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Boletim

Fundo Nacional de Solidariedade emite nota de agradecimento e esclarecimento.

24 abril 2018
Dom Guilherme Werlang

Dom Guilherme Werlang

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Dom Guilherme Werlang, bispo de Lajes (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da CNBB assina Nota emitida para agradecer a todos que participaram da Coleta durante a Quaresma e para esclarecer alguns pontos importantes.


Leia a Nota:


Nota de agradecimento e esclarecimento

Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS)


Agradecimento

Caros irmãos e irmãs da Igreja no Brasil! Vimos por meio desta Nota expressar nosso agradecimento por sua participação na Coleta da Solidariedade de 2018.

O gesto de colaborar com a Coleta no Domingo de Ramos foi uma expressão de sua espiritualidade quaresmal.

Assim, sua vivência dos valores do Evangelho se materializou em recursos para o financiamento de projetos sociais em nosso país.

Segundo o Papa Francisco:

“O modo melhor e mais concreto para não fazer do dinheiro um ídolo é compartilhá-lo, dividi-lo com os outros, principalmente com os pobres, ou para levar os jovens a estudar e a trabalhar, vencendo a tentação idolátrica mediante a comunhão. Quando compartilhais e doais o vosso lucro, realizais um gesto de elevada espiritualidade, dizendo concretamente ao dinheiro: tu não és Deus, tu não és senhor, tu não és patrão!”

Queremos, pois, em nome de todos os que serão beneficiados por essa coleta, expressar-lhes nossa gratidão, ao mesmo tempo em que nos dispomos a lhes prestar alguns esclarecimentos.


O Fundo Nacional de Solidariedade (FNS)

O Fundo Nacional de Solidariedade é fruto da Campanha da Fraternidade, iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que, desde 1964, convida os católicos, no período quaresmal, a refletir e agir sobre a situação dos mais pobres e vulneráveis, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja.

O Fundo Nacional de Solidariedade presta um serviço a caridade e busca a emancipação cidadã, fomentando o desenvolvimento comunitário, valorizando práticas e culturas locais, priorizando financiamentos a empreendimentos autogestionários e ambientalmente sustentáveis.

O Fundo Nacional de Solidariedade é formado a partir dos 40 % das coletas nas missas do Domingo de Ramos, realizada em todas as dioceses do Brasil.

Ele tem sido gerido por um Conselho Gestor, formado por quatro membros natos (o bispo Secretário Geral da CNBB, o bispo Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social e Transformadora, o Ecônomo da CNBB e o Secretário Executivo da Campanha da Fraternidade e alguns membros nomeados o Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social e Transformadora, o representante dos secretários executivos dos Regionais da CNBB,  uma assistente social da CNBB, um colaborador da CNBB que acompanha os projetos do FNS e um representante da Caritas Nacional).

O Conselho Gestor se encontra ao menos três vezes por ano para o estudo e a aprovação dos projetos recebidos.


Projetos apoiados pelo FNS

Anualmente, é publicado um edital, com as exigências que devem ser observadas por aqueles que apresentam projetos. O edital dos anos anteriores está disponível no site. (fns.cnbb.org.br)

Os projetos para o FNS podem ser apresentados por Regionais da CNBB, por Dioceses, Paróquias, Grupos organizados, Associações, Pastorais, Entidades Sociais sem fins lucrativos etc.


Os projetos são classificados em 3 eixos:

(1º) Formação e capacitação;

(2º) Mobilização para conquista e efetivação de Direitos;

(3º) Superação de vulnerabilidade econômica e geração de renda (projetos produtivos).


Ao ser apresentado, um pedido de recursos deve ter a carta de um Bispo.


Além disso, é preciso levar em conta que: ,

(1) a entidade proponente e executora do projeto deverão ser a mesma;

(2) a instituição deverá indicar sua conta corrente (pessoa jurídica, seu CNPJ) e comprovar a regularidade de sua situação;

(3) antecipar qual será a sua contrapartida, monetária ou em bens e serviços;

(4) demonstrar como será a continuidade do projeto;

(5) levar em conta que o projeto deve responder a problemas ou necessidades de grupos sociais ou segmentos de excluídos.


