{"id":1319,"date":"2009-12-24T00:02:21","date_gmt":"2009-12-24T02:02:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=1319"},"modified":"2009-12-24T00:02:21","modified_gmt":"2009-12-24T02:02:21","slug":"natal-uma-visao-real-e-profunda-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/natal-uma-visao-real-e-profunda-parte-ii\/","title":{"rendered":"NATAL &#8211; UMA VIS\u00c3O REAL E PROFUNDA &#8211; parte II"},"content":{"rendered":"<p><strong>A casa da Sagrada Fam\u00edlia: reflex\u00f5es<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\u00a0<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!-- FC9637AF-3048-560B-1CE297CE45CF8065(2) --><em><\/p>\n<figure id=\"attachment_1321\" aria-describedby=\"caption-attachment-1321\" style=\"width: 215px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1321\" title=\"CAPA02\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/12\/CAPA021.jpg\" alt=\"Interior da Casa de Nazar\u00e9 - Santu\u00e1rio de Nossa Senhora de Loreto (It\u00e1lia) - Que maravilhas ocorreram entre essas Sagradas paredes! \" width=\"215\" height=\"144\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1321\" class=\"wp-caption-text\">Interior da Casa de Nazar\u00e9 - Santu\u00e1rio de Nossa Senhora de Loreto (It\u00e1lia) - Que maravilhas ocorreram entre essas Sagradas paredes! <\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cEla<\/p>\n<p>[Nossa Senhora]<em> pensando no que aconteceria, considerando tamb\u00e9m que viria um determinado momento em que os Anjos haveriam de exercer seu poder sobre essa casa santa e lev\u00e1-la pelos ares, a fim de que ela n\u00e3o ca\u00edsse nas m\u00e3os dos maometanos. <\/em><\/em><\/p>\n<p><em>Prevendo que a santa casa de Nazar\u00e9 ia ser depositada num lugar chamado Loreto, na It\u00e1lia, e que ali um n\u00famero incont\u00e1vel de peregrinos, provavelmente at\u00e9 o fim do mundo, iriam venerar as paredes santas que circunscreveram o local onde ecoaram as conversas da Sagrada Fam\u00edlia. <\/em><\/p>\n<p><em>Onde se ouviram os risos c\u00e2ndidos e cristalinos do Menino Jesus; onde se ouviu a voz grave, paterna, afetuosa de S\u00e3o Jos\u00e9; onde se ouviu a voz modelada quase ao infinito, como um \u00f3rg\u00e3o, de Nossa Senhora, exprimindo adora\u00e7\u00e3o, venera\u00e7\u00e3o, em todos os seus graus, em todas as modalidades. Em tudo isso Ela pensava.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cEla refletia sobre os milagres da vida p\u00fablica de Nosso Senhor, nos milagres que o Divino Redentor iria operar, nas almas que Ele iria atrair. Como tudo isto desfecharia no momento em que Ele come\u00e7aria a ser recusado pelos judeus; recusado e esquecido por seus pr\u00f3prios Ap\u00f3stolos, devido \u00e0 moleza e tibieza deles; e ainda na trai\u00e7\u00e3o de Judas.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cDepois Ela pensava em Pentecostes, na dilata\u00e7\u00e3o da Igreja por toda a bacia do Mediterr\u00e2neo, por lugares misteriosos por onde andaram os Ap\u00f3stolos, enchendo a Terra com sua presen\u00e7a. Meditava Ela na liberta\u00e7\u00e3o da Igreja pelo Imperador Constantino, na Igreja que brilharia na face da Terra, na invas\u00e3o dos b\u00e1rbaros; e depois em S\u00e3o Bento, o qual conseguiria sair de um pantanal e caminharia at\u00e9 Subiaco; e que ali, ele, o Patriarca do Ocidente, come\u00e7aria nova vida espiritual, da qual nasceria a Idade M\u00e9dia, com todos seus esplendores.