{"id":21527,"date":"2013-09-18T00:00:20","date_gmt":"2013-09-18T03:00:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=21527"},"modified":"2013-09-18T00:00:20","modified_gmt":"2013-09-18T03:00:20","slug":"maria-santissima-medianeira-e-corredentora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/maria-santissima-medianeira-e-corredentora\/","title":{"rendered":"Maria Sant\u00edssima, Medianeira e Corredentora?"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 30px;\"><span style=\"color: #800000;\"><strong>\u00a01) \u201cDe que modo Nossa Senhora \u00e9 nossa Corredentora?\u201d<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><span style=\"color: #800000;\"><strong>2) \u201cQual o grau de certeza teol\u00f3gica da media\u00e7\u00e3o universal de Nossa Senhora e como conciliar tal media\u00e7\u00e3o com 1 Tim 2,5 ?\u201d<\/strong><\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/DSC_0001.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-21535\" title=\"Nossa Senhora de F\u00e1tima\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/DSC_0001.jpg\" alt=\"\" width=\"279\" height=\"420\" \/><\/a>Um s\u00f3 \u00e9 o Mediador entre Deus e os homens, a saber, Nosso Senhor Jesus Cristo. Tal \u00e9 a doutrina de S\u00e3o Paulo (1 Tim 2,5) e da Tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3, oportunamente confirmada pelos conc\u00edlios de Floren\u00e7a em 1442 e Trento em 1546 (cf. Denzinger, Enchiridion 711.790).<\/p>\n<p>A unidade, por\u00e9m, do Mediador n\u00e3o exclui a colabora\u00e7\u00e3o subordinada de Maria Sant\u00edssima na obra da Reden\u00e7\u00e3o. J\u00e1 do simples fato de que, por livre vontade divina, a Virgem se haja tornado M\u00e3e de Deus, decorre seja ela de algum modo Medianeira; havendo dado ao mundo a Fonte de todas as gra\u00e7as, como n\u00e3o lhe dar\u00e1 atualmente cada uma das gra\u00e7as que recebe?<\/p>\n<p>Desde a defini\u00e7\u00e3o da Divina Maternidade de Maria, em \u00c9feso no ano de 431, esta proposi\u00e7\u00e3o se foi tornando cada vez mais expl\u00edcita e comemorada na Igreja.<\/p>\n<p>Eis como a explicam os te\u00f3logos contempor\u00e2neos:<\/p>\n<p>Distingam-se dois aspectos da Media\u00e7\u00e3o de Maria:<\/p>\n<p><span style=\"color: #800000; font-size: medium;\"><strong>1)<\/strong><\/span>\u00a0A media\u00e7\u00e3o na aquisi\u00e7\u00e3o dos m\u00e9ritos de nossa Reden\u00e7\u00e3o ou na Reden\u00e7\u00e3o dita objetiva. Por esta sua fun\u00e7\u00e3o, Maria \u00e9 chamada Corredentora;<\/p>\n<p><span style=\"color: #800000; font-size: medium;\"><strong>2)<\/strong><\/span>\u00a0A media\u00e7\u00e3o na distribui\u00e7\u00e3o atual dos m\u00e9ritos outrora adquiridos ou na Reden\u00e7\u00e3o subjetiva. Tendo tomado parte na obten\u00e7\u00e3o da vit\u00f3ria, \u00e9 l\u00f3gico que Maria Sant\u00edssima concorra para a distribui\u00e7\u00e3o dos frutos da mesma. A este t\u00edtulo, a Virgem Maria \u00e9, propriamente dita, Dispensadora ou Medianeira de todas as gra\u00e7as.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800000; font-size: medium;\"><strong>1. A Corredentora<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Por este t\u00edtulo, entende-se dizer que Maria Sant\u00edssima, junto com seu Divino Filho, tomou parte na obten\u00e7\u00e3o do tesouro de gra\u00e7as que valeram a reconcilia\u00e7\u00e3o do g\u00eanero humano com o Pai Eterno.<\/p>\n<p>E quais ter\u00e3o sido as s\u00e1bias inten\u00e7\u00f5es de Deus que O levaram a atribuir a Maria Sant\u00edssima t\u00e3o solene fun\u00e7\u00e3o no seu plano eterno?