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Nestes dias difíceis, se aproxime de Nossa Senhora.

24 junho 2018

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Nos últimos tempos enfrentamos muitos “dias cinzas”;


Passamos por problemas no país, no governo;

Dificuldades econômicas, o desemprego;

Problemas sociais, a violência em nossas cidades;

Uma série de coisas não é mesmo?


Por isso devemos nos apegar a única que pode nos ajudar, Nossa Senhora;


Por isso separamos aqui para você, três grupos católicos excelentes para você ficar mais próximo de Nossa Senhora e fortalecer sua vida de oração e intimidade com Ela;


Não deixe de participar conosco!


Nossa Senhora Aparecida, cuidai de mim;

300 anos desde a aparição de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. 300 anos desde que uma imagem no rio mudou nossa história… e mudará a sua. Nossa Senhora tem o poder de curar, aliviar, ensinar, conceder, reconciliar. Ela pode tudo, afinal, é uma Mãe Perfeita. Entre para esse Grupo e peça a intercessão da Rainha do Brasil. Aqui, UM REZA PELO OUTRO. Venha compartilhar suas histórias e conhecer os relatos de outros tantos fiéis.

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Virgem de Lourdes, padroeira da saúde, Curai-me;

*** UTILIDADE PÚBLICA *** Se você estiver com algum problema de saúde ou conhecer alguém que esteja, não perca mais tempo e entre para este grupo. Aqui rezaremos pela cura e pediremos a intercessão de Nossa Senhora de Lourdes, nossa Mãe Misericordiosa, Padroeira dos Enfermos. Se você estiver bem de saúde… faça parte também e agradeça.

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Nossa Senhora, Abra meus caminhos.

Todos nós precisamos que Nossa Senhora, Medianeira de todas as graças, interceda em nossas vidas e nos mostre qual direção seguir. Todos aqueles que aqui entrarem demonstrarão sua crença imensurável na Mãe de Deus e terão certeza de que os caminhos serão abertos por Ela, que tudo sabe, tudo vê. Faça parte. Abra seus caminhos!

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Clique e curta!

Em meio à Copa do Mundo, uma história de Fé!

23 junho 2018

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A Copa do Mundo começou, a seleção polonesa enfrentou o Senegal e o zagueiro Jakub Błaszczykowski liderou a Polônia.


Nome impronunciável, pouco conhecido por nós, mas famoso na Alemanha e considerado herói nacional em casa.

Seu personagem vai além do campo esportivo.

Originalmente de Częstochowa, o mais importante lugar mariano para os poloneses, aos 11 anos de idade, ele testemunhou a morte de sua mãe por seu pai, e ela morreu em seus braços.

Juntamente com seu irmão Dawid foi criado com a avó, Felicja Brzeczeck, uma católica devota, que transmitiu a fé a eles, acompanhando-os à missa e educando eles no hábito da oração e da leitura do Evangelho, o que revela o jogador que é hoje .

E, graças à fé que emergiu da dor pelo que aconteceu com ele que a história ficou conhecida em 2012 quando, pouco antes do início do campeonato europeu, Jakub se ausentou por motivos pessoais.


Ele descobriu que seu pai – que não via desde o dia do assassinato – estava prestes a morrer e queria encontrá-lo, perdoá-lo.


“O que aconteceu comigo quando criança deu uma volta de 180 graus para a minha vida”, confessou.

“Eu nunca vou entender o que aconteceu ou porque aconteceu, mas essa lembrança vai me acompanhar pelo resto dos meus dias. Eu daria tudo para ver minha mãe viva.”


Błaszczykowski está hoje muito envolvido nas obras de caridade da Igreja Católica e é um testemunho da Cáritas polonesa.

Organiza festas entre padres e atletas de elite para arrecadar fundos para os necessitados e todos os anos doa camisetas esportivas e outros objetos assinados para organizações católicas, que por sua vez as leiloam.

