{"id":9984,"date":"2011-08-06T00:00:14","date_gmt":"2011-08-06T03:00:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=9984"},"modified":"2011-08-06T00:00:14","modified_gmt":"2011-08-06T03:00:14","slug":"ex-funcionaria-de-clinica-de-aborto-rompe-silencio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/ex-funcionaria-de-clinica-de-aborto-rompe-silencio\/","title":{"rendered":"Ex-funcion\u00e1ria de cl\u00ednica de aborto rompe sil\u00eancio&#8230;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family: arial black,avant garde;\"><span style=\"font-size: medium;\"><em>Ex-funcion\u00e1ria de cl\u00ednica de aborto rompe sil\u00eancio e abre a boca para defender a vida<\/em><\/span><\/span><br \/>\n ***<\/p>\n<p>Uma  das armas mais poderosas no arsenal pr\u00f3-vida \u00e9 o testemunho aut\u00eantico  daqueles que defenderam e ajudaram a fornecer abortos, e mais tarde  viram a luz. Pessoas como o Dr. Bernard Nathanson, Carol Everett e Abby  Johnson t\u00eam informa\u00e7\u00f5es e discernimento que nos ajudar\u00e3o a ganhar a  guerra contra a ind\u00fastria do aborto.<\/p>\n<p><strong>Jewels Green<\/strong>, m\u00e3e de tr\u00eas  filhos e natural da cidade de Allentown, na Pensilv\u00e2nia, fez a corajosa  decis\u00e3o de finalmente abrir a boca para defender a vida. Em seu primeiro  testemunho p\u00fablico, ela falou com Live Action acerca de sua experi\u00eancia  de passar pelo sofrimento do aborto como adolescente e mais tarde  passar v\u00e1rios anos trabalhando numa cl\u00ednica de aborto.<br \/>\n <strong><br \/>\n <span style=\"color: #000080;\">Este \u00e9 o testemunho dela:<\/span><\/strong><br \/>\n <a rel=\"attachment wp-att-9987\" href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2011\/08\/ex-funcionaria-de-clinica-de-aborto-rompe-silencio\/jewels-green\/\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-9987\" title=\"Jewels Green\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/Jewels-Green.jpg\" alt=\"\" width=\"186\" height=\"240\" \/><\/a>Meu primeiro beb\u00ea faria 22 anos nesta semana.<\/p>\n<p>Eu  era uma adolescente de 17 anos, usando drogas e tendo j\u00e1 abandonado a  escola secund\u00e1ria, mas quando a senhora do exame me disse que eu estava  gr\u00e1vida, j\u00e1 me via como uma nova m\u00e3e.<br \/>\n Todos queriam que eu fizesse aborto\u2026 menos eu.<\/p>\n<p>Eu  realmente parei de usar drogas, fui a uma biblioteca e fiz uma busca  minuciosa de um livro chamado \u201cUnder 18 and Pregnant\u201d (Com Menos de 18  anos e Gr\u00e1vida) e comecei a l\u00ea-lo para me preparar. Agendei meu primeiro  exame de sa\u00fade pr\u00e9-natal. Meu namorado estava implac\u00e1vel. Estou  deliberadamente omitindo os detalhes da viol\u00eancia, tanto real quanto  amea\u00e7ada, mas finalmente cedi diante da insist\u00eancia do meu namorado para  n\u00e3o ter nosso beb\u00ea.<\/p>\n<p>\n Em 4 de janeiro de 1989, ele me levou para a cl\u00ednica de aborto, mas eu literalmente perdi toda esperan\u00e7a de salvar meu beb\u00ea.<\/p>\n<p>Dois  dias mais tarde, em 6 de janeiro de 1989, com 9 semanas e meia de  gesta\u00e7\u00e3o, fiz um aborto. Quase me matou. N\u00e3o, n\u00e3o o procedimento  cir\u00fargico, mas as consequ\u00eancias psicol\u00f3gicas. Tentei o suic\u00eddio tr\u00eas  vezes depois do meu aborto e finalmente acabei numa reparti\u00e7\u00e3o  psiqui\u00e1trica para adolescentes num hospital comunit\u00e1rio durante um m\u00eas  para me recuperar.