{"id":26314,"date":"2014-08-14T23:57:15","date_gmt":"2014-08-15T02:57:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=26314"},"modified":"2014-08-14T23:57:15","modified_gmt":"2014-08-15T02:57:15","slug":"veja-o-que-significa-a-solenidade-que-comemoramos-hoje-a-assuncao-de-nossa-senhora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/veja-o-que-significa-a-solenidade-que-comemoramos-hoje-a-assuncao-de-nossa-senhora\/","title":{"rendered":"Veja o que significa a solenidade que comemoramos hoje: a Assun\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 30px; text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2014\/08\/veja-o-que-significa-a-solenidade-que-comemoramos-hoje-a-assuncao-de-nossa-senhora\/immaculate_1-b\/\" rel=\"attachment wp-att-26315\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-26315\" title=\"Assun\u00e7\u00e3o da Virgem Sant\u00edssima\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Immaculate_1-b.jpg\" alt=\"\" width=\"398\" height=\"640\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><span style=\"font-size: small; font-family: verdana, geneva;\"><strong style=\"font-family: verdana, geneva; font-size: medium;\"><span style=\"color: #800000;\">Em 1950, o Papa Pio XII, por meio da constitui\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica Munificentissimus Deus, definiu \u201cser dogma divinamente revelado que a imaculada M\u00e3e de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi <span style=\"font-size: medium;\">assunta<\/span> em corpo e alma \u00e0 gl\u00f3ria celestial\u201d [1].<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Ou seja, Deus, em sua bondade, disp\u00f4s que o corpo de Maria, que carregou em seu ventre o pr\u00f3prio Verbo humanado, fosse poupado da corrup\u00e7\u00e3o do t\u00famulo. <\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Por mais que se usem argumentos para explicar logicamente esse mist\u00e9rio, <strong>a Assun\u00e7\u00e3o de Maria \u00e9 um ato gratuito e livre de amor do Todo-Poderoso<\/strong>, que quis elevar a bem-aventurada Virgem Maria primeiro \u00e0 gl\u00f3ria do C\u00e9u.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">O argumento mais convincente para a eleva\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora \u00e9 o da aus\u00eancia. <\/span><br \/>\n<span style=\"font-size: medium; font-family: verdana, geneva;\"><strong><span style=\"color: #800000;\">&#8230;N\u00e3o existe nenhum lugar onde se possa dizer que o seu corpo esteja enterrado&#8230;<\/span><\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"><strong>Como \u00e9 poss\u00edvel que os primeiros crist\u00e3os, que conservavam os sepulcros dos grandes santos e padres da Igreja primitiva, n\u00e3o tenham guardado o t\u00famulo da m\u00e3e de Cristo?<\/strong> <\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">De fato, existe um t\u00famulo no Gets\u00eamani, mas ele frequentemente \u00e9 referido como um \u201ct\u00famulo vazio\u201d, pois os fi\u00e9is cat\u00f3licos, desde o come\u00e7o, <strong>creem que Maria est\u00e1 ressuscitada na gl\u00f3ria dos c\u00e9us.<\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">\u00c9 interessante que, no mosaico da abside da Bas\u00edlica de Santa Maria em Trastevere, em Roma, Nossa Senhora n\u00e3o s\u00f3 est\u00e1 \u00e0 direita de Nosso Senhor \u2013 como indicam as palavras do salmista: \u201c\u00c0 vossa direita se encontra a rainha com veste esplendente de ouro de Ofir\u201d [2] \u2013, <strong>mas os dois se encontram sentados no mesmo trono.<\/strong> <\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Jesus tem seu bra\u00e7o direito envolvendo Sua m\u00e3e e ela, que tem em uma m\u00e3o um manuscrito do C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos, mant\u00e9m os seus dedos apontados para Jesus \u2013 a Rainha que aponta para o Rei. <\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">\u00c9 uma imagem do que acontece nas bodas de Can\u00e1, quando ela diz: \u201cFazei tudo o que ele vos disser\u201d [3], e do que rezamos na Salve Rainha:<em>\u00a0Et Iesum, benedictum fructum ventris tui, nobis post hoc exsilium ostende<\/em>. <strong>Depois deste desterro, ela realmente nos mostra Jesus.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><span style=\"color: #800000; font-family: verdana, geneva;\"><strong>Essa figura de Jesus e Maria sentados no mesmo trono est\u00e1 profundamente enraizada na teologia b\u00edblica.