O Conselho Gestor do FNS prioriza projetos de caráter inovador e com potencial multiplicador, e não apoia projetos para manutenção institucional.

Excepcionalmente, neste ano a Presidência da CNBB apresentará a 56ª Assembleia Geral da CNBB a proposta de destinar a Diocese de Roraima 40% dos recursos do FNS, para os trabalhos que envolvem a acolhida dos migrantes venezuelanos.

Uma vez aprovados os projetos, é publicada uma lista deles no site da CNBB- Fundo Nacional de Solidariedade (fns.cnbb.org.br).

Esperamos ampliar a prestação de contas com dados ainda mais completos.


Projeto aprovado para a ABONG

Dentre os 237 projetos aprovados com os recursos da Campanha da Fraternidade de 2017, um deles foi apresentado pela Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais – ABONG.

Essa entidade reúne organizações da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, para o fortalecimento da base associativa.

Em nome de cerca de cem organizações – dentre as quais, várias ligadas à Igreja -, a ABONG pediu recursos para a realização do V Encontro dessas entidades, em São Paulo. 


Esse Encontro tinha como finalidade única e exclusiva discutir o Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, que é uma agenda política ampla, que tem o objetivo de aperfeiçoar o ambiente jurídico e institucional relacionado às Organizações da Sociedade Civil e suas relações de parceria com o Estado.
 

Assim, a ajuda dada não se destinou a apoiar projetos movidos por ideais divergentes dos valores da fé cristã católica, como por exemplo o aborto. 


Temos no arquivo do FNS a prestação de contas do evento em questão, bem como todas as notas fiscais, fotografias e a lista de presença do evento.

Comprometemo-nos a analisar mais atentamente os projetos que forem apresentados, bem como a prestar maior atenção aos objetivos das entidades proponentes.

O Regulamento do FNS está sendo revisto e aprimorado para ser apresentado ao Conselho Permanente da CNBB.

Reafirmamos nosso compromisso com Jesus Cristo e sua Igreja.

Daí nossa disposição de continuar trabalhando de acordo com a Moral Católica e a Doutrina Social da Igreja, para que “todos os povos tenham vida” (Jo 10,10).

Renovamos nossos agradecimentos a todos os que colaboraram com a CF-2018.

Cresça, cada vez mais, nosso compromisso com os mais necessitados, segundo o critério apontado por Jesus.

A Virgem Maria, Mãe da Caridade, nos ensine a seguir os passos de Jesus no serviço ao próximo.

Brasília, 08 de abril de 2018.         


Dom Guilherme Antônio Werlang

Bispo de Lajes- SC
Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade – FNS

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Um dos mais belos ensinamentos que Nosso Senhor Jesus Cristo nos trouxe e como Maria o viveu durante a vida inteira. Veja.

24 abril 2018
Nossa Senhora e o Menino Jesus nosso Senhor

Sagrados Corações de Jesus e Maria

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Um dos mais belos ensinamentos que nos trouxe Nosso Senhor Jesus Cristo a esta terra, foi o da paternidade divina a nosso respeito.
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Para os antigos, Deus era soberano, era juiz. O Divino Mestre no-Lo mostrou como nosso Pai.
E ninguém, melhor do que Maria, compreendeu esta sublime doutrina, ninguém melhor do que ela penetrou no sentido profundíssimo desta paternidade.
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Eis por que exclamamos: alma do Pai Eterno! Pois ela soube, melhor do que ninguém, dar a Deus este nome terníssimo de Pai.

