{"id":7612,"date":"2011-01-12T00:00:37","date_gmt":"2011-01-12T02:00:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=7612"},"modified":"2011-01-12T00:00:37","modified_gmt":"2011-01-12T02:00:37","slug":"nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/","title":{"rendered":"Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Escada; antiga devo\u00e7\u00e3o mariana popular de Portugal e do Brasil, ligada ao mar"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-7614\" title=\"Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Escada\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Nossa-Senhora-da-Concei\u00e7\u00e3o-da-Escada.jpg\" alt=\"\" width=\"260\" height=\"400\" \/>N\u00e3o \u00e9 de estranhar que, pela acentuada voca\u00e7\u00e3o mar\u00edtima de Portugal,  tenha sido a devo\u00e7\u00e3o dos marinheiros de Lisboa uma das mais populares no  pa\u00eds, e, por essa raz\u00e3o, uma das primeiras a se implantar no Brasil.<\/p>\n<p>Escada? Que nome estranho para designar uma devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora,  poder\u00e3o pensar alguns ao ouvi-lo. Outros, mais eruditos, estabelecer\u00e3o  talvez um nexo com a escada de Jac\u00f3, narrada na Sagrada Escritura, pois o  Patriarca sonhou com uma escada que levava ao C\u00e9u. De modo an\u00e1logo,  Nossa Senhora leva ao C\u00e9u, logo&#8230; E ainda outros, qui\u00e7\u00e1, relacionar\u00e3o o  nome com imagens da Paix\u00e3o de Cristo, dado que, muitas vezes, Nossa  Senhora aparece ao lado da escada utilizada para descer o corpo de seu  Divino Filho da cruz.<\/p>\n<p>O que ningu\u00e9m consegue imaginar \u00e9 a raz\u00e3o verdadeira da invoca\u00e7\u00e3o Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Escada.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong> Na origem do nome, singeleza de circunst\u00e2ncias naturais<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>Qualquer pessoa dotada de cultura b\u00e1sica conhece a enorme import\u00e2ncia  que tiveram as navega\u00e7\u00f5es e descobrimentos portugueses nos s\u00e9culos XV e  XVI, bem como o fato de terem sido os navegantes lusos que uniram, por  via mar\u00edtima, diversos continentes. E que tal epop\u00e9ia ocorreu mediante  viagens realizadas a bordo de navios que, se comparados aos de hoje,  eram semelhantes a fr\u00e1geis cascas de nozes.<\/p>\n<p>Coragem n\u00e3o faltou aos navegantes daquela \u00e9poca. Tamb\u00e9m n\u00e3o faltou f\u00e9 e  fortaleza para correr todos os riscos. E tal f\u00e9 dos marinheiros lusos  encontrava uma express\u00e3o encantadora na devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora da  Concei\u00e7\u00e3o da Escada, na cidade de Lisboa.<\/p>\n<p>A imagem original da Virgem Sant\u00edssima \u2013 que depois ficou conhecida sob  essa invoca\u00e7\u00e3o \u2013 \u00e9 muito antiga, anterior \u00e0 reconquista da cidade aos  mouros, em 1147. Ela se encontrava em uma capela situada \u00e0 margem do rio  Tejo. Ao partir, os marinheiros encomendavam-lhe seus trabalhos, e  agradeciam sua prote\u00e7\u00e3o ao voltar. Como a margem do rio \u00e9 elevada,  precisavam subir ou descer os 31 degraus que separam a capela do rio.  Por isto, com a passar do tempo, a imagem de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o  come\u00e7ou a ser chamada de Concei\u00e7\u00e3o da Escada, para diferenci\u00e1-la de  outras imagens de Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o (devo\u00e7\u00e3o muito difundida em  Portugal). Desse fato resultou que a imagem passou a ser conhecida como  Nossa Senhora da Escada.<\/p>\n<p>Dada a import\u00e2ncia que a vida ligada ao mar tinha para o povo portugu\u00eas  naquela \u00e9poca, \u00e9 compreens\u00edvel que a referida imagem fosse das mais  veneradas. De onde se explica que, cada vez que se decidia a realiza\u00e7\u00e3o  de prociss\u00f5es para celebrar tal ou qual vit\u00f3ria, ou pedir prote\u00e7\u00e3o  contra este ou aquele flagelo, eram as prociss\u00f5es da capela de Nossa  Senhora da Escada das mais concorridas.<\/p>\n<p>Com o tempo, come\u00e7aram a acorrer \u00e0 capela pessoas em barcos de locais  long\u00ednquos, a fim de cumprir promessas e votos, bem como agradecer  favores recebidos. Numa determinada \u00e9poca, realizava-se uma prociss\u00e3o  com tochas acesas, provavelmente \u00e0 noite, que descia o rio at\u00e9 chegar \u00e0  capela dedicada a Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Escada.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong>Vit\u00f3ria de Aljubarrota fortalece devo\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p class=\"mceTemp mceIEcenter\">\u00a0<\/p>\n<dl id=\"attachment_7616\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 410px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><strong><strong><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7616\" title=\"Batalha de Aljubarrota\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Batalha-de-Aljubarrota.