{"id":1853,"date":"2010-02-02T00:05:49","date_gmt":"2010-02-02T02:05:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=1853"},"modified":"2010-02-02T00:05:49","modified_gmt":"2010-02-02T02:05:49","slug":"estariamos-sos-no-universo-sideral-iii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/estariamos-sos-no-universo-sideral-iii\/","title":{"rendered":"Estar\u00edamos s\u00f3s no Universo Sideral &#8211; III"},"content":{"rendered":"<p><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Leia tamb\u00e9m as\u00a0<a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2010\/01\/estariamos-sos-no-universo-sideral-i\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #ff0000;\">partes I<\/span><\/a><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0 e <\/span><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2010\/01\/estariamos-sos-no-universo-sideral-ii\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #ff0000;\">II<\/span><\/a><\/span><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1854\" title=\"Jupiter_Storms_2\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/Jupiter_Storms_2.jpg\" alt=\"Jupiter_Storms_2\" width=\"305\" height=\"275\" \/><em><span style=\"color: #ff0000;\">Foto &#8211; J\u00fapiter, como p\u00e1ra-raios, protege a Terra dos impactos siderais<\/span><\/em><\/p>\n<p>\u201cOutro fator que claramente est\u00e1 envolvido no surgimento e na manuten\u00e7\u00e3o de formas de vida superiores na Terra \u00e9 a raridade relativa de impactos de aster\u00f3ides e cometas. &#8230;.<\/p>\n<p>\u201cO que controla este baixo \u00edndice de impactos? A quantidade de material deixado num sistema planet\u00e1rio ap\u00f3s sua forma\u00e7\u00e3o pode influenciar nesse \u00edndice: quanto mais cometas e aster\u00f3ides h\u00e1 entre as \u00f3rbitas dos planetas, maior \u00e9 o n\u00famero de impactos e h\u00e1 mais chance de extin\u00e7\u00f5es maci\u00e7as devido a eles.<\/p>\n<p>\u201cMas n\u00e3o s\u00f3 isto. Os tipos de planetas num sistema podem tamb\u00e9m afetar o n\u00famero de impactos, e assim desempenhar um papel inapreci\u00e1vel na evolu\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos animais. No caso da Terra, h\u00e1 sinais de que o gigante planeta J\u00fapiter atua como um \u2018p\u00e1ra-raios de cometas e aster\u00f3ides\u2019. &#8230;.<\/p>\n<p>\u201cAssim ele reduziu a freq\u00fc\u00eancia de extin\u00e7\u00f5es maci\u00e7as, e talvez seja esta uma raz\u00e3o especial de por que foi poss\u00edvel surgir e manter-se em nosso planeta formas superiores de vida. Qual a freq\u00fc\u00eancia de planetas do tamanho de J\u00fapiter?\u201d (p. XXII).<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-1855\" title=\"Luna,_Great_Falls,_Montana\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/Luna_Great_Falls_Montana.jpg\" alt=\"Luna,_Great_Falls,_Montana\" width=\"306\" height=\"207\" \/><strong><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Tamanho grande da Lua: condi\u00e7\u00f5es para as quatro esta\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong><\/strong><\/span><br \/>\nH\u00e1 outras caracter\u00edsticas especiais no nosso sistema solar: \u201ca Terra \u00e9 o \u00fanico planeta (excetuado Plut\u00e3o) com uma lua de tamanho consider\u00e1vel quando comparada com o planeta que ela orbita\u201d (p. XXII). Com efeito, o nosso sat\u00e9lite exerce uma influ\u00eancia crucial na estabiliza\u00e7\u00e3o da inclina\u00e7\u00e3o da Terra, mantendo-a num \u00e2ngulo que permite a exist\u00eancia das quatro esta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Como se sabe, a Terra possui uma inclina\u00e7\u00e3o de aproximadamente 23 graus. Essa inclina\u00e7\u00e3o \u00e9 conhecida como \u201cobliq\u00fcidade\u201d, e tem permanecido praticamente constante gra\u00e7as ao fato de nossa Lua ser grande, impedindo varia\u00e7\u00f5es maiores na inclina\u00e7\u00e3o da Terra devido \u00e0 for\u00e7a da gravidade dela.