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Textos com Etiquetas ‘Nossa Senhora das Graças’

Somente para quem precisa de uma graça importante em sua vida. Descubra aqui algo que poderá lhe ajudar imensamente

18, abril, 2016 Sem comentários
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Uma graça pode estar bem perto de você. Saiba mais aqui

10, março, 2016 Sem comentários
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5 Fantásticos sinais de que precisamos da INTERCESSÃO de Nossa Senhora! Veja.

3, março, 2016 Sem comentários
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Nossa Senhora Senhora sendo coroada!

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Não duvidemos do poder de intercessão de Nossa Senhora, esses 5 motivos farão você mudar de ideia.

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1)
 Apesar de recebermos as graças necessárias para a salvação, todo mundo ainda precisa de graças especiais para perseverar.

Isso ocorre porque a decadência de uma alma geralmente segue um processo.

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Primeiro, a pessoa comete ingratidões que causam um certo retraimento da graça. Isso faz com que a pessoa, ainda quando em estado de graça, exponha gravemente sua salvação.

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Ela necessita, portanto, de graças excepcionais para se manter no estado de graças e não cair em pecado mortal.

A nossa maldade demonstra que não podemos perseverar na vida espiritual sem um apoio especial.

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2)
 Por causa disso, se não fosse um intercessor que nos suprisse, por meio dos pedidos dele, ninguém conseguiria títulos para ser atendido no sentido de obter a graça mais que suficiente para a sua salvação.

Ademais a natureza humana é tão fraca que muitas vezes as pessoas abusam da graça de tal forma que é impossível encontrar quem pratique a fidelidade suficiente para salvar-se sem a intervenção de um mediador junto a Nosso Senhor Jesus Cristo, a fonte da graça.

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3) 
Nossa Senhora é que nos alcança as graças necessárias para obtermos a salvação. O simples fato de termos devoção a ela nos torna agradável a Deus, e o predispõe a atender às nossas solicitações.

Poder-se-ia então dizer que isso significa que Nossa Senhora é medianeira apenas de graças extraordinárias e não de todas as graças? Não.

É ela que também obtém o mínimo de graças essenciais para nós. A nossa maldade serve para demonstrar que não podemos perseverar na vida espiritual sem o seu total apoio.

Imagine-se um amigo que esteja “de bem” consigo. Por assim dizer, em “estado de graça” em relação à sua pessoa.

Dependa completamente da sua bondade, e geralmente age corretamente a seu respeito.

No entanto, embora esse amigo não cometa faltas graves contra a sua pessoa, ele, no entanto, constantemente comete pequenas falhas, tais como descortesia, desrespeito ou desafeto.

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É evidente que, na medida em que ele insiste em proceder assim, gradualmente vai se distanciando sua amizade com ele.

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Se ele cometer uma falta grave, é compreensível que haja um rompimento na amizade.

 

Nossa Senhora se chateia quando cometemos pecados que nos afastam de Deus!

Esta é um pouco a imagem de uma pessoa que, sem perder de imediato o estado de graça, quase inevitavelmente cai em pecado mortal em um determinado momento.

Para evitar esta queda, é muito necessária a intercessão de Nossa Senhora.

Não só é extremamente necessária, mas indispensável uma vez que, cometida uma falta grave, é difícil obter o perdão de Deus sem uma ajuda especial.

É de se duvidar que a uma pessoa neste estado de alma Deus de fato lhe dê o Céu antes dela se submeter a graves provas como punição de suas atitudes.

Mais uma vez a necessidade da intercessão de Nossa Senhora.

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4)
 Muitas pessoas supõem que a morte vem como um acidente, fora dos “caminhos da Providência”, e que Deus não tem nada a ver com a morte.

Segundo essa visão, o homem anda pelos “caminhos da vida” como ele bem entende. Então, chega a  morte, súbita ou não, e interrompe os planos de Deus para o desenvolvimento de sua alma.

Na verdade, não é nada assim, em tudo. Nenhum cabelo cai de nossa cabeça sem que Deus queira ou permita. Tudo é proporcional à orientação da nossa vida espiritual.

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Na verdade, o momento da nossa morte é perfeitamente escolhido, segundo a misericórdia e a justiça de Deus, em relação aos nossos pecados e méritos.

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Sem um intercessor com os merecimentos, como Nossa Senhora, seria impossível permanecer em estado de graça.

