{"id":8551,"date":"2011-03-21T00:00:24","date_gmt":"2011-03-21T03:00:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=8551"},"modified":"2011-03-21T00:00:24","modified_gmt":"2011-03-21T03:00:24","slug":"nossa-senhora-ja-era-venerada-desde-o-principio-do-cristianismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-ja-era-venerada-desde-o-principio-do-cristianismo\/","title":{"rendered":"Nossa Senhora j\u00e1 era venerada desde o princ\u00edpio do cristianismo"},"content":{"rendered":"<blockquote>\n<p>Em 1917 a Biblioteca John Ryland, de Manchester adquiriu no Egito um pequeno papiro, cujo conte\u00fado foi identificado em 1939; \u00e9 o texto de uma ora\u00e7\u00e3o dirigida a Maria Sant\u00edssima invocada como M\u00e3e de Deus, no s\u00e9culo III. Quando em 431 o Conc\u00edlio de \u00c9feso proclamou Maria M\u00e3e de Deus, fez eco a uma tradi\u00e7\u00e3o cuja origem remonta a Or\u00edgenes (243).<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>ORA\u00c7\u00c3O MARIANA DO S\u00c9CULO III<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-8562\" title=\"Nossa Senhora Imaculada\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/Nossa-Senhora-Imaculada-300x239.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"239\" \/>Em 1917 a Biblioteca John Ryland, de Manchester (Inglaterra), adquiriu no Egito um pequeno fragmento de papiro de 18 x 9,4 cm, que foi catalogado como Ryl. III, 470. Esse papiro apresenta uma ora\u00e7\u00e3o mariana de grande import\u00e2ncia tanto por seus dizeres como por sua data.<\/p>\n<p>Examinaremos, a seguir, o conte\u00fado desse papiro e\u00a0 sua respectiva data\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\">1. O conte\u00fado do papiro<\/span><\/p>\n<p>O texto do pequeno papiro foi publicado em 1938, sem que se tivessem at\u00e9 ent\u00e3o identificado os seus dizeres. Isto s\u00f3 foi feito no ano seguinte por F. Mercenier: este pesquisador verificou que se tratava da ora\u00e7\u00e3o mariana conhecida e recitada ainda hoje com as palavras iniciais &#8220;Sob a vossa prote\u00e7\u00e3o&#8221; (Sub tuum praesidium&#8230; em latim). Embora o texto esteve incompleto e um tanto deteriorado pelas intemp\u00e9ries dos s\u00e9culos, o sentido das palavras pode ser depreendido com clareza e seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>O texto, devidamente reconstitu\u00eddo, diz o seguinte:<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><em>Sob a tua prote\u00e7\u00e3o nos refugiamos.<br \/>\n santa M\u00e3e de Deus!<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><em>N\u00e3o desprezeis as nossas s\u00faplicas<br \/>\n em nossas dificuldades;<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><em>Mas livra-nos sempre de todos os perigos,<br \/>\n \u00f3 Virgem gloriosa e bendita.<\/em><\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">A<\/span> ora\u00e7\u00e3o, redigida na primeira pessoa do plural, parece ser, por isto mesmo, pertinente ao uso da Liturgia. Comentemo-la, levando em conta as tradu\u00e7\u00f5es da mesma existentes nas diversas tradi\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas.<\/p>\n<p>Uma das diferen\u00e7as mais not\u00e1veis quando consideramos as vers\u00f5es recentes, est\u00e1 em que o fiel se refugiava \u201cdebaixo da miseric\u00f3rdia da M\u00e3e de Deus\u201d, ao passo que o texto latino diz <em>praesidium<\/em> (prote\u00e7\u00e3o). A express\u00e3o &#8220;sob a tua miseric\u00f3rdia&#8221; se encontra nas vers\u00f5es bizantina, copta e ambrosiana, ao passo que a Liturgia s\u00edria diz mais enfaticamente ainda: &#8220;sob o manto da tua miseric\u00f3rdia&#8221;. Por sua vez, o rito et\u00edope diz: &#8220;sob a sombra de tuas asas&#8221;.<\/p>\n<p>Alguns manuscritos latinos do s\u00e9culo X traduzem literalmente: <em>sub tuis visceribus<\/em>, isto \u00e9, \u201cem tuas entranhas nos refugiamos\u201d. Nesta vers\u00e3o a miseric\u00f3rdia \u00e9 comparada \u00e0s entranhas de uma m\u00e3e, que em seu \u00edntimo defende e abriga seu filho. Na verdade, o voc\u00e1bulo grego <em>eusplanch\u00edan<\/em> significa <em>boas entranhas<\/em>. Como se v\u00ea, o texto original p\u00f5e em relevo a confian\u00e7a filial e a \u00edndole afetiva das rela\u00e7\u00f5es entre o fiel e a Santa M\u00e3e de Deus.<\/p>\n<p><em>Theot\u00f3kos<\/em>. O t\u00edtulo que comumente se traduz por &#8220;M\u00e3e de Deus&#8221;, quer dizer, ao p\u00e9 da letra: &#8220;Aquela que deu \u00e0 luz Deus&#8221;, em latim <em>Deipara<\/em>. Este t\u00edtulo professa que a pessoa que Maria deu \u00e0 luz, \u00e9 a pessoa do Filho de Deus ou a segunda Pessoa da Sant\u00edssima Trindade que quis assumir a natureza humana. Note-se que o voc\u00e1bulo <em>Theot\u00f3ke<\/em> \u00e9 forma de vocativo; donde se depreende que a ora\u00e7\u00e3o \u00e9 dirigida \u00e0 Sant\u00edssima Virgem, como express\u00e3o da grande antig\u00fcidade da devo\u00e7\u00e3o a Ela.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o deixes de considerar as nossas s\u00faplicas em nossas dificuldades\u201d. Ao p\u00e9 da letra, o fiel pede a Maria: &#8220;n\u00e3o afastes de nossas s\u00faplicas o teu olhar&#8221;. Basta, pois, que a M\u00e3e de Deus esteja atenta \u00e0s nossas s\u00faplicas para que estejamos seguros.<\/p>\n<p>\u201cMas livrai-nos sempre de todos os perigos\u201d. O texto atual desta prece menciona &#8220;os perigos&#8221;, ao passo que o papiro fala &#8220;do perigo&#8221;.\u00a0 \u201cO\u201d perigo, por antonom\u00e1sia, eram as persegui\u00e7\u00f5es movidas pelo Imp\u00e9rio Romano contra os cat\u00f3licos. O historiador Eus\u00e9bio de Cesar\u00e9ia (+339), em sua <em>Hist\u00f3ria da Igreja<\/em>, descreve a grande crueldade das persegui\u00e7\u00f5es havidas no Egito. Por conseguinte, pode-se crer que as pessoas que compuzeram tal ora\u00e7\u00e3o em tempo de persegui\u00e7\u00e3o, recorriam \u00e0 prote\u00e7\u00e3o e \u00e0 miseric\u00f3rdia da M\u00e3e de Deus.<\/p>\n<p>\u201c\u00d3 Virgem gloriosa e bendita\u201d! A exclama\u00e7\u00e3o final afirma a virgindade de Maria Sant\u00edssima. Al\u00e9m da virgindade, proclama a fidelidade de Maria Imaculada \u00e0 vontade de Deus.<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\">2. O problema da data\u00e7\u00e3o<img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-8563\" title=\"salve-rainha\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/salve-rainha-242x300.jpg\" alt=\"\" width=\"242\" height=\"300\" \/><\/span><\/p>\n<p>Os estudiosos concordam entre si ao afirmar a grande antig\u00fcidade do texto, mas oscilam entre o s\u00e9culo III e o s\u00e9culo IV.<br \/>\n O Conc\u00edlio Geral de \u00c9feso (431), declarou que os Santos Padres &#8220;n\u00e3o duvidaram chamar Theot\u00f3kos a Sant\u00edssima Virgem&#8221; &#8211; o que n\u00e3o queria dizer que a Divindade come\u00e7ou a existir a partir de Maria, mas que Aquele que nasceu de Maria est\u00e1 unido hipostaticamente ao Verbo de Deus, desde o seio materno.