O capitão polonês também participou de iniciativas de evangelização como o National Reading Day. Ele é casado e pai de uma filha.

Em 2011, ele participou da campanha “Eu não tenho vergonha de Jesus”, organizada pelos católicos poloneses, em resposta à ação de alguns estudantes que pediram para retirar os crucifixos das escolas secundárias.

Em um vídeo ele disse:

“Eu entendo que a fé é uma questão individual para alguém, mas para mim é muito importante.

Com a grande fé vivida diariamente, e com a grande convicção de que Cristo ajuda nossa vida cotidiana, eu gostaria de encorajar as pessoas a não esquecer o que é mais importante para nós, isto é, a fé e a oração “.


A iniciativa contou com a presença de seu colega e amigo polonês, Robert Lewandowski (que estaria terminando na Juventus).

“Não, eu não tenho vergonha de Jesus ou da minha fé”, disse o atacante do Bayer Monaco.

“Eu sei que Deus está comigo. Quando falamos de fé, sabemos que na vida moderna e no mundo tudo está indo muito rápido, muitas vezes esquecemos nossos valores e o que é realmente mais importante para nós.

Quanto a mim, essa fé me ajuda no campo, mas também fora dele, ajudando-me a ser um bom homem e a cometer o menor número de erros possível ”.

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Fonte: uccronline.it (traduzido e adaptado)

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Compartilhando: “Reaja! Querem impor a Ideologia de Gênero a qualquer custo!”

22 junho 2018

 

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Não deixe de assistir o vídeo acima!

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Eu defendo a Família!

Clique aqui e saiba mais!
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Como se relacionam: Feminismo, Ideologia de gênero e pedofilia. Explicado por um especialista.

22 junho 2018
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Movimento Feminista

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Depois de concluir uma turnê que o levou ao Chile, Peru e Paraguai, para começar outra na Argentina;


O
politólogo argentino Agustín Laje explicou quais são os verdadeiros interesses do movimento feminista contemporâneo ao qual chamou de “terceira onda do feminismo”.

Em diálogo com o Grupo ACI, Agustín Laje, coautor com Nicolás Márquez do best-seller da Amazon ‘O Livro Negro da Nova Esquerda’;


O qual desmascara a ideologia de gênero como uma nova cara do movimento político de esquerda;


Explicou que o feminismo que se vive hoje em dia está relacionado diretamente com a ideologia de gênero e com a pedofilia.


Feminismo e ideologia de gênero


Em seu livro, Laje explica a história do feminismo em três etapas:


1) uma “primeira onda”, que buscou o acesso da mulher aos plenos direitos civis e políticos;

2) depois, uma “segunda onda”, que estava ligada ao pensamento marxista;

Especialmente aos estudos de Friedrich Engels, que, em seu livro ‘A Origem da família, a propriedade privada e o Estado’;

Assegurou que o aparecimento da propriedade privada provocou um sistema opressivo na família, do homem para a mulher, o qual chamou de “patriarcado”;

3) e, finalmente, a “terceira onda” feminista, quando nasce a ideologia de gênero.


Sobre a “terceira onda” feminista, Laje explicou que todos os seus postulados articulam um discurso ideológico que propõe a “luta de classes entre homens e mulheres” e;

Como consequência dessa luta, existe o que atualmente conhecemos como ideologia de gênero.

O politólogo assegurou que:


“A ideologia de gênero nasceu para suprir uma falta na esquerda (marxismo clássico) diante a falta do operário como classe revolucionária.

Esta falta abre o caminho de uma luta de classes a uma luta pela cultura (neomarxismo)”;


Onde atuam atualmente as feministas radicais.

Nesse sentido, Laje colocou como exemplo a teórica feminista Monique Vittig, da França, que:

“Escreveu um livro sobre o regime de ‘heterossexualidade obrigatória’, dizendo que o Ocidente oprime as mulheres porque as obriga a ser heterossexuais”.

