{"id":998,"date":"2009-11-20T00:02:03","date_gmt":"2009-11-20T02:02:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=998"},"modified":"2009-11-20T00:02:03","modified_gmt":"2009-11-20T02:02:03","slug":"santa-catarina-laboure-a-vidente-da-medalha-milagrosa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/santa-catarina-laboure-a-vidente-da-medalha-milagrosa\/","title":{"rendered":"Santa Catarina Labour\u00e9, a vidente da Medalha Milagrosa"},"content":{"rendered":"<div id=\"previewbody\" style=\"DISPLAY: block\"><span style=\"COLOR: #666666\">Por muitos anos ningu\u00e9m soube como surgiu a Medalha Milagrosa. Apenas em 1876 tornou-se p\u00fablico que uma humilde religiosa, falecida naquele ano, \u00e9 que recebera da M\u00e3e de Deus a revela\u00e7\u00e3o dessa Medalha.<\/span><\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_Y_eZ2Dg0N8A\/Sfn7mmE5jwI\/AAAAAAAACvg\/sKSUiy9ttCQ\/s1600-h\/laboure_02.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><\/a><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-999\" title=\"laboure_02\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/laboure_02.jpg\" alt=\"laboure_02\" width=\"226\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/laboure_02.jpg 226w, https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/laboure_02-212x300.jpg 212w\" sizes=\"(max-width: 226px) 100vw, 226px\" \/>Na pequena aldeia de Fain-les-Moutiers, na Borgonha, Catarina nasceu a 2 de maio de 1806, a nona dos onze filhos de Pedro e Lu\u00edsa Labour\u00e9, honestos e religiosos agricultores.<\/p>\n<p>Quando tinha apenas nove anos, Catarina perdeu a m\u00e3e. <strong>Ap\u00f3s o funeral, a menina subiu numa cadeira em seu quarto, tirou uma imagem de Nossa Senhora da parede, osculou-a e pediu-lhe que Ela se dignasse substituir sua m\u00e3e falecida. <\/strong><br \/>\nTr\u00eas anos depois, sua irm\u00e3 mais velha entrou para o convento das Irm\u00e3s da Caridade de S\u00e3o Vicente de Paulo. Couberam a Catarina, ent\u00e3o com 12 anos, e \u00e0 sua irm\u00e3 Tonete, com 10, todas as responsabilidades dom\u00e9sticas.<\/p>\n<p>Foi nessa \u00e9poca que ela recebeu a Primeira Comunh\u00e3o. A partir de ent\u00e3o a menina passou a levantar-se todos os dias \u00e0s quatro horas da manh\u00e3, para assistir \u00e0 Missa e rezar na igreja da aldeia.<\/p>\n<p>Apesar dos in\u00fameros afazeres, n\u00e3o descuidava sua vida de piedade, encontrando sempre tempo para medita\u00e7\u00e3o, ora\u00e7\u00f5es vocais e mortifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Vicente de Paulo indica-lhe sua voca\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O tempo foi passando, e Catarina crescendo em gra\u00e7a e santidade. Certo dia ela sonhou que estava na igreja e viu um sacerdote j\u00e1 anci\u00e3o celebrando a Missa.<\/p>\n<p>Quando esta terminou, o sacerdote fez-lhe um sinal com o dedo, chamando-a para perto de si. Por\u00e9m, t\u00edmida, Catarina retirou-se do recinto sagrado e foi visitar um doente.<\/p>\n<p>O mesmo sacerdote apareceu-lhe, e disse: \u201c<em>Minha filha, \u00e9 uma boa obra cuidar dos enfermos; voc\u00ea agora foge de mim, mas um dia ser\u00e1 feliz de me encontrar. Deus tem des\u00edgnios sobre voc\u00ea, n\u00e3o se esque\u00e7a\u201d.<\/em> Catarina acordou sem entender o significado do sonho.<\/p>\n<p>Mais tarde, visitando o convento das Irm\u00e3s da Caridade de Chatillon, onde estava sua irm\u00e3, viu na parede um quadro representando o mesmo anci\u00e3o.<\/p>\n<p>Perguntou quem era, e responderam-lhe que se tratava de S\u00e3o Vicente de Paulo, fundador da Congrega\u00e7\u00e3o. Catarina entendeu ent\u00e3o que sua voca\u00e7\u00e3o era a de ser uma das filhas do Santo da caridade.