{"id":15597,"date":"2012-07-26T00:00:46","date_gmt":"2012-07-26T03:00:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=15597"},"modified":"2012-07-26T00:00:46","modified_gmt":"2012-07-26T03:00:46","slug":"como-e-o-purgatorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/como-e-o-purgatorio\/","title":{"rendered":"Como \u00e9 o Purgat\u00f3rio?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/home\/acenda-sua-vela-30\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-15601\" title=\"Santa Catarina\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/Santa-Catarina1.jpg\" alt=\"\" width=\"196\" height=\"270\" \/><\/a>Santa Catarina (1447-1510) nasceu em G\u00eanova, filha de Francisca di Negro e Tiago Fieschi, ent\u00e3o vice-rei de N\u00e1poles sob Renato d\u2019Anjou. Escreveu a obra O Tratado do Purgat\u00f3rio, em cujo pr\u00f3logo se declara que ela foi<strong> \u201ccolocada no purgat\u00f3rio do ardente amor divino, que a queimava e a purificava de tudo aquilo que era poss\u00edvel purificar&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<blockquote><p>Nenhum contentamento pode ser comparado ao das almas do purgat\u00f3rio, a n\u00e3o ser o dos santos do C\u00e9u. Esse contentamento aumenta sem cessar pelo embebimento de Deus nas almas \u00e0 medida em que os impedimentos desaparecem.<\/p>\n<p>Tais impedimentos (para se unir a Deus) s\u00e3o as manchas do pecado, e o fogo os consome sem \u201csaudade\u201d, de sorte que a alma, neste estado, se abre continuamente para receber a divina comunica\u00e7\u00e3o. (Cap. II)<\/p>\n<p>Quando Deus encontra uma alma se esfor\u00e7ando para retornar \u00e0 pureza e simplicidade na qual foi criada, Ele intensifica nela a aspira\u00e7\u00e3o beat\u00edfica e acende no seu cora\u00e7\u00e3o um ardor de caridade t\u00e3o forte e t\u00e3o impetuoso que qualquer obst\u00e1culo entre a alma e o seu fim se torna insuport\u00e1vel a ela. <strong>Assim quanto mais a vis\u00e3o de Deus \u00e9 clara, maior o sofrimento.<\/strong> (Cap.III)<\/p>\n<p>Suponhamos que no mundo inteiro, para mitigar a fome de cada criatura, haja apenas um p\u00e3o e que mais nada al\u00e9m dele as satisfa\u00e7a. O homem na sua sa\u00fade tem, por natureza, o instinto da alimenta\u00e7\u00e3o. Mas, supondo-o capaz de se abster de comer sem morrer e sem perder suas for\u00e7as e sua sa\u00fade, sua fome crescer\u00e1 cada vez mais.<\/p>\n<p>Ora, sabendo que somente aquele p\u00e3o o poder\u00e1 satisfazer e que enquanto n\u00e3o o tiver atingido sua fome n\u00e3o poder\u00e1 ser aquietada, ele sofrer\u00e1 penas intoler\u00e1veis, que aumentar\u00e3o na medida em que ele se encontrar mais afastado. E se estiver certo de jamais o comer, seu inferno ser\u00e1 t\u00e3o completo como o dos condenados que, famintos de Deus, n\u00e3o t\u00eam nenhuma esperan\u00e7a de ver jamais o \u201cp\u00e3o da vida\u201d.<\/p>\n<p>Mas as almas do purgat\u00f3rio t\u00eam a esperan\u00e7a certa de ver a Deus e dele se saciar inteiramente. \u00c9 o porque elas suportam a fome e sofrem todas as penas, at\u00e9 o momento em que entraram na eterna possess\u00e3o do \u201cp\u00e3o de vida\u201d, que \u00e9 Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso amor. (Cap. VI).