“Isso é uma curiosidade, porque ela foi homossexual e o Ocidente nunca a impediu disso, nunca foi presa.

Entretanto, ela era pró Mao Tse Tung, da China comunista, um modelo que tinha para os homossexuais pena de castração e, se reincidissem, pena de morte”, esclareceu.

O pensamento de Vittig e de outras que defendem a ideologia de gênero, segundo Laje, estão resumidas naquela frase da feminista marxista Simone de Beauvoir;


Que em seu livro ‘O Segundo Sexo’ disse que:


“Não se nasce mulher: se chega a ser”, ou seja, que a sexualidade deixa de ser “um dado da natureza” e se torna uma “construção da sociedade”, o que hoje chamamos de “gênero”.

O jovem politólogo também faz em seu livro uma revisão teórica do feminismo radical nas figuras de Shulamith Firestone, Kate Millet, Zillah Eisenstein e, especialmente, Judith Butler;

Que “esticou tanto o conceito de gênero de modo que nele encaixem formas e preferências sexuais das mais estranhas”

(multiplicidade de gêneros que “rompam a coerência existente entre o sexo, o gênero e o desejo sexual”).


Um olhar ao feminismo radical atual


Agustín Laje indicou que “o feminismo de hoje se caracteriza por ‘feminizacionismo’, ou seja, um machismo ao revés.

É um feminismo que já não se articula por um discurso igualdade real, mas por um discurso de ódio pelo homem e privilégios para a mulher”.


Além disso, afirmou que este feminismo;


“Tem algumas teóricas como Andre Dworkin, que explica que toda relação sexual heterossexual é uma violação contra a mulher;

Ou como Valerie Solanas, que diz que chamar o homem de ‘animal’ é um elogio”.

“É por isso que em todas as marchas feministas organizadas por estes grupos;

Encontramos nas inscrições dos muros de todas as cidades coisas como ‘assassine seu noivo’, ‘morte o macho’ e frases semelhantes a estas”, destacou.

Sobre o feminicídio, Laje disse que jamais ocorre “uma investigação para saber se isso realmente foi assim”.


“O feminicídio é definido pela intencionalidade do ataque do homem contra a mulher, no qual o motivo de tal violência é o ódio ao outro ‘gênero’ como tal.

Sempre que se apresenta um caso de feminicídio, ninguém faz uma perícia psicológica ou algo parecido.

Entretanto, o maior número de mortes de mulheres por assassinatos não são por casos de feminicídio e ninguém fala sobre isso”, destacou.


O politólogo reiterou que não existe uma verdadeira luta “pelos ‘gêneros’”;

Mas “uma luta política e que se explica através dos interesses do movimento político de esquerda”.


Feminismo e pedofilia


Em seguida, Laje indicou que “há muitos dados empíricos”, por exemplo;


“Na Alemanha existem organizações feministas que lançaram solicitações e apoios públicos aos grupos explicitamente pedófilos”.


Entre esses grupos estão NAMBLA (North American Man/Boy Love Association) e IPCE (International Pedophile and Child Emancipation).

“Desde as feministas Simone de Beauvoir, passando por Shulamith Firestone, Kate Millet;

Chegando a Lola Pérez, que atualmente na Espanha escreve no seu Twitter que é a favor da pedofilia;

Argumentam a favor do ‘sexo entre gerações’ ou os boys lovers, como costumam chamá-los”, disse Laje reafirmando a ideia do seu livro.


“Isto acontece porque tudo parte do mesmo tronco teórico que é ideologia de gênero.

Esta diz que a sexualidade não tem nada a ver com a natureza, mas é uma construção da cultura”.


“O que é a cultura?

Vem da palavra cultivo, ou seja, o que o homem faz e do qual o homem também é feito.

A cultura é puro azar, a natureza é o dado e não pode ser mudada”, destacou.

