{"id":15228,"date":"2012-07-01T00:00:06","date_gmt":"2012-07-01T03:00:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=15228"},"modified":"2012-07-01T00:00:06","modified_gmt":"2012-07-01T03:00:06","slug":"a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/","title":{"rendered":"A descri\u00e7\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette &#8211; Parte 2"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/vela-da-reparacao\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft  wp-image-15232\" title=\"La Salette\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/La-Salete.jpg\" alt=\"\" width=\"190\" height=\"277\" \/><\/a>No livro de Pie R\u00e9gamey, \u201c<em>Les plus beux textes sur la Vierge<\/em>\u201d, (\u00c9ditions La Colombe, Paris, 1946, pp.387 ss.) vem um depoimento feito por M\u00e9lanie Calvat, que \u00e9 a menina que teve a vis\u00e3o de Nossa Senhora de La Salette, em 19 de setembro de 1846:<\/p>\n<p>Vamos ver a narra\u00e7\u00e3o, parte por parte.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>A Sant\u00edssima Virgem era alta e bem proporcionada. <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>A altura \u00e9 um apan\u00e1gio da majestade. Tanto \u00e9 que aos pr\u00edncipes, que n\u00e3o s\u00e3o reis, se diz <em>Vossa Alteza.<\/em> \u00c9 evidente que n\u00e3o \u00e9 altura f\u00edsica. Mas a altura f\u00edsica \u00e9 uma imagem f\u00edsica da altura nos outros sentidos. E, portanto, n\u00e3o era necess\u00e1rio, mas convinha entretanto uma altura bem proporcionada. Porque a altura bem proporcionada \u00e9 o contr\u00e1rio da altura monol\u00edtica, acachapante, esmagadora. E o que torna a altura exatamente condescendente, e por assim dizer acess\u00edvel, \u00e9 a perfei\u00e7\u00e3o de suas propor\u00e7\u00f5es. \u00c9 o encaixe de v\u00e1rias coisas pequenas nela, com gra\u00e7a e harmonia, que tornam essa altura variegada. \u00c9 uma unidade na variedade.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o essa perfei\u00e7\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora, quase que \u00e9 um \u201ccontraforte\u201d daquilo que a altura poderia ter de um pouco assustador.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Ela parecia t\u00e3o leve que um sopro poderia atingi-la.\u00a0 <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Realmente, um ente inteiramente espiritual, no qual o corpo era completamente dominado pelo esp\u00edrito e n\u00e3o sujeito, portanto, \u00e0 lei da\u00a0 gravidade e \u00e0 atra\u00e7\u00e3o de terra. O sobrenatural nEla estava na sua plenitude.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Ela impunha um temor respeitoso, ao mesmo tempo que sua majestade impunha respeito entremeado de amor. <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Ent\u00e3o, era um respeito que, de uma lado incutia temor e, do outro lado, incutia amor. \u00c9 a imagem da majestade verdadeira. \u00c9 uma majestade que mete um temor reverencial, quer dizer, \u00e9 um temor feito n\u00e3o do medo da chibata \u2013que acessoriamente pode entrar \u2013, mas \u00e9 feito daquele medo de desgostar um t\u00e3o alto ser. E, por outro lado, um amor que Nossa Senhora incutia pelo fato de ser quem era.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Ela atra\u00eda. <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/vela-da-reparacao\/?origem=1\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-15233\" title=\"LaSalette Mother\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/LaSalette-Mother-204x300.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"300\" \/><\/a>A verdadeira majestade atrai. A verdadeira majestade n\u00e3o repele. Quando a gente v\u00ea uma majestade que repele \u00e9 porque \u00e9 uma falsa majestade. Por exemplo, Napole\u00e3o tinha uma majestade que repelia; n\u00e3o tinha nada de majestade aut\u00eantica.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Ao seu redor, como em sua pessoa, tudo respirava majestade, esplendor, magnific\u00eancia de uma rainha incompar\u00e1vel. <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>O que havia em torno dEla? Um campo ordin\u00e1rio, com umas ervinhas, uma coisa qualquer. Mas Ela entrava ali e tudo se transformava num pal\u00e1cio. Por que? Porque Ela comunica sua\u00a0 gl\u00f3ria a tudo quanto est\u00e1 em torno dEla.