pope, um conhecido sacerdote americano em Washington D.C.;


“Jejuar ajuda a dar mais espaço para Deus em nossas vidas”.


3. Porque é o primeiro passo para ter controle sobre si mesmo


“A razão pela qual em 2000 anos de cristianismo preferiram jejuar alimentos é porque a comida é como o ar.


‘É como a água, é algo fundamental”, disse o diácono Carnazzo.


“Por isso, a Igreja diz para ‘se deter aqui, neste nível fundamental, e ganhar o controle lá’.

É como o primeiro passo da vida espiritual”, acrescentou.


4. Porque é bíblico


O primeiro jejum foi ordenado por Deus a Adão no Jardim do Éden;


Quando Deus instruiu a Adão e Eva a não comer o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2, 16-17), assinalou o diácono Carnazzo.


Além disso, esclareceu que esta proibição divina não era porque a árvore era ruim;

Mas o fruto estava destinado “a ser comido no momento correto e no caminho correto.

‘Da mesma forma, abstemo-nos dos bens criados para que possamos desfrutá-los no momento certo e da maneira certa”.


Por outra parte, no início do seu ministério, Jesus se absteve de comer e beber durante 40 dias no deserto e, assim;


“Reverteu o que aconteceu no Jardim do Éden”, disse o diácono.


“Como Adão e Eva, Cristo foi tentado pelo diabo, mas ao contrário deles;


‘Permaneceu obediente ao Pai, revertendo a desobediência de Adão e Eva e restaurando a nossa humanidade”, acrescentou.


5. Porque é poderoso


São Basílio o Grande dizia que o jejum é “a arma de proteção contra os demônios.


‘Nossos Anjos da Guarda realmente ficam com aqueles que purificaram suas almas através do jejum”.


Segundo o diácono Carnazzo, o jejum é poderoso, porque permite “deixar de lado este reino (criado), onde o diabo trabalha”;

E nos colocarmos em “comunhão com outro reino onde o diabo não trabalha e não pode nos tocar”.


6. Porque a Igreja pede


As obrigações atuais de jejum foram estabelecidas no Código de Direito Canônico de 1983.

“A Igreja estabelece limites claros, fora dos quais não é possível considerar que alguém esteja praticando a vida cristã.


‘É por isso que violar intencionalmente as obrigações da Quaresma é um pecado mortal”;


Sentenciou o Diácono Carnazzo.

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Fonte: acidigital.com

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