{"id":1257,"date":"2009-12-20T00:05:06","date_gmt":"2009-12-20T02:05:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/?p=1257"},"modified":"2009-12-20T00:05:06","modified_gmt":"2009-12-20T02:05:06","slug":"a-aldeia-o-pintor-e-a-rainha-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adf.org.br\/home\/a-aldeia-o-pintor-e-a-rainha-parte-i\/","title":{"rendered":"A aldeia, o Pintor e a Rainha &#8211; parte I"},"content":{"rendered":"<p><em>Neste\u00a0m\u00eas, nossos olhos e nossos cora\u00e7\u00f5es voltam-se para o Santo Natal. Voltam-se para a manjedoura onde repousa um Menino \u2013 o Divino Infante, adorado por sua M\u00e3e Pur\u00edssima e S\u00e3o Jos\u00e9, numa fria gruta de Bel\u00e9m. A alegria e a atmosfera natalina penetram nossos lares, brilham nos olhares inocentes, enchem de j\u00fabilo nossas almas. Mas, lamentavelmente, esse clima est\u00e1 quase desaparecendo nos dias de hoje. N\u00e3o deixemos que isso aconte\u00e7a! Depende de cada um de n\u00f3s. Todos podem dar seu contributo para impedir que se distancie da face da Terra o ambiente pr\u00f3prio ao Natal, outrora t\u00e3o marcante. <\/em><\/p>\n<p><em>Por\u00a0Wilson Gabriel da Silva<\/em><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a onclick=\"MM_openBrWindow('http:\/\/www.catolicismo.com.br\/materia\/fotogrande.cfm?idfoto=2e186eaf-e631-4553-b375-e0ff338bc42c','foto','scrollbars=yes,resizable=yes,width=400,height=520')\" href=\"javascript:;\"><\/a><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1258\" title=\"pedosalpes\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/pedosalpes.bmp\" alt=\"pedosalpes\" width=\"119\" height=\"144\" \/>\u00a0<span>\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div>\n<p>A pequena cidade ao p\u00e9 dos Alpes vai mergulhando na quietude, \u00e0 medida que um curto dia de inverno vai declinando. A neve cobre a paisagem, como alvo manto que aos poucos vai adquirindo tonalidades azuladas, enquanto as \u00faltimas claridades do dia disputam com a penumbra que avan\u00e7a.<\/strong><\/div>\n<div>\n<p>A fuma\u00e7a sobe com eleg\u00e2ncia do alto das chamin\u00e9s, e se difunde o agrad\u00e1vel aroma de variados quitutes. Entrecortam o sil\u00eancio, aqui e acol\u00e1, o cacarejar de algumas galinhas que se acomodam no poleiro, o latir de um c\u00e3o. Tudo indica a natureza preparando-se para o repouso.<\/p><\/div>\n<p>De vez em quando, os refr\u00e3os de uma cantoria profana partem de um beco unido \u00e0 rua principal. Sem d\u00favida, alguns folgaz\u00f5es antecipam na taverna a festa que ter\u00e1 lugar nas casas de fam\u00edlia. Pela cal\u00e7ada, duas mulheres sobem decididamente em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 pra\u00e7a.<\/p>\n<p>Os olhares denunciam o coment\u00e1rio ir\u00f4nico a respeito da taverna. A mais distinta n\u00e3o esconde sua reprova\u00e7\u00e3o, prevendo talvez os resultados do excesso de bebida.<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a onclick=\"MM_openBrWindow('http:\/\/www.catolicismo.com.br\/materia\/fotogrande.cfm?idfoto=1c7c4ea4-1099-43fb-bdff-24a9bdfe55c0','foto','scrollbars=yes,resizable=yes,width=400,height=520')\" href=\"javascript:;\"><\/a>\u00a0<span>\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div><strong><!-- 1c7c4ea4-1099-43fb-bdff-24a9bdfe55c0(2) -->\u00a0<\/strong><\/div>\n<div><strong><strong><em>A atmosfera natalina<\/em><\/strong><\/strong><\/div>\n<p><strong>\u00a0<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignright size-full wp-image-1259\" title=\"atmosfera\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/atmosfera.bmp\" alt=\"atmosfera\" width=\"107\" height=\"131\" \/>De longe, aproximam-se a passo lento dois homens, reflexivos. Um carrega o peso da idade e da vida. O outro, jovem, tem na face a marca da f\u00faria das paix\u00f5es. Do alto da pra\u00e7a, o esguio campan\u00e1rio da igrejinha, co roado por sua c\u00fapula dourada, domina o vilarejo. Subindo as escadarias, a catequista conduz um alegre bando de crian\u00e7as.<\/p>\n<p>O soar compassado do velho sino anunciando o<em> Angelus<\/em> parece convidar todos a buscar lenitivo no sacramento da penit\u00eancia. Dentro da igreja, um padre atende pacientemente a longa fila de confiss\u00f5es. Junto ao \u00f3rg\u00e3o, um coral afina os \u00faltimos acordes das m\u00fasicas que ser\u00e3o cantadas na Missa do Galo: <em>Stille Nacht, heilige Nacht<\/em>&#8230; &#8220;Noite silenciosa, noite sagrada&#8230;&#8221; \u00c9 v\u00e9spera de Natal!<\/p>\n<p>Se as ruas est\u00e3o quase vazias, dentro das casas a vida \u00e9 intensa. Na cozinha, as mulheres preparam com af\u00e3 deliciosos pratos que ser\u00e3o servidos na ceia, enquanto conversam animadamente. No sal\u00e3o, a juventude da casa decora o pres\u00e9pio e a \u00e1rvore de Natal. O av\u00f4 entret\u00e9m alguns netinhos com hist\u00f3rias de outros tempos. Uma pequena roda de homens conversa no sal\u00e3o. Anima\u00e7\u00e3o, calma, reflex\u00e3o, alegria primaveril, s\u00e3o sentimentos que se misturam nesse ambiente familiar profundamente cat\u00f3lico.