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Ela parecia bela, clara,<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong><em>\u00c9 a claridade luminosa, sobrenatural,<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong><em>imaculada, cristalina, celeste.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>\u00c9 muito interessante ver a necessidade de juntar a ideia de cristalino para afirmar a pureza e o que havia de di\u00e1fano em Nossa Senhora. Algo da nobreza dos cristais aparece dentro disso.<\/p>\n<p>E agora vem a corol\u00e1rio: <em><\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong><em>Parecia-me tamb\u00e9m como boa M\u00e3e, cheia de bondade, amabilidade, amor conosco, compaix\u00e3o e miseric\u00f3rdia.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Esta justaposi\u00e7\u00e3o nos d\u00e1 bem a ideia da majestade perfeita. Por isso S\u00e3o Bernardo, constituindo a <em>Salve Rainha,<\/em> p\u00f4s este paradoxo, logo no come\u00e7o: <em>Salve Rainha<\/em> e logo depois: <em>M\u00e3e de Miseric\u00f3rdia<\/em>. Sumamente Rainha, sumamente M\u00e3e, e M\u00e3e de suma miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p>Depois passa a falar das l\u00e1grimas. Nossa Senhora chorava. Mas h\u00e1 dois modos de chorar: h\u00e1 um modo de chorar cheio de fraqueza e h\u00e1 um modo de chorar cheio de sobranceria. A gente chora quando est\u00e1 abaixo da dor, mas pode chorar tamb\u00e9m quando est\u00e1 acima da dor.<\/p>\n<p>Vamos ver como \u00e9 o pranto de Nossa Senhora:<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>A Santa Virgem chorava durante quase todo o tempo em que me falou. Suas l\u00e1grimas corriam uma a uma, lentamente, at\u00e9 seus joelhos. <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Tudo isso \u00e9 simb\u00f3lico. Eram l\u00e1grimas que corriam lentamente indicando o dom\u00ednio. Nada de descabelado, nada de convulsivo. Eram l\u00e1grimas como de uma rainha cheia de uma tristeza nobre, de uma tristeza serena. As l\u00e1grimas se sucedem umas \u00e0s outras, chegam at\u00e9 o joelho para indicar o impulso com que elas s\u00e3o choradas, o fundo de alma que est\u00e1 nisso. Como para indicar que assim como as l\u00e1grimas lhe correm quase ao longo de todo o corpo, esta dor inunda toda a alma.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Depois, como fagulhas de luz, elas desapareciam.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>As l\u00e1grimas de Nossa Senhora deveriam: cair na terra? ficar formando um bolinho misturado com terra? ou prosaicamente empapar o vestido dEla?<\/p>\n<p>A gente pode compreender uma rainha com os h\u00e1bitos \u00famidos e pesados de l\u00e1grimas? N\u00e3o.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, esse desaparecer como fa\u00edscas \u00e9 uma beleza. A l\u00e1grima que no \u00faltimo momento brilha, d\u00e1 uma luz e \u00e9 recolhida pelo Padre Eterno nos seus esplendores, \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o lind\u00edssima para um problema que facilmente poderia se tornar prosaico.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Eram brilhantes e cheias de amor.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m as l\u00e1grimas de uma tal rainha deviam ser luminosas. N\u00e3o podiam ser l\u00e1grimas opacas. N\u00e3o podiam ser l\u00e1grimas \u201cterrosas\u201d. L\u00e1grima dAquela que \u00e9 toda pura, s\u00f3 pode ser l\u00e1grima cristalina. E tinham um brilho de amor. A gente compreende que um certo brilho possa significar especialmente o amor. Vejam o mundo de tato que h\u00e1 em todas essas formula\u00e7\u00f5es. Como tudo isso \u00e9 bem pensado.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong><em>Eu quisera consol\u00e1-la e que Ela n\u00e3o chorasse, mas parecia-me que precisava mostrar suas l\u00e1grimas para melhor mostrar<\/em><\/strong><\/span><span style=\"color: #800080;\"><strong><em><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/vela-da-reparacao\/?origem=1\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-medium wp-image-15235\" title=\"La Salette, o pranto de Nossa Senhora\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/La-Salette-o-pranto-de-Nossa-Senhora-218x300.jpg\" alt=\"\" width=\"218\" height=\"300\" \/><\/a><\/em><\/strong><\/span><span style=\"color: #800080;\"><strong><em> seu amor esquecido pelos homens.