{"id":20509,"date":"2013-06-18T00:00:27","date_gmt":"2013-06-18T03:00:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=20509"},"modified":"2013-06-18T00:00:27","modified_gmt":"2013-06-18T03:00:27","slug":"as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/","title":{"rendered":"As provas da Realeza de Maria &#8211; Parte III (final)"},"content":{"rendered":"<div>\n<h3 style=\"text-align: left;\"><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2013\/06\/as-provas-da-realeza-de-maria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Parte I<\/a> | <a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2013\/06\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-ii\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Parte II<\/a><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: right;\"><em><strong>Por Pe. Gabriel Roschini<\/strong><\/em><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #800080;\">3. A TRADI\u00c7\u00c3O<\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div>\n<h3 style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #800080;\"><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/virgem-de-fatima-pelo-brasil\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-20619\" title=\"Estampa de Nossa Senhora de F\u00e1tima\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/1768-email-topo.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"300\" \/><\/a><\/span><\/strong><\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div><span style=\"font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #800080;\">a)<\/span><\/strong><\/span> <em>Padres, Doutores e Escritores Eclesi\u00e1sticos.<\/em>\u00a0\u00c0 palavra de Deus, contida na Sagrada Escritura, faz eco, harmoniosa, a voz dos s\u00e9culos crist\u00e3os. O privil\u00e9gio da Realeza de Maria o t\u00edtulo de <em>Rainha, <\/em>de <em>Imperatriz, <\/em>de <em>Soberana<\/em>\u00a0ou <em>Senhora<\/em><strong><sup>[1]<\/sup><\/strong>.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nEclesi\u00e1sticos do Oriente e do Ocidente. Ter\u00edamos de nos alongar muito mesmo se quis\u00e9ssemos limitar-nos a referir seus testemunhos principais. Um c\u00e9lebre Mari\u00f3logo do s\u00e9culo XVII, Marracci, em sua <em>Polyantea Mariana<\/em>, chegou a enumerar 135 escritores que deram a Maria o t\u00edtulo de <em>Rainha<\/em>, de <em>Imperatriz<\/em>, de <em>Soberana<\/em>\u00a0ou <em>Senhora<\/em><strong><sup>[2]<\/sup><\/strong>. S\u00f3 a palavra <em>Rainha<\/em>\u00a0ocupa 13 grandes p\u00e1ginas de cita\u00e7\u00f5es<strong><sup>[3]<\/sup><\/strong>.<\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div><span style=\"color: #800080; font-size: medium;\"><strong>b)<\/strong><\/span> <em>As antigas pinturas de Maria &#8220;Rainha&#8221;.<\/em>\u00a0O modo mesmo por que a Virgem Sant\u00edssima \u00e9 retratada nas antigas pinturas das Catacumbas nos deixa compreender como estava inscrito profundamente na mente e no cora\u00e7\u00e3o daqueles primeiros crist\u00e3os o inef\u00e1vel privil\u00e9gio da Realeza de Maria.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nEm uma pintura das Catacumbas de Priscila, a qual monta ao in\u00edcio do II s\u00e9culo, a Virgem Sant\u00edssima se acha representada no ato de apresentar seu divino Filho \u00e0 adora\u00e7\u00e3o dos Magos.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nEmbora a Virgem n\u00e3o esteja sentada, como nas pinturas dos s\u00e9culos III e IV, traz contudo atavios que recordam os das Imperatrizes da primeira metade do II s\u00e9culo, sem v\u00e9u algum sobre si<strong><sup>[4]<\/sup><\/strong>.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nNo s\u00e9culo IV, a Virgem \u00e9 representada como uma Rainha no m\u00e1rmore negro do Museu Kircheriano e nos fragmentos de Damons-el-Karita<strong><sup>[5]<\/sup><\/strong>. No s\u00e9culo VI, encontramos Maria representada nas \u00e2mbulas conservadas em Modena. A\u00ed se v\u00ea uma Rainha, cheia de sua majestade: o mesmo tipo que se depara nos famosos mosaicos de Santo Apolin\u00e1rio, em Ravena, nos afrescos de Santa Maria Antiga, junto ao F\u00f4ro Romano e, mais tarde, nos portais de v\u00e1rias igrejas do s\u00e9culo XII<strong><sup>[6]<\/sup><\/strong>.