{"id":5842,"date":"2010-08-22T00:01:01","date_gmt":"2010-08-22T03:01:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=5842"},"modified":"2020-06-09T11:45:49","modified_gmt":"2020-06-09T14:45:49","slug":"poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/","title":{"rendered":"Poema da Virgem (Padre Jos\u00e9 de Anchieta)"},"content":{"rendered":"<p class=\"mceTemp mceIEcenter\">\n<dl id=\"attachment_5843\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 296px;\">\n<dt class=\"wp-caption-dt\"><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-5843  \" title=\"nossa senhora das dores\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores-286x300.jpg\" alt=\"\" width=\"286\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores-286x300.jpg 286w, https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores.jpg 350w\" sizes=\"(max-width: 286px) 100vw, 286px\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-dd\" style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Compaix\u00e3o da Virgem na morte do Filho<\/strong><\/span><\/dd>\n<\/dl>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong><br \/>\n<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Por que ao profundo sono, alma, tu te abandonas,<\/p>\n<p>e em pesado dormir, t\u00e3o fundo assim ressonas?<br \/>\nN\u00e3o te move a afli\u00e7\u00e3o dessa m\u00e3e toda em pranto,<\/p>\n<p>que a morte t\u00e3o cruel do filho chora tanto?<br \/>\nO seio que de dor amargado esmorece,<\/p>\n<p>ao ver, ali presente, as chagas que padece?<br \/>\nOnde a vista pousar, tudo o que \u00e9 de Jesus,<\/p>\n<p>ocorre ao teu olhar vertendo sangue a flux.<br \/>\nOlha como, prostrado ante a face do Pai,<\/p>\n<p>todo o sangue em suor do corpo se lhe esvai.<br \/>\nOlha como a ladr\u00e3o essas b\u00e1rbaras hordas<\/p>\n<p>pisam-no e lhe ret\u00eam o colo e m\u00e3os com cordas.<br \/>\nOlha, perante An\u00e1s, como duro soldado<\/p>\n<p>o esbofeteia mau, com punho bem cerrado.<br \/>\nV\u00ea como, ante Caif\u00e1s, em humildes meneios,<\/p>\n<p>ag\u00fcenta opr\u00f3brios mil, punhos, escarros feios.<br \/>\nN\u00e3o afasta seu rosto ao que o bate, e se abeira<\/p>\n<p>do que duro lhe arranca a barba e cabeleira.<br \/>\nOlha com que azorrague o carrasco sombrio<\/p>\n<p>retalha do Senhor a meiga carne a frio.<br \/>\nOlha como lhe rasga a cerviz rijo espinho,<\/p>\n<p>e o sangue puro risca a face toda arminho.<br \/>\nPois n\u00e3o v\u00eas que seu corpo, incivilmente leso,<\/p>\n<p>mal suster\u00e1 ao ombro o desumano peso?<br \/>\nV\u00ea como a dextra m\u00e1 finca em lenho de escravo<\/p>\n<p>as inocentes m\u00e3os com agu\u00e7ado cravo.<br \/>\nOlha como na cruz finca a m\u00e3o do algoz cego<\/p>\n<p>os inocentes p\u00e9s com agu\u00e7ado prego.<br \/>\nEi-lo, rasgado jaz nesse tronco inimigo,<\/p>\n<p>e c&#8217;o sangue a escorrer paga teu furto antigo!<br \/>\nV\u00ea como larga chaga abre o peito, e des\u00e1gua<\/p>\n<p>misturado com sangue um rio todo d&#8217;\u00e1gua.<br \/>\nSe o n\u00e3o sabes, a m\u00e3e dolorosa reclama<\/p>\n<p>para si quanto v\u00eas sofrer ao filho que ama.<br \/>\nPois quanto ele aguentou em seu corpo desfeito,<\/p>\n<p>tanto suporta a m\u00e3e no compassivo peito.<br \/>\nErgue-te pois e, atr\u00e1s da muralha ferina<\/p>\n<p>cheio de compaix\u00e3o, procura a m\u00e3e divina.<br \/>\nDeixaram-te uma e outro em sinais bem marcada<\/p>\n<p>a passagem: assim, tornou-se clara a estrada.<br \/>\nEle aos rastros tingiu com seu sangue tais sendas,<\/p>\n<p>ela o solo regou com l\u00e1grimas tremendas.<br \/>\nProcura a boa m\u00e3e, e a seu pranto sossega,<\/p>\n<p>se acaso ainda aflita \u00e0s l\u00e1grimas se entrega.<br \/>\nMas se essa imensa dor tal consolo invalida,<\/p>\n<p>porque a morte matou a vida \u00e0 sua vida,<br \/>\nao menos chorar\u00e1s todo o teu latroc\u00ednio,<\/p>\n<p>que foi toda a raz\u00e3o do horr\u00edvel assass\u00ednio.