{"id":13150,"date":"2012-04-17T00:00:18","date_gmt":"2012-04-17T03:00:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=13150"},"modified":"2012-04-17T00:00:18","modified_gmt":"2012-04-17T03:00:18","slug":"verdades-fundamentais-da-devocao-a-santissima-virgem-parte-v-final","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/verdades-fundamentais-da-devocao-a-santissima-virgem-parte-v-final\/","title":{"rendered":"Verdades fundamentais da devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Sant\u00edssima Virgem \u2013 Parte V (final)"},"content":{"rendered":"<p>Veja aqui a<a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2012\/04\/verdades-fundamentais-da-devocao-a-santissima-virgem-parte-i\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> Parte I<\/a> | <a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2012\/04\/verdades-fundamentais-da-devocao-a-santissima-virgem-parte-ii\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Parte II<\/a> | <a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2012\/04\/verdades-fundamentais-da-devocao-a-santissima-virgem-parte-iii\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Parte III<\/a> | <a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/2012\/04\/verdades-fundamentais-da-devocao-a-santissima-virgem-parte-iv\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Parte IV<\/a><\/p>\n<p style=\"padding-left: 60px;\"><strong>Exposi\u00e7\u00e3o feita pelo professor Plinio Corr\u00eaa de Oliveira sobre o Tratado da Verdadeira Devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora, de S\u00e3o Luis Grignion de Montfort.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-family: arial black,avant garde; color: #800080; font-size: medium;\"><strong> Caracter\u00edsticas da escravid\u00e3o a Nossa Senhora<\/strong><\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/Assun\u00e7\u00e3o.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignright  wp-image-13158\" title=\"Assun\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/Assun\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"\" width=\"212\" height=\"288\" \/><\/a>Vistos assim os t\u00f3picos 63, 64 e 65, que tratam de um assunto um tanto \u00e0 margem da mat\u00e9ria, mas muito interessante, voltemos ao Cap\u00edtulo II. Conforme prevenimos, nos ateremos menos ao texto, pelas raz\u00f5es que j\u00e1 demos.<\/p>\n<p>S\u00e3o Lu\u00eds Grignion exp\u00f5e, a partir do t\u00f3pico 69, o verdadeiro sentido da escravid\u00e3o. Mostra inicialmente as <strong>diferen\u00e7as entre o escravo e o servidor<\/strong>. &#8220;Servidor&#8221;, em sua linguagem, \u00e9 o empregado, locat\u00e1rio de servi\u00e7os, no sentido atual destes dois voc\u00e1bulos. Trata-se pois de estabelecer a diferen\u00e7a entre um &#8220;escravo&#8221; e um &#8220;empregado&#8221;, no sentido hodierno da palavra.<\/p>\n<p>As tr\u00eas principais diferen\u00e7as, postas em foco por ele, s\u00e3o:<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>a) a escravid\u00e3o se caracteriza, antes de tudo, por ser perp\u00e9tua.<\/strong><\/span> A loca\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, ao contr\u00e1rio, \u00e9 tempor\u00e1ria. Ela pode ser por tempo fixo ou indeterminado. De um modo ou de outro, em dado momento, qualquer das partes poder\u00e1 rescindir a loca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800080;\">b) A escravid\u00e3o \u00e9 incondicional, total, domina completamente o homem.<\/span><\/strong> O direito do senhor sobre o escravo \u00e9 um direito completo, chegando at\u00e9, nos pa\u00edses pag\u00e3os, a incluir o direito de vida e de morte. Os direitos do patr\u00e3o sobre o empregado s\u00e3o circunscritos: um colono, por exemplo, n\u00e3o pode ser obrigado abruptamente a trabalhar fora das horas de servi\u00e7o. Seu contrato de trabalho \u00e9 bem definido.