{"id":24405,"date":"2014-05-13T23:57:43","date_gmt":"2014-05-14T02:57:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=24405"},"modified":"2014-05-13T23:57:43","modified_gmt":"2014-05-14T02:57:43","slug":"a-historia-do-mes-de-maria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-historia-do-mes-de-maria\/","title":{"rendered":"A hist\u00f3ria do m\u00eas de Maria"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 60px;\"><span style=\"font-size: medium; color: #0000ff;\">O nosso m\u00eas de Maio, de primeiros frios, de chuva e vento, \u00e9 no hemisf\u00e9rio setentrional o m\u00eas do despertar glorioso da Natureza. A primavera, por toda a parte, irrompe vitoriosa, numa profus\u00e3o deslumbrante de flores e perfumes. Na Europa, o m\u00eas de Maio \u00e9 sin\u00f4nimo de beleza e poesia.<\/span><\/p>\n<p><strong>A piedade dos cat\u00f3licos consagra a Nossa Senhora este m\u00eas privilegiado.<\/strong><br \/>\n<img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-24410\" title=\"Coroa\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora \" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/rosari20.jpg\" alt=\"\" width=\"243\" height=\"325\" \/>E realmente, melhor parece que n\u00e3o poder\u00e1 ser nem a escolha nem a oferta: \u00e0 Virgem Imaculada, <em>super omnem speciosa<\/em>, o m\u00eas r\u00e9gio da ressurrei\u00e7\u00e3o e das flores.<br \/>\nToda a Europa Ocidental conheceu, na Idade M\u00e9dia, o costume de festejar \u00a0o m\u00eas de maio. Havia, por exemplo, a corpora\u00e7\u00e3o de S. Ana e S. Marcelo, em Paris, cuja obra primordial era adornar com flores, durante todo o m\u00eas de maio, o adro de Notre-Dame, para que Nossa Senhora fosse honrada como a \u201cDama do C\u00e9u\u201d.<br \/>\nEm algumas cidades da Fran\u00e7a organizaram-se prociss\u00f5es que iam \u00e0 procura de flores e de folhagens para enfeitar as igrejas principalmente consagradas a Nossa Senhora. Na It\u00e1lia, grupos de homens e mulheres alternavam can\u00e7\u00f5es e improvisos em honra da <em>Madonna<\/em>.<br \/>\nNa Espanha, no s\u00e9culo XIII, o rei D. Affonso, o S\u00e1bio, \u2014\u00a0<em>don Affonso de Castela, de Toledo, de Leon, Rey e ben de Compostela ta o reyno Daragon<\/em>\u00a0\u2014 dedicara a Nossa Senhora uma das suas cantigas:\u00a0<em>Ben vennas Mayo<\/em>.<br \/>\nE mais tarde, Henrique Suso, grande m\u00edstico e devoto filial de Maria Imaculada, no decorrer de Maio, enfeitava de flores a imagem de Nossa Senhora, especialmente no dia 1<sup>o<\/sup>, e nessa data renovava a sua consagra\u00e7\u00e3o \u00e0 M\u00e3e Celeste.<br \/>\nS\u00e3o Filipe Neri, o fundador da Congrega\u00e7\u00e3o do Orat\u00f3rio, no m\u00eas de Maio levava os meninos ao p\u00e9 do altar de Maria Sant\u00edssima, e animava-os a oferecer \u00e0 M\u00e3e celeste, juntamente com as flores da primavera, as suas virtudes juvenis.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><strong>Essa pr\u00e1tica se deve a que, numa apari\u00e7\u00e3o, Nossa Senhora recomendou a S\u00e3o Filipe Neri que aconselhasse aos jovens uma devo\u00e7\u00e3o toda particular em sua honra durante o m\u00eas de Maio.