<br \/>\nMas onde te arrastou, m\u00e3e, borrasca t\u00e3o forte?<\/p>\n<p>que terra te acolheu a prantear tal morte?<br \/>\nOuvir\u00e1 teu gemido e lamento a colina,<\/p>\n<p>em que de ossos mortais a terra podre mina?<br \/>\nSofres acaso tu junto \u00e0 planta do odor,<\/p>\n<p>em que pendeu Jesus, em que pendeu o amor?<br \/>\nEis-te a\u00ed lacrimosa a curtir pena inteira,<\/p>\n<p>pagando o mau prazer de nossa m\u00e3e primeira!<br \/>\nSob a planta vedada, ela fez-se corruta:<\/p>\n<p>colheu boba e loquaz, com m\u00e3o audaz a fruta.<br \/>\nMas a fruta preciosa, em teu seio nascida,<\/p>\n<p>\u00e0 pr\u00f3pria boa m\u00e3e d\u00e1 para sempre a vida,<br \/>\ne a seus filhos de amor que morreram na rega<\/p>\n<p>do primeiro veneno, a ti os ergue e entrega.<br \/>\nMas findou tua vida, essa doce viv\u00eancia<\/p>\n<p>do amante cora\u00e7\u00e3o: caiu-te a resist\u00eancia!<br \/>\nO inimigo arrastou a essa cruz t\u00e3o amarga<\/p>\n<p>quem dos seios, em ti, pendeu qual doce carga.<br \/>\nSucumbiu teu Jesus transpassado de chagas,<\/p>\n<p>ele, o fulgor, a gl\u00f3ria, a luz em que divagas.<br \/>\nQuantas chagas sofreu, doutras tantas te d\u00f3is:<\/p>\n<p>era uma s\u00f3 e a mesma a vida de v\u00f3s dois!<\/p>\n<p>Pois se teu cora\u00e7\u00e3o o conserva, e jamais<\/p>\n<p>deixou de se hospedar dentro de teus umbrais,<br \/>\npara ferido assim crua morte o tragar,<\/p>\n<p>com lan\u00e7a foi mister teu cora\u00e7\u00e3o rasgar.<br \/>\nRompeu-te o cora\u00e7\u00e3o seu terr\u00edvel flagelo,<\/p>\n<p>e o espinho ensang\u00fcentou teu cora\u00e7\u00e3o t\u00e3o belo.<br \/>\nConjurou contra ti, com seus cravos sangrentos,<\/p>\n<p>quanto arrastou na cruz o filho, de tormentos.<br \/>\nMas, inda vives tu, morto Deus, tua vida?<\/p>\n<p>e n\u00e3o foste arrastada em morte parecida?<br \/>\nE como \u00e9 que, ao morrer, n\u00e3o roubou teus sentidos,<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/home\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-medium wp-image-5847\" title=\"nossa-senhora-das-dores\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores1-215x300.jpg\" alt=\"\" width=\"215\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores1-215x300.jpg 215w, https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores1.jpg 359w\" sizes=\"(max-width: 215px) 100vw, 215px\" \/><\/a><\/p>\n<p>se sempre uma alma s\u00f3 reteve os dois unidos?<br \/>\nN\u00e3o puderas, confesso, ag\u00fcentar mal tamanho,<\/p>\n<p>se n\u00e3o te sustentasse amor assim estranho;<br \/>\nse n\u00e3o te erguesse o filho em seu v\u00e1lido busto,<\/p>\n<p>deixando-te mais dor ao cora\u00e7\u00e3o robusto.<br \/>\nVives ainda, \u00f3 m\u00e3e, p&#8217;ra sofrer mais canseira:<\/p>\n<p>j\u00e1 te envolve no mar uma onda derradeira.<br \/>\nEsconde, m\u00e3e, o rosto e o olhar no rega\u00e7o:<\/p>\n<p>eis que a lan\u00e7a a vibrar voa no leve espa\u00e7o.<br \/>\nRasga o sagrado peito a teu filho j\u00e1 morto,<\/p>\n<p>fincando-se a tremer no cora\u00e7\u00e3o absorto.<br \/>\nFaltava a tanta dor esta s\u00edntese finda,<\/p>\n<p>faltava ao teu penar tal complemento ainda!<br \/>\nFaltava ao teu supl\u00edcio esta \u00faltima chaga!<\/p>\n<p>t\u00e3o grave dor e pena achou ainda vaga!<br \/>\nCom o filho na cruz tu querias bem mais:<\/p>\n<p>que pregassem teus p\u00e9s, teus punhos virginais.<\/p>\n<p>Ele tomou p&#8217;ra si todo o cravo e madeiro<\/p>\n<p>e deu-te a rija lan\u00e7a ao cora\u00e7\u00e3o inteiro.<br \/>\nPodes m\u00e3e, descansar; j\u00e1 tens quanto querias:<\/p>\n<p>Varam-te o cora\u00e7\u00e3o todas as agonias.<br \/>\nEste golpe encontrou o seu corpo desfeito:<\/p>\n<p>s\u00f3 tu colhes o golpe em compassivo peito.<br \/>\nChaga santa, eis te abriu, mais que o ferro da lan\u00e7a,<\/p>\n<p>o amor de nosso amor, que amou sem temperan\u00e7a!