<\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div><span style=\"color: #800080;\"><strong>4. A VOZ DA TRADI\u00c7\u00c3O<\/strong><\/span><\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div><span style=\"color: #800080; font-size: medium;\"><strong>a)<\/strong><\/span> <em>A Virgem Sant\u00edssima, Rainha no sentido metaf\u00f3rico.<\/em>\u00a0A raz\u00e3o, trabalhando com os v\u00e1rios elementos fornecidos pela Revela\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da Escritura e da Tradi\u00e7\u00e3o, esclarece o fato e a natureza da Realeza de Maria.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nA Virgem Sant\u00edssima \u00e9, ent\u00e3o, chamada de Rainha n\u00e3o somente em sentido metaf\u00f3rico, mas tamb\u00e9m em sentido pr\u00f3prio. Rei e Rainha em sentido metaf\u00f3rico e, portanto, impr\u00f3prio se dizem aquele e aquela que sobressaem, de modo singular, sobre seus semelhantes em alguma prerrogativa comum.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nAssim, por exemplo, o le\u00e3o \u00e9 chamado rei das selvas pela sua for\u00e7a singular; a rosa \u00e9 chamada rainha das flores pela sua singular beleza. \u00c9 evidente, nestes casos, o sentido metaf\u00f3rico das palavras rei e rainha. Outro tanto se pode dizer de Cristo e Maria.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nAssim, a Virgem Sant\u00edssima pode ser chamada metaforicamente Rainha de toda beleza, pela singular formosura de seus tra\u00e7os; Rainha da santidade, pela singular plenitude de sua gra\u00e7a, princ\u00edpio de virtudes e de m\u00e9ritos incalcul\u00e1veis.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nE, de fato, a Igreja a invoca de cont\u00ednuo nas Ladainhas Lauretanas como Rainha de todos os Santos, genericamente: &#8220;Regina Sanctorum omnium&#8221;, porque supera a todos na santidade da vida, mesmo tomados todos eles juntos; invoca-a, em seguida, de modo mais particular, como <em>&#8220;Rainha dos Anjos&#8221;<\/em>, porque a todos excede no ac\u00famen do intelecto; <em>&#8220;Rainha dos Patriarcas&#8221;<\/em>, porque a todos sobrepuja no hero\u00edsmo e na piedade; <em>&#8220;Rainha dos Profetas&#8221;<\/em>, porque a todos se sobrevela no dom de profecia; <em>&#8220;Rainha dos Ap\u00f3stolos&#8221;<\/em>, porque a todos vence no zelo; <em>&#8220;Rainha dos M\u00e1rtires&#8221;<\/em>, porque a todos precede na fortaleza; <em>&#8220;Rainha dos Confessores&#8221;<\/em>, porque a todos se avantaja na confiss\u00e3o da f\u00e9; <em>&#8220;Rainha das Virgens&#8221;<\/em>, porque a todas transcende na imaculada pureza. Jesus e Maria, por sua beleza singular, s\u00e3o o Rei e a Rainha de toda a cria\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div><span style=\"color: #800080; font-size: medium;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/virgem-de-fatima-pelo-brasil\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-20621 alignleft\" title=\"Estampa\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Estampa.jpg\" alt=\"\" width=\"242\" height=\"377\" \/><\/a><\/strong><\/span><span style=\"color: #800080; font-size: medium;\"><strong>b)<\/strong><\/span> <em>A Virgem Sant\u00edssima, Rainha em sentido pr\u00f3prio.<\/em>\u00a0Mas, al\u00e9m de lhes convir em sentido metaf\u00f3rico e impr\u00f3prio, os t\u00edtulos de Rei e de Rainha conv\u00eam a Cristo e a Maria, respectivamente, tamb\u00e9m em sentido pr\u00f3prio, em vista do seu primado n\u00e3o s\u00f3 de excel\u00eancia, mas tamb\u00e9m de poder sobre todas as coisas.