<\/strong><\/p>\n<p>Assim o fez S. Filipe e redigiu o programa do m\u00eas, incluindo nele, para cada dia, c\u00e2nticos e a reza das ladainhas diante de uma imagem da Virgem Sant\u00edssima, a assist\u00eancia ao santo sacrif\u00edcio da Missa, a vigil\u00e2ncia crist\u00e3 e finalmente, como fecho de ouro, a frequ\u00eancia aos sacramentos e a consagra\u00e7\u00e3o \u00e0 Imaculada.<br \/>\nO exemplo de S. Filipe Neri foi imitado. Nos col\u00e9gios dirigidos pelos Padres da Companhia de Jesus, em Col\u00f4nia e depois em Roma, os alunos seguiam o costume de honrar a M\u00e3e de Deus, com intenso fervor, no m\u00eas de Maio.<br \/>\nNum op\u00fasculo editado em 1654, um jesu\u00edta, o P. Nadasi, exp\u00f5e, pela primeira vez, a ideia de consagrar um m\u00eas do ano \u00e0 Nossa Senhora.<br \/>\nN\u00e3o se trata ainda do m\u00eas de Maio, mas de qualquer m\u00eas, ao gosto e c\u00f4modo do fiel: Theophilus Marianus,\u00a0<em>sive artes ac exercitationes XXXI, in mensem unum digestae<\/em>.<br \/>\nCoube a um religioso franciscano, o Pe. Louren\u00e7o Schn\u00fcssis, o m\u00e9rito de unir a ideia de honrar a Nossa Senhora no m\u00eas de Maio, com a ideia de consagrar-lhe, com exerc\u00edcios especiais de devo\u00e7\u00e3o, um m\u00eas inteiro.<br \/>\nPublicou esse padre, em 1692, um livrinho com uma colet\u00e2nea de 30 poesias em honra de Nossa Senhora, Mayen-Pfeiff, e ofertou-o \u00e0 infanta D. Leonor, imperatriz da Alemanha.<br \/>\nAproximadamente um quarto de s\u00e9culo mais tarde, em 1724, o Padre Dionisi, S. J. publicou em Parma e reeditou em Roma o primeiro m\u00eas de Maria:\u00a0<em>Il mese di Maria, ossia il mese di Maggio consegrato a<\/em>\u00a0<em>Maria<\/em>. Continha o livro uma s\u00e9rie de devo\u00e7\u00f5es oferecidas \u00e0s fam\u00edlias para a celebra\u00e7\u00e3o do m\u00eas de Maio.<br \/>\nCome\u00e7ava nestes termos: \u201cNo\u00a0aposento dom\u00e9stico, onde a fam\u00edlia se costuma reunir para rezar, enfeitar-se-\u00e1, na v\u00e9spera do m\u00eas, a imagem da SS. Virgem; erguer-se-\u00e1 um altar que ser\u00e1 enfeitado do melhor modo poss\u00edvel\u201d.<br \/>\nO piedoso exercido ser\u00e1 curto, afim de n\u00e3o sobrecarregar a ningu\u00e9m e cada noite ser\u00e1 tirada por sorte a virtude especial proposta para o dia seguinte. Far-se-\u00e1 tamb\u00e9m uma leitura que h\u00e1 de servir como prepara\u00e7\u00e3o para a medita\u00e7\u00e3o da manh\u00e3 seguinte. Devo\u00e7\u00e3o profundamente familiar, o m\u00eas de Maria seria uma conclus\u00e3o da ora\u00e7\u00e3o da noite no lar cat\u00f3lico, uma sauda\u00e7\u00e3o afetuosa dos filhos \u00e0 M\u00e3e de Deus e nossa.<br \/>\nEntrementes, por\u00e9m, cinco anos antes que publicasse o seu livro, o P. Dionisi, inaugurou o m\u00eas de Maria em N\u00e1poles, numa igreja, com c\u00e2nticos, \u00e0 tardinha, em honra de Nossa Senhora e Ben\u00e7\u00e3o do SS. Sacramento.<br \/>\nOutro livro, ainda de um jesu\u00edta, do P. Francisco Lalonna, veio dar ao m\u00eas de Maria a sua fei\u00e7\u00e3o definitiva, consagrando exclusivamente a Nossa Senhora as 31 medita\u00e7\u00f5es do m\u00eas de Maio. Vinte anos mais tarde, foi traduzido para o franc\u00eas e em seguida para o ingl\u00eas e o alem\u00e3o, e tornou-se um dos propugnadores da expans\u00e3o do m\u00eas de Maio.