<\/p>\n<p><!-- EndFragment --><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"left\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><span>\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div><strong><!-- 537b112a-78fa-41a3-b2fb-3ec4edf17131(2) -->\u00a0O <\/strong><strong><strong><em>\u00a0Redentor da humanidade<\/em><\/strong><\/strong><\/div>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-1260\" title=\"redentor\" src=\"http:\/\/www.adf.org.br\/home\/wp-content\/uploads\/2009\/11\/redentor.bmp\" alt=\"redentor\" width=\"103\" height=\"132\" \/>De um ambiente assim brotou a c\u00e9lebre can\u00e7\u00e3o natalina conhecida entre n\u00f3s como <em>Noite feliz<\/em>. Ainda hoje encontram-se aqui e acol\u00e1, na Europa crist\u00e3, restos vivos de tradi\u00e7\u00f5es que deram origem, por exemplo, \u00e0 flora\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es natalinas (s\u00f3 nos pa\u00edses de l\u00edngua alem\u00e3, s\u00e3o milhares). O mesmo se poderia dizer de contos e legendas, de brinquedos infantis ricos em inspira\u00e7\u00e3o e beleza.<\/p>\n<p>Por qu\u00ea?<\/p>\n<p>Simplesmente porque \u00e9 Natal. O Divino Infante faz da pobre manjedoura seu trono de gl\u00f3ria, distribuindo gra\u00e7as de bondade que abrandam os cora\u00e7\u00f5es, aplacam os rancores, dissipam os maus humores e disp\u00f5em as almas \u00e0 pr\u00e1tica da virtude.<\/p>\n<p>Talvez se possa dizer que o Natal \u00e9 a festa da inoc\u00eancia, porque nasceu o Inocente por excel\u00eancia, Nosso Senhor Jesus Cristo. O Verbo de Deus encarnou nas entranhas pur\u00edssimas de Maria, e depois entregou-se \u00e0 morte na cruz para nos resgatar a todos de toda iniq\u00fcidade<sup>1<\/sup>. Ou seja, do pecado, que \u00e9, em sua sordidez, imund\u00edcie, fei\u00fara, maldade, tirania, o oposto da inoc\u00eancia.<\/p>\n<p>Somos todos pecadores porque, filhos de Ad\u00e3o, nascemos com o pecado original. Mas o Natal revela muito bem a diferen\u00e7a que existe entre o pecador purificado pelas \u00e1guas do batismo, que conservou a inoc\u00eancia batismal ou ent\u00e3o reconhece seus pecados atuais, bate no peito com humildade e busca o perd\u00e3o, e aquele que orgulhosamente desafia a Deus, estadeando sua revolta.<\/p>\n<p>Os inocentes e os contritos, refugiando-se junto ao Menino Jesus e Maria Sant\u00edssima, encontrar\u00e3o a paz e a felicidade que s\u00e3o poss\u00edveis neste vale de l\u00e1grimas. Os revoltados viver\u00e3o perpetuamente na geena da inveja, do remorso, do \u00f3dio e do desespero.<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\u00a0<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div><strong><!-- bdfa2adb-e73a-4255-8e8c-f7b6327de437(2) -->\u00a0<\/div>\n<div><strong><strong><em>Cidades que s\u00e3o peda\u00e7os do C\u00e9u<\/strong><strong><\/div>\n<p><strong><em>\u201cSenta-te \u00e0 minha direita at\u00e9 que eu ponha teus inimigos por escabelo de teus p\u00e9s\u201d,<\/em> diz o Padre Eterno ao Verbo encarnado<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<p>Quem s\u00e3o esses inimigos contra os quais Nosso Senhor vem para triunfar? O dem\u00f4nio, o mundo e a carne; e os que tramam com o poder das trevas.<\/p>\n<p>Se quisermos, pois, reconstruir a cidade ideal, onde reine a ordem, o bem, a verdade, a beleza, devemos compreender a fundo essa oposi\u00e7\u00e3o irreconcili\u00e1vel entre a virtude e o pecado. Ser\u00e1 preciso que seus habitantes e dirigentes \u2014 sejam eles eclesi\u00e1sticos ou leigos, nobres ou plebeus \u2014 pratiquem integralmente os Mandamentos, tenham verdadeira devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora e esp\u00edrito de luta contra os inimigos de Cristo e da Igreja, seu Corpo M\u00edstico. Somente a sociedade imbu\u00edda desse esp\u00edrito profundamente crist\u00e3o poder\u00e1 gerar fam\u00edlias, aldeias, cidades e regi\u00f5es t\u00e3o encantadoras que parecem peda\u00e7os do C\u00e9u.<\/p>\n<p><!-- EndFragment --><\/p>\n<p>\u00a0Fonte: <a href=\"http:\/\/www.catolicismo.com.br\/materia\/materia.cfm?idmat=378&amp;mes=dezembro2002\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Catolicismo <\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><\/strong><\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"10\" width=\"1\" align=\"right\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><a onclick=\"MM_openBrWindow('http:\/\/www.catolicismo.com.br\/materia\/fotogrande.cfm?idfoto=275be293-38f1-41e8-ad05-e92b98e7a2d6','foto','scrollbars=yes,resizable=yes,width=400,height=520')\" href=\"javascript:;\"><\/a>\u00a0<span>\u00a0<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div><strong><!-- 275be293-38f1-41e8-ad05-e92b98e7a2d6(2) -->\u00a0<\/strong><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste\u00a0m\u00eas, nossos olhos e nossos cora\u00e7\u00f5es voltam-se para o Santo Natal. 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