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080;\"><strong>c) A \u00faltima diferen\u00e7a j\u00e1 est\u00e1 compreendida na incondicionalidade, mas conv\u00e9m destac\u00e1-la: trata-se da gratuidade.<\/strong><\/span> O trabalho escravo \u00e9 naturalmente gratuito. O senhor \u00e9 propriet\u00e1rio dos escravos, e portanto de seu trabalho. Qualquer que seja o valor desse trabalho, o senhor s\u00f3 deve ao escravo teto e alimento. A loca\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, pelo contr\u00e1rio, \u00e9 sempre remunerada. E o empregado \u00e9 livre de recusar o emprego, desde que o sal\u00e1rio n\u00e3o lhe convenha.<\/p>\n<p>Feitas estas distin\u00e7\u00f5es, S\u00e3o Lu\u00eds Grignion pergunta o que somos em rela\u00e7\u00e3o a Deus: escravos ou locat\u00e1rios de servi\u00e7os? E prova que, no sentido de que o dom\u00ednio de Deus sobre n\u00f3s \u00e9 perp\u00e9tuo, pleno e gratuito, somos escravos. Deus tem de fato sobre n\u00f3s um tal dom\u00ednio, que se nos ordenar qualquer coisa, devemos execut\u00e1-la por mero amor, de tal maneira que o far\u00edamos, ainda que n\u00e3o receb\u00eassemos d&#8217;Ele o C\u00e9u como recompensa.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium; font-family: arial black,avant garde; color: #800080;\">\u00a0<strong>Os diversos tipos de escravid\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n<p>S\u00e3o Lu\u00eds Grignion examina em seguida os <strong>diversos modos pelos quais algu\u00e9m se torna escravo:<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #800080; font-size: medium;\"><strong>1)<\/strong><\/span> Primeiramente, torna-se escravo <strong>por natureza<\/strong>. \u00c9 o caso de nossa escravid\u00e3o para com Deus. Somos escravos porque somos criaturas: toda criatura, pelo fato de ser criatura, \u00e9 naturalmente escrava de Deus Criador. Imaginemos um escultor que toma argila e nela esculpe uma est\u00e1tua. Imaginemos ainda que a est\u00e1tua comece a se movimentar. Entende-se que ela pertence, por natureza, \u00e0quele que a fez. Devendo o seu ser ao estatu\u00e1rio, a ele deve obedecer. Assim \u00e9 o homem, por natureza, escravo de Deus. Todas as criaturas &#8211; Nossa Senhora, os Anjos, os dem\u00f4nios &#8211; s\u00e3o, por natureza, escravas do Criador.<\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #800080; font-size: medium;\">2)<\/span><\/strong> Al\u00e9m desta, existe a forma de escravid\u00e3o <strong>por constrangimento<\/strong>. Quando um rei entra em um pa\u00eds que o agrediu injustamente, e o domina &#8211; diz nosso Santo &#8211; pode, em certos casos, reduzir seus habitantes a escravos. N\u00e3o ser\u00e3o escravos por natureza ou de livre vontade, mas por constrangimento, porque o rei vencedor lhes imp\u00f4s sua lei. Os dem\u00f4nios s\u00e3o escravos de Deus, por natureza e constrangimento. Revoltaram-se contra Deus, e n\u00e3o respeitaram Seus direitos. Deus ent\u00e3o interveio, e \u00e0 escravid\u00e3o de direito, em virtude da natureza dos dem\u00f4nios, somou uma escravid\u00e3o por constrangimento, pela for\u00e7a.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #800080;\">3)<\/span><\/strong><\/span> H\u00e1, por fim, uma terceira forma de escravid\u00e3o: <strong>por livre vontade<\/strong>. Admitamos que algu\u00e9m, por admirar muito a outrem, se lhe d\u00ea por escravo. \u00c9 um ato volunt\u00e1rio, pelo qual uma pessoa renuncia a toda sua liberdade, a todo o direito sobre si, e se coloca irrestritamente nas m\u00e3os de outrem. \u00c9 uma escravid\u00e3o por livre vontade.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/missaa.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13159\" title=\"Santa Missa\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/missaa.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"216\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #800080; font-size: medium; font-family: arial black,avant garde;\"><strong>\u00a0Seremos escravos, ou de Deus ou do dem\u00f4nio<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Parece-me conveniente assinalar o trecho abaixo. Consubstanciando ele uma vis\u00e3o t\u00e3o contra-revolucion\u00e1ria das coisas, conv\u00e9m que se saiba que \u00e9 opini\u00e3o de um santo, e n\u00e3o inven\u00e7\u00e3o nossa.