{"id":23455,"date":"2014-03-08T23:57:14","date_gmt":"2014-03-09T02:57:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=23455"},"modified":"2014-03-08T23:57:14","modified_gmt":"2014-03-09T02:57:14","slug":"agonias-de-nosso-senhor-v","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/agonias-de-nosso-senhor-v\/","title":{"rendered":"Agonias de Nosso Senhor V \u2013 O papel do sofrimento"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 210px;\" align=\"left\"><span style=\"background-color: #c0c0c0;\">[O presente texto \u00e9 adapta\u00e7\u00e3o de transcri\u00e7\u00e3o de grava\u00e7\u00e3o de confer\u00eancia do Prof. Plinio Corr\u00eaa de Oliveira a s\u00f3cios e cooperadores da TFP, mantendo portanto o estilo verbal, e n\u00e3o foi revisto pelo autor.]<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-23462\" title=\"Nossa Senhora soube o que \u00e9 sofrer por amor a Cristo\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/115404809171506452_45ZVrGWN_f.jpg\" alt=\"\" width=\"338\" height=\"450\" \/>Bem, ent\u00e3o a pergunta \u00e9 esta: como \u00e9 que n\u00f3s olhamos o sofrimento de nossa vida? como olhamos a dor que nossa santifica\u00e7\u00e3o causa? Quer dizer, n\u00f3s combatermos os nossos maus impulsos que, em conseq\u00fc\u00eancia do pecado original e das nossas m\u00e1s a\u00e7\u00f5es, v\u00eam fundo de dentro de n\u00f3s?<\/p>\n<p align=\"left\">Como fazemos n\u00e3o s\u00f3 para reprimir os maus impulsos, mas para praticar as virtudes opostas a esses maus impulsos? Como fazemos para aceitar\u00a0 nossas limita\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p align=\"left\">Ora limita\u00e7\u00f5es de intelig\u00eancia, ora limita\u00e7\u00f5es f\u00edsicas de toda ordem, ora limita\u00e7\u00f5es sociais, falta de posi\u00e7\u00e3o, falta de fortuna, falta de gra\u00e7a &#8211; a gente fica sem gra\u00e7a &#8211; com os quais os outros n\u00e3o gostam de ter rela\u00e7\u00f5es, todo mundo passa perto e, quando muito, cumprimenta&#8230;<\/p>\n<p align=\"left\">Como \u00e9 que a pessoa aceita o fato de ser sem gra\u00e7a? Tudo isto faz parte da cruz do homem. Como \u00e9 que aceita aquele que \u00e9 muito engra\u00e7ado e que todo mundo procura para se divertir com ele \u2014 e que deve resistir a essa solicita\u00e7\u00e3o da palha\u00e7ada \u2014 como \u00e9 que ele aceita a necessidade de resistir a essa solicita\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p align=\"left\">Para tudo isto, cada um tem a sua cruz. E aqui \u00e9 que nos est\u00e1 ensinado, pelo exemplo do Nosso Senhor Jesus Cristo, o papel fundamental do sofrimento. Se n\u00e3o foi poss\u00edvel ao Padre Eterno atender a ora\u00e7\u00e3o dEle, uma das raz\u00f5es \u00e9 porque Ele quis que os homens tivessem esse exemplo.<\/p>\n<p align=\"left\">Os senhores querem ver qual \u00e9 o resultado? Quando Napole\u00e3o estava na fase ascensional de sua carreira, antes ainda de se proclamar imperador, algu\u00e9m \u2014 um bajulador \u2014 dirigiu-se a ele e disse o seguinte: <em>\u201cGeneral Bonaparte, por que \u00e9 que n\u00e3o vos fazeis proclamar Deus?<\/em>\u201d<\/p>\n<p align=\"left\">Porque os antigos her\u00f3is romanos, e os da antiguidade em geral, quando se envaideciam muito, acabavam sendo divinizados. Ele olhou para o sujeito de frente e deu esta resposta esmagadora:<\/p>\n<p align=\"left\"><em>\u201cDepois de Jesus Cristo, s\u00f3 h\u00e1 um jeito de algu\u00e9m ser tomado a s\u00e9rio como Deus: \u00e9 subir no alto do Calv\u00e1rio fazendo-se crucificar. Eu n\u00e3o estou disposto a isto\u201d.<\/em><\/p>\n<p align=\"left\"><strong>E \u00e9 mesmo! Quer dizer, o exemplo calou t\u00e3o fundo que nunca mais nenhum candidato \u00e0 divindade foi tomado a s\u00e9rio; porque s\u00f3 a Cruz \u00e9 s\u00e9ria; e s\u00f3 s\u00e3o verdadeiramente s\u00e9rios os homens que querem carregar sua cruz, esta \u00e9 a coisa.<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\">A\u00ed est\u00e1 o quanto custou a Nosso Senhor esse exemplo! E como, portanto, n\u00f3s devemos amar a nossa cruz e n\u00f3s devemos meditar sobre este ponto. A\u00ed est\u00e1 quanto Ele pagou para que, por exemplo, no dia 30 de mar\u00e7o de 1972, neste pequeno audit\u00f3rio n\u00f3s pud\u00e9ssemos meditar isto juntos e cada um sair daqui mais resolvido a combater o seu bom combate. Quer dizer, a carregar sua cruz.