Finalmente, disse que “se a sexualidade é apenas cultura”, então “não tem limites”.


“Por exemplo, o grupo jovem do Partido Popular Liberal Sueco está pedindo uma lei para que se legalize o incesto e a necrofilia.
No Canadá, recentemente, foi legalizada a zoofilia, ou seja, o sexo com animais”.


“E no caso de pedofilia, temos a Holanda, onde em 2006 foi criado um partido (The Party for Neighbourly Love, Freedom, and Diversity);

Cujo único propósito era a legalização da pedofilia e o explicavam nos mesmos termos que os ideólogos de gênero”, concluiu.

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Fonte: acidigital. com

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Fiquemos atentos! O sútil caminho do governo para legalizar o ABORTO no Brasil.

21 junho 2018

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Em agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciará audiências públicas para debater se o aborto deve deixar de ser crime.


Três ministros já se manifestaram, num julgamento anterior, a favor da descriminalização, inclusive a relatora do caso, ministra Rosa Weber.

Enquanto isso, avançam no Congresso Nacional projetos que podem tornar as leis sobre interrupção da gravidez mais rígidas.


Atualmente o aborto é crime no Brasil.


Só é permitido em caso de estupro, risco para a vida da mãe e feto com anencefalia (que não possuem a maior parte do cérebro).

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Fonte: terra.com.br

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Clique abaixo e acenda sua VELA PELA VIDA!

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“Quem pratica aborto ou promove, mesmo políticos, comete pecado grave.”

21 junho 2018
Diga não ao aborto

Diga não ao aborto

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O aborto é o homicídio voluntário de um inocente e quem pratica, promove ou colabora com tal prática incorre em pecado grave;


Reforçou o Bispo de Frederico Westphalen, Dom Antonio Carlos Rossi Keller, em uma nota pastoral sobre a questão do aborto, publicada no site da Diocese.

“Frente a novas tentativas da implantação de leis que, de certa forma;

Tornam mais flexíveis e ampliadas as possibilidades da realização de abortos em nosso país, como bispo desta Diocese não posso calar-me”, afirmou o Prelado.

No início de março, o PSOL e o Instituto Anis protocolaram no Supremo Tribunal Federal (STF);

Uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), solicitando a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.

Na ação, o partido pede ainda a concessão de liminar para que, enquanto a ADPF não seja julgada, o aborto até os 3 meses de gravidez já seja liberado.

A ação está sob a relatoria da ministra Rosa Weber, a qual, em novembro de 2016;


Se manifestou favorável a descriminalização do aborto até os três meses de gestação;


Durante o julgamento de um habeas corpus na Primeira Turma do STF.

Outra ação no Supremo que diz respeito à questão do aborto é a que pede a descriminalização da prática;

Em caso de infecção da gestante pelo vírus Zika, apresentando como argumento a possibilidade de malformação do feto.

Por outro lado, na Câmara dos Deputados, há o Projeto de Lei 7371/2014;

Que trata do combate à violência contra a mulher e fala da criação de um fundo para comprar equipamentos e custear treinamento com esta finalidade. 

Porém, segundo denunciam grupos pró-vida, esta iniciativa possibilitará o aporte de verbas de organizações internacionais para que sejam feitos abortos no Brasil.

Diante dessa realidade no Brasil, Dom Keller considera que:


“É preciso dizer as coisas com clareza: o aborto nada mais é do que o homicídio voluntário de um inocente.

E quem nele participa incorre na excomunhão latae sententiae;

Que significa que a própria pessoa se coloca em um estado de separação grave da comunhão eclesial;

Ainda que seja necessário avaliar o grau individual de responsabilidade”.


O Prelado assinala ainda que:

“Para todos, inclusive para os políticos que apoiam e sustentam tão iníqua desobediência à Lei de Deus;


Votando favoravelmente leis que ampliam permissividades em relação à realização do aborto;


Também se aplicam as graves palavras do Apóstolo São Paulo na 1ª Carta aos Coríntios:

‘Aquele que come o pão ou bebe o cálice do Senhor indignamente… come e bebe a sua condenação’ (1º Coríntios 11,27.29)”.