<\/p>\n<p>&#8220;<em>Antes do batismo, \u00e9ramos escravos do dem\u00f4nio; o batismo nos fez escravos de Jesus Cristo. Importa, pois, que os crist\u00e3os sejam escravos, ou do dem\u00f4nio ou de Jesus Cristo<\/em>&#8221; (t\u00f3pico 73).<\/p>\n<p>Considere-se um formigueiro humano visto por um olhar teol\u00f3gico, do alto de um arranha-c\u00e9u. \u00c9 for\u00e7oso pensar: todos aqueles homens s\u00e3o escravos, ou de Deus ou do dem\u00f4nio. Portanto, eu tamb\u00e9m o sou, n\u00e3o h\u00e1 outra alternativa. Nada, pois, mais natural do que a seguinte pergunta, para se conhecer algu\u00e9m: \u00e9 escravo de Deus ou do dem\u00f4nio? Pois escravo ele o \u00e9, necessariamente.<\/p>\n<p>Em termos de doutrina cat\u00f3lica, como se demonstra isto? Podemos n\u00e3o querer tributar a Deus a escravid\u00e3o volunt\u00e1ria. Mas, com a escravid\u00e3o por natureza, tal n\u00e3o se pode dar, pois escravos de Deus n\u00f3s o somos, ainda que \u00e0 maneira dos dem\u00f4nios. Pois a desobedi\u00eancia \u00e0 Lei de Deus nos torna escravos do dem\u00f4nio, por v\u00e1rias raz\u00f5es:<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080; font-size: medium;\"><strong>a)<\/strong><\/span> Damo-nos ao dem\u00f4nio, porque quem rompe com Deus se entrega ao dem\u00f4nio;<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080; font-size: medium; font-family: arial black,avant garde;\">b)<\/span> Obedecemos ao dem\u00f4nio, porque seguimos a lei da carne, e a lei da carne \u00e9 a lei do dem\u00f4nio;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><strong><span style=\"color: #800080;\">c)<\/span><\/strong><\/span> Somos escravos do dem\u00f4nio tamb\u00e9m num sentido especial. O homem mau muitas vezes quereria o bem, mas n\u00e3o tem coragem e nem vontade de o praticar; pois sua vontade est\u00e1 culposamente manietada, est\u00e1 atada, est\u00e1 ligada por um v\u00ednculo que o impede de fazer o que quereria. \u00c9 esta uma forma de escravid\u00e3o &#8211; a escravid\u00e3o a seus v\u00edcios. Ou seja, \u00e9 a escravid\u00e3o ao dem\u00f4nio, pois quem se escraviza a seus v\u00edcios \u00e9 escravo de Satan\u00e1s.<\/p>\n<p>Conclui-se ent\u00e3o que todo homem ou \u00e9 escravo do dem\u00f4nio ou \u00e9 escravo de Jesus Cristo.<\/p>\n<p><span style=\"color: #800080; font-size: medium; font-family: arial black,avant garde;\">\u00a0<strong>Algumas aplica\u00e7\u00f5es dessa escravid\u00e3o \u00e0 vida espiritual<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Temos bem presente esta no\u00e7\u00e3o de que n\u00f3s, assim como todos os homens, somos escravos de Deus ou do dem\u00f4nio, e de que nisto n\u00e3o h\u00e1 meio termo? Compreendemos que essa classifica\u00e7\u00e3o dos homens nestes dois grupos de escravos corresponde bem ao esp\u00edrito contra-revolucion\u00e1rio?<\/p>\n<p>Aprofundando, poder\u00edamos rememorar epis\u00f3dios de nossa vida: fomos sempre escravos de Deus? Ou \u00e0s vezes o fomos do dem\u00f4nio? Ainda hoje, qual o nosso estado atual? De quem somos escravos no momento? Percebemos que estes princ\u00edpios que S\u00e3o Lu\u00eds Grignion lembra, sobre a escravid\u00e3o, determinam uma atitude vigorosa e intransigente perante a vida, parecida com a que os contra-revolucion\u00e1rios preconizamos? Ou temos o h\u00e1bito mental de viver despreocupadamente, como se ningu\u00e9m fosse realmente escravo de Deus ou do dem\u00f4nio?<\/p>\n<p>Temos o h\u00e1bito de julgar a pr\u00f3pria palavra &#8220;escravo&#8221; en\u00e9rgica demais, e que bastaria dizer-se &#8220;amigo&#8221; ou &#8220;simpatizante&#8221; de Deus? Julgamos que chamar um homem reto de &#8220;escravo de Jesus Cristo&#8221; \u00e9 en\u00e9rgico demais? Achamos que n\u00e3o se deve falar nesses termos?