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Hoje comemoramos o dia da Santa que revelou a Medalha Milagrosa – conheça a vida de Santa Catarina Labouré (Parte II)

28, novembro, 2014 3 comentários

Nossa Senhora das Graças na visão de Santa Catarina Labouré

Plinio Maria Solimeo

Primeira visão da Santíssima Virgem

Na véspera da festa de São Vicente, ainda em 1830, a Mestra de Noviças tinha feito uma preleção sobre a devoção aos santos, e especialmente a Nossa Senhora. Isso inflamou na Irmã Catarina o desejo de ver a Mãe de Deus.

Quando foi deitar-se, pegou um pedacinho de uma sobrepeliz de São Vicente, que a Mestra tinha dado como relíquia às noviças, e engoliu-o, julgando assim que São Vicente poderia alcançar-lhe essa graça.

Quando tudo no convento estava tranqüilo e todos dormiam, às onze e meia da noite, a Irmã Catarina ouviu uma voz de criança que a chamava.

Abriu o cortinado do leito e viu um menino de uns cinco anos de idade, que lhe disse: “Venha à capela. A Santíssima Virgem a espera”. Catarina vestiu-se rapidamente e seguiu a criança até a capela, que estava iluminada como para a Missa de Natal.

O menino, que era o Anjo da Guarda de Catarina, conduziu-a ao presbitério, para junto da cadeira do Padre Diretor. Aí ela ajoelhou-se.

Depois de um tempo que lhe pareceu longo, ouviu o ruído do frufru de um vestido de seda e viu a Santíssima Virgem sentar-se na cadeira. Conta-nos Catarina: “Ela me disse como eu devia proceder para com meu diretor, como devia proceder nas horas de sofrimento e muitas outras coisas que não posso revelar”.(1)

Essas coisas que ela não podia contar em 1830, revelou-as depois: “Várias desgraças vão cair sobre a França; o trono será derrubado; o mundo inteiro será revolto por desgraças de toda sorte”. Falou também de “grandes abusos” e“grande relaxamento” nas comunidades de sacerdotes e freiras vicentinas, e que deveria alertar disso os superiores.

Voltou, em seguida, a falar de outros terríveis acontecimentos que ocorreriam em futuro mais distante, prevendo com 40 anos de antecedência as agitações da Comuna de Paris e o assassinato do Arcebispo; prometeu sua especial proteção, nessas horas trágicas, aos filhos e às filhas de São Vicente de Paulo.

Revelação extraordinária da Medalha Milagrosa

No dia 27 de novembro de 1830, Catarina havia acabado de fazer a leitura da meditação, na capela, quando ouviu o característico frufru de um vestido de seda. Olhou para o lado e viu Nossa Senhora vestida de branco, sobre uma meia-esfera. Tinha nas mãos uma bola que representava o globo terrestre, e olhava para o Céu.

“De repente — narra Catarina — percebi anéis nos seus dedos, engastados de pedras brilhantes, umas maiores e mais belas do que as outras, das quais saíam raios que eram, também, uns mais belos que os outros”. Nossa Senhora explicou-lhe que tais raios simbolizavam as graças que derramava sobre as pessoas que as pediam.

Continua Catarina: “Formou-se um quadro em torno da Santíssima Virgem, de forma oval, no alto do qual estavam escritas, com letras de ouro, estas palavras:Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Ao mesmo tempo, uma voz disse-lhe para mandar cunhar uma medalha conforme aquele modelo, com a promessa de que as pessoas que a trouxessem ao pescoço receberiam muitas graças, “principalmente as que a trouxessem com inteira confiança”.

Instantes depois o quadro girou sobre si mesmo, e Catarina viu o reverso da medalha.

Difusão da Medalha e graças operadas

Catarina perguntou a Nossa Senhora a quem recorrer para confecção da medalha. A Mãe de Deus respondeu-lhe que deveria procurar seu confessor, o Pe. João Aria Aladel: “Ele é meu servidor”. 

No início, o Pe. Aladel não acreditou no que Catarina dizia; mas, após dois anos de insistência, ele procurou o Arcebispo, que ordenou em 20 de junho de 1832 que fossem cunhadas duas mil medalhas.