<\/p>\n<p>No que concerne a Deus, vejo que o Para\u00edso n\u00e3o tem portas e pode-se nele entrar que quiser, porque Deus \u00e9 todo miseric\u00f3rdia e seus bra\u00e7os est\u00e3o sempre abertos para nos receber na gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>Mas a divina ess\u00eancia \u00e9 t\u00e3o pura \u2013 infinitamente mais pura do que a imagina\u00e7\u00e3o possa conceber \u2013 que a alma, encontrando em si a mais leve imperfei\u00e7\u00e3o, se lan\u00e7aria por si mesma num milh\u00e3o de infernos antes que aparecer impura na presen\u00e7a da divina Majestade. Percebendo ent\u00e3o que o purgat\u00f3rio foi criado para a purificar, ela se lan\u00e7a nele, por si mesma, e a\u00ed encontra esta grande miseric\u00f3rdia: a destrui\u00e7\u00e3o de suas faltas. (Cap. VIII)<\/p>\n<p><strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/home\/acenda-sua-vela-30\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-15602\" title=\"OMM - Purgat\u00f3rio\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/OMM-Purgat\u00f3rio.jpg\" alt=\"\" width=\"289\" height=\"573\" \/><\/a>A alma quanto mais \u00e9 purificada, mais perfeitamente ela se une a Deus. Assim age o fogo divino na alma. Deus a mant\u00e9m nas chamas at\u00e9 que cada imperfei\u00e7\u00e3o seja extinta.<\/strong> Realizado isto, a alma repousa completamente em Deus, tendo a Ele mesmo por seu ser. (Cap. X)<\/p>\n<p>As almas do purgat\u00f3rio est\u00e3o t\u00e3o voltadas e transformadas em Deus que elas est\u00e3o sempre contentes com sua ador\u00e1vel vontade. E se um alma experimentasse aproximar-se de Deus na vis\u00e3o beat\u00edfica com uma \u00ednfima mancha, ela se sentiria nisso uma terr\u00edvel inj\u00faria e um sofrimento maior do que permanecendo no purgat\u00f3rio. (Cap. XIV)<\/p>\n<p>As almas do purgat\u00f3rio, enquanto sofrem de bom grado seus tormentos, elas constatam que Deus foi muit\u00edssimo bom para com elas, considerando o que elas mereceram e o quanto foram grandes suas ofensas a seus olhos.<\/p>\n<p>Se a bondade de Deus n\u00e3o temperasse sempre a justi\u00e7a com a miseric\u00f3rdia (satisfazendo-a com o precioso sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo), um s\u00f3 pecado mereceria um milh\u00e3o de infernos. Elas sofrem suas penas com tanto agrado que n\u00e3o quereriam mitig\u00e1-las um m\u00ednimo, julgando quanto justamente elas as mereceram.<\/p>\n<p>Elas n\u00e3o resistem mais \u00e0 vontade de Deus uma vez que, t\u00e3o brevemente, estar\u00e3o na possess\u00e3o do C\u00e9u. (Cap. XVI)<\/p>\n<p>Esta forma de purifica\u00e7\u00e3o segundo a qual eu vejo aplicada \u00e0s almas do purgat\u00f3rio, eu experimento em mim mesma nos dois \u00faltimos anos e cada dia eu a vejo e sinto mais e mais claramente.<\/p>\n<p>Minha alma parece viver no meu corpo como num purgat\u00f3rio verdadeiramente semelhante ao purgat\u00f3rio real, com a \u00fanica diferen\u00e7a que s\u00e3o sofrimentos que o corpo possa aguentar sem morrer, mas que crescem gradual e continuamente conquanto que ele n\u00e3o pere\u00e7a. (Cap. XVII)<\/p>\n<p>Finalmente, para concluir, compreendamos bem que tudo quanto \u00e9 humano \u00e9 totalmente aperfei\u00e7oado por nosso Deus todo poderoso e misericordioso, e que esta \u00e9 a a\u00e7\u00e3o do purgat\u00f3rio. (Cap. XVII)<\/p>\n<p><em>\u00a0Fonte: Sainte Catherine de Genes (Santa Catarina de G\u00eanova), Trat\u00e9 du Purgatoire \u2013 \u00c9ditions de l\u2019Emmanuel, 1992 \u2013 Paris<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Catarina (1447-1510) nasceu em G\u00eanova, filha de Francisca di Negro e Tiago Fieschi, ent\u00e3o vice-rei de N\u00e1poles sob Renato d\u2019Anjou. 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