Em sua nota pastoral, o Bispo de Frederico Westphalen recorda “o juízo da Igreja Católica em relação ao aborto querido, buscado e realizado não foi modificado”.

Ele cita a Encíclica Humanae Vitae, na qual o Beato Paulo VI afirma:

“Em conformidade com estes pontos essenciais da visão humana e cristã do matrimônio, devemos, uma vez mais, declarar que é absolutamente de excluir;


Como via legítima para a regulação dos nascimentos;


A interrupção direta do processo generativo já iniciado, e, sobretudo, o aborto querido diretamente e procurado, mesmo por razões terapêuticas”.

Refere-se também à Carta Apostólica “Misericordia et Misera”;

Na qual o Papa Francisco manteve a sua orientação para o Jubileu da Misericórdia de conceder a todos os sacerdotes;

“A faculdade de absolver a todas as pessoas que incorreram no pecado do aborto”, mas afirma:


“Quero reiterar com todas as minhas forças que o aborto é um grave pecado, porque põe fim a uma vida inocente”.


Entretanto, Dom Keller alerta que “o assim chamado “delito abominável” (Gaudium et spes, n.51);

Assume hoje, na cultura do início do século XXI uma perda da consciência de sua gravidade”.


“A aceitação do aborto na mentalidade, nos costumes e principalmente;

Na legislação permissiva é um sinal eloquente de uma grave crise de sentido moral;

Que faz dos nossos tempos um período obscuro da história humana, onde predomina a incapacidade de distinguir entre o bem e o mal;

Mesmo quando o que está em jogo é o direito fundamental e elementar da vida, da existência”, acrescenta.


Diante disso, o Prelado lembra que “os interventos do Magistério da Igreja”

“Vão sempre na linha da reafirmação do mal objetivo do aborto;


Bem como da gravidade do pecado para quem o comete, para quem auxilia na sua realização e para quem com ele coopera”.


“Tal posicionamento severo do Magistério da Igreja, em relação ao aborto, não é uma contradição à sua pregação de misericórdia e perdão.

A razão pela qual a Igreja considera excluído dela a quem realiza, sustem ou apoia o aborto está em coerência com seu ensinamento moral”, completa.

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Fonte: fratresinunum.com

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Por isso vamos acender uma Vela virtual pela Vida, será nosso símbolo de rejeição à legalização do aborto no Brasil.

Clique no link abaixo para acender sua vela.

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www.velapelavida.com.br

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A vida é mais forte que a morte, leia!

20 junho 2018
Melissa

Melissa Ohden

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Quando Melissa Ohden tinha 14 anos, ela descobriu um segredo chocante – sua mãe tentou abortá-la.


Ela foi salva por uma enfermeira que a ouviu chorando entre os resíduos de um hospital dos Estados Unidos.

Esta é a história de sua sobrevivência e da mãe que pensava que o bebê havia morrido.

“Eu cresci sabendo que nasci prematuramente e que eu tinha sido adotada”, diz Melissa Ohden, hoje aos 41 anos, ao programa Victoria Derbyshire, da BBC.


“O que eu não sabia era que havia um grande segredo por trás de tudo isso. Que eu deveria ter nascido morta, mas, em vez disso, nasci viva.”


O ano era 1977. Em um hospital do Estado de Iowa, nos EUA, a mãe biológica de Melissa, então com 19 anos, havia concluído um aborto – para isso, fez uso de uma solução salina tóxica por cinco dias.

Nascida aos oito meses de gravidez e pesando menos de 1,3 kg, Melissa foi deixada entre os restos de resíduos hospitalares.

Ficou ali até que uma enfermeira ouviu seu choro fraco e os movimentos quase imperceptíveis.

