{"id":2377,"date":"2010-02-21T00:05:35","date_gmt":"2010-02-21T02:05:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=2377"},"modified":"2010-02-21T00:05:35","modified_gmt":"2010-02-21T02:05:35","slug":"como-devemos-rezar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/como-devemos-rezar\/","title":{"rendered":"Como devemos rezar"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"FONT-WEIGHT: bold; COLOR: #000099; FONT-STYLE: italic\"><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/home\/acenda-sua-vela-30\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-2378\" title=\"reza\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/reza.jpg\" alt=\"reza\" width=\"247\" height=\"182\" \/><\/a>A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 um meio essencial para nossa salva\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m para obtermos aqui na Terra os bens espirituais e materiais necess\u00e1rios para cumprirmos bem nossos deveres de cat\u00f3licos.<\/span><\/p>\n<p>Por que muitas vezes nossas ora\u00e7\u00f5es freq\u00fcentemente n\u00e3o s\u00e3o atendidas?<\/p>\n<p>Muitas vezes, \u00e9 porque n\u00e3o as fazemos corretamente.<\/p>\n<p>N\u00e3o nos preparamos para elas, n\u00e3o lhes damos a import\u00e2ncia que merecem.<\/p>\n<p><span style=\"COLOR: #cc0000\">Quando queremos insistentemente algo, agimos como se d\u00e9ssemos a Deus um cheque; e queremos logo o retorno, que na maioria das vezes n\u00e3o vem. Da\u00ed nosso des\u00e2nimo e tristeza.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Para auxiliar nossos leitores a melhorar a qualidade das suas ora\u00e7\u00f5es, fazendo-as bem, transcrevemos a seguir o m\u00e9todo que, de acordo com um seu fiel disc\u00edpulo,(*) ensina o grande fundador da Companhia de Jesus, Santo In\u00e1cio de Loyola.<\/span><\/p>\n<p>\u201cUma vez que \u00e9 necess\u00e1rio rezar todos os dias, tenhamos antes uma id\u00e9ia justa da prece. A explica\u00e7\u00e3o se encontra em tr\u00eas palavras dos Exerc\u00edcios Espirituais. Santo In\u00e1cio pede tr\u00eas coisas para a prece:<\/p>\n<p>1\u00ba) <span style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Uma condi\u00e7\u00e3o: <\/span>\u00c9 a eleva\u00e7\u00e3o da alma para Deus. Quando nossa boca murmura palavras sobre as quais n\u00e3o pensa, n\u00e3o h\u00e1 prece: a divaga\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a prece. Tamb\u00e9m, antes de se p\u00f4r a rezar, \u00e9 necess\u00e1rio observar algumas preliminares; \u00e9 necess\u00e1rio recolher-se exteriormente, e sobretudo interiormente; e \u00e9 porque n\u00e3o se o faz que a prece se torna freq\u00fcentemente imposs\u00edvel. [&#8230;] Devemos dirigir-nos ao Pai Celeste sem d\u00favidas, com toda simplicidade, com um grande abandono, mas sempre com o respeito que deve nos inspirar o esp\u00edrito de f\u00e9. Recolhamo-nos antes de entrar na audi\u00eancia com Deus.<\/p>\n<p>2\u00ba) <span style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Uma forma:<\/span> Santo In\u00e1cio chama a prece um col\u00f3quio, e essa palavra explica tudo. A prece n\u00e3o \u00e9, pois, um solil\u00f3quio, mas um col\u00f3quio, onde se \u00e9 sempre dois, onde h\u00e1 sempre um face a face com Deus. Nossas preces n\u00e3o se chocam contra uma parede, n\u00e3o s\u00e3o atiradas ao ar: elas v\u00e3o direto ao cora\u00e7\u00e3o de Deus. H\u00e1 Deus, a quem rezamos, e n\u00f3s, que rezamos. \u00c9 o que faz o encanto da prece, e porque nos olvidamos disso a prece nos parece ins\u00edpida.<\/p>\n<p>3\u00ba) <span style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Um objeto: <\/span>Quanto ao objeto, eis como Santo In\u00e1cio se exprime: \u2018\u00c9 necess\u00e1rio pedir a Deus o que queremos\u2019. Esse \u00e9 todo o segredo da prece, \u00e9 a chave com a qual abrimos o tabern\u00e1culo por excel\u00eancia, o cora\u00e7\u00e3o de Deus. Pedir o que queremos, esperar o que pedimos, servirmo-nos do que recebemos; o Cristianismo est\u00e1 inteiro nessas palavras. Mas \u00e9 necess\u00e1rio querer o que se pede; e \u00e9 necess\u00e1rio ter esperan\u00e7a, at\u00e9 a certeza; ent\u00e3o, recebe-se infalivelmente, e nada mais h\u00e1 al\u00e9m de servir-se do que se recebeu.<\/p>\n<p>Tornemos isso mais compreens\u00edvel por uma compara\u00e7\u00e3o: uma crian\u00e7a tem fome; ela pede \u00e0 m\u00e3e que lhe d\u00ea p\u00e3o; como ela sofre, como sente a necessidade daquilo que pede, ela quer o que pede. Sua boa m\u00e3e a atende e lhe d\u00e1 o p\u00e3o. \u00c9 tudo? Evidentemente n\u00e3o.<\/p>\n<p>Se a crian\u00e7a, em vez de se alimentar com aquilo que lhe \u00e9 dado, n\u00e3o o faz e joga fora, morrer\u00e1 de fome, malgrado a bondade da m\u00e3e. Assim tamb\u00e9m conosco.<span style=\"FONT-WEIGHT: bold\"> \u00c9 em v\u00e3o que Deus nos concede as gra\u00e7as que lhe pedimos, se delas n\u00e3o nos servimos<\/span>\u201d.<\/p>\n<p><span style=\"FONT-SIZE: 85%; FONT-STYLE: italic\">Nota:<br \/>\n* Pe. J.F. Kieckens, S.J., Le Rapha\u00ebl des \u00e2mes Chr\u00e9tiennes, Bruxelles, Maison Van de Vivere, 1894, pp. 45 e ss.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/home\/acenda-sua-vela-30\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2379\" title=\"banner_oratorio\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/banner_oratorio3.jpg\" alt=\"banner_oratorio\" width=\"450\" height=\"159\" srcset=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/banner_oratorio3.jpg 450w, https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/banner_oratorio3-300x106.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 um meio essencial para nossa salva\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m para obtermos aqui na Terra os bens espirituais e materiais necess\u00e1rios para cumprirmos bem nossos deveres de cat\u00f3licos. 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