E como filha amantíssima, ela viveu durante a vida inteira. Filha que serve, filha que obedece, filha que ama.
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Nós podemos imaginar, de algum modo, que sentimentos de respeito, de adoração, de amor teria a Virgem Beatíssima para com Aquele que era seu Pai e Pai de quem;
Por um mistério insondável, seria Filho seu.
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E com que extremos de amor amava o Pai Eterno aquela que seria Mãe de seu Unigênito. Com que liberalidade lhe ornava a alma!
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Foi neste amor recíproco e forte de Pai e de filha que se desenvolveu e cresceu a alma gloriosa de Maria.

Daí a sua obediência filial desde a sua conceição prodigiosa até à sua morte bem-aventurada, obediência que, pela sua perfeição, se transformava continuamente em oblação e amor.
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“À voz paterna de Deus — escreve Santo Afonso de Ligório — a alma da Virgem se liquefazia; e semelhante a um metal derretido;
Estava sempre disposta a tomar todas as formas que Ele lhe quisesse dar”.
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E como filha que, conhecendo o amor de seu pai, confia nele cegamente, assim Maria confiava cegamente na Providencia divina.

Descansava nos braços de seu Pai, quer no recolhimento do templo, quer aceitando a maternidade, quer fugindo para o Egito, quer acompanhando o Filho ao Calvário.
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Em todas as circunstâncias, nos dias alegres e nos dias tristes, era a Filha amorosa e confiante, que se deixa guiar pela mão paterna de Deus.
São Francisco de Sales conta que, andando ele, certo dia, por uma estrada, saiu-lhe ao encontro uma velhinha que em lágrimas lhe dizia: sr. Bispo, ensinai-me a rezar!
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— Como, filha?! És tão velha já e não sabes rezar ainda?!
— É que, sr. Bispo, quando começo a rezar o Padre Nosso e me lembro de que Deus é meu Pai, Pai de uma criaturinha tão miserável como eu sou, ah! sr. Bispo, não sei, princípio a chorar e não posso ir adiante, e fico sempre com a oração por terminar…
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Mas se esta velhinha assim falava, que diria a Virgem Santa ao lembrar-se da paternidade divina. Mistérios, que só a vida futura no-los revelará…
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Nós somos também filhos de Deus. Deus é nosso bom Pai! Mas quão pouco nos lembramos desta verdade! Eis por que é tão fria e tão convencional a nossa devoção.
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Se nos lembrássemos sempre de que temos um Pai no céu que vela sobre nós e que só deseja o nosso bem porque muito nos ama, que confiança e paz nasceriam em nossas almas!

Como vivería
mos felizes sob sua mão paterna e como se transformaria a nossa vida de oração…

Que obediência filial, que prontidão, que amor!
 
Então diríamos com o P. Faber: “se trabalho ou sofro é debaixo das vistas do bom Pai do céu que me encoraja e conforta; se me divirto, o seu paternal sorriso incita a minha alegria”.
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Na linda capela das Irmãs da Divina Providência, em Florianópolis, está gravada, em grandes letras, uma frase consoladora:
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“A tua Providência, ó Pai, governa todas as coisas!”
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Feliz de quem lê esta mesma frase, com sentimento filial, em todos os acontecimentos da vida, pois ela está gravada, também, no grandioso templo deste mundo…
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MARIA SSma., fazei que, cada vez mais, compreendamos que Deus é nosso bom Pai e que, cada vez mais, vivamos segundo esta verdade suavíssima. Assim seja!

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Fonte: A Alma Gloriosa de Maria – Frei Henrique G. Trindade, O.F.M. – 1937 – segunda edição

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Por que Nossa Senhora de Fátima propõe a devoção a seu Imaculado Coração como solução para a imensa crise do mundo moderno? Confira.

23 abril 2018
Nossa Senhora de Fátima.

Nossa Senhora de Fátima.


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Quando li há muitos anos A mística cidade de Deus, da Venerável Sóror Maria de Agreda, chamou-me a atenção um ponto a respeito de Nossa Senhora:

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E
la tem o conhecimento de todas as ciências, até mesmo das militares.