<\/strong> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva;\">No livro\u00a0<em>Queen Mother: A Biblical Theology of Mary\u2019s Queenship<\/em>\u00a0[\u201cRainha M\u00e3e: Uma Teologia B\u00edblica da Realeza de Maria\u201d][4], Edward Sri explica como, <strong>no reino de Jud\u00e1, o rei sempre reinava juntamente com sua m\u00e3e.<\/strong> <\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Assim, por exemplo, Salom\u00e3o, ao ser entronizado como rei, colocou sua m\u00e3e, Betsab\u00e9ia, \u00e0 sua direita: \u201cBetsab\u00e9ia foi at\u00e9 o rei Salom\u00e3o para falar a respeito de Adonias. <\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><span style=\"color: #800000; font-family: verdana, geneva;\"><strong>O rei levantou-se e veio a seu encontro, prostrou-se diante dela e, depois, sentou-se no trono. Puseram tamb\u00e9m um trono para a m\u00e3e do rei, a qual sentou-se \u00e0 sua direita\u201d [5].<\/strong> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Essa cerim\u00f4nia do Antigo Testamento nada mais \u00e9 que prefigura\u00e7\u00e3o do reinado de Cristo e de Sua m\u00e3e, Maria Sant\u00edssima, para quem tamb\u00e9m foi colocado um trono no C\u00e9u. <\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"><strong>Apenas S\u00e3o Gabriel Arcanjo diz a Maria que \u201co Senhor Deus lhe dar\u00e1 [a Jesus] o trono de Davi, seu pai\u201d [6], ela tomou consci\u00eancia de que seria rainha.<\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Santo Afonso Maria de Lig\u00f3rio ensina, citando S\u00e3o Pedro Dami\u00e3o, que o mist\u00e9rio da subida de Maria aos c\u00e9us foi mais solene do que a ascens\u00e3o de Jesus:<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: verdana, geneva;\"> <strong><span style=\"color: #800000;\">\u201c&#8230;porque s\u00f3 os anjos sa\u00edram ao encontro de Jesus Cristo, mas Nossa Senhora foi assunta ao c\u00e9u na presen\u00e7a do Senhor da gl\u00f3ria e de toda a sociedade bem-aventurada dos anjos e dos santos&#8230;\u201d <span style=\"font-size: small;\">[7]<\/span>.<\/span><\/strong> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva;\"><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/medalha-coracoes\/?origem=1\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-26317\" title=\"Medalha dos Cora\u00e7\u00f5es de Jesus e Maria\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/medalha-2-cora\u00e7oes.jpg\" alt=\"\" width=\"197\" height=\"398\" \/><\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"><strong>A Igreja recorda a realeza de Maria na Liturgia<\/strong>, quando l\u00ea a passagem do Apocalipse de S\u00e3o Jo\u00e3o que fala de \u201cuma Mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos p\u00e9s e sobre a cabe\u00e7a uma coroa de doze estrelas (&#8230;). E ela deu \u00e0 luz um filho homem, que veio para governar todas as na\u00e7\u00f5es com cetro de ferro\u201d [8].<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Quando celebramos o mist\u00e9rio da Assun\u00e7\u00e3o, n\u00e3o estamos simplesmente lembrando a eleva\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora, como tamb\u00e9m o mist\u00e9rio de Sua presen\u00e7a.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> Em uma introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 enc\u00edclica Redemptoris Mater, de Jo\u00e3o Paulo II, o cardeal Joseph Ratzinger, comentando o m\u00e9todo usado pelo Papa para escrever esse documento, diz que ele nos apresenta uma \u201cmariologia hist\u00f3rico-din\u00e2mica\u201d. <\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Ou seja, ao inv\u00e9s de seguir a esteira da mariologia do s\u00e9culo XIX e in\u00edcio do XX, a enc\u00edclica prefere apresentar os mist\u00e9rios, n\u00e3o como realidades est\u00e1ticas, mas como um dom que nos alcan\u00e7a:<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">\u201cMaria n\u00e3o habita apenas no passado ou em altas esferas do c\u00e9u sob a imediata a\u00e7\u00e3o divina; <strong>ela permanece presente neste momento hist\u00f3rico real; ela \u00e9 uma pessoa agindo aqui e agora. <\/strong><\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Sua vida n\u00e3o \u00e9 apenas uma realidade que est\u00e1 atr\u00e1s de n\u00f3s, ou acima de n\u00f3s; <strong>mas ela vai \u00e0 nossa frente<\/strong>, como o Papa faz quest\u00e3o de enfatizar\u201d [9].