<\/p>\n<p>Duas s\u00e3o as raz\u00f5es, indicadas pela Escritura e a Tradi\u00e7\u00e3o, para ilustrar t\u00e3o elevado des\u00edgnio:<\/p>\n<p>1) o paralelismo vigente entre \u00abo primeiro Ad\u00e3o e a primeira Eva\u00bb, de um lado, e \u00abo segundo Ad\u00e3o e a segunda Eva\u00bb, do outro. Tal correspond\u00eancia j\u00e1 \u00e9 mencionada ligeiramente por S\u00e3o Paulo, aos Romanos 5,14, e desde o s\u00e9c. II foi explanada pela Tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3 (S. Justino, S. Ireneu, Tertuliano&#8230;).<\/p>\n<p>Conforme o plano de Deus (cf. G\u00ean 2,20-23), a mulher foi criada para ser a auxiliar semelhante ao homem, sua companheira na luta cotidiana, principalmente na obra de transmitir a vida. Sem a mulher, o var\u00e3o n\u00e3o consegue a dignidade de pai.<\/p>\n<p>Ora, se Deus assim quis proceder na constitui\u00e7\u00e3o da natureza humana no in\u00edcio dos tempos, parece que deve ter procedido de maneira an\u00e1loga na obra de reconstitui\u00e7\u00e3o e consuma\u00e7\u00e3o da criatura na plenitude dos tempos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-21537\" title=\"Rogai por n\u00f3s\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/DSC_0012.jpg\" alt=\"\" width=\"239\" height=\"360\" \/>Na base desta verifica\u00e7\u00e3o, os te\u00f3logos afirmam que o plano divino de recria\u00e7\u00e3o do g\u00eanero humano obedeceu \u00e0 mesma linha que o da cria\u00e7\u00e3o: o Filho de Deus se tornou o novo Pai, o segundo Ad\u00e3o, do qual todos os homens devem renascer, n\u00e3o na ordem f\u00edsica, mas na ordem sobrenatural; e, em vista desse renascimento espiritual ou dessa obra de transmitir a vida sobrenatural, o novo Ad\u00e3o quis ter por auxiliar subalterna a nova Eva: Maria Imaculada. \u00c9 S\u00e3o Bernardo (+1153) quem o lembra:<\/p>\n<p>\u00abIrm\u00e3os car\u00edssimos, h\u00e1 um homem e uma mulher que nos prejudicaram grandemente, mas, gra\u00e7as a Deus, h\u00e1 tamb\u00e9m um homem e uma mulher que tudo restauraram, e com not\u00e1vel superabund\u00e2ncia de gra\u00e7a.<\/p>\n<p>Sem d\u00favida, Cristo por si s\u00f3 bastava-nos, pois tudo que possamos fazer no plano da salva\u00e7\u00e3o, d\u2019Ele vem; todavia era bom que o homem n\u00e3o ficasse s\u00f3. Havia profunda conveni\u00eancia em que os dois sexos tomassem parte na nossa Reden\u00e7\u00e3o, como haviam tomado parte em nossa queda\u00bb (Serm\u00e3o sobre as doze estrelas 1, ed. Migne lat. 183, 429).<\/p>\n<p>Este texto faz ressoar a harmonia que caracteriza as obras de Deus. O Todo-Poderoso age de maneira suave e forte (cf. Sab 8,1): suave, porque respeita o humano e dele se serve; forte, porque revigora o elemento humano deca\u00eddo que Deus quer utilizar.<\/p>\n<p>E como ter\u00e1 a Sant\u00edssima Virgem cumprido, na Reden\u00e7\u00e3o, o seu papel de nova Eva?<\/p>\n<p>Cumpriu-o primeiramente quando pronunciou o seu Fiat para que o Filho de Deus nela se encarnasse (cf. Lc 1,38). Da aquiesc\u00eancia da Virgem pode-se dizer que Deus quis fazer depender a realiza\u00e7\u00e3o da Reden\u00e7\u00e3o (cf. S\u00e3o Tomaz, Suma Teol\u00f3gica III 30, 1c e ad 1).<\/p>\n<p>Ademais, dando a sua carne ao Filho de Deus, a Virgem colaborou remotamente na obra de resgate do g\u00eanero humano. Sua fun\u00e7\u00e3o sagrada, por\u00e9m, estendeu-se mais al\u00e9m: o Filho de Deus n\u00e3o se encarnou sen\u00e3o para oferecer a sua carne padecente ao Pai como h\u00f3stia de repara\u00e7\u00e3o pelo g\u00eanero humano; consequentemente o Fiat de Maria envolvia participa\u00e7\u00e3o da Virgem M\u00e3e na oferta do Calv\u00e1rio; esse Fiat prolongou-se no consentimento que ela deu \u00e0 imola\u00e7\u00e3o do Filho, compartilhando generosamente com Ele ao p\u00e9 da Cruz suas penas e dores.