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5)
 A nossa vida espiritual não é um patamar próximo a um abismo. É uma rampa inclinada na qual há uma linha que separa o estado de graça do pecado mortal.

Quando alguém está na parte superior da rampa, ele pode ir para baixo, tibiamente, sem necessariamente cair em pecado mortal.

Contudo, quando uma pessoa na parte superior da rampa comete uma infidelidade, Deus normalmente diminui suas graças.

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E com a diminuição gradativa da graça, essa pessoa pode cair em tal estado de miséria em que ela fica reduzida à graça estritamente indispensável.

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Quando se diz que o pecado venial leva ao pecado mortal, isso não significa que o homem não tem a graça suficiente para não cair, mas que muitas vezes ele não corresponde à graça e, portanto, cai.

A natureza humana tem uma forte tendência a abusar da graça.

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O homem só pode obter todas as graças necessárias e oportunas para não cair em pecado mortal (e portanto não ir para o inferno), se recorrer à Nossa Senhora.

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E é por isso que precisamos de Nossa Senhora como medianeira de todas as graças.

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Comemore o dia de Nossa Senhora das Graças! Veja como foi a aparição dEla em Paris:

27, novembro, 2015 1 comentário
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Aparição de Nossa Senhora das Graças a Santa Catarina Labouré.

 

Excertos retirados de duas Conferências do Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, à respeito das aparições de Nossa Senhora a
Santa Catarina Labouré.

 

Estava-se, então, nesse período, numa época de progresso grande da religião, reconquista grande da religião, mas ao mesmo tempo de luta contra os adversários da religião.

E um fosso separava aquilo que era católico daquilo que era ateu, daquilo que era livre-pensador ou protestante, ou qualquer outra coisa assim. Era um abismo. (…)

Santa Catarina Labouré era freira de São Vicente de Paulo.Essas freiras tinham, já naquele tempo, e continuam a ter hoje (em Paris), (…), um largo imóvel: convento, casa para obras e capela.

Essa rua chamava-se Rue du Bac. E Santa Catarina Labouré era religiosa nesse convento. (…)

Os senhores devem imaginar o dormitório das freiras – não com a luzinha azul acesa, não havia ainda luz elétrica – mas com certeza com candeeiros. Todo mundo dorme e, entre essas, estava a religiosa modelar, Santa Catarina Labouré.

Santa Catarina dormia também, e aí, neste mundo, que fazia uma coisa completamente diferente com o mundo de fora, o maravilhoso e sobrenatural começa a se desenrolar.

Nossa Senhora faz a primeira de suas diversas grandes mensagens para o mundo no século XIX, em quase todas as quais, ou talvez em todas, Ela se queixa da imoralidade dos homens, convida à conversão e anuncia um castigo enorme que vai acontecer.

As principais dessas revelações são, ao menos se me lembro bem de todas: a da Rue du Bac, Salette, Lourdes e Fátima. São as quatro grandes revelações de Nossa Senhora.

Essas revelações (…) tem um sentido mais alto e mais amplo, que é o seguinte: durante o século XIX e depois durante grande parte do século XX, a devoção a Nossa Senhora cresceu muito. (…) 

E com essa ampliação enorme da devoção a Nossa Senhora deu ocasião à definição pelo Papa de dois dogmas: o dogma da Imaculada Conceição, definido por Pio IX, e o dogma da Assunção de Nossa Senhora, definido por Pio XII. (…)

O relato das aparições corresponde fundamentalmente aos manuscritos da própria Santa Catarina Labouré (…) 

Esses fatos que aconteceram, Santa Catarina Labouré contou todos ao confessor.

O confessor de tal maneira guardou reserva, com desejo dela também, que as próprias freiras, mesmo depois de muito propagada a devoção da Medalha Milagrosa, que Nossa Senhora revelou nessa ocasião, as próprias freiras do convento não sabiam qual delas é que tinha tido as revelações.

Sabia-se que era uma freira da Rue du Bac, mas ninguém sabia quem era; e Santa Catarina Labouré vivia como uma qualquer no meio das outras, ignorada e tratada como uma pessoa comum, enquanto ela mesma via a enorme expansão em toda a Igreja, da Medalha Milagrosa e de tudo aquilo que tinha sido conversado com ela. Vejam a beleza dessa modéstia. (…)

O próprio arcebispo de Paris, Mons. (Hyacinthe-Louis) de Quélen, não sabia quem era a freira que tinha recebido a revelação.