<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">De fato, fazendo men\u00e7\u00e3o do ensinamento do Conc\u00edlio Vaticano II [10], o Papa recorda que:<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">\u201cMaria contribui de maneira especial para a uni\u00e3o da Igreja peregrina na terra com a realidade escatol\u00f3gica e celeste da comunh\u00e3o dos santos, tendo j\u00e1 sido \u2018elevada ao C\u00e9u\u2019. (&#8230;) <\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><span style=\"font-family: verdana, geneva;\"><strong><span style=\"color: #800000;\">No mist\u00e9rio da Assun\u00e7\u00e3o exprime-se a f\u00e9 da Igreja, segundo a qual Maria est\u00e1 \u2018unida por um v\u00ednculo estreito e indissol\u00favel a Cristo\u2019.<\/span><\/strong> <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Pois, se j\u00e1 como m\u00e3e-virgem estava a Ele unida singularmente na sua primeira vinda, pela sua cont\u00ednua coopera\u00e7\u00e3o com Ele o estar\u00e1 tamb\u00e9m na expectativa da segunda:<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"><strong> \u2018Remida dum modo mais sublime, em aten\u00e7\u00e3o aos m\u00e9ritos de seu Filho\u2019<\/strong>, ela tem tamb\u00e9m aquele papel, pr\u00f3prio da M\u00e3e, de medianeira de clem\u00eancia, na vinda definitiva, quando todos os que s\u00e3o de Cristo forem vivificados e quando \u2018o \u00faltimo inimigo a ser destru\u00eddo ser\u00e1 a morte\u2019 (1 Cor 15, 26).\u201d [11]<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">\u00c9 como <strong>\u201cmedianeira de clem\u00eancia\u201d<\/strong> que os crist\u00e3os invocam a Virgem Sant\u00edssima na ora\u00e7\u00e3o da <strong>Salve Rainha<\/strong>: depois de manifestar a nossa condi\u00e7\u00e3o de pecadores e \u201cdegredados filhos de Eva\u201d \u201cneste vale de l\u00e1grimas\u201d, o texto pede \u00e0 toda santa M\u00e3e de Deus \u2013 eis a \u00fanica gra\u00e7a que nos importa pedir \u2013 que nos mostre Jesus.<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\">Essa bela prece, escrita pelo bem-aventurado Hermano Contractus, monge na abadia de Reichenau, no s\u00e9culo XI, foi popularizada quando Pedro, o Vener\u00e1vel, abade de Cluny, ordenou que ela fosse cantada nas festas da Assun\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><span style=\"color: #800000; font-family: verdana, geneva;\"><strong>Rezemo-la com fervor, proclamando a realeza de Maria no C\u00e9u e a sua presen\u00e7a como m\u00e3e e medianeira em nossas vidas.<\/strong><\/span><\/p>\n<h3><span style=\"font-family: verdana, geneva; font-size: small;\">Refer\u00eancias:<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"font-family: verdana, geneva;\">1. Munificentissimus Deus, 44<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 2. Sl 44, 10<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 3. Jo 2, 5<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 4. Queen Mother: A Biblical Theology of Mary\u2019s Queenship (Letter &amp; Spirit Project): Edward Sri, Scott Hahn: Amazon.com<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 5. 1 Rs 2, 19. Cf. tamb\u00e9m, sobre esse assunto, RC 187: Por que n\u00f3s chamamos a Virgem Maria de Rainha e de Senhora?<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 6. Lc 1, 32<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 7. Gl\u00f3rias de Maria, p. II, I, 8, 1<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 8. Ap 12, 1.5<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 9. Joseph Ratzinger, The Sign of the Woman, 21<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 10. Cf. Lumen Gentium, 53<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"> 11. Redemptoris Mater, 41<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: verdana, geneva;\"><em>Fonte: padrepauloricardo.org<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/medalha-coracoes\/?origem=1\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-26316\" title=\"Medalha dos Cora\u00e7\u00f5es de Jesus e Maria\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/medalha-cora\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"\" width=\"707\" height=\"211\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1950, o Papa Pio XII, por meio da constitui\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica Munificentissimus Deus, definiu \u201cser dogma divinamente revelado que a imaculada M\u00e3e de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma \u00e0 gl\u00f3ria celestial\u201d [1]. 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