<br \/>\n\u00d3 rio, que confluis das nascentes do Ed\u00e9m,<\/p>\n<p>todo se embebe o ch\u00e3o das \u00e1guas que ret\u00e9m!<br \/>\n\u00d3 caminho real, \u00e1urea porta da altura!<\/p>\n<p>Torre de fortaleza, abrigo da alma pura!<br \/>\n\u00d3 rosa a trescalar santo odor que embriaga!<\/p>\n<p>J\u00f3ia com que no c\u00e9u o pobre um trono paga!<br \/>\nDoce ninho no qual pombas p\u00f5em seus ovinhos<\/p>\n<p>e casta rola nutre os tenros filhotinhos!<br \/>\n\u00d3 chaga que \u00e9s rubi de ornamento e esplendor,<\/p>\n<p>cravas os peitos bons de divinal amor!<br \/>\n\u00d3 ferida a ferir cora\u00e7\u00f5es de imprevisto,<\/p>\n<p>abres estrada larga ao cora\u00e7\u00e3o de Cristo!<br \/>\nProva do estranho amor, que nos for\u00e7a \u00e0 unidade!<\/p>\n<p>Porto a que se recolhe a barca em tempestade!<br \/>\nRefugiam-se a ti os que o mau pisa e afronta:<\/p>\n<p>mas tu a todo o mal \u00e9s medicina pronta!<br \/>\nQuem se verga em tristeza, em consolo se alarga:<\/p>\n<p>por ti, dep\u00f5e do peito a dura sobrecarga!<br \/>\nPor ti, o pecador, firme em sua esperan\u00e7a,<\/p>\n<p>sem temor, chega ao lar da bem-aventuran\u00e7a!<br \/>\n\u00d3 morada de paz! sempre viva cisterna<\/p>\n<p>da torrente que jorra at\u00e9 a vida eterna!<br \/>\nEsta ferida, \u00f3 m\u00e3e, s\u00f3 se abriu em teu peito:<\/p>\n<p>quem a sofre \u00e9s tu s\u00f3, s\u00f3 tu lhe tens direito.<br \/>\nQue nesse peito aberto eu me possa meter,<\/p>\n<p>possa no cora\u00e7\u00e3o de meu Senhor viver!<br \/>\nPor a\u00ed entrarei ao amor descoberto,<\/p>\n<p>terei a\u00ed descanso, a\u00ed meu pouso certo!<br \/>\nNo sangue que jorrou lavarei meus delitos,<\/p>\n<p>e manchas delirei em seus caudais benditos!<br \/>\nSe neste teto e lar decorrer minha sorte,<\/p>\n<p>me ser\u00e1 doce a vida, e ser\u00e1 doce a morte!<\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Compaix\u00e3o da Virgem na morte do Filho Por que ao profundo sono, alma, tu te abandonas, e em pesado dormir, t\u00e3o fundo assim ressonas? N\u00e3o te move a afli\u00e7\u00e3o dessa m\u00e3e toda em pranto, que a morte t\u00e3o cruel do filho chora tanto? O seio que de dor amargado esmorece, ao ver, ali presente, as [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":27,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[20],"tags":[510,470],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v17.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Poema da Virgem (Padre Jos\u00e9 de Anchieta) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Poema da Virgem (Padre Jos\u00e9 de Anchieta) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Compaix\u00e3o da Virgem na morte do Filho Por que ao profundo sono, alma, tu te abandonas, e em pesado dormir, t\u00e3o fundo assim ressonas? N\u00e3o te move a afli\u00e7\u00e3o dessa m\u00e3e toda em pranto, que a morte t\u00e3o cruel do filho chora tanto? O seio que de dor amargado esmorece, ao ver, ali presente, as [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2010-08-22T03:01:01+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-06-09T14:45:49+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores-286x300.jpg\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Gabriel Barbosa\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"6 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/\",\"name\":\"Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"description\":\"Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#primaryimage\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"url\":\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores-286x300.jpg\",\"contentUrl\":\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores-286x300.jpg\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#webpage\",\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/\",\"name\":\"Poema da Virgem (Padre