<\/p>\n<p>Mas seu pai n\u00e3o queria ouvir falar disso. J\u00e1 bastava ter dado uma filha a Deus, e ele tinha muito apego a Catarina. Para distra\u00ed-la dessa id\u00e9ia, mandou-a a Paris, para ajudar seu irm\u00e3o que tinha l\u00e1 uma pens\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi uma prova\u00e7\u00e3o para a santa ver-se em meio aos rudes fregueses do estabelecimento, o que a fez redobrar as ora\u00e7\u00f5es para manter sua pureza de cora\u00e7\u00e3o e o fervor de esp\u00edrito.Uma cunhada a convidou a ir para sua casa, em Chatillon, onde mantinha uma escola para mo\u00e7as.<\/p>\n<p>Ali Catarina podia ir freq\u00fcentemente ao mosteiro das Irm\u00e3s da Caridade, que ficava perto. E foi nessa casa religiosa que ela entrou a 22 de janeiro de 1830, quando seu pai deu-lhe finalmente a devida permiss\u00e3o. Catarina tinha ent\u00e3o 24 anos de idade.<\/p>\n<p><strong>Prepara\u00e7\u00e3o para importantes revela\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Depois de passar pelo postulantado em Chatillon, Catarina foi mandada para o noviciado na Casa-m\u00e3e das vicentinas, na Rue du Bac, em Paris. Nesses dias, a comunidade rezava uma solene novena preparat\u00f3ria para a traslada\u00e7\u00e3o das rel\u00edquias de S\u00e3o Vicente de Paulo.<\/p>\n<p>Catarina teve v\u00e1rias vis\u00f5es do Santo, e sobretudo do seu cora\u00e7\u00e3o, que ficara incorrupto. Mas era agraciada com outras vis\u00f5es especiais. Conforme narra ela mesma, uma delas \u201cera a de ver Nosso Senhor no Sant\u00edssimo Sacramento.<\/p>\n<p>Eu O vi durante todo o tempo do meu noviciado, exceto todas as vezes que eu duvidava; nesses dias eu nada via, porque procurava aprofundar-me em indaga\u00e7\u00f5es sobre este mist\u00e9rio, e temia enganar-me\u201d.(1) No domingo da Sant\u00edssima Trindade, <em>\u201cNosso Senhor me apareceu no Sant\u00edssimo Sacramento durante a Missa cantada, como um rei, tendo uma cruz ao peito.<\/em><\/p>\n<p><em>No momento do Evangelho, pareceu-me que a cruz ca\u00eda aos p\u00e9s de Nosso Senhor e que Ele estava sem as ins\u00edgnias reais; todas tinham ca\u00eddo por terra. Tive ent\u00e3o os mais negros e tristes pensamentos: pensei que o Rei da Terra estava perdido e ia ser despojado da realeza; e depois disso pensei, sem saber explicar, na extens\u00e3o dos grandes males que viriam<\/em>\u201d.(2) Com efeito, poucas semanas depois, Carlos X foi destitu\u00eddo do trono e banido do reino.<\/p>\n<p>Essas gra\u00e7as eram uma prepara\u00e7\u00e3o para as grandes apari\u00e7\u00f5es da M\u00e3e de Deus.<\/p>\n<p><strong>Primeira vis\u00e3o da Sant\u00edssima Virgem<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_Y_eZ2Dg0N8A\/SfoLIgi8IZI\/AAAAAAAACwI\/b74C2Yzl-Us\/s1600-h\/laboure-medalha_01.jpg\" onblur=\"try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}\"><\/a><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-1000\" title=\"laboure-medalha_01\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/laboure-medalha_011.jpg\" alt=\"laboure-medalha_01\" width=\"200\" height=\"275\" \/>Na v\u00e9spera da festa de S\u00e3o Vicente, ainda em 1830, a Mestra de Novi\u00e7as tinha feito uma prele\u00e7\u00e3o sobre a devo\u00e7\u00e3o aos santos, e especialmente a Nossa Senhora. Isso inflamou na Irm\u00e3 Catarina o desejo de ver a M\u00e3e de Deus.<\/p>\n<p>Quando foi deitar-se, pegou um pedacinho de uma sobrepeliz de S\u00e3o Vicente, que a Mestra tinha dado como rel\u00edquia \u00e0s novi\u00e7as, e engoliu-o, julgando assim que S\u00e3o Vicente poderia alcan\u00e7ar-lhe essa gra\u00e7a.<\/p>\n<p>Quando tudo no convento estava tranq\u00fcilo e todos dormiam, \u00e0s onze e meia da noite, a Irm\u00e3 Catarina ouviu uma voz de crian\u00e7a que a chamava. Abriu o cortinado do leito e viu um menino de uns cinco anos de idade, que lhe disse: \u201cVenha \u00e0 capela.A Sant\u00edssima Virgem a espera\u201d.