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cNasceria a Idade M\u00e9dia, mas como r\u00e9plica infame a S\u00e3o Bento, o pecado imenso: come\u00e7aria a Revolu\u00e7\u00e3o, e as ondas que subiriam, as inj\u00farias atrozes. O Renascimento, o Humanismo, o Protestantismo, depois a Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, a Revolu\u00e7\u00e3o Comunista, a Quarta-Revolu\u00e7\u00e3o (o hippismo, o punkismo etc.). Esta \u00faltima, com uma gesta\u00e7\u00e3o t\u00e3o enigm\u00e1tica, t\u00e3o dif\u00edcil de definir em seus verdadeiros contornos, t\u00e3o infame em tudo quanto dela j\u00e1 sabemos.<\/em><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\u00a0<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!-- FC976765-3048-560B-1CA2B746405CE909(2) --><em><img loading=\"lazy\" width=\"215\" height=\"195\" class=\"alignleft size-full wp-image-1322\" title=\"bolas_natal\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/12\/bolas_natal.bmp\" alt=\"bolas_natal\" \/>\u201cTudo isso, mas tamb\u00e9m, tamb\u00e9m&#8230; um des\u00edgnio de Nossa Senhora pelo qual, em certo momento, sobre esse mar de lama, come\u00e7asse a boiar uma p\u00e9tala de rosa<\/em> &#8230;. [o Autor refer-se a grandes gra\u00e7as que a Divina Provid\u00eancia dispensaria \u00e0s almas e \u00e0 sociedade humana em nossa \u00e9poca].<\/p>\n<p><em>\u201cDepois, nosso chamado. Cada um pode voltar-se, aos p\u00e9s do Pres\u00e9pio, para narrar sua hist\u00f3ria individual e expor como caminhou a gra\u00e7a divina em sua alma &#8230;. os altos e baixos, os <\/em>\u2018sins\u2019<em> e os <\/em>\u2018n\u00e3os\u2019<em> os movimentos do orgulho&#8230; meu Deus! os movimentos da sensualidade; a vit\u00f3ria, \u00e0s vezes a derrota, mas depois de novo a vit\u00f3ria e a miseric\u00f3rdia de Deus.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0Mas haveria alguns que cairiam pelo caminho, que jazeriam ao longo da estrada; e haveria a prece dos que n\u00e3o ca\u00edram por aqueles que ca\u00edram, e a m\u00e3o de Nossa Senhora que, de vez em quando, reergueria algum para que voltasse ao bom caminho\u201d.<\/em><\/p>\n<p><strong>S\u00faplicas e gratid\u00e3o de um batalhador cat\u00f3lico<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\u00a0<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!-- FC97D716-3048-560B-1C10C6658E0AA87D(2) --><em><img loading=\"lazy\" width=\"116\" height=\"215\" class=\"alignleft size-full wp-image-1323\" title=\"anjinhos_natal\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/12\/anjinhos_natal.bmp\" alt=\"anjinhos_natal\" \/>\u201cTudo isto ocorreria atrav\u00e9s de obscuridades que n\u00f3s n\u00e3o conhecemos, at\u00e9 o advento da interven\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora: que venha o Reino de Maria!<\/em> [predito pela M\u00e3e de Deus, em F\u00e1tima].<\/p>\n<p><em>\u201cTudo isto n\u00f3s devemos considerar quando estivermos aos p\u00e9s do Pres\u00e9pio e dizer:<\/em><\/p>\n<p><em>\u201c\u2014 Ele <\/em>[o Menino Jesus]<em> \u00e9 a Pedra de divis\u00e3o, a Pedra de esc\u00e2ndalo que divide a Hist\u00f3ria ao meio. Tudo quanto est\u00e1 com Ele \u00e9 a Contra-Revolu\u00e7\u00e3o, tudo quanto \u00e9 contra Ele \u00e9 a Revolu\u00e7\u00e3o.<\/em> (*)<\/p>\n<p><em>\u201cAqui est\u00e1 um, Senhor Jesus Cristo, trazido pela gra\u00e7a, que vossa divina M\u00e3e, vossa celeste M\u00e3e, por suas preces obteve de V\u00f3s; aqui est\u00e1 este batalhador, ajoelhado diante de V\u00f3s, antes de tudo para Vos agradecer.