Julguei isso um achado, porque não teria sentido que Deus concedesse a Ela tantos privilégios e a privasse nesse ponto.

Mas, por outro lado, como provar que Nossa Senhora conhece táticas e estratégias?

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Quando analisamos as diversas devoções surgidas ao longo dos séculos à Santíssima Virgem — várias delas fruto de aparições ou revelações;

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Compreendemos a existência de uma ligação lógica profunda entre o tipo de invocação e a época na qual essa devoção se tornou necessária ou até imprescindível.

Isto é lógico, porque na luta espiritual, assim como na guerra, as armas se adaptam ao tipo de combate e a luta se trava de acordo com o gênero de armas existentes.

Quando não havia pólvora nem artilharia, as pessoas se protegiam em castelos com altas muralhas, isolados numa montanha ou em algum local de difícil acesso.

Com o descobrimento da pólvora – e com ela dos canhões – isto já não era suficiente e as pessoas procuravam se resguardar dentro de fortificações sólidas, como tantas existentes no litoral brasileiro.

Quando nem isto foi suficiente, as pessoas passaram a camuflar tanto quanto podiam o local onde se escondiam, evitando assim ser vítimas de bombardeios.

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Para cada situação, nova devoção

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A história da luta espiritual entre a luz e as trevas obedece a semelhante lógica.

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Quando, no início da Cristandade, a corrupção no mundo pagão era generalizada, tornaram-se necessários exemplos ostensivos de vida virtuosa, ou de mártires que provassem pelo heroísmo a existência de outro mundo.

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Nossa Senhora era então apresentada como a Virgem e a Mãe casta por excelência.

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Quando começaram a surgir Estados cristãos, impôs-se o aparecimento de governantes e governados virtuosos e, sobretudo, de devoções a Nossa Senhora enquanto Rainha.

Para deformar essa virtude, o inimigo infernal açulou o orgulho, que rejeitava servir determinado rei ou nobre poderoso.

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A Igreja respondeu a essa revolta mediante a devoção do escapulário — símbolo de que servimos a uma Rainha ainda mais poderosa.

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Depois, quando o demônio e seus sequazes começaram a difundir doutrinas erradas, com desvios sutis e difíceis de replicar, apareceu o Rosário, em que se medita uma série de verdades elementares.

Contrarrestou-se com isso a investida do adversário.

 

Nossa Senhora Auxiliadora.

Nossa Senhora Auxiliadora.

Quando o protestantismo estimulou o orgulho, apresentando-o como superioridade espiritual;

A Igreja ensinou as devoções a Nossa Senhora como mestra da humildade.

Surgiram então devoções como a da Divina Pastora, tão difundida pela Ordem dos capuchinhos.

Por ocasião dos ataques externos, como o dos turcos muçulmanos para esmagar a Igreja, nasceram devoções como a de Nossa Senhora Auxiliadora dos Cristãos.

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Antes e depois da Revolução Francesa surgiu e propagou-se o Iluminismo, para o qual só a razão é séria, e que tudo aquilo que não se prova no âmbito das ciências naturais (como a existência de Deus) não pode ser levado em conta.

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A Igreja então nos lembrou a beleza dos mistérios mariais, como o da Imaculada Conceição.

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E não é mera casualidade o fato de Nossa Senhora de Lourdes operar milagres que até hoje deixam atônitos os que veem na ciência a única porta do conhecimento.

Ficou mais do que provado ter havido uma intervenção sobrenatural nos extraordinários milagres de Lourdes, obrigando os que vilipendiam a fé à incômoda posição de não poderem explicar cientificamente o que não podem negar.

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Devoção ao Imaculado Coração de Maria

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Chegamos assim aos nossos dias, com uma crise espiritual, moral, política e financeira generalizada.

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Como contestar e se opor à pretensão moderna de que alcançamos o melhor nível de vida da História, a melhor organização social, e de que podemos fazer o que bem entendermos;

Até estabelecer estatutos de legalidade para desvios morais condenados claramente nas Sagradas Escrituras?