A recém-nascida foi levada às pressas para uma Unidade de Terapia Intensiva onde, contra todas as probabilidades, sobreviveu.

Os médicos pensaram que ela não enxergaria e acreditavam que tinha um problema cardíaco fatal.

Mas a verdade é que a menina passou a viver uma vida perfeitamente saudável e acabou sendo criada por uma família adotiva.

“É surpreendente”, admite Melissa. “Eu mesma me belisco alguns dias.”


Busca pela mãe biológica

Melissa, que escreveu um livro sobre suas experiências, diz que só descobriu que era uma sobrevivente de um aborto quando, durante uma discussão, sua irmã deixou escapar que ela era adotada.

“Pelo menos meus pais biológicos me queriam”, gritou a irmã, sem pensar.

No começo ela ficou confusa, mas, quando se deu conta, entrou em uma espiral perigosa.

“Eu voltei minha dor contra mim mesma”, explica ela. “Desenvolvi distúrbio alimentar, passei a abusar do álcool. Não queria mais ser eu mesma.”


A dor continuou a crescer. Até que, aos 19 anos, ela tomou a ousada decisão de tentar localizar e rastrear a mãe que a abortara.


Foi um processo que levou mais de uma década, mas ela a encontrou – e descobriu uma verdade que a chocou ainda mais.


Arrependimento

“O maior segredo, na verdade, é que minha mãe biológica passou mais de 30 anos acreditando que eu tinha morrido naquele dia no hospital. Ela não foi informada de que eu sobrevivi. Isso foi mantido em segredo”, conta Melissa.


“Fui colocada para adoção sem que ela soubesse. Ela nunca soube se havia dado à luz um garotinho ou uma garotinha.”


Quando as duas se encontraram pela primeira vez, três anos após terem começado a trocar emails, Melissa ficou mais impressionada com o arrependimento nos olhos de sua mãe.

Ela tenta descrever o momento em que se conheceram, que descreve como “absolutamente surreal”.

“É um daqueles momentos decisivos da sua vida.”

Mas as verdades chocantes continuaram a aparecer.

Sua mãe biológica, Ruth, disse a ela que nunca quis fazer um aborto e que, na verdade, foi forçada a tentar interromper a gravidez.

“O que eu soube foi que minha avó – mãe da minha mãe – era uma enfermeira proeminente na comunidade e que a pessoa que fazia os abortos era amigo dela.

Juntos, eles forçaram o aborto da minha mãe contra a vontade dela.

Eles foram capazes de contornar os regulamentos e procedimentos do hospital pelos quais minha mãe biológica teria que passar”, conta.


“As pessoas no hospital pensaram que tinha sido sua escolha, e ela não teve oportunidade de lutar contra isso.”

A sobrevivência de Melissa era algo ainda mais improvável, já que sua avó, que trabalhava no hospital onde ela nasceu, instruiu seus colegas a “deixarem o bebê no quarto para morrer” naquele dia – um fato que ela admitiu abertamente entre os membros da família.

“Não tem sido fácil lidar com isso”, diz Melissa, refletindo sobre os comentários de sua avó. “Mas eu não estou brava com ela. Todos nós cometemos erros nesta vida”, acrescenta.

“Meu coração dói por ela, porque sempre me pergunto o que aconteceu em sua vida para levá-la a tomar essa decisão sobre a minha.”


‘Uma das mais sortudas’

Hoje, Melissa garante que é “uma das pessoas mais sortudas do mundo”.

Em primeiro lugar, por ter sobrevivido. E, depois, por ter seus pais adotivos e sua mãe biológica em sua vida.

Por acaso, Melissa e a mãe biológica vivem agora em Kansas City, no Missouri, assim como uma de suas meia-irmãs.

Elas se veem “sempre que possível”, diz, com alegria.


“Minha família biológica é uma parte importante da minha vida.”