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cAgrade\u00e7o a vida que destes a meu corpo, agrade\u00e7o o momento em que insuflastes minha alma. Agrade\u00e7o o plano eterno que t\u00ednheis a respeito de mim, como de qualquer homem, um plano determinado e individual, mediante o qual deveria haver, nos des\u00edgnios de Deus, algu\u00e9m que seria eu, que dentre os homens haveria de ocupar este lugar, m\u00ednimo que seja, mas um lugar no enorme mosaico de criaturas humanas que devem subir ao C\u00e9u.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cAgrade\u00e7o-Vos por terdes apresentado uma luta em meu caminho, para que eu pudesse ser her\u00f3i.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cAgrade\u00e7o-Vos a for\u00e7a que V\u00f3s me cedestes para resistir e para lutar, para combater e rezar&#8230; \u2018A Dios orando y con el mazo dando\u2019 <\/em>(A Deus rezando e golpeando com o bord\u00e3o)<em>, dizia Santo Antonio Maria Claret, o fundador dos Padres do Cora\u00e7\u00e3o de Maria.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cAgrade\u00e7o-Vos tudo isso, mas agrade\u00e7o mais, agrade\u00e7o-Vos todos os anos de minha vida que j\u00e1 se foram e que se tenham passado na vossa gra\u00e7a. <\/em><\/p>\n<p><em>\u201cAgrade\u00e7o-Vos os anos que se foram e que n\u00e3o se passaram em vossa gra\u00e7a, porque V\u00f3s os encerrastes, num determinado momento, com vossa gra\u00e7a, abandonando eu o caminho da desgra\u00e7a, para entrar de novo na vossa amizade.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cAgrade\u00e7o-Vos, \u00f3 Divino Infante, \u00f3 Menino Jesus &#8230;. tudo o que fiz de dif\u00edcil para combater meus defeitos; eu Vos agrade\u00e7o por n\u00e3o Vos terdes impacientado comigo e por me terdes conservado vivo, a fim de que eu ainda tivesse tempo de corrigi-los at\u00e9 a hora de morrer. E se uma prece eu Vos posso dirigir nesta noite de Natal, Senhor Jesus, \u00e9 a prece que se encontra num dos salmos:<\/em><\/p>\n<p>\u201c\u2018N\u00e3o me chames na metade dos meus dias\u2019 (Salmo 101). <em>Eu a transformo <\/em>[a prece] <em>um tanto, n\u00e3o quero saber quantos foram os meus dias \u2013 talvez j\u00e1 tenham uma dura\u00e7\u00e3o exorbitante \u2013, mas eu a altero:<\/em> \u2018N\u00e3o me tireis os dias, na metade da minha obra\u2019; <em>e me ajudeis para que meus olhos n\u00e3o se cerrem pela morte, meus m\u00fasculos n\u00e3o percam seu vigor, minha alma n\u00e3o perca sua for\u00e7a e agilidade antes que eu tenha, por vossa gl\u00f3ria, vencido em mim mesmo todos meus defeitos, galgado todas as alturas interiores para as quais fui criado; e que, no vosso campo de batalha, eu tenha, por feitos her\u00f3icos, prestado a V\u00f3s toda a gl\u00f3ria que esper\u00e1veis de mim quando V\u00f3s me criastes\u201d.<\/em><\/p>\n<p><strong>Bel\u00e9m&#8230; Tabor&#8230; Calv\u00e1rio&#8230;Ju\u00edzo Final<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span><img loading=\"lazy\" width=\"215\" height=\"214\" class=\"alignleft size-full wp-image-1324\" title=\"belem_natal\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/12\/belem_natal.bmp\" alt=\"Adora\u00e7\u00e3o dos Reis Magos - Afresco de Giotto (s\u00e9c. XIV), Capela dos Scrovegni, P\u00e1dua (It\u00e1lia\" \/><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!-- FC96EB5F-3048-560B-1C161B1DBC79E0BD(2) --><em>\u201cSenhor Jesus, quantas as contradi\u00e7\u00f5es com as quais quisestes coroar a noite mil vezes gloriosa de vosso Santo Natal!