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É a própria Santíssima Virgem que em Fátima indica o remédio para tão grande mal: a devoção a seu Imaculado Coração. Por quê?

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Se houve por um lado enorme progresso material nos últimos tempos, por outro ninguém pode negar que se verificou também uma decadência moral imensa.

Crimes antes difíceis de imaginar ocorrem hoje com frequência.

Pesquisas de opinião atestam que as pessoas se mostram muito céticas em relação ao futuro, e os jovens tendem a admitir que terão uma vida pior que a de seus pais.

Os pecados coletivos vão tomando uma proporção assustadora.

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Na Europa, a limitação da natalidade, causada pelo egoísmo e não pela pobreza, chegou a tal ponto que muitas pessoas se perguntam:

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Seus países sobreviverão, ou irão desaparecer submergidos pelas ondas da imigração?

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Inauditas misérias e solução materna

Quando os problemas chegam a um extremo, só a mudança radical resolve. De onde a necessidade da imagem do coração — ou seja, mudar aquilo que amamos com apego e começar outro modo de viver.

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Mas, por que então não conservar a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, praticada desde o século XVIII? Por que mudar para o Coração de Maria?

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Eis aí outro problema de caráter psicológico. Primeiramente, não se trata de mudar nada.

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Sagrados Corações de Nosso Senhor e de Nossa Senhora.

Sagrados Corações de Nosso Senhor e de Nossa Senhora.

A devoção ao Imaculado Coração de Maria soma-se à devoção ao Sagrado Coração de Jesus.

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Elas como que formam uma só devoção.

Acontece que o nível de pecado chegou a tal ponto, que alguns poderiam pensar:

É demais um Deus perdoar tanto e, para isso, só mesmo o concurso materno poderá ajudar.

Obviamente, do ponto de vista doutrinário, esta objeção é falsa.

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Deus Nosso Senhor é a própria Misericórdia e, por maior que seja a bondade de Nossa Senhora, ela é um canal que traz até nós a misericórdia d’Ele.

Mas como Deus toma em consideração as nossas misérias, para nos fazer sentir melhor sua infinita misericórdia, Ele aponta como saída uma solução materna.

E, no fundo, as palavras de Nossa Senhora em Fátima ¨Por fim o meu Imaculado Coração triunfarᨠpodem ser assim interpretadas:

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“Vocês cometeram todo tipo de crimes, mas meu coração materno os ama a tal ponto, que mesmo assim encontrei uma saída e vou conduzir ao Céu todos os que se abrirem ao meu amor¨.

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Só com esta segurança, de que nossa Mãe vai nos ajudar, é que podemos adquirir forças para iniciar o processo da reforma de nossos corações.

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Resumindo, temos hoje dois adversários espirituais terríveis: por um lado, o apego ao pecado, e a pecados incomensuráveis;

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Por outro lado, a sensação de que fracassamos de tal forma, que sem uma ajuda absolutamente extraordinária não sairemos da triste situação em que nos encontramos.

Para combater esses dois inimigos de nossa alma nos é oferecida uma arma decisiva: a devoção ao Imaculado Coração de admirável Mãe, que move montanhas e resolve casos impossíveis.

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E que promete ademais, de maneira a não deixar dúvidas, uma vitória completa.

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Podemos duvidar depois disto da sabedoria que, seguindo as melhores regras de estratégia, governa as ações de Nossa Senhora?

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Fonte: Valdis Grinsteins – Revista Catolicismo

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Muitos Santos semearam Ave-Marias nos caminhos por onde andaram… Descubra como

22 abril 2018
Santo Padre Pio rezando o Rosário

Santo Padre Pio rezando o Rosário


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Em particular, podemos dizer que a recitação do Rosário feita silenciosamente enquanto se caminha, viaja, foi a ocupação mais comum entre os santos. 