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\n\u00c9 bem verdade que s\u00f3 a Deus, como autor de todas as coisas, conv\u00e9m <em>essencialmente<\/em>\u00a0a Realeza universal sobre todas as criaturas, que Ele governa e conduz a seu fim. Mas \u00e9 tamb\u00e9m verdade que Jesus e Maria <em>participam<\/em>\u00a0dessa Realeza universal, que conv\u00e9m essencialmente s\u00f3 a Deus. De que modo?<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nCristo, mesmo como homem, participa dessa Realeza de duas maneiras: por direito natural e por direito adquirido. <em>Por direito natural<\/em>, antes de tudo, por causa de sua personalidade divina, ou seja, por for\u00e7a da uni\u00e3o hipost\u00e1tica.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nE <em>por direito adquirido<\/em>, isto \u00e9, por causa do resgate do g\u00eanero humano, por Ele operado, do dom\u00ednio de Satan\u00e1s. Outro tanto, de modo paralelo, mas anal\u00f3gico, podemos dizer de Maria. Ela \u00e9 Rainha em sentido pr\u00f3prio por dois t\u00edtulos: por direito natural e por direito adquirido. Por direito natural, em vista do fato mesmo de ser M\u00e3e do Deus-Homem.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nDe fato, como a M\u00e3e de Deus feito homem, Ela pertence \u00e0 ordem da uni\u00e3o hipost\u00e1tica (pois a humanidade de Cristo \u00e9 tamb\u00e9m termo da maternidade divina) e participa assim da dignidade real de seu divino Filho. E \u00e9 tamb\u00e9m Rainha por <em>direito adquirido<\/em>, pois que associada intimamente com Cristo na obra de nosso resgate \u00e9 verdadeira Co-redentora, ao lado do Redentor.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>c) <em>Uma obje\u00e7\u00e3o.<\/em>\u00a0N\u00e3o vale objetar que a m\u00e3e de um Rei, que se chama comumente de Rainha-M\u00e3e, n\u00e3o \u00e9, de fato, Rainha em sentido pr\u00f3prio, pois n\u00e3o tem a autoridade real, como se poderia dizer ser o caso de Maria.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A resposta a essa obje\u00e7\u00e3o n\u00e3o parece nada dif\u00edcil. \u00c9 evidente, com efeito, que n\u00e3o h\u00e1, nem pode haver paridade alguma entre a assim chamada Rainha-M\u00e3e e a Virgem Sant\u00edssima. A Rainha-M\u00e3e \u00e9 simplesmente m\u00e3e de algu\u00e9m que n\u00e3o nasceu Rei, mas isto se tornou posteriormente.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nA Virgem Sant\u00edssima, pelo contr\u00e1rio, \u00e9 M\u00e3e de quem foi Rei desde o primeiro instante de sua concep\u00e7\u00e3o. Concebeu-o a Virgem n\u00e3o somente como Deus, mas tamb\u00e9m <em>como<\/em> <em>Rei<\/em>, tendo Ele sido concebido e dado \u00e0 luz por Ela como Rei, em raz\u00e3o mesmo da uni\u00e3o hipost\u00e1tica. Podem aplicar-se, portanto, \u00e0 Virgem Sant\u00edssima com toda raz\u00e3o aquelas palavras do C\u00e2ntico dos C\u00e2nticos: &#8220;V\u00eade o Rei no diadema com que o coroou sua M\u00e3e&#8221; (Cant 3, 11).<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nComenta Santo Ambr\u00f3sio: &#8220;Coroou-o quando o formou, quando o gerou&#8221; (PL. 16, 328 D.). Em raz\u00e3o, portanto, da maternidade divina de Maria a M\u00e3e de Deus vem a ser part\u00edcipe da dignidade real do Deus-Homem, seu Filho, adquirindo assim certo dom\u00ednio sobre todas as coisas.<\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div><span style=\"color: #800080; font-size: medium;\"><strong>d)<\/strong><\/span> <em>Natureza e extens\u00e3o da Realeza de Maria.<\/em>\u00a0A Virgem Sant\u00edssima, portanto, \u00e9 e deve ser chamada Rainha do universo n\u00e3o s\u00f3 em sentido metaf\u00f3rico, mas tamb\u00e9m em sentido pr\u00f3prio.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nComo a de Cristo, a Realeza de Maria \u00e9, tamb\u00e9m, principal e diretamente uma Realeza <em>sobrenatural e espiritual;<\/em>\u00a0secundariamente, por\u00e9m, e indiretamente \u00e9 tamb\u00e9m uma Realeza natural e temporal, isto \u00e9, se estende tamb\u00e9m \u00e0s coisas naturais e temporais, enquanto estas se referem ao fim sobrenatural e espiritual.