Mais ainda, o Papa Gregório XVI mandou dizer que ele queria saber e o confessor mandou dizer: “não digo”, atendendo ao desejo da freira e respeitando o segredo de confissão. (…)

Vejam que coisa linda! Um padre de todo em todo dependente do Papa, o Papa manda dizer que quer saber e o padre responde: “O segredo de confissão proíbe”. O Papa: “pois não. Fico sem saber”.

Esse respeito ao segredo do confessionário mostra bem qual é o espírito da Igreja, qual é a seriedade sobrenatural com que a Igreja toma o segredo de confissão. (…)

“Ela apenas seis meses antes da morte recebeu uma Voz interior…” (…)

“…recebeu uma Voz interior que lhe dizia que ela devia se abrir com a superiora. Mas foi só após sua morte, que se deu em 31 de dezembro de 1876, quando ela tinha setenta anos, que as irmãs da Congregação souberam qual era a freira que tinha recebido a revelação.” 

Ela, portanto, não teve o gosto da celebridade em nada. Viveu apagada, o que é muito bonito também, muito edificante.

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A vida de Santa Catarina Labouré:

“Catarina Labouré nasceu em 1806, era filha de um casal de proprietários rurais. Sua mãe era de origem melhor, era meio ligada à nobreza, e faleceu quando Catarina tinha apenas nove anos.

Catarina pediu autorização do pai para ser freira. O pai se opôs terminantemente a isso, e julgou bom, para distraí-la, mandá-la para um lugar de prazer, um emprego onde ela podia se distrair, podia ter prazeres e onde ela acabasse tendo o desejo de ir morar em Paris.” (…)

Então, o pai queria conduzi-la até Paris para a vocação desaparecer.

Mas quando Nossa Senhora quer, quer. Ela acabou indo para Paris e ali ela recebeu a revelação; ficou freira e ali recebeu a revelação. (…)

“Em todo o período de seu noviciado, a santa teve contínuas visões de Nosso Senhor, que ela assim narra:

Eu era favorecida com uma outra grande graça: a de ver Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. Eu o vi todo o tempo de meu noviciado, menos às vezes que duvidava.

Então, quando isso sucedia, não via mais nada, porque queria aprofundar e duvidava desse mistério; eu me acreditava enganada.”

Quer dizer, inúmeras vezes, quando ela via o Santíssimo Sacramento, via o próprio Nosso Senhor. Como?  (…)

Qual é o interesse disso?

É mostrar para os incréus que não se tratava de fanatismo, e que não se tratava de imaginação dela; que ela quisesse que aparecesse, então acabava aparecendo, que o espírito dela era mais bem um espírito de análise, e uma análise que chegava a um certo excesso;

A tal ponto que se tem uma impressão de desagrado de Nosso Senhor quando ela duvidava, o que leva a supor, como mais provável, que a dúvida não era agradável a Ele.

Mas isso mostra como não era imaginação, como era realidade, o que é um fator interessante para se construir o aspecto geral desses acontecimentos. (…)

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Veja como foi incrível a 1ª aparição:

Quem sabe se vale a pena ler o próprio texto da santa o que se passou. É um pouco longo, mas são as próprias palavras dela.

“Veio depois a festa de São Vicente. Na véspera, nossa boa madre Marta nos fez uma instrução sobre a devoção à Santíssima Virgem, o que me deu desejos de vê-La.

Deitei-me, pois, com o pensamento de que naquela noite mesmo eu veria minha boa Mãe. Havia tanto tempo já que eu desejava vê-La.”

“Enfim,… às onze e meia da noite, ouvi me chamarem pelo nome: Irmã Labouré! Irmã Labouré! Acordando, olhei do lado de onde vinha a voz, que era do lado da passagem”. (…)

“Corro a cortina e vejo um menino, de quatro ou cinco anos, que me dizia: vinde à capela, a Santíssima Virgem vos espera.” (…)

“As luzes estavam acesas, o que me admirava muito. Porém, muito mais surpresa fiquei quando entrei na capela.

A porta se abriu, mal o menino a tocou com a ponta do dedo e minha surpresa foi ainda mais completa, quando vi todas as velas e castiçais acesos, o que me recordava a Missa de meia noite.”