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A
lguns o demonstraram até externamente passando de rua em rua, com o Rosário em movimento entre as mãos.

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–  São João Batista de La Salle, não só caminhava sempre com a Coroa na mão, mas obrigou até todos os seus filhos a percorrer as ruas da cidade recitando o Rosário.

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São Luiz Maria Grignion de Montfort tinha o Rosário como companheiro inseparável das suas intermináveis viagens missionárias, santificando com as Ave-Marias, as ruas e regiões da França.

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São Filipe Neri, São Félix de Cantalice, Santo Afonso Maria de Ligório, Santo Antônio Maria Claret, e outros não faziam mistérios de caminhar, ou viajar sempre recitando Rosários sem número.

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– Era belo ver São Leonardo de Porto Maurício voltar ao convento após as fadigas apostólicas, recitando serenamente o Rosário.

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– E era um espetáculo edificante ver o jovem São João Berchmans com outros frades, recitar devotamente o Rosário pelas ruas da cidade.

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São Carlos de Sezze, indo e vindo dos campos, recitava sempre a Coroa. E o servo de Deus Pe. Anselmo Treves, quando encontrava alguém, lhe perguntava: “Fez bom passeio? Semeou muitas Ave-Marias pelo seu caminho?”

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São Conrado de Parzhan, humilde capuchinho da Baviera, reunia os rapazes pelas ruas e recitava com eles o Rosário, em pia procissão, que edificava toda a cidade.

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Santa Joana D’Arc se reconhecia facilmente, cavalgando absorta junto ao seu rei. Ele mesmo uma vez lhe perguntou o que sonhava enquanto cavalgava tão silenciosa. ” Gentil Senhor – respondeu a heroína – estou recitando o Rosário”.

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– Nos nossos tempos Santa Bertila Boscardin de Vicenza, São Maximiliano Maria Kolbe, em Roma, Pe. Dolindo Ruotolo, em Nápoles, atravessavam as ruas da cidade recitando o Rosário.

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São José Cafasso conta que um dia, de manhã cedo, encontrou pelas ruas de Turim uma velinha toda recolhida. O Santo lhe perguntou: “Por que, boa velinha, andas pela rua a esta hora?” “Passo a limpar as ruas”, respondeu a velinha.

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Admirado, o Santo perguntou: “ Que quer dizer ?” “Esta noite foi carnaval e foram cometidos muitos pecados.

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Por isso, passo rezando o Rosário, para purificar as ruas de tantos pecados”. Muito bem, boa velhinha! 

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Fonte: vashonorabile.blogspot
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O que você faria no lugar da Clara? Leria a Carta?

21 abril 2018

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Amigo,

TOC TOC, batem na porta da sua casa no meio da madrugada.

Você acorda assustado, corre para ver quem é. Abre a porta de uma só vez e…
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carta
carta
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Não há ninguém lá fora, apenas uma carta no chão.


Você acabou de receber uma CARTA DO ALÉM.


Por incrível que pareça, foi exatamente isto que aconteceu com uma jovem chamada Clara. É uma história VERÍDICA.


Entre aqui para conhecer esta história


Ou entre neste site:

www.acartadoalem.com.br

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Você conhece a oração que o anjo fez para Nossa Senhora? Descubra aqui e comprove sua força.

21 abril 2018
O Anjo anuncia a vinda do Cristo Salvador

O Anjo anuncia a vinda do Cristo Salvador


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O Ângelus, a tradicional oração da igreja que lembra da Encarnação do Verbo, anunciado pelo Arcanjo Gabriel. 

 

A Oração do Ângelus é feita através de três pontos essenciais, muito curtos. Claramente, é muito lógica e bem construída.

 

Vejamos estes pontos:

 

1º ponto: O Anjo do senhor anunciou a Maria, e Ela concebeu do Espírito Santo;

2º ponto: Eis aqui a Escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Sua vontade;

3º ponto: O Verbo Divino se encarnou e habitou entre nós.