<\/p>\n<p>Catarina vestiu-se rapidamente e seguiu a crian\u00e7a at\u00e9 a capela, que estava iluminada como para a Missa de Natal.<\/p>\n<p>O menino, que era o Anjo da Guarda de Catarina, conduziu-a ao presbit\u00e9rio, para junto da cadeira do Padre Diretor. A\u00ed ela ajoelhou-se.<\/p>\n<p>Depois de um tempo que lhe pareceu longo, ouviu o ru\u00eddo do frufru de um vestido de seda e viu a Sant\u00edssima Virgem sentar-se na cadeira. Conta-nos Catarina: <em>\u201cEla me disse como eu devia proceder para com meu diretor, como devia proceder nas horas de sofrimento e muitas outras coisas que n\u00e3o posso revelar\u201d.(3) <\/em><\/p>\n<p>Essas coisas que ela n\u00e3o podia contar em 1830, revelou-as depois: \u201c<em>V\u00e1rias desgra\u00e7as v\u00e3o cair sobre a Fran\u00e7a; o trono ser\u00e1 derrubado; o mundo inteiro ser\u00e1 revolto por desgra\u00e7as de toda sorte\u201d.<\/em> Falou tamb\u00e9m de \u201cgrandes abusos\u201d e \u201cgrande relaxamento\u201d nas comunidades de sacerdotes e freiras vicentinas, e que deveria alertar disso os superiores.<\/p>\n<p>Voltou, em seguida, a falar de outros terr\u00edveis acontecimentos que ocorreriam em futuro mais distante, <strong>prevendo com 40 anos de anteced\u00eancia as agita\u00e7\u00f5es da Comuna de Paris e o assassinato do Arcebispo; prometeu sua especial prote\u00e7\u00e3o, nessas horas tr\u00e1gicas, aos filhos e \u00e0s filhas de S\u00e3o Vicente de Paulo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Revela\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria da Medalha Milagrosa<\/strong><\/p>\n<p>No dia 27 de novembro de 1830, Catarina havia acabado de fazer a leitura da medita\u00e7\u00e3o, na capela, quando ouviu o caracter\u00edstico frufru de um vestido de seda. Olhou para o lado e viu Nossa Senhora vestida de branco, sobre uma meia-esfera. Tinha nas m\u00e3os uma bola que representava o globo terrestre, e olhava para o C\u00e9u.<\/p>\n<p>\u201c<em>De repente<\/em> \u2014 narra Catarina \u2014 <em>percebi an\u00e9is nos seus dedos, engastados de pedras brilhantes, umas maiores e mais belas do que as outras, das quais sa\u00edam raios que eram, tamb\u00e9m, uns mais belos que os outros\u201d<\/em>. Nossa Senhora explicou-lhe que tais raios simbolizavam as gra\u00e7as que derramava sobre as pessoas que as pediam.<\/p>\n<p>Continua Catarina: \u201c<em>Formou-se um quadro em torno da Sant\u00edssima Virgem, de forma oval, no alto do qual estavam escritas, com letras de ouro, estas palavras: \u00d3 Maria concebida sem pecado, rogai por n\u00f3s que recorremos a v\u00f3s!\u201d <\/em><\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, uma voz disse-lhe para mandar cunhar uma medalha conforme aquele modelo, com a promessa de que as pessoas que a trouxessem ao pesco\u00e7o receberiam muitas gra\u00e7as, \u201c<em>principalmente as que a trouxessem com inteira confian\u00e7a\u201d. <\/em><\/p>\n<p>Instantes depois o quadro girou sobre si mesmo, e Catarina viu o reverso da medalha.<\/p>\n<p><strong>Difus\u00e3o da Medalha e gra\u00e7as operadas<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_Y_eZ2Dg0N8A\/SfnZj8MAkWI\/AAAAAAAACvI\/Fghz400EvIc\/s1600-h\/catarina03.jpg\"><strong>\u00a0<\/strong><\/a>Catarina perguntou a Nossa Senhora a quem recorrer para confec\u00e7\u00e3o da medalha.<\/p>\n<p>A M\u00e3e de Deus respondeu-lhe que deveria procurar seu confessor, o Pe. Jo\u00e3o Aria Aladel: \u201cEle \u00e9 meu servidor\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_Y_eZ2Dg0N8A\/Sfn8ahmJtaI\/AAAAAAAACvw\/y3BZwIMKBBo\/s1600-h\/laboure03.