<\/p>\n<p>Para ilustrar a import\u00e2ncia desse fato, os autores observam: \u201cO planeta Merc\u00fario fornece um exemplo espetacular do que pode ocorrer num planeta cujo eixo \u00e9 quase perpendicular ao plano de sua \u00f3rbita. Merc\u00fario \u00e9 o planeta mais pr\u00f3ximo do Sol, e a maior parte de sua superf\u00edcie \u00e9 infernalmente quente.<\/p>\n<p>\u201cMas imagens de radar da Terra mostraram que os p\u00f3los do planeta s\u00e3o cobertos com gelo. O planeta est\u00e1 muito pr\u00f3ximo do Sol, mas visto dos p\u00f3los, o Sol est\u00e1 sempre no horizonte. Contrastando com Merc\u00fario, que n\u00e3o tem inclina\u00e7\u00e3o, o planeta Urano possui uma inclina\u00e7\u00e3o de 90 graus, e um dos p\u00f3los est\u00e1 exposto por meio ano [ano de Urano = 84,01 anos da Terra] de luz solar, enquanto que o outro lado experimenta uma temperatura baix\u00edssima\u201d (pp. 223- 224).<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica na gal\u00e1xia possibilita a vida na Terra<\/strong><\/p>\n<p><strong><\/strong><br \/>\n<img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1856\" title=\"Via_Lactea_e_Sao_Miguel\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/Via_Lactea_e_Sao_Miguel.jpg\" alt=\"Via_Lactea_e_Sao_Miguel\" width=\"254\" height=\"592\" \/>\u201cTalvez at\u00e9 a localiza\u00e7\u00e3o de um planeta numa regi\u00e3o particular de uma gal\u00e1xia desempenhe um importante papel. No centro das gal\u00e1xias, cheio de estrelas, a freq\u00fc\u00eancia de supernovas* e a proximidade entre as estrelas podem ser muito elevadas, a ponto de n\u00e3o permitir as condi\u00e7\u00f5es est\u00e1veis e longas que s\u00e3o aparentemente requeridas para o desenvolvimento da vida animal.<\/p>\n<p>\u201cAs regi\u00f5es mais afastadas das gal\u00e1xias podem ter uma baixa percentagem de elementos pesados necess\u00e1rios para a constru\u00e7\u00e3o de planetas montanhosos e de combust\u00edvel radioativo para aquecer o interior dos planetas. &#8230;.<\/p>\n<p>\u201cAt\u00e9 a massa de uma gal\u00e1xia em particular pode afetar as chances do desenvolvimento de vidas complexas, uma vez que o tamanho da gal\u00e1xia \u00e9 correlato com seu conte\u00fado de metais.<\/p>\n<p>\u201cAlgumas gal\u00e1xias, ent\u00e3o, podem ser muito mais favor\u00e1veis do que outras ao surgimento da vida e sua evolu\u00e7\u00e3o. Nossa estrela e nosso sistema solar s\u00e3o an\u00f4malos, pelo alto conte\u00fado de metais. \u00c9 poss\u00edvel que nossa pr\u00f3pria gal\u00e1xia seja incomum\u201d (p. XXIII).<br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p>Centro geom\u00e9trico do Universo ou centralidade do homem?<\/p>\n<p>Os autores de S\u00f3s no Universo comentam: \u201cDesde que o astr\u00f4nomo Nicolau Cop\u00e9rnico tirou-a do centro do Universo e a p\u00f4s numa \u00f3rbita em torno do Sol, a Terra tem sido periodicamente trivializada.<\/p>\n<p>\u201cSa\u00edmos do centro do Universo para um planeta pequeno, orbitando uma pequena e indistinta estrela numa regi\u00e3o secund\u00e1ria da gal\u00e1xia Via L\u00e1ctea \u2014 uma visualiza\u00e7\u00e3o formalizada pelo assim chamado Princ\u00edpio da Mediocridade, que sustenta n\u00e3o sermos um planeta \u00fanico com vida, mas um entre muitos. As estimativas para o n\u00famero de outras civiliza\u00e7\u00f5es inteligentes variam de nenhuma a 10 trilh\u00f5es\u201d (pp. XXIII, XXIV).<\/p>\n<p>A \u201ctrivializa\u00e7\u00e3o\u201d da Terra tem como efeito, na cabe\u00e7a de muitos, a diminui\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia do pr\u00f3prio homem, que n\u00e3o deveria mais ver-se como um ser todo especial no Universo.