O modo como se difundiram as medalhas foi tão prodigioso, juntamente com grande número de graças operadas, que a medalha passou a ser conhecida como Medalha Milagrosa.

Por exemplo, em março de 1832, quando iam ser confeccionadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingiu Paris. Mais de 18 mil pessoas morreram em poucas semanas. Num único dia, chegou a haver 861 mortes.

No fim de junho, as primeiras medalhas ficaram prontas e começaram a ser distribuídas entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste, e tiveram início, em série, os prodígios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente célebre.

A missão de Catarina Labouré estava cumprida. Os 46 anos que lhe restaram de vida, ela os passou como uma humilde irmã, da qual praticamente nada havia para falar. Só quando se aproximou sua morte, em 1876, sua superiora soube que fora ela a privilegiada Irmã que recebera aquela sublime missão.

Ela foi beatificada pelo Papa Pio XI em 1933 e canonizada no dia 27 de julho de 1947 pelo Papa Pio XII.

Cinqüenta e seis anos após sua morte, o corpo de Catarina foi encontrado inteiramente incorrupto, e é como se encontra ainda hoje na capela das Irmãs da Caridade, na Rue du Bac, em Paris.(2)

_______________________

Notas:

1. Pe. Jerônimo Pedreira de Castro, C.M., Santa Catarina Labouré e a Medalha Milagrosa, Editora Vozes, Petrópolis, 1947, p.77.

2. Outras obras consultadas:

– Pe. José Leite, S.J., Santos de Cada Dia, Editorial A.O., Braga, 1987, pp. 360 e ss.
– As visões de Santa Catarina Labouré, http://www.padreareovaldo.hpg.ig.com.br/visoes.htm (Santuário Nossa Senhora das Graças).
– Santa Catarina Labouré, http://www.santododia.com.br/biograf3/catarinalab.htm.
– The story of St. Catherine Labouré, www.amm.org/catherine.htm

Fonte: catolicismo.com

Você irá se espantar: a extraordinária aparição de Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré

24, novembro, 2014 18 comentários

Aparição da Santíssima Virgem a Santa Catarina Labouré

O impressionante relato de Santa Catarina Labouré sobre a aparição de Nossa Senhora e a revelação da Medalha Milagrosa:

Palavras escritas pela Santa Catarina Labouré:

“Vi a Santíssima virgem à altura do quadro de São José. A Santíssima Virgem, de estatura média, estava de pé, vestida de branco, com um vestido de seda branco-aurora… com um véu branco que Lhe cobria a cabeça e descia de cada lado até em baixo.

Sob o véu, vi os cabelos lisos repartidos ao meio e por cima uma renda a mais ou menos três centímetros de altura, sem franzido, isto é, apoiada ligeiramente sobre os cabelos.

O rosto bastante descoberto, bem descoberto mesmo, os pés apoiados sobre uma esfera, quer dizer, uma metade da esfera… tendo uma esfera de ouro, nas mãos, que representava o globo.

Ela tinha as mãos elevadas à altura do cinto de uma maneira muito natural, os olhos elevados para o Céu… seu rosto era magnificamente belo.

Eu não saberia descrevê-lo… e depois, de repente, percebi anéis nos dedos, revestidos de pedras, mais belas umas que as outras, umas maiores e outras menores, que despediam raios mais belos uns que os outros.

Partiam das pedras maiores os mais belos raios, sempre alargando para baixo, o que enchia toda a parte de baixo. Eu não via mais os seus pés… Nesse momento em que estava a contemplá-La, a Santíssima Virgem baixou os olhos, olhando-me. Uma voz se fez ouvir, e me disse estas palavras:

A esfera, que vedes, representa o mundo inteiro, particularmente a França e cada pessoa em particular.

Aqui eu não sei exprimir o que senti e o que vi; a beleza e o fulgor; os raios tão belos…

- É o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que as pedem, fazendo-me compreender quanto era agradável rezar à Santíssima Virgem e quanto ela era generosa para com as pessoas que rezam a Ela, quantas graças concedia às pessoas que rezam a Ela, que alegria Ela sente concedendo-as…

Formou-se um quadro em trono da Santíssima Virgem, um pouco oval, onde havia, no alto, estas palavras: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós, escrita em letras de ouro.