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"299\" \/><\/strong> <\/strong><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\" style=\"text-align: center;\">\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><strong>Batalha de Aljubarrota<\/strong><\/strong><\/span><\/p>\n<\/dd>\n<\/dl>\n<p><strong> <\/strong>A prociss\u00e3o mais importante, por\u00e9m, era a que comemorava a vit\u00f3ria dos  portugueses em Aljubarrota, no ano de 1385. As tropas portuguesas,  comandadas pelo Vener\u00e1vel Nun&#8217;\u00c1lvares Pereira, lutavam n\u00e3o s\u00f3 para  defender a independ\u00eancia do pa\u00eds, mas sobretudo para este n\u00e3o cair no  cisma que amea\u00e7ava dividir a Cristandade, j\u00e1 que o Rei de Castela na  ocasi\u00e3o apoiava um antipapa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s travarem a luta em condi\u00e7\u00f5es de inferioridade num\u00e9rica, os  portugueses obtiveram memor\u00e1vel vit\u00f3ria. Ao ter not\u00edcia do triunfo, o  povo acudiu em massa aos diversos santu\u00e1rios do pa\u00eds, e um dos mais  concorridos foi o de Nossa Senhora da Escada, onde pessoas de todas as  classes sociais se dirigiram para agradecer a Nossa Senhora a insigne  prote\u00e7\u00e3o. Que tenham sido de todas as classes sociais n\u00e3o \u00e9 de  estranhar, pois \u00e0 Marinha dedicavam-se representantes de todos os  segmentos sociais da \u00e9poca. Desde os nobres mais elevados que comandavam  as armadas com destino \u00e0 \u00c1frica ou \u00e0 \u00c1sia, at\u00e9 os mais humildes  servidores.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong> Devo\u00e7\u00e3o expande-se para Bahia e S\u00e3o Paulo<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>Com as descobertas mar\u00edtimas que iam sendo feitas, a F\u00e9 cat\u00f3lica ia se  expandindo. Por isso, ao dominar novos territ\u00f3rios, uma das primeiras  preocupa\u00e7\u00f5es dos portugueses era ensinar as verdades da F\u00e9 aos  habitantes do local. E nada melhor para consolidar uma alma no caminho  da verdadeira Religi\u00e3o do que ensin\u00e1-la a amar e confiar nAquela que \u00e9 a  M\u00e3e de Deus, e por isso mesmo, nossa advogada.<\/p>\n<p>Como dois dos primeiros locais a serem colonizados em nosso Pa\u00eds foram a  Bahia de Todos os Santos e zonas na regi\u00e3o pr\u00f3ximas ao litoral de S\u00e3o  Paulo, \u00e9 compreens\u00edvel que a\u00ed se encontrem as duas capelas dedicadas a  Nossa Senhora da Escada.<\/p>\n<p>A existente na Bahia apresenta uma caracter\u00edstica muito antiga, da \u00e9poca  da escravid\u00e3o: os escravos, quando ainda n\u00e3o batizados, n\u00e3o podiam  ficar dentro da Igreja, permanecendo num alpendre junto \u00e0 entrada. \u00c9 por  isso que o pequeno templo possui um amplo alpendre.<\/p>\n<p>A outra capela situava-se numa vila chamada Escada, nome este  proveniente da pr\u00f3pria invoca\u00e7\u00e3o mariana. Tal capela est\u00e1 situada cerca  de Guararema, cidade a 80 quil\u00f4metros da capital paulista. Devido \u00e0 sua  proximidade do rio Para\u00edba, essa vila era freq\u00fcentada tanto por  pescadores como por viajantes que navegavam rumo ao Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Quando passou por l\u00e1, em 1717, o Conde de Assumar, Governador de S\u00e3o  Paulo, Escada era uma vila que j\u00e1 possu\u00eda sua pr\u00f3pria C\u00e2mara Municipal.  Mas o pequeno n\u00facleo n\u00e3o prosperou, e com sua decad\u00eancia tamb\u00e9m foi  minguando a devo\u00e7\u00e3o mariana que lhe deu origem.<\/p>\n<p>As devo\u00e7\u00f5es marianas n\u00e3o constituem, via de regra, um fruto artificial,  ocasionado por algum interesse humano. Elas florescem naturalmente  quando Nossa Senhora distribui suas gra\u00e7as, valendo-se, por exemplo, de  uma imagem sob esta ou aquela invoca\u00e7\u00e3o. E se o povo \u00e9 verdadeiramente  piedoso, costuma corresponder a essas gra\u00e7as, propaga-se naturalmente a  devo\u00e7\u00e3o \u00c0quela que o sustenta nas duras lutas da vida.<\/p>\n<p>Quando, por\u00e9m, a popula\u00e7\u00e3o decai em fervor e n\u00e3o mais invoca a Virgem  Sant\u00edssima, as devo\u00e7\u00f5es ligadas a alguma capela ou imagem tamb\u00e9m por  vezes decaem. As pessoas deixam de freq\u00fcentar o local, e v\u00e3o se  olvidando das gra\u00e7as recebidas. Nessas condi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o raro Nossa Senhora  opera novo prod\u00edgio, a fim de reerguer a antiga devo\u00e7\u00e3o. Mas,  infelizmente, nem sempre os homens correspondem \u00e0 nova manifesta\u00e7\u00e3o da  bondade materna.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"color: #800080;\"><strong> Dois terremotos e decad\u00eancia da devo\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<dl id=\"attachment_7617\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 584px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><strong><strong><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-7617\" title=\"terremoto em portugal1755\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/terremoto-em-portugal1755.jpg\" alt=\"\" width=\"574\" height=\"511\" \/><\/strong> <\/strong><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\" style=\"text-align: center;\">\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><strong>O terremoto de 1755 devastou a cidade de Lisboa<\/strong><\/strong><\/span><\/p>\n<\/dd>\n<\/dl>\n<p><strong> <\/strong><strong><br \/>\n <\/strong><\/p>\n<p>Foi o que aconteceu com a imagem de Nossa Senhora da Escada em Portugal.  