<br \/>\nDa It\u00e1lia passou a devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Espanha e depois \u00e0 Fran\u00e7a, onde muito trabalhou para difundi-la o P. Muzarelli, autor de um livro do m\u00eas de Maria conhecido no Brasil. Em 1830, o m\u00eas de Maria j\u00e1 era espalhado em toda Fran\u00e7a. Em 1837 foi celebrado pela primeira vez em Viena e em 1843 em Munique. A B\u00e9lgica e a Su\u00ed\u00e7a de muito j\u00e1 o haviam adotado. Para tanto concorrera, sobretudo, a aprova\u00e7\u00e3o oficial e as indulg\u00eancias concedidas pelo Papa Pio VII num breve de 21 de Mar\u00e7o de 1815.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/terco\/?&amp;oa=1\/?origem=1\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-24412\" title=\"Reze o ter\u00e7o em louvor a Nossa Senhora\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/2197_teaser_topo.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"301\" \/><\/a><br \/>\n<strong>No Brasil, recebemos da Europa o m\u00eas de Maria, adotamo-lo e fizemos dele uma das nossas devo\u00e7\u00f5es mais caras e tradicionais.<\/strong><br \/>\nA chuva \u00e9 o s\u00edmbolo da fertilidade. Sem ela, a terra ressequida de sol n\u00e3o produziria o nosso sustento. Maria, nossa M\u00e3e, \u00e9 a portadora da nossa fecundidade espiritual; sem Ela n\u00e3o ter\u00edamos nossa for\u00e7a, nosso sustento, o P\u00e3o dos Anjos que alimenta a nossa alma.<br \/>\nJ\u00e1 a nuvem de Elias, desfeita em chuva refrigerante e fecundadora, era uma prefigura da Virgem que ia trazer a Luz ao mundo, Nosso Senhor Jesus Cristo.<br \/>\nNo livro de Isa\u00edas est\u00e1 dito que a palavra de\u00a0<em>Javeh<\/em>\u00a0\u00e9 como a chuva que, tendo baixado \u00e0 terra, s\u00f3 volta ao c\u00e9u depois de haver fertilizado os campos, dado a semente ao lavrador e o p\u00e3o a todas as criaturas. Da prote\u00e7\u00e3o de Maria Sant\u00edssima pode-se afirmar o mesmo.<br \/>\n<strong>Jamais as nossas ora\u00e7\u00f5es fizeram baixar at\u00e9 n\u00f3s a M\u00e3e de Jesus, sem que Ela fa\u00e7a germinar as nossas boas resolu\u00e7\u00f5es e florescer as virtudes em nossa alma. Maria Sant\u00edssima \u00e9 a chuva ben\u00e9fica que nos prepara para receber a Nosso Senhor Jesus Cristo.<\/strong><br \/>\nMaio \u00e9 um m\u00eas todo impregnado dos Mist\u00e9rios da Reden\u00e7\u00e3o. Nele coincide sempre a festa da Ascens\u00e3o e muitas vezes a de Pentecostes. Seria t\u00e3o edificante acompanhar os sentimentos de Nossa Senhora naqueles dias benditos em que Ela hauria a presen\u00e7a f\u00edsica do Divino Filho ressuscitado.<br \/>\n&#8212;&#8212;&#8212;-<br \/>\n(*) Baseado em artigo de Maria Desideria, estampado no N\u00b0 9 das \u201cVozes de Petr\u00f3polis&#8221; de 1932.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O nosso m\u00eas de Maio, de primeiros frios, de chuva e vento, \u00e9 no hemisf\u00e9rio setentrional o m\u00eas do despertar glorioso da Natureza. A primavera, por toda a parte, irrompe vitoriosa, numa profus\u00e3o deslumbrante de flores e perfumes. Na Europa, o m\u00eas de Maio \u00e9 sin\u00f4nimo de beleza e poesia. 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