A inscrição, em semicírculo, começava à altura da mão direita, passava por cima da cabeça e acabava na altura da mão esquerda. Então, uma voz se fez ouvir, e me disse:

“Fazei, fazei cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança.”

No mês seguinte, outra vez Santa Catarina viu Nossa Senhora. Ela estava, como em novembro, segurando o globo de ouro, encimado por uma pequena cruz também de ouro, e dos anéis jorravam os mesmos raios de luz desigual.

“Dizer-vos o que entendi no momento em que a Santíssima Virgem oferecia o globo a Nosso Senhor, é impossível transmitir.

Como eu estivesse ocupada em contemplar a Santíssima Virgem, uma voz se fez ouvir no fundo do meu coração, e me disse: Estes raios são o símbolo das graças que a Santíssima Virgem obtém para as pessoas que as pedem”.

Santa Catarina reparou que, de algumas pedras dos anéis não partiam raios. Uma voz lhe esclareceu o porquê disso: “Estas pedras das quais nada sai são graças que os homens se esquecem de Me pedir”.

Fonte: osegredodorosario.blogspot

A Medalha Milagrosa: devoção própria para a luta contra o demônio em nossos dias

26, novembro, 2013 6 comentários

Capela da Casa-mãe das Filhas da Caridade, na Rue du Bac, em Paris, onde foi revelada, por Maria Santíssima a Santa Catarina Labouré, a Medalha de Nossa Senhora das Graças conhecida também como Medalha Milagrosa

Hoje é a festa da Bem-aventurada Virgem Maria da Medalha Milagrosa. É nesse dia, em 1830, que Nossa Senhora apareceu a Santa Catarina Labouré, em Paris, e revelou-lhe o desenho da Medalha Milagrosa.

Conjunto escultural no Santuário da Rue de Bac

Quando esta revelação foi divulgada, verificou-se que a Medalha Milagrosa era ocasião de um número enorme de graças de conversão, das mais extraordinárias, com que se patenteou ou se documentou mais uma vez que esta devoção era muito desejada por Nossa Senhora.

Por causa disso estabeleceu-se o excelente costume de colocar, no ponto de entroncamento das contas do Rosário, a Medalha Milagrosa. Porque o uso da Medalha Milagrosa é cercado de toda a espécie de graças.

E essa devoção preparou as almas, muito poderosamente, para a definição de um dos mais importantes dogmas de Nossa Senhora, que é o da Imaculada Conceição.

Vale a pena portanto nós fazermos aqui uma análise da Medalha e de tudo quanto ela simboliza, para compreendermos o que a Providência Divina teve em vista quando favoreceu com tantas graças essa devoção que Ela mesma revelou a Santa Catarina Labouré.

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Nós temos, numa face da Medalha, Nossa Senhora calcando o mundo. Quer dizer, pondo os pés sobre o mundo na afirmação de Sua realeza sobre toda a Terra.

É exatamente essa a doutrina da realeza de Nossa Senhora que veio lembrada em Fátima, como uma vitória da Contra-Revolução: “o comunismo espalhará os seus erros por toda parte; o Papa terá muito que sofrer; a Igreja será perseguida; por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará.”

Quer dizer, a Revolução será derrotada e teremos então a vitória do Coração Imaculado de Maria.

Essa doutrina da realeza de Maria está afirmada desse lado: Nossa Senhora calcando o mundo aos pés e também uma serpente; o que está inteiramente coerente, concludente, com os demais símbolos da Medalha. Porque desse lado da Medalha está escrito: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Quer dizer, é a Imaculada Conceição.

Mas não é pura e simplesmente a Imaculada Conceição, porque há aqui um atributo que não se encontra nas imagens da Imaculada Conceição como tal. E que é o seguinte: Nossa Senhora está com as mãos abertas, em sinal de aquiescência, em sinal de atendimento, e de Suas mãos partem feixes luminosos imensos, que são graças e os favores que pelas mãos dEla – quer dizer pela ação dEla, por meio dEla – descem ao mundo.