<\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div>Como a de Cristo, assim tamb\u00e9m a Realeza de Maria n\u00e3o conhece limites de espa\u00e7o, nem de tempo: estende-se a todos, a tudo e sempre \u00e0 terra, ao c\u00e9u, ao Purgat\u00f3rio e ao Inferno.<\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div>Estende-se, antes de tudo, \u00e0 terra, pois que as gra\u00e7as que descem do c\u00e9u sobre a terra passam, pela vontade de Deus, atrav\u00e9s do cora\u00e7\u00e3o e das m\u00e3os de Maria. Estende-se ao c\u00e9u, sobre todos os bem-aventurados, seja porque sua gra\u00e7a essencial \u00e9 devida, al\u00e9m dos m\u00e9ritos de Cristo, tamb\u00e9m aos de Maria; seja porque sua gra\u00e7a acidental prec\u00edpua \u00e9 causada pela amabil\u00edssima presen\u00e7a da Virgem.<br \/>\n<span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><br \/>\nEstende-se ao Purgat\u00f3rio, levando os fieis da terra a sufragarem de muitos modos as almas que ali sofrem e aplicando a estas, em nome do Senhor, os m\u00e9ritos e as satisfa\u00e7\u00f5es de seu divino Filho, e os seus pr\u00f3prios. Estende-se, por fim, ao Inferno, fazendo tremer os dem\u00f4nios, tornando v\u00e3os seus assaltos para a perdi\u00e7\u00e3o das almas. N\u00e3o h\u00e1, portanto, ponto algum do universo sobre que a Virgem Sant\u00edssima n\u00e3o estenda sua Realeza.<\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/div>\n<div><sup>[1]<\/sup> Cf. BOURASSE, <em>Summa Aurea,<\/em>\u00a0vol. 9 e 10.<\/div>\n<div><sup>[2]<\/sup> Idem.<\/div>\n<div><sup>[3]<\/sup> <em>L. c., <\/em>vol. 10, col. 192-212.<\/div>\n<div><sup>[4]<\/sup> Cf. <em>Dict. Arch\u00e9ol. Chr\u00e9t., <\/em>art. <em>Mages, <\/em>t. IX, col. 995.<\/div>\n<div><sup>[5]<\/sup> Cf. DELATTRE,<em>\u00a0Le culte de la S. Vierge en Afrique,<\/em>\u00a0Paris, 1907, p.5-6.<\/div>\n<div><sup>[6]<\/sup> Cf. MALE, <em>L&#8217;art r\u00e9ligieux du XII si\u00e8cle en France,<\/em>\u00a03\u00aa ed., Paris, 1928, p.56.<\/div>\n<div><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/div>\n<div>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<\/div>\n<div>ROSCHINI, G. <strong>Instru\u00e7\u00f5es Marianas<\/strong>. Tradu\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Vicente. S\u00e3o Paulo: Edi\u00e7\u00f5es Paulinas, 1960, p.111-114.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><em>Fonte: Mulher Cat\u00f3lica.org<\/em><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parte I | Parte II Por Pe. Gabriel Roschini 3. A TRADI\u00c7\u00c3O a) Padres, Doutores e Escritores Eclesi\u00e1sticos.\u00a0\u00c0 palavra de Deus, contida na Sagrada Escritura, faz eco, harmoniosa, a voz dos s\u00e9culos crist\u00e3os. O privil\u00e9gio da Realeza de Maria o t\u00edtulo de Rainha, de Imperatriz, de Soberana\u00a0ou Senhora[1]. . Eclesi\u00e1sticos do Oriente e do Ocidente. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":31,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[20],"tags":[361,810],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v17.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>As provas da Realeza de Maria - Parte III (final) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"As provas da Realeza de Maria - Parte III (final) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Parte I | Parte II Por Pe. Gabriel Roschini 3. A TRADI\u00c7\u00c3O a) Padres, Doutores e Escritores Eclesi\u00e1sticos.