<\/p>\n<p>\n Fui pressionada a ter um aborto e achei que me  tornando conselheira numa cl\u00ednica de aborto, eu poderia ajudar outras  mulheres como eu a realmente desabafarem seus sentimentos sobre a  quest\u00e3o, verdadeiramente investigar suas op\u00e7\u00f5es e ajud\u00e1-las a fazerem  decis\u00f5es honestas e informadas \u2014 ou ajud\u00e1-las a deixar uma situa\u00e7\u00e3o  abusiva.<\/p>\n<p>Trabalhei numa cl\u00ednica de aborto durante cinco anos  (desde a idade dos 18 at\u00e9 os 23) \u2014 n\u00e3o na mesma cl\u00ednica onde fiz meu  aborto. Comecei atendendo telefone, depois na recep\u00e7\u00e3o fazendo a  inscri\u00e7\u00e3o das pacientes e aceitando pagamentos, ent\u00e3o aprendi aux\u00edlio  m\u00e9dico e ajudei no laborat\u00f3rio, pegava sinais vitais na sala de  recupera\u00e7\u00e3o e lavava equipamentos na \u00e1rea de desinfec\u00e7\u00e3o. (Falarei mais  disso depois.) Ent\u00e3o, depois de dois anos trabalhando na cl\u00ednica e  come\u00e7ando a fazer faculdade como estudante de psicologia, fui treinada  como conselheira.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia de \u201caconselhamento\u201d n\u00e3o era o que  eu esperava. Praticamente todas as mulheres gr\u00e1vidas que chegavam \u00e0  cl\u00ednica para receberem \u201caconselhamentos de op\u00e7\u00f5es\u201d j\u00e1 tinham feito sua  decis\u00e3o, mas apenas queriam examinar a cl\u00ednica e ter respostas para suas  perguntas e talvez obter al\u00edvio para seus temores. E a maioria das  mulheres que chegavam sentia que n\u00e3o tinham nenhuma outra escolha.  Poucas estavam realmente ambivalentes.<\/p>\n<p>\n \u00c9 nesse ponto que o movimento  pr\u00f3-aborto e as cl\u00ednicas de aborto falham. Com certeza, t\u00ednhamos uma  agendinha com os nomes e n\u00fameros de duas ag\u00eancias locais de ado\u00e7\u00e3o, mas  nunca hav\u00edamos recebido treinamento ou instru\u00e7\u00e3o de como o processo de  ado\u00e7\u00e3o funciona, de modo que pud\u00e9ssemos explicar para as mulheres.<\/p>\n<p>\n T\u00ednhamos  o n\u00famero de telefone da filial local da [ag\u00eancia federal de assist\u00eancia  \u00e0s m\u00e3es e seu beb\u00eas] WIC, assist\u00eancia p\u00fablica, etc., mas de novo, n\u00e3o  sab\u00edamos nada acerca do processo se uma mulher chegasse a perguntar  sobre detalhes. Se uma mulher gr\u00e1vida quisesse saber mais sobre essas  outras escolhas, o melhor que a \u201cconselheira de op\u00e7\u00f5es\u201d poderia oferecer  era uma nota de recado com um n\u00famero de telefone apressadamente  rabiscado nele.<\/p>\n<p><strong>Durante meu tempo na cl\u00ednica, eu era uma  apoiadora ferrenha do direito de abortar, enquanto o tempo inteiro eu  sabia no meu cora\u00e7\u00e3o que o que eu estava fazendo era errado, que eu  sentia falta do meu beb\u00ea e que eu desejava que as coisas pudessem ser  diferentes para mim. Em retrospecto, posso ver que ao me cercar de  pessoas que criam que era certo abortar beb\u00eas, eu estava esperando que  algum dia eu ficaria em paz com o fato de que eu havia abortado meu  beb\u00ea. Isso nunca aconteceu.