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong><em>As l\u00e1grimas de nossa terna M\u00e3e, longe de enfraquecer seu ar de majestade de rainha e senhora, pareciam, ao contr\u00e1rio, embelez\u00e1-la, &#8230;<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>A verdadeira rainha \u00e9 tal que ela tem uma beleza quando ela est\u00e1 alegre; outra beleza quando ela est\u00e1 triste; outra beleza quando ela est\u00e1 despreocupada. Em tudo s\u00e3o belezas especiais. Em Nossa Senhora as l\u00e1grimas davam uma beleza inconfund\u00edvel, que \u00e9 a beleza da dor da rainha. \u00c9 um aspecto fision\u00f4mico pr\u00f3prio.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>&#8230; torn\u00e1-la mais am\u00e1vel, mais radiante. <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Am\u00e1vel: quer dizer digna de amor. Mais irradiante: quer dizer mais a sua personalidade se expandia.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Os olhos da Sant\u00edssima Virgem, nossa terna M\u00e3e, n\u00e3o podem ser descritos por uma l\u00edngua humana. Para deles falar, seria preciso um serafim. Seria preciso a pr\u00f3pria linguagem de Deus, que formou a Virgem Imaculada, obra prima de seu poder.<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>A face \u00e9 resumo do corpo. Os olhos s\u00e3o o resumo da\u00a0 face. Quer dizer, os olhos s\u00e3o a quintess\u00eancia de toda a express\u00e3o do corpo. Ent\u00e3o, como \u00e9 que se exprimiria a alma de Nossa Senhora na parte de seu corpo sant\u00edssimo que \u00e9 a mais expressiva? Realmente, \u00e9 sublime, o pr\u00f3prio do sublime \u00e9 n\u00e3o poder ser descrito por l\u00edngua humana.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Os olhos da augusta Maria pareciam mil e mil vezes mais belos do que os brilhantes, os diamantes e as pedras preciosas. <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Mas uma vez vem uma compara\u00e7\u00e3o que nos deve ser cara: comparar n\u00e3o s\u00f3 as l\u00e1grimas de Nossa Senhora, mas tamb\u00e9m os olhos dEla, com cristais, com pedrarias; de tal maneira o cristal \u00e9, na ordem da mat\u00e9ria, uma criatura excelente.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800080;\">\u00a0<em>Eram como a porta de Deus de onde se podia ver tudo aquilo que pode encantar a alma. <\/em><\/span><\/strong><\/p>\n<p>A express\u00e3o \u00e9 magn\u00edfica. Porque na Ladainha se diz: <em>Janua Caeli<\/em>, Porta do C\u00e9u. E, realmente, Nossa Senhora \u00e9 a mais clara manifesta\u00e7\u00e3o de Deus; mais do que qualquer anjo. E quem olhar, portanto, os olhos de Nossa Senhora, olha a mais alta manifesta\u00e7\u00e3o de alma de uma alma que \u00e9 o espelho da justi\u00e7a de Deus. Ent\u00e3o, a gente compreende que \u00e9 qualquer coisa totalmente inef\u00e1vel, indiz\u00edvel. N\u00e3o se pode dizer o que seja a express\u00e3o de olhar de Nossa Senhora.<\/p>\n<p>Mais transcendente somente o olhar de Nosso Senhor Jesus Cristo! Se pensarmos nos mil olhares de Nosso Senhor, se acompanharmos as cenas do Evangelho pensando no olhar que Ele tinha na Ceia, s\u00f3 isso d\u00e1 uma medita\u00e7\u00e3o dos Evangelhos superabundante, magn\u00edfica.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>\u00a0<em>Somente essa vis\u00e3o dos olhos da mais pura das Virgens seria suficiente para ser o C\u00e9u de um bem-aventurado.\u00a0 <\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Fala da mais pura das virgens naturalmente porque chamou a aten\u00e7\u00e3o dela a pureza desse olhar. E como \u00e9 que n\u00e3o poderia ser pur\u00edssimo? \u00c9 um olhar \u201ccastificante\u201d (que comunica castidade a quem Ela olha). Quem olhasse esse olhar, poderia ficar casto a vida inteira na hora, s\u00f3 porque seu olhar conseguiu fitar o olhar imaculadamente puro de Nossa Senhora. Seria suficiente para fazer uma alma entrar na plenitude da vontade do Alt\u00edssimo, entre todos os acontecimentos que sucedem no curso da vida. Quem visse os olhos de Nossa Senhora, faria a vontade de Deus para sempre. Seria suficiente para impelir uma alma a cont\u00ednuos atos de louvor, agradecimento, repara\u00e7\u00e3o e expia\u00e7\u00e3o. Ou seja, bastaria isso para ter tanto o que louvar, tanto que expiar, tanto para reparar, tanto para dar a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as, que a vida inteira se passaria nisso.