E então nós temos aqui algo que faz pensar na Mediação Universal de Nossa Senhora. As graças todas que vêm de Deus e que, pelas mãos de Nossa Senhora, que são as mãos distribuidoras das graças de Deus numa quantidade enorme, se precipitam sobre o mundo.

Exatamente, a vitória sobre a Revolução dar-se-á no momento culminante das vicissitudes da Santa Igreja e, pois, com a realização completa das profecias de Fátima (“por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará”).

Quer dizer, aqui nós temos uma série de conceitos que se conjugam para dar uma visão grandiosa da vitória de Nossa Senhora no mundo.

Essas graças que descem são a conversão dos pecadores, mas são também o castigo dos irredutíveis à graça divina, e para a proteção daqueles que se mantiveram fiéis até ao fim.

E as graças para que os fiéis continuem fiéis. Tudo isto sai das mãos de Nossa Senhora como de um manancial. E Ela está afável, risonha, acolhedora para todos aqueles que, tendo em vista esse conjunto de fatos, esse conjunto de símbolos, de atributos, de noções, se dirigem confiantes a Ela pedindo as graças que precisam.

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O verso da Medalha não é menos simbólico. Ele contém os elementos de várias devoções que se conjugam. Por que? Eu mostrei que [na Medalha] onde está a imagem de Nossa Senhora, está lembrada a Imaculada Conceição, por causa da jaculatória. Deste outro lado, vemos doze estrelas, como na coroa de Nossa Senhora que esmaga a Serpente, da qual fala o Apocalipse.

E depois nós temos um M central, que é o M de Maria, que é o nome de Nossa Senhora, e sobre o qual está uma cruz. Isso lembra muito a São Luís Grignion de Montfort, “O Tratado da Verdadeira Devoção”, a “Carta aos Amigos da Cruz” [ambos escritos por este Santo].

E depois as duas grandes devoções (que constituem, no fundo, uma só devoção): ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, e que se encontram abaixo desse M.

São todas as graças dadas nos tempos modernos para a luta contra Revolução: a afirmação da Imaculada Conceição de Nossa Senhora, o dogma da Imaculada Conceição que deveria ser definido algumas dezenas de anos depois da aparição da Medalha Milagrosa; as devoções ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, e que foram para evitar a Revolução na França; e de outro lado a obra de São Luís Maria de Grignion de Montfort, que foi também dada para evitar a Revolução. E uma e outra devoções dadas também para lutar contra a Revolução e para abatê-la.

De maneira que esses símbolos todos se conjugam como uma espécie de compêndio dos temas ou dos pontos mais sensíveis para a piedade católica, que lembram mais a piedade católica, objeto natural de suas inclinações, de seus atos de devoção, de sua confiança, e que, portanto, devem ser vistos nesse sentido pelos católicos.

Os senhores têm aí a razão pela qual essa Medalha foi objeto de tantas graças. E, por causa disso, nós devemos amar muito essa Medalha, vendo nela como que um programa para nós. E usá-la sempre, tê-la sempre conosco.

Os senhores compreendem, por esta forma, como a piedade católica sabe fazer bem as coisas. Porque outra devoção esplêndida e que sempre os católicos tiveram, da Idade Média para cá, foi o Rosário. Então, colocar essa Medalha unindo as dezenas do Rosário, é uma idéia harmoniosa, felicíssima, adequadíssima, muito razoável, constituindo um todo de objeto de piedade que nos deve falar muito à alma, e que deve despertar muito a nossa devoção.

Vamos pedir a Nossa Senhora que, pelas graças da Medalha Milagrosa, Ela apresse o dia de sua vitória de um lado. E que, do outro lado também, Ela nos ajude a sermos fiéis durante todas as tormentas que se aproximam.

Porque nós nos devemos lembrar bem disso: a perseverança é uma graça inestimável. Com efeito, do que adianta a gente ter uma fé [e outras] virtudes, se depois vai cair em pecado? Essa perseverança não é fruto de nossas qualidades pessoais, não é o fruto de nada que parte de dentro de nós.