“Entretanto, nada vejo da Santíssima Virgem. O menino me conduziu ao presbitério, ao lado da cadeira de braços do senhor vigário.

Ali me ajoelhei e o menino permaneceu de pé todo o tempo. Eu achava o tempo longo e olhava para ver se as vigilantes não passavam pela tribuna”. (…)

“Por fim chegou a hora. O menino me preveniu. Ele me disse: ‘Eis a Santíssima Virgem. Ei-La’. Ouvi como o roçar de um vestido de seda que vinha do lado da tribuna…”  (…)

“Neste momento, olhando para a Santíssima Virgem, dei um salto para junto a Ela, pondo-me de joelhos sobre os degraus do altar, e com as mãos apoiadas sobre os joelhos da Santíssima Virgem.”

Nossa Senhora estava sentada na cadeira do vigário, e ela apoiou as mãos sobre os joelhos de Nossa Senhora.

Os senhores estão vendo a afabilidade dessa aparição. Uma coisa extraordinária! (…)

“Ali se passou o momento mais doce de minha vida. Ser-me-ia impossível dizer tudo o que senti.

Ela me disse como deveria me conduzir em relação ao meu diretor espiritual, e várias coisas que não devo dizer; a maneira de me conduzir em meus sofrimentos, vir lançar-me aos pés do altar.

E me mostrava com a mão esquerda o pé do altar e ali efundir o meu coração. Aí eu receberia todas as consolações de que tivesse necessidade.”

Quer dizer, quando ela tivesse sofrimentos, não comentasse com ninguém; fosse ao altar e desabafasse ali, mas num lugar indicado por Nossa Senhora a ela: Aqui, neste ponto você venha.

Os senhores compreendem quanto ela voltou a esse lugar! Lugar fisicamente indicado por Nossa Senhora. (…)

“Minha filha, o bom Deus quer encarregar-vos de uma missão. Tereis muitos sofrimentos, mas superareis esses sofrimentos pensando que o fareis pela glória do bom Deus.

E sereis atormentada até que o tenhais dito àquele que é encarregado de vos conduzir. Sereis contraditada, mas tereis a graça e por isso não temais.

Dizei com confiança tudo que se passa em vós. Dizei-o com simplicidade. Tende confiança. Não temais.”

“Vereis certas coisas. Prestais contas do que virdes e ouvirdes. Sereis inspirada na vossa ação. Prestais contas do que virdes em vossas orações.

Os tempos são muito maus, os males virão precipitar-se sobre a França, o trono será derrubado. O mundo inteiro será transtornado por males de toda ordem.

Ao dizer isso, a Santíssima Virgem tinha um ar muito penalizado. Mas vinde ao pé deste altar. Aí as graças serão derramadas sobre todas as pessoas que as pedirem.”

É uma promessa magnífica!

“Assim, na primeira aparição de Nossa Senhora, em 1830, que inaugura o ciclo das grandes aparições mariais do século passado, já se ouve os clamores de Maria Santíssima pela apostasia da humanidade, que comportava a rejeição e até o sacrílego tripúdio dos homens à cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

“Em consequência, toda espécie de males desabou sobre o mundo inteiro.

Para evitar isso, a Mãe de Deus fez um convite premente a que os homens abram seus corações às graças que Ela lhes quer dar.

Palavras de Nossa Senhora: ‘Vinde ao pé deste altar. Aí as graças serão derramadas sobre todas as pessoa que as pedirem’.”

A palavra “derramadas” indica de modo inequívoco a superabundância das graças que seriam postas à disposição dos homens, desde que fossem devotos de Nossa Senhora, enquanto tendo aparecido na Rue du Bac, ou seja, como já falamos, Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, como Ela aparece na Medalha Milagrosa. (…)

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A 2ª aparição foi ainda mais impressionante:

No dia 27 de novembro, a Santíssima Virgem lhe apareceu novamente e lhe fez a estupenda revelação da Medalha Milagrosa.

“No dia 27 de novembro de 1830, que caiu no sábado antes do primeiro domingo do Advento, às cinco e meia da tarde, após o ponto de meditação no grande silêncio, isto é, alguns minutos após o ponto de meditação, pareceu-me ouvir um ruído do lado da tribuna… Ao lado do quadro de São José, como o roçar de um vestido de seda”. (…)

“A Santíssima Virgem, de estatura média, estava de pé, vestida de branco, um vestido de seda branco aurora, feito à maneira do que se chama à la virgem, afogado, mangas lisas, com um véu branco que lhe cobria a cabeça e descia de cada lado, até embaixo.”