<\/em><\/p>\n<p><em>\u201c\u2018Coroa\u2019 sim, \u00e9 bem este o voc\u00e1bulo que conv\u00e9m com precis\u00e3o inteira, a esse conjunto de circunst\u00e2ncias, mediante as quais quisestes cercar a hora t\u00e3o rica em s\u00edmbolos de gl\u00f3ria e de dor.<\/em> [Hora]<em> em que, nascendo do seio da Virgem M\u00e3e, quisestes iniciar a caminhada esplendorosa: conduzindo-Vos da gruta de Bel\u00e9m at\u00e9 o alto do Tabor, e deste \u00faltimo ao Calv\u00e1rio.<\/em><\/p>\n<p><em>Esse trajeto haveria de encontrar seu termo final no momento esplendoroso e terr\u00edvel em que destruireis o anti-Cristo, aniquilareis os \u00faltimos mortais, encerrareis por um terr\u00edvel decreto de exterm\u00ednio a Hist\u00f3ria da humanidade, e baixareis \u00e0 Terra para iniciar o Julgamento de todos os homens!<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cContemplando todas essas cenas de dor e de vit\u00f3ria, de glorifica\u00e7\u00e3o suprema, como de condena\u00e7\u00e3o implac\u00e1vel e extrema, situamos a Festa de vosso santo Natal em sua plena perspectiva hist\u00f3rica. Sim, uma perspectiva na qual Deus e o dem\u00f4nio, o C\u00e9u e o Inferno, num contraste implac\u00e1vel, em uma luta extrema, haveriam de desfechar os seus golpes. <\/em><\/p>\n<p><em>At\u00e9 o momento em que, cessada a Hist\u00f3ria, s\u00f3 restariam em confronto bons e maus, uns votados pela Justi\u00e7a eterna para a felicidade inteira, perfeita, gloriosa e sem fim; e outros, para o abismo perp\u00e9tuo e insond\u00e1vel de dores, de opr\u00f3brios e de vergonhas, onde tudo n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o derrota, insucesso, gemido e revolta perfeitamente in\u00fatil!<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cDir-se-ia que n\u00e3o, j\u00e1 que na Noite Feliz os Anjos cantam<\/em> \u2018Gl\u00f3ria a Deus no mais alto dos C\u00e9us, e na Terra paz aos homens de boa vontade&#8217;. (Lc 2,14).<\/p>\n<p><em>\u201cSim, aos homens de boa vontade! Por\u00e9m, j\u00e1 havia tamb\u00e9m sob a ab\u00f3bada celeste constelada de estrelas, homens de m\u00e1 vontade. E eles continuariam a existir at\u00e9 o derradeiro instante do \u00faltimo dia. Certamente n\u00e3o era para eles \u2013 os malditos, os precitos \u2013 o prec\u00f4nio da paz, mas o da inexor\u00e1vel e total desgra\u00e7a\u201d.<\/em><\/p>\n<p><strong>Noite de Natal: gl\u00f3rias de aturdir, do\u00e7uras insond\u00e1veis<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1325\" title=\"CAPA14\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/12\/CAPA14.jpg\" alt=\"CAPA14\" width=\"166\" height=\"215\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><!-- FC971D9A-3048-560B-1C0673641DA01B62(2) --><em>\u201cV\u00f3s quisestes que rodeassem vosso Pres\u00e9pio n\u00e3o s\u00f3 as gl\u00f3rias de aturdir, que a V\u00f3s tocam na infinitude de vossa Santidade, mas as do\u00e7uras insond\u00e1veis do perfeito Cora\u00e7\u00e3o de M\u00e3e que vos adorou desde o primeiro instante de vosso ser. <\/em><\/p>\n<p><em>\u201c\u00c9 no \u00e1pice de todas essas perfei\u00e7\u00f5es que nossos olhos Vos contemplam hoje, na Noite de Natal.