\u00a0\u00c0 palavra de Deus, contida na Sagrada Escritura, faz eco, harmoniosa, a voz dos s\u00e9culos crist\u00e3os. O privil\u00e9gio da Realeza de Maria o t\u00edtulo de Rainha, de Imperatriz, de Soberana\u00a0ou Senhora[1]. . Eclesi\u00e1sticos do Oriente e do Ocidente. [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2013-06-18T03:00:27+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/1768-email-topo.jpg\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Gabriel Barbosa\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/\",\"name\":\"Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"description\":\"Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#primaryimage\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"url\":\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/1768-email-topo.jpg\",\"contentUrl\":\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/1768-email-topo.jpg\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#webpage\",\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/\",\"name\":\"As provas da Realeza de Maria - Parte III (final) - Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#primaryimage\"},\"datePublished\":\"2013-06-18T03:00:27+00:00\",\"dateModified\":\"2013-06-18T03:00:27+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"As provas da Realeza de Maria &#8211; Parte III (final)\"}]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753\",\"name\":\"Gabriel Barbosa\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#personlogo\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Gabriel Barbosa\"},\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/author\/gabrielpmk-com-br\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"As provas da Realeza de Maria - Parte III (final) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"As provas da Realeza de Maria - Parte III (final) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","og_description":"Parte I | Parte II Por Pe. Gabriel Roschini 3. A TRADI\u00c7\u00c3O a) Padres, Doutores e Escritores Eclesi\u00e1sticos.\u00a0\u00c0 palavra de Deus, contida na Sagrada Escritura, faz eco, harmoniosa, a voz dos s\u00e9culos crist\u00e3os. O privil\u00e9gio da Realeza de Maria o t\u00edtulo de Rainha, de Imperatriz, de Soberana\u00a0ou Senhora[1]. . Eclesi\u00e1sticos do Oriente e do Ocidente. [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/","og_site_name":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","article_published_time":"2013-06-18T03:00:27+00:00","og_image":[{"url":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/1768-email-topo.jpg"}],"twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Gabriel Barbosa","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website","url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/","name":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","description":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#primaryimage","inLanguage":"pt-BR","url":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/1768-email-topo.jpg","contentUrl":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/1768-email-topo.jpg"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#webpage","url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/","name":"As provas da Realeza de Maria - Parte III (final) - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#primaryimage"},"datePublished":"2013-06-18T03:00:27+00:00","dateModified":"2013-06-18T03:00:27+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/as-provas-da-realeza-de-maria-parte-iii-final\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"As provas da Realeza de Maria &#8211; Parte III (final)"}]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753","name":"Gabriel Barbosa","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#personlogo","inLanguage":"pt-BR","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g","caption":"Gabriel Barbosa"},"url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/author\/gabrielpmk-com-br\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20509"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/31"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20509"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20509\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20509"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20509"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20509"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}