Jos\\u00e9 de Anchieta) - Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#primaryimage\"},\"datePublished\":\"2010-08-22T03:01:01+00:00\",\"dateModified\":\"2020-06-09T14:45:49+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/affa494ecf91434f3620f5392de44327\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Poema da Virgem (Padre Jos\\u00e9 de Anchieta)\"}]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/affa494ecf91434f3620f5392de44327\",\"name\":\"Gabriel Barbosa\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#personlogo\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/ecf2eab02e30486a7038f8b2858de06a?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/ecf2eab02e30486a7038f8b2858de06a?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Gabriel Barbosa\"},\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/author\/gabriel-aascj\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Poema da Virgem (Padre Jos\u00e9 de Anchieta) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Poema da Virgem (Padre Jos\u00e9 de Anchieta) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","og_description":"Compaix\u00e3o da Virgem na morte do Filho Por que ao profundo sono, alma, tu te abandonas, e em pesado dormir, t\u00e3o fundo assim ressonas? N\u00e3o te move a afli\u00e7\u00e3o dessa m\u00e3e toda em pranto, que a morte t\u00e3o cruel do filho chora tanto? O seio que de dor amargado esmorece, ao ver, ali presente, as [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/","og_site_name":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","article_published_time":"2010-08-22T03:01:01+00:00","article_modified_time":"2020-06-09T14:45:49+00:00","og_image":[{"url":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores-286x300.jpg"}],"twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Gabriel Barbosa","Est. tempo de leitura":"6 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website","url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/","name":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","description":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#primaryimage","inLanguage":"pt-BR","url":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores-286x300.jpg","contentUrl":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/nossa-senhora-das-dores-286x300.jpg"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#webpage","url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/","name":"Poema da Virgem (Padre Jos\u00e9 de Anchieta) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#primaryimage"},"datePublished":"2010-08-22T03:01:01+00:00","dateModified":"2020-06-09T14:45:49+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/affa494ecf91434f3620f5392de44327"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/poema-da-virgem-padre-jose-de-anchieta\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Poema da Virgem (Padre Jos\u00e9 de Anchieta)"}]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/affa494ecf91434f3620f5392de44327","name":"Gabriel Barbosa","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#personlogo","inLanguage":"pt-BR","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/ecf2eab02e30486a7038f8b2858de06a?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/ecf2eab02e30486a7038f8b2858de06a?s=96&d=mm&r=g","caption":"Gabriel Barbosa"},"url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/author\/gabriel-aascj\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5842"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/27"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5842"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5842\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59478,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5842\/revisions\/59478"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}