A nova religião do PNDH-3

Sou-Católico-e-não-vou-me-omitir-26

No final de 2009 – às vésperas do Natal, festa cristã por excelência – o governo lançou o decreto mais anticristão de que tenhamos notícia na história do Brasil. O fato soou como um roufenho toque de clarim, a anunciar uma investida sem precedentes contra a Religião católica e todos aqueles que, de alguma forma, procuram orientar suas vidas e sua conduta moral pelos Mandamentos da Lei de Deus.

Referimo-nos ao decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009, do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que instituiu o 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3).

O fato aí está enão-vou-me-omitir1m toda sua crueza e realidade: o PNDH-3 é um espectro assustador que –se materializado em leis, normas, regulamentos –implica necessariamente numa perseguição religiosa sem precedentes na história do Brasil. De onde a necessidade, também neste caso, de “apontá-lo, denunciá-lo, combatê-lo, disputar-lhe passo a passo o terreno, erguer contra ele toda uma cruzada de idéias e de atos”, conforme propõe a bela e cadenciada frase de Plinio Corrêa de Oliveira.

Na realidade, o PNDH-3 se afirma, sem dizê-lo, como uma nova religião. Sim, a religião do homem em substituição à religião de Deus, exigindo de seus adeptos submissão total. Uma religião laica que traz consigo nova moral, pois determina que devemos agora pautar nossas ações pelos direitos das prostitutas, dos homossexuais, das feministas, dos vadios, dos invasores de terras e prédios, das “culturas” primitivas, dos revoltados de todo gênero, em substituição aos Dez Mandamentos da Lei de Deus.

O ponto de referência para tudo quanto o homem pensa ou faz passa a ser os tais “direitos humanos”, e por eles será julgado. Dessa forma, o Estado — que se considera laico (não-religioso), e permite que todas as religiões co-existam em seu território — decide criar novos valores morais, novas formas de viver, pensar e agir, que têm precedência não apenas sobre todas as religiões, mas também sobre a nossa história cultural e nossa própria identidade como nação cristã.

Fonte: Revista Catolicismo

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