<\/p>\n<p>N\u00e3o sendo de Deus, por que logo de uma vez &#8220;do dem\u00f4nio&#8221;? N\u00e3o pode haver uma zona cinzenta entre esse branco e esse preto? A vida n\u00e3o ser\u00e1 muito mais agrad\u00e1vel se se considerar que existe essa zona cinzenta? Para S\u00e3o Lu\u00eds Grignion e para a doutrina cat\u00f3lica, no entanto, n\u00e3o \u00e9 assim. Precisamente a zona cinzenta n\u00e3o existe. T\u00e3o somente a branca ou a preta. S\u00f3 se pode pertencer a uma ou \u00e0 outra. E <strong>\u00e9 precisamente em fun\u00e7\u00e3o disto que muitas das atitudes contra-revolucion\u00e1rias se explicam<\/strong>.<\/p>\n<p><strong> A plena aceita\u00e7\u00e3o dessa doutrina de escravid\u00e3o<\/strong>, entretanto, n\u00e3o consiste apenas numa convic\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria, ela <strong>gera um estado de esp\u00edrito, uma atitude mental:<\/strong> o que se trata de adquirir \u00e9 uma posi\u00e7\u00e3o habitual perante os outros, de quem se sabe escravo e tem aos outros na conta de escravos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/PRC_Sag-Imagem-SRM-22.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-13161\" title=\"PRC_Sag Imagem SRM   22\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/PRC_Sag-Imagem-SRM-22-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a><span style=\"color: #800080; font-size: medium; font-family: arial black,avant garde;\"><strong>Por que ser escravo de Maria, que \u00e9 escrava de Deus?<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Por que ser escravo de Maria, em vez de o ser de Nosso Senhor Jesus Cristo &#8211; pergunta-nos S\u00e3o Lu\u00eds Grignion &#8211; j\u00e1 que Nossa Senhora \u00e9 tamb\u00e9m escrava? Maria Sant\u00edssima n\u00e3o diz de si &#8220;<em>ecce ancilla Domini<\/em>&#8220;? Por que, ent\u00e3o, ser escravo d&#8217;Ela? Sendo a Virgem Sant\u00edssima escrava, pode ter escravos? Que sentido racional tem isso?<\/p>\n<p>Inicialmente S\u00e3o Lu\u00eds Grignion faz uma introdu\u00e7\u00e3o muito inspirada a respeito das rela\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora com Nosso Senhor. Embora n\u00e3o mencionando aquelas <strong>palavras de S\u00e3o Paulo &#8220;<em>n\u00e3o sou eu que vivo, \u00e9 Jesus Cristo que vive em mim<\/em>&#8220;<\/strong> (Gal. 2,20), <strong>\u00e9 este o pensamento que o santo desenvolve, mostrando que Jesus Cristo vive numa pessoa quando ela se santifica. E quando atinge a santidade, j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 aquela pessoa que vive, mas Jesus Cristo que vive nela<\/strong>.<\/p>\n<p>Ora, sendo Nossa Senhora absoluta, inteira e perfeitamente santa, \u00e9 tamb\u00e9m absoluta, inteira e perfeitamente Jesus Cristo que vive n&#8217;Ela. <strong> Estabelecer uma separa\u00e7\u00e3o entre Maria e Jesus Cristo<\/strong>, de maneira a ser poss\u00edvel admir\u00e1-La sem admirar Jesus Cristo, ou cultu\u00e1-La sem cultuar a Jesus Cristo, <strong>segundo S\u00e3o Lu\u00eds Grignion \u00e9 o mesmo que procurar separar o calor da luz, numa chama que brilha e que ao mesmo tempo \u00e9 quente<\/strong>. S\u00e3o <strong>elementos que se podem distinguir, mas n\u00e3o se separar<\/strong>.<\/p>\n<p><strong> Os pares de Carlos Magno para nossos modelos<\/strong> &#8211; Podemos tornar mais claro o exposto com algumas compara\u00e7\u00f5es. Segundo a lenda ou a Hist\u00f3ria, <strong>os pares de Carlos Magno n\u00e3o foram apenas os sustent\u00e1culos que o auxiliaram a realizar a grande obra da defesa da Igreja e da funda\u00e7\u00e3o de um imp\u00e9rio crist\u00e3o, mas homens formados por ele mesmo para isto<\/strong>. Guerreiros surgidos ao longo de sua vida de rei-guerreiro, os pares se destacavam acima de outros guerreiros, pois <strong> ele os foi formando<\/strong> para a luta, para a batalha e para a guerra, <strong>de maneira a assimilarem seu esp\u00edrito cavalheiresco, suas id\u00e9ias e seus princ\u00edpios, e os aplicarem em suas pr\u00f3prias vidas<\/strong>.