<\/strong><\/p>\n<p>Participei duas vezes em Washington,  D.C. da marcha a favor do direito de abortar. Fiz press\u00f5es pol\u00edticas em  Harrisburg (a capital da Pensilv\u00e2nia). Eu havia me unido a David Gunn,  Jr. para fazer press\u00f5es pol\u00edticas no Congresso em favor de san\u00e7\u00f5es mais  fortes contra os ativistas antiaborto que incomodam mulheres gr\u00e1vidas,  jogam bombas em cl\u00ednicas de aborto, intimidam funcion\u00e1rios de cl\u00ednicas e  matam m\u00e9dicos (como o pai de David, o Dr. David Gunn, que foi morto por  um \u201cativista\u201d antiaborto) \u2014 mas mesmo ent\u00e3o nunca concordei com gritos  de guerra tais como \u201cAborto legalizado e sem apologia!\u201d que se entoavam  em tais reuni\u00f5es. Era \u2014 e \u00e9 \u2014 muito mais complicado do que isso.<\/p>\n<p>Depois  de me formar na faculdade com um diploma em psicologia, deixei meu  emprego na cl\u00ednica para trabalhar no turno da noite atendendo uma linha  telef\u00f4nica especial para adolescentes em crise durante um ano antes de  me mudar para a cidade de Nova Iorque para estudar p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Depois  de obter mestrado em psicologia, mudei de volta para minha cidade natal  e trabalhei em tempo parcial na cl\u00ednica durante boa parte de minha  pr\u00f3xima gravidez.<a rel=\"attachment wp-att-9990\" href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2011\/08\/ex-funcionaria-de-clinica-de-aborto-rompe-silencio\/mulher_gravida-familia\/\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-9990\" title=\"mulher_gravida-familia\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/mulher_gravida-familia-300x166.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"166\" \/><\/a><\/p>\n<p>Lembro-me de que numa manh\u00e3 de s\u00e1bado (um dia  importante para opera\u00e7\u00f5es, quando mais de 20 abortos estavam agendados e  pelo menos doze manifestantes estavam do lado de fora, em p\u00e9 ao longo  do longo acesso de entrada que levava ao estacionamento da cl\u00ednica)  quando eu estava com cerca de seis meses de gravidez, muito vis\u00edvel \u2014  uma gravidez muito mais avan\u00e7ada do que o limite de aborto de gravidezes  de 16 semanas que a cl\u00ednica permitia \u2014 quando uma manifestante gritou  para mim: \u201cSeu beb\u00ea ama voc\u00ea!\u201d<\/p>\n<p>\n Sorri para mim mesma. Quando entrei e  comecei a ajudar a enfermeira a arrumar a sala de recupera\u00e7\u00e3o, eu contei  a ela sobre isso, e ela ficou indignada e horrorizada. Mesmo ent\u00e3o \u2014  como uma funcion\u00e1ria ativa na cl\u00ednica \u2014 dizer a uma mulher gr\u00e1vida que  seu beb\u00ea a ama n\u00e3o parecia como uma coisa desagrad\u00e1vel de se dizer, ou  mesmo de se gritar, para uma mulher obviamente gr\u00e1vida.<\/p>\n<p>Contudo,  minha identifica\u00e7\u00e3o pessoal como pr\u00f3-vida s\u00f3 ocorreu muitos anos mais  tarde. Depois de finalmente me perdoar pelo aborto do meu primeiro beb\u00ea,  tive condi\u00e7\u00f5es de ver o mundo de modo diferente. Depois de dois  casamentos fracassados, pude finalmente fazer um compromisso e meu  marido e eu estamos casados h\u00e1 onze anos. <strong>Depois de dar a luz tr\u00eas  meninos do sexo masculino e sentir a vida crescer dentro de mim e  conhecendo o ardoroso e impressionante amor que uma m\u00e3e pode sentir por  um filho, pude finalmente reconhecer que, sim, a vida come\u00e7a na  concep\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><a rel=\"attachment wp-att-9991\" href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2011\/08\/ex-funcionaria-de-clinica-de-aborto-rompe-silencio\/abby-johnson-198x300\/\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-9991\" title=\"Abby-Johnson-198x300\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/Abby-Johnson-198x300.jpg\" alt=\"\" width=\"198\" height=\"300\" \/><\/a>Mas s\u00f3 foi quando por acaso assisti aos v\u00eddeos de  YouTube de Abby Johnson e ent\u00e3o li o livro dela, Unplanned (N\u00e3o  planejado), que pude dizer alto que eu sou pr\u00f3-vida. Foi a hist\u00f3ria  estupenda de Abby, e seu testemunho corajoso e honesto, que me ajudaram a  me juntar publicamente \u00e0s fileiras do movimento pr\u00f3-vida.