<\/p>\n<p>E esse \u00abcompartilhar\u00bb foi fecundo&#8230; Pode-se dizer que, depois de haver gerado a Cristo Cabe\u00e7a, Maria, padecendo ao p\u00e9 da Cruz, sofreu as dores do parto em que gerou o Cristo M\u00edstico ou o novo g\u00eanero humano; foi ent\u00e3o que ela se tornou a M\u00e3e dos homens, como indica a palavra que Jesus lhe dirigiu na hora das dores mais cruciantes: \u00abMulher, eis o teu filho\u00bb (Jo 19,26).<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito vem a observa\u00e7\u00e3o do Santo Padre Bento XV na carta \u00abInter Sodalicia\u00bb de 22 de mar\u00e7o de 1918:<\/p>\n<p>\u201cOs doutores da Igreja costumam notar que, se Maria, a Virgem Sant\u00edssima, a qual parecia ausente de toda a vida p\u00fablica de Jesus Cristo, de repente se encontra presente \u00e0 morte de seu Filho Crucificado, isto n\u00e3o se deu independentemente de um des\u00edgnio divino.<\/p>\n<p>Enquanto o seu Filho sofria e morria, ela sofria e de certo modo morreu com Ele; para a salva\u00e7\u00e3o dos homens, ela renunciou aos direitos maternos sobre o seu Filho; a fim de aplacar a justi\u00e7a divina na medida em que o podia, ela imolou o seu Filho, de sorte que se pode dizer com raz\u00e3o que, com Cristo, ela resgatou o g\u00eanero humano\u201d.<\/p>\n<p>Eis como se desenvolve o paralelismo \u00abAd\u00e3o, Eva\u00bb \u2014 \u00abCristo, Maria\u00bb at\u00e9 se chegar \u00e0 conclus\u00e3o de que a Virgem Sant\u00edssima foi intimamente associada \u00e0 obra da Reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong>2)<\/strong><\/span> Ainda o seguinte tra\u00e7o fornece fundamento ao t\u00edtulo de Corredentora: Maria Sant\u00edssima sofreu como Rainha dos m\u00e1rtires. Ora, Nossa Senhora foi preservada do pecado original.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o sofrimento n\u00e3o era castigo a ela devido. Assim, as suas dores s\u00f3 podem ter sido motivadas pelos pecados alheios e em vista da expia\u00e7\u00e3o dos mesmos; o que equivale a dizer: o seu sofrimento foi, unido ao de Jesus, um sofrimento estritamente redentor, corredentor.<\/p>\n<p>Assim comprovado o fato da Correden\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso acentuar que ele diminui e nem ultrapassa o de Nosso Senhora Jesus de Cristo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-21539\" title=\"Ave, Maria cheia de gra\u00e7a\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/DSC_0010a.jpg\" alt=\"\" width=\"279\" height=\"420\" \/>Com efeito, Nossa Senhora tornou-se corredentora porque seu Divino Filho lhe quis outorgar esta dignidade. Ela mesma, sem d\u00favida, foi remida, mas de modo pr\u00f3prio e com a finalidade de ser particularmente associada \u00e0 obra da Reden\u00e7\u00e3o dos demais homens (a Virgem Sant\u00edssima pertence, como se diz, \u00e0 linha da uni\u00e3o hipost\u00e1tica; o que quer dizer : est\u00e1 colocada acima de qualquer criatura, e tudo que nela se realiza, inclusive a obra da Reden\u00e7\u00e3o, se realiza de modo \u00fanico).<\/p>\n<p>Se Nossa Senhora foi remida, se tudo nela \u00e9 gra\u00e7a, v\u00ea-se que ela n\u00e3o tem m\u00e9ritos independentes dos de Cristo; ela antes se assemelha \u00e0 lua, que ilumina a terra n\u00e3o por sua pr\u00f3pria luz, mas exclusivamente na medida em que \u00e9 iluminada pelo sol.