<\/p>\n<p align=\"left\">Continua, ent\u00e3o:<\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"background-color: #ccffff;\"><em><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/adormecidos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-23464\" title=\"adormecidos\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/adormecidos.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"266\" \/><\/a>\u201cVoltando aos disc\u00edpulos encontrou-os dormindo, acabrunhados pela tristeza. E disse a Pedro Sim\u00e3o: tu dormes! Assim, n\u00e3o pudeste velar uma hora comigo?! Vigiai e orai para n\u00e3o entrardes em tenta\u00e7\u00e3o, porque o esp\u00edrito est\u00e1 pronto, mas a carne \u00e9 fraca.\u201d<\/em><em><\/em><\/span><\/p>\n<p align=\"left\">Os senhores est\u00e3o vendo aqui j\u00e1 o abandono que se torna mais claro. A tristeza \u00e9 t\u00e3o grande que eles dormiram.<\/p>\n<p align=\"left\">Algu\u00e9m poder\u00e1 dizer: Mas, Dr. Plinio, como o senhor \u00e9 severo! O senhor n\u00e3o nota que eles estavam tristes? O senhor parece achar que eles estavam indiferentes! O Evangelho diz que eles estavam tristes. Diz que estavam t\u00e3o tristes que at\u00e9 dormiram!<\/p>\n<p align=\"left\">\u00c9 uma forma de fugir. Exatamente uma forma de fugir da dor \u00e9 esta: est\u00e1 t\u00e3o triste, que eu vou tirar uma soneca, eu vou me anestesiar para esta dor.<\/p>\n<p align=\"left\">O fato de eles terem podido dormir enquanto Nosso Senhor sofria, j\u00e1 indica certo grau de indiferen\u00e7a, o fato de eles terem aceitado o sono para se evadir, quando Ele pediu: Vigiai, ficai acordados! Ele pediu isso, Ele pediu esse consolo. Esse consolo Lhe foi negado. E Ele ent\u00e3o compreendeu mais ainda na Sua humanidade a Sua imensa solid\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"left\">Depois, o conselho t\u00e3o \u00fatil para n\u00f3s: <em><strong>&#8220;Vigiai e orai para n\u00e3o entrardes em tenta\u00e7\u00e3o, porque o esp\u00edrito est\u00e1 pronto e a carne \u00e9 fraca!&#8221;<\/strong><\/em> Belas ideias, belos projetos, \u00e9 f\u00e1cil a gente conceber&#8230;<\/p>\n<p align=\"left\">Vem depois a carne, quer dizer, a parte ruim nossa que precisa ser vencida; e da\u00ed como \u00e9 que \u00e9? \u00c9 uma beleza, por exemplo, a gente ir para uma Cruzada, n\u00e3o \u00e9? A gente se imagina um cruzado medieval, montado&#8230; n\u00e3o sei&#8230; eu imagino segundo o gosto de qualquer um, num lindo corcel branco, com uma armadura rutilante que brilha ao sol, com um capacete espl\u00eandido, com trombetas que soam e a gente que sai para o combate&#8230; \u00c9 uma verdadeira maravilha, eu compreendo isso bem.<\/p>\n<p align=\"left\">O esp\u00edrito \u00e9 pronto. Pouco depois, o sol come\u00e7a a aquecer a armadura e ela come\u00e7a a pesar, e a gente come\u00e7a a sentir a poeira que entra, e a gente come\u00e7a a sentir c\u00f3cega no bra\u00e7o ou no peito e n\u00e3o pode co\u00e7ar porque a armadura est\u00e1 revestindo o peito; e a gente tem que estar pronto para o combate daqui a pouco.<\/p>\n<p align=\"left\">E a\u00ed come\u00e7a o prosa\u00edsmo: por debaixo do elmo a gente sente o suor que escorre; e o suor atrapalha; a gente teria a vontade de tirar o elmo e passar um len\u00e7o; depois tinha a vontade de n\u00e3o p\u00f4r o elmo, o t\u00e3o lindo elmo que a gente contemplara na noite de vig\u00edlia de guardas na catedral, achando: \u201cque colosso vou ficar eu com este elmo!\u201d N\u00f3s n\u00e3o aguentamos uma coceira! \u00c9 a fraqueza da carne depois da boa disposi\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito, n\u00e3o \u00e9?<\/p>\n<p align=\"left\"><em>(Acaba a energia el\u00e9trica e a reuni\u00e3o \u00e9 encerrada.)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[O presente texto \u00e9 adapta\u00e7\u00e3o de transcri\u00e7\u00e3o de grava\u00e7\u00e3o de confer\u00eancia do Prof. Plinio Corr\u00eaa de Oliveira a s\u00f3cios e cooperadores da TFP, mantendo portanto o estilo verbal, e n\u00e3o foi revisto pelo autor.] Bem, ent\u00e3o a pergunta \u00e9 esta: como \u00e9 que n\u00f3s olhamos o sofrimento de nossa vida? 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