Exatamente como está na Medalha Milagrosa. (…)

“O rosto bastante descoberto, bem descoberto mesmo; os pés apoiados sobre uma esfera. Quer dizer, uma metade de esfera, ao menos me pareceu uma metade, e depois tendo uma esfera de ouro nas mãos, que representa o globo.”

Aqui os senhores tem uma explicação bem autorizada do que é a esfera de ouro que os senhores veem pendente ao pescoço de Nossa Senhora, nas revelações de Fátima. (…)

“Aqui seu rosto era magnificamente belo, eu não saberia descrevê-lo… e, de repente, percebi anéis nesses dedos, revestidos de pedras mais belas umas que as outras, umas maiores e outras menores, que despediam raios mais belos uns do que os outros.

Esses raios partiam das pedras maiores. Os maiores e mais belos raios sempre alargando para baixo, o que enchia toda a parte de baixo.”

“Eu não via os Seus pés… neste momento em que estava a contemplá-La, a Santíssima Virgem baixou os olhos fitando-me.

Uma voz se fez ouvir e me disse essas palavras: ‘a esfera que vês representa o mundo inteiro, particularmente a França, e cada pessoa em particular’.”

Então, Ela tinha uma esfera nas mãos que representava o mundo; dentro do mundo a nação primogênita da Igreja, ou seja, a França; mas depois representava cada pessoa em particular. Expressão muito bonita de como Nossa Senhora reina. (…)

Santa Catarina perguntou a Ela o que eram aqueles anéis. E Ela deu esta resposta: ‘é o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que mas pedem’.

Quer dizer, é preciso pedir essas graças. Não pedindo, não tem. Mas Ela está disposta a dar com efusão maternal, a quem pedir. “Pedi e obtereis. Batei e abrir-se-vos-á”. (…)

“Fazendo-me compreender quanto era agradável rezar à Santíssima Virgem, e quanto Ela é generosa para com as pessoas que rezam a Ela, quantas graças concedia às pessoas que rezam a Ela, e que alegria Ela sente concedendo-as.

Formou-se um quadro em torno da Santíssima Virgem, um pouco oval, onde havia no alto do quadro essas palavras: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós’.”

É a razão pela qual a Medalha Milagrosa é oval; e essas palavras os senhores encontram em todas as medalhas milagrosas, porque são as próprias palavras de Nossa Senhora, que tem uma consonância com Lourdes.

Nossa Senhora apareceu em Lourdes dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”. (…)

“Então, uma voz se fez ouvir, que me disse: “Fazei cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças levando-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que usarem com confiança’.”

É digno de nota o tom, o matiz: as graças serão grandes para todas as pessoas que usarem; mas para as que usarem com confiança, com espírito de fé, certos da bondade de Nossa Senhora, essas graças serão muito grandes.

A confiança tem sempre esse prêmio.

A gente pedindo com confiança recebe mais, com mais certeza e mais abundantemente. A confiança abre a nós o Sapiencial e Imaculado Coração de Maria. 

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Fonte: excertos retirado das seguintes conferências do Dr. Plinio Corrêa de Oliveira:

Santo do Dia, 7 de novembro de 1980

Santo do Dia, 12 de novembro de 1980

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Hoje começa uma das Novenas mais poderosas para se alcançar graças! Veja ela aqui:

18, novembro, 2015 3 comentários
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Nossa Senhora das Graças

 

Hoje começa a Novena a Nossa Senhora
das Graças!

É uma das novenas mais recomendáveis para quem precise urgentemente de uma grande graça do Céu.

Você não perderia esta oportunidade por nada, não é?

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Novena a Nossa Senhora das Graças:

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1º – Sinal da Cruz.

2º – Ato de Contrição.

3º – Leitura do dia. (ver abaixo)

4º – Três Ave-marias, seguidas cada uma da invocação:

“Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!”

5º – Súplica final.

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Ato de Contrição

Senhor, meu Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, Criador e Redentor meu.

Por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque vos amo e vos estimo, pesa-me Senhor por vos ter ofendido, pesa-me também por ter perdido o Céu e merecido o inferno.