Em 1531 um terremoto destruiu a capela, que foi reedificada. Mas como a  devo\u00e7\u00e3o continuava decaindo aos poucos, permitiu Nossa Senhora que novo  terremoto em Lisboa, mais terr\u00edvel que o anterior, destru\u00edsse o pequeno  templo em 1755. Nos dois casos, os edif\u00edcios que abrigavam a imagem  foram destru\u00eddos, salvando-se contudo, milagrosamente, entre as ru\u00ednas,  tanto a ef\u00edgie mariana como o altar em que ela se encontrava.<\/p>\n<p>A decad\u00eancia do culto a Nossa Senhora sob essa invoca\u00e7\u00e3o havia chegado a  tal ponto, que a capela da Escada n\u00e3o foi mais reconstru\u00edda. Por isso, a  primitiva imagem foi levada para o templo de Nossa Senhora das Merc\u00eas  em Lisboa, onde se encontra at\u00e9 hoje. Pareceria um triste fim de uma  invoca\u00e7\u00e3o mariana antes t\u00e3o difundida.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><span style=\"color: #800080;\"><strong> Renascimento promissor<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>Entretanto, a devo\u00e7\u00e3o n\u00e3o morreu. Ela deitou ra\u00edzes em nosso Pa\u00eds,  surgindo v\u00e1rias capelas a ela dedicadas, como a que foi edificada na  vila da Escada, acima referida, no Estado de S\u00e3o Paulo, e anos atr\u00e1s em  Curitiba, no bairro Novo Mundo.<\/p>\n<p>Pe\u00e7amos \u00e0 M\u00e3e de Deus que este seja um sinal do revigoramento dessa bela  devo\u00e7\u00e3o t\u00e3o acendrada em nossos ancestrais lusos, especialmente os  navegadores, que a trouxeram para a Terra de Santa Cruz.<\/p>\n<p>Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Escada \u00e9 a Padroeira da cidade de Barueri, cuja festa celebra-se em 21 de novembro.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/oracoesemilagresmedievais.blogspot.com\/2009\/05\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fonte: Ora\u00e7\u00f5es e milagres medievais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 de estranhar que, pela acentuada voca\u00e7\u00e3o mar\u00edtima de Portugal, tenha sido a devo\u00e7\u00e3o dos marinheiros de Lisboa uma das mais populares no pa\u00eds, e, por essa raz\u00e3o, uma das primeiras a se implantar no Brasil. 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Outros, mais [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/","og_site_name":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","article_published_time":"2011-01-12T02:00:37+00:00","og_image":[{"url":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Nossa-Senhora-da-Concei\u00e7\u00e3o-da-Escada.jpg"}],"twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Gabriel Barbosa","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website","url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/","name":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","description":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/#primaryimage","inLanguage":"pt-BR","url":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Nossa-Senhora-da-Concei\u00e7\u00e3o-da-Escada.jpg","contentUrl":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2011\/01\/Nossa-Senhora-da-Concei\u00e7\u00e3o-da-Escada.jpg"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/#webpage","url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/","name":"Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Escada; antiga devo\u00e7\u00e3o mariana popular de Portugal e do Brasil, ligada ao mar - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/#primaryimage"},"datePublished":"2011-01-12T02:00:37+00:00","dateModified":"2011-01-12T02:00:37+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/nossa-senhora-da-conceicao-da-escada-antiga-devocao-mariana-popular-de-portugal-e-do-brasil-ligada-ao-mar-2\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Nossa Senhora da Concei\u00e7\u00e3o da Escada; antiga devo\u00e7\u00e3o mariana popular de Portugal e do Brasil, ligada ao mar"}]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753","name":"Gabriel Barbosa","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#personlogo","inLanguage":"pt-BR","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g","caption":"Gabriel Barbosa"},"url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/author\/gabrielpmk-com-br\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7612"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/31"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7612"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7612\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7612"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7612"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7612"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}