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Fonte: g1.com.br

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Perto de Nossa Senhora não há o que temer!

19 junho 2018
Nível de água impediu o acesso de fiéis à Gruta

Nível de água impediu o acesso de fiéis à Gruta

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A Gruta de Lourdes amanheceu, 13 de junho de 2018, invadida por até um metro de água.


O rio de Pau – conhecido como ‘Gave’ – desbordou superando o muro canalizador e alagou toda a Gruta e a área diante dela.

A correnteza foi muito forte e até assustadora. A cidade e localidades vizinhas também sofrem os danos.

Um esquema de segurança concebido em função de inundações de anos anteriores, como a de junho de 2013, começou a ser instalado na calada da noite, pois a invasão das águas já se vinha vir.

A ocorrência não é nova. Até está previsto acontecer com certa regularidade.


E a atual começou a tomar dimensão na segunda-feira quando o nível do Gave começou a subir brutalmente segundo registrou o site Franceinfo.tv.


A própria Gruta teria sido escavada no morro precisamente por fenômenos como este acontecidos ao longo dos séculos especialmente na época das fortes chuvas de primavera nos Pirineus.

Nesses momentos, o rio Gave engrossa perigosamente.

A atual invasão das águas, entretanto, é bem menor que a de 2013. Nesse ano a imagem de Nossa Senhora que fica no alto da gruta de Massabielle chegou a ter a água quase nos pés.

De momento a Gruta está inacessível para os peregrinos. Tampouco podem funcionar as piscinas e as fontes de água de Lourdes.

No último dia 13 pelo meio-dia o nível atingia 2 metros 60 cm de altura e poderia chegar até 2,80m.

Por volta das 3 horas da madrugada foram instaladas defesas protetoras previstas para a eventualidade.

Elas protegem a gruta e a fonte de troncos e outros objetos que podem chegar boiando arrastados pela violência das águas e poderiam produzir algum estrago e da acumulação de lama.

Segundo a Prefeitura, “foi registrada em 24 horas uma acumulação de chuvas equivalentes a um mês inteiro”.

Em Lourdes, “a enchente está circunscrita à área da Gruta” informou o Santuário em comunicado reproduzido pelo grande jornal regional “Quest France”.

A área alagada inclui as torneiras de água, piscinas e capelas próximas. O acesso foi vedado. Os atos de piedade nessa parte do santuário foram suspensos. Mas não nas basílicas superiores.

O crucifixo da Gruta foi transferido transitoriamente para a basílica de Nossa-Senhora do Rosário por segurança, informou o jornal regional.

Aguardava-se um aumento do nível da correnteza, antes de diminuir o volume d’água.

Outras medidas de segurança em torno de casas, hotéis, estacionamentos e instalações para romeiros em Lourdes e cidades vizinhas foram adotadas pelas autoridades e tudo parece sob controle.

Nossa Senhora permite esses desastres naturais para mostrar que Ela está muito por cima das forças que preocupam aos homens.

Afinal, para quem faz milagres para milhares – senão, milhões – o que é que é um rio furioso? Não é nada para Ela que é a Onipotência Suplicante.

Aliás, Ela foi escolher como local da aparição um local em alguma medida perigoso. Bastava escolher um ponto um pouquinho mais elevado no morro onde está a Gruta para fugir de toda preocupação.


Mas, a Imaculada Conceição que está sempre esmagando a cabeça da serpente, e a pior serpente que há que é o demônio, não teme os elementos e os inimigos naturais ou preternaturais.


Ela é a Rainha do Céu e da Terra e os elementos lhe obedecem.

O aspecto assustador das águas correndo a grande velocidade pela Gruta e a placidez da imagem de Nossa Senhora de Lourdes no alto dela, nos ajuda a compreender o poder incomensurável da Mãe de Deus.

E reforça nossa certeza de que junto a Ela nada devemos temer.

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Fonte: fratresinunum.com

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