Mas proponho firmemente, com o auxílio de vossa divina graça, e pela poderosa intercessão de vossa Mãe Santíssima, emendar-me e nunca mais vos tornar a ofender.

Espero alcançar o perdão de minhas culpas, por vossa infinita misericórdia. Assim seja.

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Leituras Diárias

1º Dia – Primeira aparição

Contemplemos a Virgem Imaculada em sua primeira aparição a Santa Catarina Labouré. A piedosa noviça, guiada por seu Anjo da Guarda, é apresentada à Imaculada Senhora.

Consideremos sua inefável alegria. Seremos também felizes como Santa Catarina se trabalharmos com ardor na nossa santificação.

Gozaremos as delícias do Paraíso se nos privarmos dos gozos terrenos.

2º Dia – Lágrimas de Maria

Contemplemos Maria chorando sobre as calamidades que viriam sobre o mundo, pensando que o Coração de seu filho seria ultrajado, a cruz escarnecida e seus filhos prediletos perseguidos.

Confiemos na Virgem compassiva e também participaremos do fruto de suas lágrimas.

3º Dia – Proteção de Maria

Contemplemos nossa Imaculada Mãe dizendo em suas aparições a Santa Catarina: “Eu mesma estarei convosco: não vos perco de vista e vos concederei abundantes graças”.

Sede para mim, Virgem Imaculada, o escudo e a defesa em todas as necessidades.

4ºDia – Segunda aparição

Estando Santa Catarina Labouré em oração, a 27 de novembro de 1830, apareceu-lhe a Virgem Maria, formosíssima, esmagando a cabeça da serpente infernal.

Nessa aparição se vê seu desejo imenso de nos proteger sempre contra o inimigo de nossa salvação. Invoquemos a Imaculada Mãe com confiança e amor!

5º Dia – As mãos de Maria

Contemplemos hoje Maria desprendendo de suas mãos raios luminosos.

Estes raios, disse Ela, são a figura das graças que derramo sobre todos aqueles que mais pedem e aos que trazem com fé a minha medalha.

Não desperdicemos tantas graças! Peçamos com fervor, humildade e perseverança e Maria Imaculada no-las alcançará.

6º Dia – Terceira aparição

Contemplemos Maria aparecendo a Santa Catarina, radiante de luz, cheia de bondade, rodeada de estrelas, mandando cunhar uma medalha e prometendo muitas graças a todos que a trouxerem com devoção e amor. Guardemos fervorosamente a Santa Medalha, e como um escudo nos protegerá dos perigos.

7º Dia da Novena

Ó Virgem Milagrosa, Rainha excelsa, Imaculada Senhora, sede minha advogada, meu refúgio e asilo nesta terra, minha fortaleza e defesa na vida e na morte, meu consolo e minha glória no Céu.

8º Dia da Novena

Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei com que esses raios luminosos que irradiam de vossas mãos virginais iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem e abram em meu coração vivos sentimentos de fé, esperança e caridade.

9º Dia da Novena

Ó Mãe Imaculada, fazei que a cruz de vossa Medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna.

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Súplica final

Ó Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa mãe, com a mais viva confiança em vossa poderosa intercessão, tantas vezes manifestada por meio da vossa Medalha, nós vos suplicamos humildemente que nos obtenha as graças que vos pedimos nesta novena:

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(pedir as graças desejadas)

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Dignai-vos de apresentá-las ao Vosso Divino Filho e de as atender se elas forem conformes à Vontade Divina e úteis às nossas almas.

E, depois de ter elevado a Deus vossas mãos suplicantes, dirigi-as para nós e envolvei-nos nos raios da vossa graça, iluminando nossos espíritos e purificando nossos corações, a fim de que, conduzidos por vós, cheguemos um dia à bem-aventurança eterna. Amem.

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Fonte: novena retirada do site http://www.fatima.org.br/

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Se você precisa de SAÚDE, PROTEÇÃO, UNIÃO E PROSPERIDADE, inscreva o seu nome na Missa das Graças. Saiba aqui

19, outubro, 2015 Sem comentários
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Missa das Graças. Inscreva o seu nome nesta Santa Missa se você necessita de uma graça em sua vida. Saiba aqui

13, outubro, 2015 Sem comentários
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Proteção? Saúde? Paz? Inscreva o seu nome na Missa das Graças. Uma graça pode estar bem próxima de você. Saiba mais aqui

8, outubro, 2015 Sem comentários
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