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800080;\">\u00a0<em>Somente esta vis\u00e3o concentra a alma em Deus e a torna como morta-viva, que olha as coisas da terra, mesmo as coisas aparentemente mais s\u00e9rias, como brinquedos de crian\u00e7a. <\/em><\/span><\/strong><\/p>\n<p>Quer dizer, depois que uma pessoa viu isso ela n\u00e3o d\u00e1 import\u00e2ncia a mais nada, e s\u00f3 d\u00e1 import\u00e2ncia a n\u00e3o pecar.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/oratoriodamedalhamilagrosa.org.br\/vela-da-reparacao\/?origem=1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter  wp-image-15236\" title=\"Acenda agora uma Vela da Repara\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/vela-da-repara\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"\" width=\"532\" height=\"201\" \/><\/a><\/p>\n<p>*\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *<\/p>\n<p>Isto posto, vamos pedir a Nossa Senhora de la Salette que nos d\u00ea uma impregna\u00e7\u00e3o de algo dessas gra\u00e7as em nossa alma. E que, sobretudo, tenhamos a apet\u00eancia de ver os sagrados olhos dEla, o espelho de Sua Face, espelho de Seu Cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Que n\u00f3s possamos, por esta forma, ter a apet\u00eancia de ver os olhos de Nossa\u00a0 Senhora no C\u00e9u.<\/p>\n<p>Imaginem que o C\u00e9u fosse s\u00f3 isto: durante a eternidade, sentirmos sobre n\u00f3s, fixos, os olhos de Nossa Senhora, e os olhos divinos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mesmo se n\u00e3o houvesse mais nada e j\u00e1 ter\u00edamos mat\u00e9ria para sermos inundados de felicidade eternamente!<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, para nos dar um desejo do C\u00e9u, devemos pensar numa eternidade nesses olhos, contendo todas as variedades de express\u00e3o, todas as express\u00f5es de amor para conosco, de sublimidade, de grandeza de Deus, tudo isso pousado sobre n\u00f3s a nos ver e a\u00a0 nos analisar, a se embeber em n\u00f3s, e n\u00f3s embebidos eternamente neles. N\u00e3o precisaria mais nada para termos um imenso, um t\u00e3o grande desejo do C\u00e9u, que ser\u00edamos propensos a fazer uma ora\u00e7\u00e3o pedindo para morrer logo.<\/p>\n<p><em>\u00a0Fonte: Excertos de reuni\u00e3o, feita em 19-9-1966, pelo Prof. Pl\u00ednio Corr\u00eaa de Oliveira.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No livro de Pie R\u00e9gamey, \u201cLes plus beux textes sur la Vierge\u201d, (\u00c9ditions La Colombe, Paris, 1946, pp.387 ss.) vem um depoimento feito por M\u00e9lanie Calvat, que \u00e9 a menina que teve a vis\u00e3o de Nossa Senhora de La Salette, em 19 de setembro de 1846: Vamos ver a narra\u00e7\u00e3o, parte por parte. \u00a0A Sant\u00edssima [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":31,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[20],"tags":[304,381,568],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v17.4 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A descri\u00e7\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette - Parte 2 - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A descri\u00e7\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette - Parte 2 - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"No livro de Pie R\u00e9gamey, \u201cLes plus beux textes sur la Vierge\u201d, (\u00c9ditions La Colombe, Paris, 1946, pp.387 ss.) vem um depoimento feito por M\u00e9lanie Calvat, que \u00e9 a menina que teve a vis\u00e3o de Nossa Senhora de La Salette, em 19 de setembro de 1846: Vamos ver a narra\u00e7\u00e3o, parte por parte. \u00a0A Sant\u00edssima [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2012-07-01T03:00:06+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/La-Salete.jpg\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Gabriel Barbosa\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"9 