Ela é um fruto da graça, que se trata de pedir humildemente, de implorar com insistência, e à qual se trata de corresponder. Portanto precisamos pedir as graças que nos asseguram a perseverança. E é isso que nós então devemos especialmente pedir.

Há tantas almas que o demônio vai levando para os rumos mais péssimos, mais execráveis. Talvez nem todo mundo tenha a idéia de qual é a ação, a força do demônio, na época em que estamos.

Não me lembro qual foi o Doutor da Igreja que disse que os demônios que pairam pelos ares e que não foram levados ao inferno – mas que o serão no fim do mundo, e que pairam para a perdição das almas – são tão numerosos que se eles pudessem ser vistos obscureceriam até o sol, porque formariam uma espécie de capa em torno da Terra.

E são os demônios predispositivos que atuam – segundo li em certo autor – sobre as almas, não diretamente para as levar ao pecado, mas para criar um clima que torna, depois, a tentação dos outros demônios como que irresistível. Não é irresistível, mas é como que irresistível, avassaladora. E se o mal hoje em dia tem tanta possibilidade de progressão, é porque ele encontra, por toda parte, o clima psicológico preparado.

Alguém poderia perguntar se no tran-tran da vida espiritual, uma pessoa é tentada pelo demônio todos os dias ou passam-se muitos dias em que as tentações são sobretudo naturais, não são preternaturais e, portanto, em que o demônio não atua.

A minha impressão pessoal não tem nenhuma autoridade para afirmar nada nesse sentido, mas minha impressão pessoal é que nessa pergunta haveria ingenuidade.

E que muitas vezes por dia, no tran-tran da vida espiritual, o normal é que o demônio tente as pessoas. Não serão tentações sensíveis, é evidente. Mas é desse jeito, daquele jeito, uma ação. Pode ser também um pulo violento… e os pulos violentos não são os mais perigosos.

Então, nós devemos compreender que essa Medalha, com todos esses símbolos, e recomendada por Nossa Senhora, é um dos penhores da aliança dEla com seus verdadeiros devotos.

É um dos meios, uma espécie de escudo que Ela dá para a luta contra todas essas tentações do demônio. E que essa invocação de Nossa Senhora das Graças, ou Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, é particularmente eficiente por tudo quanto Ela contém.

E pela Imaculada Conceição que está esmagando a cabeça do demônio, é particularmente eficiente nesta luta contra o poder das trevas, que tanto e tanto nós devemos conduzir nos dias de hoje.

Há uma razão a mais, portanto, para nós nos aferrarmos nesses símbolos, para nós nos aferrarmos a essa Medalha, para nós nos aferrarmos ao escapulário do Carmo, para nós nos aferrarmos ao Rosário.

Termos sempre conosco esses objetos de devoção como meio para ação contra o demônio. E essa é uma consideração que me parece particularmente importante nos dias que passam.

Era o que eu tinha a dizer a esse respeito.


O presente texto é adaptação de transcrição de gravação de conferência do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira a sócios e cooperadores da TFP, mantendo portanto o estilo verbal, e não foi revisto pelo autor. 

Fonte: Plinio Correa de Oliveira.info

Nossa Senhora das Graças rogará por você

18, novembro, 2013 Sem comentários

Como pode uma coisa dessas?

Muitas pessoas passam por dificuldades, reclamam dos problemas e alegam se sentir de “mãos atadas”.

Mas será que elas recorrem a Deus e Nossa Senhora como realmente deveriam?

Falo isto porque a Virgem Santíssima nunca abandona seus filhos. Seja nos momentos mais difíceis, Ela sempre roga por nós.

Inscreva suas intenções na Missa das Graças
e confie suas preces a Nossa Senhora. 

Basta ligar para 0800 773 1119

Não tem custo algum.

Tenha certeza de que Virgem Maria está à sua espera para lhe ajudar.

Algumas vezes até pensamos: “Ah, depois eu ligo… Quando eu realmente precisar, recorro a Ela.”

Mas aí, o tempo passa… passa… E as coisas só parecem piorar, não é verdade?

Pois então, esta pode ser a sua oportunidade.

Ela escuta minhas súplicas e as de milhares de pessoas,  por que não escutaria as suas?

Inscreva suas intenções na Missa das Graças

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