<\/p>\n<p>E embora  agora me considere pr\u00f3-vida, eu simplesmente n\u00e3o consigo agir de acordo  com os extremistas dentro das fileiras do movimento que muitas vezes  agem sem serem repreendidos por muitos da lideran\u00e7a com voz ativa na  postura pr\u00f3-vida.<\/p>\n<p>Eu estava na recep\u00e7\u00e3o quando a cl\u00ednica foi invadida em  22 de julho de 1992, que mais tarde apelidamos de \u201cA Quarta-Feira do  Inferno\u201d. Seis pessoas invadiram a sala de espera com um grande  instrumento de metal com m\u00faltiplos tubos ligados que todos presumimos  era uma bomba, at\u00e9 que eles deslizaram os bra\u00e7os dentro do instrumento e  come\u00e7aram a cantar. Eles estavam na sala de espera \u201cgrudados\u201d a essa  coisa durante sete horas enquanto a pol\u00edcia local e estadual e agentes  do FBI tentavam negociar com eles e tirar deles o instrumento. Eles  fizeram xixi no carpete. As fun\u00e7\u00f5es di\u00e1rias da cl\u00ednica continuaram em  outras partes do pr\u00e9dio. \u00a0<br \/>\n Como resultado dessa invas\u00e3o, nenhuma mulher mudou de ideia.<\/p>\n<p>Eu  estava trabalhando na recep\u00e7\u00e3o no dia em que duas cl\u00ednicas de aborto da  cidade de Boston foram atacadas por um pistoleiro antiaborto armado que  feriu cinco pessoas e matou duas. O pistoleiro ficou foragido por  muitas horas antes de ser preso.<\/p>\n<p>Boston est\u00e1 a cinco horas de onde eu  trabalhava, e eu permaneci na recep\u00e7\u00e3o. (Meu tio, um sargento da  pol\u00edcia, insistiu em que eu vestisse um colete a prova de balas para  trabalhar durante uma semana inteira depois desse acontecimento, e  vesti.) Uma das ex-diretoras da cl\u00ednica para quem eu trabalhava teve sua  casa arrombada duas vezes, outra diretora rotineiramente v\u00ea  manifestantes com piquetes em sua casa e teve a experi\u00eancia de ser  seguida do trabalho para casa por ve\u00edculos estranhos em v\u00e1rias ocasi\u00f5es.  Tem de haver melhores maneiras de avan\u00e7ar a causa da vida.<\/p>\n<p><strong>Falando  nisso: o aborto termina uma vida. Ponto final. Isso n\u00e3o est\u00e1 em  quest\u00e3o, nem deveria estar. Essa \u00e9 uma verdade fundamental.<\/strong> Trabalhei na  sala de desinfec\u00e7\u00e3o onde os \u201cprodutos da concep\u00e7\u00e3o\u201d (como tantos  defensores do aborto \u2014 e conselheiros de cl\u00ednicas de aborto \u2014 chamam o  feto e a placenta) eram rearrumados e contados para garantir que  \u201chav\u00edamos pegado todos os peda\u00e7os\u201d.