<\/p>\n<p>A t\u00edtulo de ilustra\u00e7\u00e3o, considere-se que o ser de Deus \u00e9 infinito, e o das criaturas participado; que se d\u00e1 ent\u00e3o quando Deus cria novos seres? Est\u00e1 claro que n\u00e3o se multiplica a quantidade de ser anterior \u00e0 cria\u00e7\u00e3o, mas apenas surgem novos suportes ou sustent\u00e1culos do ser anteriormente existente.<\/p>\n<p>De modo an\u00e1logo, os m\u00e9ritos de Cristo s\u00e3o infinitos; Nossa Senhora nada lhes p\u00f4de acrescentar, mas foi constitu\u00eddo novo e privilegiado recept\u00e1culo desses m\u00e9ritos.<\/p>\n<p>Perguntar, pois, porque era necess\u00e1ria a Correden\u00e7\u00e3o de Maria, j\u00e1 que a Reden\u00e7\u00e3o a ser realizada por Cristo nos bastava, equivale a perguntar porque era necess\u00e1rio o ser das criaturas, j\u00e1 que o ser de Deus basta para esgotar toda a linha do Infinito; v\u00ea-se que se trata de necessidade livremente institu\u00edda pela soberana e ben\u00e9vola Vontade de Deus.<\/p>\n<p>Poder-se-ia ainda perguntar: Por que quis Deus multiplicar os sujeitos da obra redentora? \u2014 Responder-se-\u00e1: o Criador tudo faz com abund\u00e2ncia e prodigalidade; j\u00e1 que fez dois tipos humanos destinados a se completar mutuamente na transmiss\u00e3o da vida natural, quis tamb\u00e9m associar um var\u00e3o (Cristo em sua natureza humana) e uma mulher na comunica\u00e7\u00e3o da vida sobrenatural.<\/p>\n<p>Negar, pois, a Correden\u00e7\u00e3o mariana com pretexto de enaltecer a Reden\u00e7\u00e3o adquirida por Nosso Senhor Jesus Cristo vem a ser, em \u00faltima an\u00e1lise, n\u00e3o propriamente honrar a Cristo, mas antes depauperar a obra do Redentor. Bossuet (+1704) observava com muita oportunidade:<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o sejamos daqueles que julgam diminuir a gl\u00f3ria de Jesus Cristo quando nutrem elevados sentimentos para com a Sant\u00edssima Virgem e os Santos.<\/p>\n<p>Por certo, seria atribuir a Deus fraqueza deplor\u00e1vel crer que se torne invejoso das d\u00e1divas e luzes que Ele derrama sobre as suas criaturas. Pois que s\u00e3o a Sant\u00edssima Virgem e os santos sen\u00e3o obras das m\u00e3os e da gra\u00e7a do Criador?<\/p>\n<p>Se o sol fosse animado, n\u00e3o conceberia inveja ao ver &#8216;a lua que preside \u00e0 noite&#8217;, como diz Mois\u00e9s, e preside com luz t\u00e3o clara porque toda a claridade da lua se deriva dele e \u00e9 o sol mesmo que a n\u00f3s refulge e nos ilumina pelo reflexo de seus raios.<\/p>\n<p>Por mais elevadas que sejam as perfei\u00e7\u00f5es que reconhecemos em Nossa Senhora, poderia Jesus Cristo ter-lhes inveja, pois que d\u2019Ele \u00e9 que decorrem e \u00e9 \u00e0 gl\u00f3ria exclusiva d&#8217;Ele que se referem? (3o serm\u00e3o na festa da Concei\u00e7\u00e3o da Virgem 1669. Obras t. II. Paris, 1863, 51).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/cd-oracoes\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-21541\" title=\"CD com 20 ora\u00e7\u00f5es a Nossa Senhora\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/1929_d_44_topo.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"266\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>\u00a0Fonte: Pergunte e Responderemos &#8211; Abril 1958<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a01) \u201cDe que modo Nossa Senhora \u00e9 nossa Corredentora?\u201d 2) \u201cQual o grau de certeza teol\u00f3gica da media\u00e7\u00e3o universal de Nossa Senhora e como conciliar tal media\u00e7\u00e3o com 1 Tim 2,5 ?\u201d Um s\u00f3 \u00e9 o Mediador entre Deus e os homens, a saber, Nosso Senhor Jesus Cristo. 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