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/\",\"name\":\"Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"description\":\"Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#primaryimage\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"url\":\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/La-Salete.jpg\",\"contentUrl\":\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/La-Salete.jpg\"},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#webpage\",\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/\",\"name\":\"A descri\\u00e7\\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette - Parte 2 - Associa\\u00e7\\u00e3o Devotos de F\\u00e1tima\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#primaryimage\"},\"datePublished\":\"2012-07-01T03:00:06+00:00\",\"dateModified\":\"2012-07-01T03:00:06+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A descri\\u00e7\\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette &#8211; Parte 2\"}]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753\",\"name\":\"Gabriel Barbosa\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#personlogo\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Gabriel Barbosa\"},\"url\":\"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/author\/gabrielpmk-com-br\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A descri\u00e7\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette - Parte 2 - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A descri\u00e7\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette - Parte 2 - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","og_description":"No livro de Pie R\u00e9gamey, \u201cLes plus beux textes sur la Vierge\u201d, (\u00c9ditions La Colombe, Paris, 1946, pp.387 ss.) vem um depoimento feito por M\u00e9lanie Calvat, que \u00e9 a menina que teve a vis\u00e3o de Nossa Senhora de La Salette, em 19 de setembro de 1846: Vamos ver a narra\u00e7\u00e3o, parte por parte. \u00a0A Sant\u00edssima [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/","og_site_name":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","article_published_time":"2012-07-01T03:00:06+00:00","og_image":[{"url":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/La-Salete.jpg"}],"twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Gabriel Barbosa","Est. tempo de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website","url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/","name":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","description":"Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#primaryimage","inLanguage":"pt-BR","url":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/La-Salete.jpg","contentUrl":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/La-Salete.jpg"},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#webpage","url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/","name":"A descri\u00e7\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette - Parte 2 - Associa\u00e7\u00e3o Devotos de F\u00e1tima","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#primaryimage"},"datePublished":"2012-07-01T03:00:06+00:00","dateModified":"2012-07-01T03:00:06+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-descricao-da-fisionomia-de-nossa-senhora-de-la-salette-parte-2\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A descri\u00e7\u00e3o da fisionomia de Nossa Senhora de La Salette &#8211; Parte 2"}]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#\/schema\/person\/f35a5c5aa7728a3dedf4ea9aa1fc2753","name":"Gabriel Barbosa","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/#personlogo","inLanguage":"pt-BR","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2b2cb2f4637682c5605e8d36818f51ef?s=96&d=mm&r=g","caption":"Gabriel Barbosa"},"url":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/author\/gabrielpmk-com-br\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15228"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/31"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15228"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15228\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15228"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15228"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15228"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}