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><\/a><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1001\" title=\"laboure03\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/laboure03.jpg\" alt=\"laboure03\" width=\"320\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/laboure03.jpg 320w, https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/laboure03-300x281.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/>No in\u00edcio, o Pe. Aladel n\u00e3o acreditou no que Catarina dizia; mas, ap\u00f3s dois anos de insist\u00eancia, ele procurou o Arcebispo, que ordenou em 20 de junho de 1832 que fossem cunhadas duas mil medalhas.<\/p>\n<p>O modo como se difundiram as medalhas foi t\u00e3o prodigioso, juntamente com grande n\u00famero de gra\u00e7as operadas, que a medalha passou a ser conhecida como Medalha Milagrosa.<\/p>\n<p>Por exemplo, em mar\u00e7o de 1832, quando iam ser confeccionadas as primeiras medalhas, uma terr\u00edvel epidemia de c\u00f3lera, proveniente da Europa oriental, atingiu Paris. Mais de 18 mil pessoas morreram em poucas semanas. Num \u00fanico dia, chegou a haver 861 mortes.<\/p>\n<p>No fim de junho, as primeiras medalhas ficaram prontas e come\u00e7aram a ser distribu\u00eddas entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste, e tiveram in\u00edcio, em s\u00e9rie, os prod\u00edgios que em poucos anos tornariam a Medalha Milagrosa mundialmente c\u00e9lebre.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o de Catarina Labour\u00e9 estava cumprida. Os 46 anos que lhe restaram de vida, ela os passou como uma humilde irm\u00e3, da qual praticamente nada havia para falar. S\u00f3 quando se aproximou sua morte, em 1876, sua superiora soube que fora ela a privilegiada Irm\u00e3 que recebera aquela sublime miss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Ela foi beatificada pelo Papa Pio XI em 1933 e canonizada no dia 27 de julho de 1947 pelo Papa Pio XII. <\/strong><\/p>\n<p>Cinq\u00fcenta e seis anos ap\u00f3s sua morte, <strong>o corpo de Catarina foi encontrado inteiramente incorrupto,<\/strong> e \u00e9 como se encontra ainda hoje na capela das Irm\u00e3s da Caridade, na Rue du Bac, em Paris.(4)<\/p>\n<p><span style=\"FONT-SIZE: 78%\">Notas:<br \/>\n1. Pe. Jer\u00f4nimo Pedreira de Castro, C.M., Santa Catarina Labour\u00e9 e a Medalha Milagrosa, Editora Vozes, Petr\u00f3polis, 1947, p. 71.<br \/>\n2. Id., ib., p. 72.<br \/>\n3. Id., ib., p. 77.<br \/>\n4. Outras obras consultadas:<br \/>\n\u2013 Pe. Jos\u00e9 Leite, S.J., Santos de Cada Dia, Editorial A.O., Braga, 1987, pp. 360 e ss.<br \/>\n\u2013 As vis\u00f5es de Santa Catarina Labour\u00e9, <\/span><span style=\"FONT-SIZE: 78%\">(Santu\u00e1rio Nossa Senhora das Gra\u00e7as).<br \/>\n<\/span><span style=\"FONT-SIZE: 78%\">\u2013 The story of St. Catherine Labour\u00e9<\/span><span style=\"FONT-SIZE: 78%\"><br \/>\n<\/span><br \/>\n<strong><span style=\"FONT-SIZE: 85%\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.catolicismo.com.br\/materia\/materia.cfm?idmat=E7CED5F2-9B05-1FAC-5F2F0C30B555F273&amp;mes=Novembro2004\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Catolicismo<\/a> por Plinio Solimeo<\/span><\/strong><\/p>\n<div><span style=\"FONT-SIZE: 78%; COLOR: #000000\">\u00a0<\/span><\/div>\n<h1><span style=\"color: #ff0000;\"><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0<\/span><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/home\/?origem=16\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #ff0000;\">Conhe\u00e7a o Orat\u00f3rio da Medalha Milagrosa &#8211; Clique aqui <\/span><\/a><\/span><\/h1>\n<div><span style=\"FONT-SIZE: 78%; COLOR: #000000\">\u00a0<\/span><\/div>\n<p><span style=\"FONT-SIZE: 78%; COLOR: #000000\">\u00a0<\/p>\n<p><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por muitos anos ningu\u00e9m soube como surgiu a Medalha Milagrosa. 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