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cDe tantas contradi\u00e7\u00f5es, ao mesmo tempo magn\u00edficas e supremas, deslumbrantes e terr\u00edveis, decorre um ensinamento que, s\u00faplices, Vos pedimos marqueis em nossos cora\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m o mundo contempor\u00e2neo est\u00e1 imerso na contradi\u00e7\u00e3o. Vemos a contradi\u00e7\u00e3o entre a verdade e o erro, o bem e o mal: V\u00f3s, Senhor Jesus, e vossa Santa M\u00e3e, a cujo lado refulge a santidade de Jos\u00e9; e, de outro lado, o oceano das ignom\u00ednias, dos crimes, das abje\u00e7\u00f5es, nas quais vai se precipitando o mundo de hoje,<\/em> \u2018totus positus in maligno\u2019 (todo imerso no maligno).<\/p>\n<p><em>\u201cPara onde quer que voltemos nosso olhar, algo vemos, algo ouvimos que Vos ofende, Vos ultraja, e conspira contra V\u00f3s. N\u00e3o h\u00e1 hoje, n\u00e3o h\u00e1 para o dia de amanh\u00e3 algo que n\u00e3o se volte para Vos escarnecer, Vos golpear, Vos p\u00f4r em sangue e Vos arrastar \u00e0 Cruz.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cTudo em torno de V\u00f3s \u00e9 contradi\u00e7\u00e3o, no sentido de que, em torno de V\u00f3s, quase n\u00e3o h\u00e1 sen\u00e3o mal e o mal \u00e9 essencialmente contradit\u00f3rio.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cFazei, Senhora das Dores, que compreendamos esta hora de contradi\u00e7\u00e3o, mantendo-nos genuflexos aos p\u00e9s da Cruz, mas, ao mesmo tempo, eretos e destemidos como guerreiros \u2013 como Anjos, em pleno campo de batalha.<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cGuerreiros implac\u00e1veis, de cora\u00e7\u00e3o abrasado de amor a V\u00f3s e a vosso Divino Filho, para esmagarmos o mal, destro\u00e7armos as contradi\u00e7\u00f5es e elevar-Vos ao fast\u00edgio da gl\u00f3ria de vosso Reino, \u00f3 Maria!\u201d<\/em><\/p>\n<p><em>Ut adveniat Regnum Christi, adveniat Regnum Mariae!<\/em><\/p>\n<p>(Para que venha o Reino de Cristo, venha o Reino de Maria!)<\/p>\n<p>\u00a0*\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 *<\/p>\n<div>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"padding: 0cm;\" align=\"left\" valign=\"top\">Nota<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><span>Textos extra\u00eddos de confer\u00eancias proferidas pelo Prof. Plinio Corr\u00eaa de Oliveira a s\u00f3cios e cooperadores da TFP, por ocasi\u00e3o dos Natais dos anos 1988, 1989 e 1993.<\/span>(*) Esses termos s\u00e3o aqui empregados segundo o conceito exposto pelo Prof. Pl\u00ednio Corr\u00eaa de Oliveira na magistral obra <em>Revolu\u00e7\u00e3o e Contra-Revolu\u00e7\u00e3o<\/em>, a qual vem sendo reproduzida em nossa p\u00e1gina 2. <em>Revolu\u00e7\u00e3o \u00e9<\/em> o processo quatro vezes secular que vem desagregando a Civiliza\u00e7\u00e3o Crist\u00e3. <em>Contra-Revolu\u00e7\u00e3o<\/em> \u00e9 o movimento que visa restaurar essa mesma Civiliza\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div><strong>Fonte:<a href=\"http:\/\/www.catolicismo.com.br\/materia\/materia.cfm?IDmat=D3433965-3048-560B-1C9F55693CD00820&amp;mes=Dezembro1998&amp;pag=2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> Catolicismo<\/a><\/strong><a href=\"http:\/\/www.catolicismo.com.br\/materia\/materia.cfm?IDmat=D3433965-3048-560B-1C9F55693CD00820&amp;mes=Dezembro1998&amp;pag=2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> <\/a><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A casa da Sagrada Fam\u00edlia: reflex\u00f5es \u00a0 \u201cEla [Nossa Senhora] pensando no que aconteceria, considerando tamb\u00e9m que viria um determinado momento em que os Anjos haveriam de exercer seu poder sobre essa casa santa e lev\u00e1-la pelos ares, a fim de que ela n\u00e3o ca\u00edsse nas m\u00e3os dos maometanos. 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