<\/p>\n<p>No caso dos abortos feitos no in\u00edcio  de gravidez, isso significava fazer flutuar o conte\u00fado do jarro em \u00e1gua  para visualizar a vilosidade cori\u00f4nica. No caso de abortos feitos em  gravidezes de 8 semanas e meia a 12 semanas, isso significava contar  m\u00e3os e p\u00e9s, certificando-se de que a espinha dorsal, as costelas e o  cr\u00e2nio estavam presentes, onde voc\u00ea tem uma ideia do que era feito. No  caso de abortos em que o tempo de gesta\u00e7\u00e3o do feto estava em quest\u00e3o,  especialmente se havia uma chance de surpresa, significando uma gravidez  abortada al\u00e9m do limite legal da cl\u00ednica de 14 semanas de UPM (a partir  do \u00faltimo per\u00edodo menstrual), os p\u00e9s eram medidos para se apurar a  exata idade da gesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Trabalhar na sala da desinfec\u00e7\u00e3o nunca  era f\u00e1cil. Eu via meu filho perdido em todos os jarros contendo partes  de beb\u00eas abortados. Certa noite depois de trabalhar na sala de  desinfec\u00e7\u00e3o, meus pesadelos sobre beb\u00eas mortos eram t\u00e3o horr\u00edveis,  nojentos e intensos que tive uma reuni\u00e3o com a diretora da cl\u00ednica para  conversar sobre meus sentimentos.<\/p>\n<p>\n Ela foi muito compreensiva, aberta e  honesta, e dolorosamente franca quando me disse:<span style=\"background-color: #ffff00;\"> \u201cO que fazemos aqui \u00e9  acabar com a vida. Pura e simplesmente. N\u00e3o h\u00e1 como negar esse fato.  Para trabalhar aqui, voc\u00ea precisa aceitar essa realidade\u201d. <\/span>Depois de  alguns dias de revezamento na sala de desinfec\u00e7\u00e3o, senti que j\u00e1 estava  acostumada com aquilo e, Deus me ajude, voltei.<\/p>\n<p>\n Quando eu estava no  quarto ano de trabalho na cl\u00ednica eles receberam permiss\u00e3o para fazer  abortos at\u00e9 16 semanas de UPM, uma mulher deixou e duas funcion\u00e1rias \u2014  inclusive eu \u2014 se recusaram a trabalhar nos casos de gravidez avan\u00e7ada.  Minha chefa foi compreensiva e me agendou para trabalhar com pacientes  ginecol\u00f3gicas n\u00e3o gr\u00e1vidas naqueles dias.<\/p>\n<p>Para mim mesma, sei em  meu cora\u00e7\u00e3o que eu nunca destruiria uma gravidez \u2014 NUNCA \u2014 nem nunca  trabalharia numa cl\u00ednica de aborto de novo. Se algu\u00e9m que amo estivesse  enfrentando uma gravidez n\u00e3o planejada, eu faria tudo o que pudesse para  ajud\u00e1-la a achar um jeito de permanecer gr\u00e1vida e dar uma chance a esse  beb\u00ea \u2014 quer se tornando m\u00e3e ou oferecendo o beb\u00ea para ado\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\n <strong>H\u00e1 um  n\u00famero muito grande de vidas inocentes sendo exterminadas em nosso pa\u00eds  antes de terem a oportunidade de dar seu primeiro f\u00f4lego, e como na\u00e7\u00e3o  dever\u00edamos agir melhor. Precisamos agir melhor.<\/strong> Precisamos fornecer  reais recursos para m\u00e3es gr\u00e1vidas que est\u00e3o enfrentando uma gravidez n\u00e3o  planejada. As mulheres e os beb\u00eas de nosso pa\u00eds merecem coisas  melhores. Afinal, \u00e0s vezes as melhores coisas na vida n\u00e3o s\u00e3o  planejadas.<\/p>\n<p>Para o meu beb\u00ea que nunca nasceu: feliz dia de  anivers\u00e1rio que voc\u00ea nunca teve. Sinto falta de voc\u00ea todos os dias. Com  amor e l\u00e1grimas, mam\u00e3e.<\/p>\n<p>Kristen Walker 21 de julho de 2011 (LiveAction.org\/Not\u00edcias Pr\u00f3-Fam\u00edlia) \u2014<\/p>\n<p>Publicado com a permiss\u00e3o de Live Action blog<\/p>\n<p><em>Fonte: Arquidiocese de Campo Grande<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ex-funcion\u00e1ria de cl\u00ednica de aborto rompe sil\u00eancio e abre a boca para defender a vida *** Uma das armas mais poderosas no arsenal pr\u00f3-vida \u00e9 o testemunho aut\u00eantico daqueles que defenderam e ajudaram a fornecer abortos, e mais tarde viram a luz. 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