<\/p>\n<p>Podemos ent\u00e3o legitimamente dizer que, se um par de Carlos Magno absorveu, em toda a sua personalidade, todos os princ\u00edpios de seu chefe, a an\u00e1lise da personalidade desse par \u00e9 \u00fatil e interessante para quem queira conhecer Carlos Magno, pois foi uma reprodu\u00e7\u00e3o viva daquele imperador. Ele aplicou, em circunst\u00e2ncias j\u00e1 diferentes, os princ\u00edpios que Carlos Magno ensinou e viveu. Assim, <strong>para se conhecer Carlos Magno a fundo, h\u00e1 vantagem em conhecer a hist\u00f3ria de seus pares<\/strong>. S\u00e3o outros tantos Carlos Magno, atrav\u00e9s dos quais poderemos penetrar melhor no <strong>conhecimento da obra, da mentalidade e da vida do grande imperador<\/strong>. Enfim, isto \u00e9 t\u00e3o verdadeiro que, se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos nenhum documento sobre Carlos Magno, mas conhec\u00eassemos a hist\u00f3ria dos seus pares, atrav\u00e9s dela poder\u00edamos saber o que ele foi.<\/p>\n<p><strong> O mesmo se d\u00e1 com os santos em rela\u00e7\u00e3o a Nosso Senhor. S\u00e3o <em>alter Christus<\/em><\/strong>. E estas considera\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito mais verdadeiras no caso dos santos, pois o santo pratica a virtude her\u00f3ica, e imita portanto a Nosso Senhor <strong>em toda a medida do que lhe \u00e9 dado imitar<\/strong>. E mais verdadeiras s\u00e3o ainda em se tratando de <strong>Nossa Senhora<\/strong>, que <strong>\u00e9 em toda plenitude <em> alter Christus<\/em><\/strong>. A <strong>invoca\u00e7\u00e3o <em>Speculum Justiti\u00e6<\/em><\/strong>, da Ladainha Lauretana, neste sentido <strong>\u00e9 muito significativa<\/strong>, porque o espelho cont\u00e9m a imagem do original de modo insuperavelmente fiel, e tem a vantagem de n\u00e3o ter em si outra imagem sen\u00e3o aquela que ele reflete. Numa tela podemos distinguir a pessoa retratada do aspecto material da tela que entrevemos na pintura, mas o espelho s\u00f3 mostra a face daquilo que nele se reflete.<\/p>\n<p><strong> Sendo Nossa Senhora <em>Speculum Justiti\u00e6<\/em>, amando-A, admirando-A e reverenciando-A, estaremos amando, admirando e reverenciando a pr\u00f3pria Justi\u00e7a, ou seja, a Nosso Senhor Jesus Cristo<\/strong>.<\/p>\n<p>Por que ser mais especialmente escravo d&#8217;Ela? S\u00e3o Lu\u00eds Grignion nos sugere uma compara\u00e7\u00e3o popular muito significativa: Num reino absoluto &#8211; uma monarquia oriental, por exemplo &#8211; todos s\u00e3o, de certo modo, escravos do rei; mas ele pode ter certos escravos mais especialmente a servi\u00e7o da rainha; s\u00e3o escravos que ele d\u00e1 para que a rainha mande neles mais particularmente. Assim acontece tamb\u00e9m na Igreja Cat\u00f3lica e no universo. Sendo todos os homens escravos de Deus por natureza ou por conquista, e tamb\u00e9m, de algum modo, escravos por natureza de Nossa Senhora, \u00e9 poss\u00edvel a alguns oferecerem-se mais especialmente para servi-La, para glorific\u00e1-La, para serem Seus escravos e combaterem por Ela. S\u00e3o estes os chamados para a devo\u00e7\u00e3o especial que S\u00e3o Lu\u00eds Grignion recomenda em seu &#8220;Tratado&#8221;.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.pliniocorreadeoliveira.info\/DIS_1951_comentariosaotratado05.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Plinio Corr\u00eaa de Oliveira<\/a><\/p>\n<p>Fonte: P<a href=\"http:\/\/www.pliniocorreadeoliveira.info\/DIS_1951_comentariosaotratado05.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">linio Corr\u00eaa de Oliveira<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Veja aqui a Parte I | Parte II | Parte III | Parte IV Exposi\u00e7\u00e3o feita pelo professor Plinio Corr\u00eaa de Oliveira sobre o Tratado da Verdadeira Devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora, de S\u00e3o Luis Grignion de Montfort. 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