<\/p>\n<p>Pelo contr\u00e1rio, ele deveria ter a humildade de reconhecer que n\u00e3o est\u00e1 no centro de todas as coisas, como pensava. Assim, desbancada a Terra do centro do sistema solar, cairia a tese correlata da centralidade do homem no Universo.<\/p>\n<p>Trata-se, por\u00e9m, de um engano: as duas teses n\u00e3o s\u00e3o correlatas! Quando se pensava que a Terra estava no centro do cosmos, era f\u00e1cil associar essa centralidade de nosso planeta com a centralidade da posi\u00e7\u00e3o do homem.<\/p>\n<p>Mas, de fato, a centralidade do homem na obra da Cria\u00e7\u00e3o resulta de muitas outras considera\u00e7\u00f5es de toda ordem, que nada t\u00eam a ver com a posi\u00e7\u00e3o da Terra no Universo. A grandeza do homem como \u00fanico ser, sobre a face da Terra, dotado de intelig\u00eancia racional e de vontade, resulta da observa\u00e7\u00e3o mais comezinha de tudo quanto nos cerca, e sempre foi evidente para todos os povos.<\/p>\n<p>Por isso, o mandado divino a nossos primeiros pais \u2014 \u201cCrescei e multiplicai-vos, e enchei a Terra, e sujeitai-a, e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves do c\u00e9u, e sobre todos os animais que se movem sobre a Terra\u201d (Gen. 1, 28) \u2014 foi seguido com naturalidade por todos os povos, em todos os tempos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1857\" title=\"anjos\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2010\/02\/anjos.bmp\" alt=\"anjos\" width=\"458\" height=\"406\" \/><\/p>\n<p>Acontece que a Ci\u00eancia tamb\u00e9m d\u00e1 cambalhotas \u2014 e quantas! \u2014, e eis que agora v\u00eam esses dois cientistas, cujo livro estamos comentando, advertir-nos de que, se \u00e9 verdade que a Terra n\u00e3o est\u00e1 no centro do Universo, h\u00e1 uma quantidade muito grande de fatos, aceitos pela Ci\u00eancia, que acenam ser ela um planeta absolutamente incomum, possivelmente o \u00fanico a oferecer condi\u00e7\u00f5es para a vida humana.<\/p>\n<p>Tudo se passaria, pois, como se Deus tivesse projetado um planeta \u00fanico para possibilitar a exist\u00eancia do homem. E, neste caso, a Terra, em certo sentido, voltaria a ocupar o centro do Universo, e o homem retomaria sua centralidade na obra da Cria\u00e7\u00e3o, da qual procuraram desbanc\u00e1-lo quatro s\u00e9culos de ci\u00eancia at\u00e9ia.<\/p>\n<p>\u00c9 o que dizem os professores Ward e Brownlee em seu livro: \u201cSe for considerada correta, entretanto, a hip\u00f3tese de S\u00f3s no Universo , reverteremos essa tend\u00eancia de descentraliza\u00e7\u00e3o. O que dizer se a Terra, com sua carga de animais adiantados, for virtualmente \u00fanica neste quadrante da gal\u00e1xia \u2014 o planeta mais diverso num per\u00edmetro, digamos, de 10.000 anos-luz?<br \/>\n\u201cO que dizer se ela for extremamente \u00fanica \u2014 o \u00fanico planeta com vida animal nesta gal\u00e1xia e at\u00e9 no Universo vis\u00edvel, um basti\u00e3o de animais num mar de mundos infestados de micr\u00f3bios?\u201d (p. XXIV).<\/p>\n<p><strong><em>Extra\u00eddo de Ros\u00e1rio A. F. Mansur Gu\u00e9rios, \u201cCatolicismo&#8221;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>Fonte: <a href=\"http:\/\/cienciaconfirmaigreja.blogspot.com\/2010\/01\/estariamos-sos-no-universo-sideral-iii.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Blog\u00a0Ci\u00eancia confirma a Igreja<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Leia tamb\u00e9m as\u00a0partes I\u00a0 e II Foto &#8211; J\u00fapiter, como p\u00e1ra-raios, protege a Terra dos impactos siderais \u201cOutro fator que claramente est\u00e1 envolvido no surgimento e na manuten\u00e7\u00e3o de formas de vida superiores na Terra \u00e9 a raridade relativa de impactos de aster\u00f3ides e cometas. &#8230;. \u201cO que controla este baixo \u00edndice de impactos? 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