 

São três aspectos do Natal.

 

O primeiro glorifica a mensagem angélica. O segundo, a atitude de Nossa Senhora de inteira obediência a essa mensagem, o terceiro glorifica o fato do Verbo não só se ter encarnado, mas ter habitado entre nós.

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Nestes três pontos está toda a História do Natal de uma forma tão breve, mas ao mesmo tempo tão densa e lógica que nada se devia acrescentar.

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Cada um dos pontos é seguido de uma Ave-Maria, que é uma glorificação de Nossa Senhora.  Este fato é o maior da História da humanidade, Deus feito Homem entregou-se para nossa Salvação.

 

Quanta Honra o Verbo se ter encarnado e habitado entre nós!

 

Como Rezar o Ângelus.

 

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O costume é de se rezar três vezes ao dia: No Nascer do Sol, ao meio dia, e no crepúsculo.

 

V. O Anjo do Senhor anunciou a Maria
R. E Ela concebeu do Espírito Santo.
Ave Maria…


V. Eis aqui a escrava do Senhor.
R. Faça-se em mim segundo a vossa palavra.
Ave Maria…


V. E o Verbo encarnou
R. E habitou entre nós
Ave Maria…


V. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.


Oremos: Derramai, ó Deus, a vossa graça em nossos corações, para que, conhecendo, pela mensagem do Anjo, a encarnação do Cristo, vosso Filho, cheguemos, por sua paixão e cruz, à glória da ressurreição. Pelo mesmo Cristo, Senhor Nosso.Amém.

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Acabou o mistério! Não perca!

20 abril 2018
Saiba mais aqui.

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Tenha em mãos o livro digital Segredos dos Anjos e esclareça todas as suas dúvidas a respeito desses seres tão especiais que são os Anjos.


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Que o seu Anjo da Guarda lhe proteja hoje e sempre.

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Dar esmolas ou praticar as obras de misericórdia em honra de Nossa Senhora? Veja.

20 abril 2018
Obra de Misericórdia, dar esmola.

Obra de Misericórdia, dar esmola.


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Costumam os servos de Maria, sobretudo aos sábados, dar esmolas em sua honra.

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S
ão Gregório fala de um irmão leigo, chamado Deusdedit, que distribuía aos pobres, no sábado, o que tinha ganhado durante a semana, como sapateiro.

Ora, a uma alma santa foi mostrado, em visão, um palácio suntuoso que Deus estava preparando no céu a esse servo de Maria, e em cuja construção só se trabalhava aos sábados.

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O santo confessor Gerardo de Monza ( + 1207) não recusava coisa alguma que lhe fosse pedida em nome de Maria.

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O mesmo fazia o jesuíta, padre Martinho Gutiérrez. Por essa razão, como ele mesmo confessou, nunca pediu uma graça a Maria sem que a alcançasse.

Tendo ele sido morto pelos Huguenotes, apareceu a Virgem a seus companheiros com algumas virgens, pelas quais mandou envolver o corpo num lençol.

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São Eberardo, Arcebispo de Salzburgo, tinha a mesma devoção.

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Por isso o viu um santo religioso, sob a forma de um menino, nos braços de Maria. “Eis o meu filho Eberardo, que nunca me recusou coisa alguma”, disse Maria.

Igual prática era usada por Alexandre de Hales. Tendo-lhe um leigo de S. Francisco pedido em nome de Maria que se fizesse franciscano, deixou ele o mundo e entrou para a Ordem.

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Não deixem, pois, os devotos de Maria de dar cada dia, em sua honra, uma pequena esmola, que devem aumentar aos sábados.

E se não podem fazer mais, ao menos pelo amor de Maria, pratiquem alguma outra obra de caridade, como assistir aos enfermos, rezar pelos pecadores e pelas almas do purgatório.


As obras de misericórdia são muito agradáveis ao coração dessa Mãe de misericórdia.

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