<\/p>\n<p>J\u00e1 no s\u00e9culo IV encontramos o grande santo Atan\u00e1sio, bispo de Alexandria, por volta de 340, que atribuiu algumas vezes o t\u00edtulo Theot\u00f3kos a Maria Sant\u00edssima, tanto nos seus escritos contra os arianos quanto na sua obra\u00a0 A Vida de Santo Ant\u00e3o.<\/p>\n<p>O antecessor de Santo Atan\u00e1sio na sede alexandrina, Santo Alexandre, tamb\u00e9m usou tal t\u00edtulo: numa de suas cartas afirma que o Verbo assumiu um corpo verdadeiro, e n\u00e3o aparente, de Maria, a Theot\u00f3kos (PG 18, 568c).<\/p>\n<p>Em 300 foi eleito Bispo de Alexandria Pedro I: ao referir-se ao mist\u00e9rio da Encarna\u00e7\u00e3o, chama duas vezes Maria Theot\u00f3kos (PG 18, 517b). Nenhum deles, Pedro I, Santo Alexandre e Santo Atan\u00e1sio, sentiram necessidade de justificar ou explicar o titulo, o que mostra que j\u00e1 era amplamente conhecido e aceito tranq\u00fcilamente pelos cat\u00f3licos em geral.<\/p>\n<p>Entrando agora no s\u00e9culo III, notemos que o m\u00e1rtir alexandrino Piero (+300) cognominado Or\u00edgenes J\u00fanior, escreveu um tratado sobre a Theot\u00f3kos (Peri tes Theot\u00f3kou), como refere Filipe de Side.<\/p>\n<p>Recuando mais ainda, registra-se uma observa\u00e7\u00e3o do historiador S\u00f3crates, o Escol\u00e1stico, na sua <em>Hist\u00f3ria da Igreja<\/em>: afirma que Or\u00edgenes de Alexandria (+254) no in\u00edcio do seu coment\u00e1rio sobre a ep\u00edstola aos Romanos (redigido por volta de 243), elaborou ampla explica\u00e7\u00e3o do sentido que tem o termo Theot\u00f3kos. Encontram-se ainda outras afirma\u00e7\u00f5es de Or\u00edgenes, em suas homilias sobre S\u00e3o Lucas, que sugerem tenha Or\u00edgenes, j\u00e1 na primeira metade do s\u00e9culo III, chamado Maria Sant\u00edssima de \u00a0Theot\u00f3kos.<\/p>\n<p>Este t\u00edtulo ocorre outrossim na obra <em>As B\u00ean\u00e7\u00e3os dos Patriarcas<\/em>, de Hip\u00f3lito de Roma (+235), que pode datar de fins do s\u00e9culo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/home\/vela-permanente\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-8564\" title=\"vela permanente\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/vela-permanente.jpg\" alt=\"\" width=\"483\" height=\"205\" \/><\/a><\/p>\n<p>Como quer que seja, pode-se reconstituir a s\u00e9rie de autores alexandrinos que aplicam \u00e0 Nossa Senhora a designa\u00e7\u00e3o de Theot\u00f3kos: Or\u00edgenes, Piero, Pedro I, Alexandre e Atan\u00e1sio; tal s\u00e9rie vai de 243 a 340, evidenciando a antig\u00fcidade da invoca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Estes dados de literatura patr\u00edstica s\u00e3o assaz significativos para que se possa considerar essa ora\u00e7\u00e3o como existindo j\u00e1 no s\u00e9culo III. O que testemunha que a devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Nossa Senhora como M\u00e3e de Deus vem desde o in\u00edcio do cristinianismo.<\/p>\n<p><br class=\"spacer_\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1917 a Biblioteca John Ryland, de Manchester adquiriu no Egito um pequeno papiro, cujo conte\u00fado foi identificado em 1939; \u00e9 o texto de uma ora\u00e7\u00e3o dirigida a Maria Sant\u00edssima invocada como M\u00e3e de Deus, no s\u00e9culo III. 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