Arquivo

Textos com Etiquetas ‘não ao aborto’

Ex-funcionária de clínica de aborto rompe silêncio…

6, agosto, 2011 7 comentários

Ex-funcionária de clínica de aborto rompe silêncio e abre a boca para defender a vida
***

Uma das armas mais poderosas no arsenal pró-vida é o testemunho autêntico daqueles que defenderam e ajudaram a fornecer abortos, e mais tarde viram a luz. Pessoas como o Dr. Bernard Nathanson, Carol Everett e Abby Johnson têm informações e discernimento que nos ajudarão a ganhar a guerra contra a indústria do aborto.

Jewels Green, mãe de três filhos e natural da cidade de Allentown, na Pensilvânia, fez a corajosa decisão de finalmente abrir a boca para defender a vida. Em seu primeiro testemunho público, ela falou com Live Action acerca de sua experiência de passar pelo sofrimento do aborto como adolescente e mais tarde passar vários anos trabalhando numa clínica de aborto.

Este é o testemunho dela:

Meu primeiro bebê faria 22 anos nesta semana.

Eu era uma adolescente de 17 anos, usando drogas e tendo já abandonado a escola secundária, mas quando a senhora do exame me disse que eu estava grávida, já me via como uma nova mãe.
Todos queriam que eu fizesse aborto… menos eu.

Eu realmente parei de usar drogas, fui a uma biblioteca e fiz uma busca minuciosa de um livro chamado “Under 18 and Pregnant” (Com Menos de 18 anos e Grávida) e comecei a lê-lo para me preparar. Agendei meu primeiro exame de saúde pré-natal. Meu namorado estava implacável. Estou deliberadamente omitindo os detalhes da violência, tanto real quanto ameaçada, mas finalmente cedi diante da insistência do meu namorado para não ter nosso bebê.

Em 4 de janeiro de 1989, ele me levou para a clínica de aborto, mas eu literalmente perdi toda esperança de salvar meu bebê.

Dois dias mais tarde, em 6 de janeiro de 1989, com 9 semanas e meia de gestação, fiz um aborto. Quase me matou. Não, não o procedimento cirúrgico, mas as consequências psicológicas. Tentei o suicídio três vezes depois do meu aborto e finalmente acabei numa repartição psiquiátrica para adolescentes num hospital comunitário durante um mês para me recuperar.

Fui pressionada a ter um aborto e achei que me tornando conselheira numa clínica de aborto, eu poderia ajudar outras mulheres como eu a realmente desabafarem seus sentimentos sobre a questão, verdadeiramente investigar suas opções e ajudá-las a fazerem decisões honestas e informadas — ou ajudá-las a deixar uma situação abusiva.

Trabalhei numa clínica de aborto durante cinco anos (desde a idade dos 18 até os 23) — não na mesma clínica onde fiz meu aborto. Comecei atendendo telefone, depois na recepção fazendo a inscrição das pacientes e aceitando pagamentos, então aprendi auxílio médico e ajudei no laboratório, pegava sinais vitais na sala de recuperação e lavava equipamentos na área de desinfecção. (Falarei mais disso depois.) Então, depois de dois anos trabalhando na clínica e começando a fazer faculdade como estudante de psicologia, fui treinada como conselheira.

A experiência de “aconselhamento” não era o que eu esperava. Praticamente todas as mulheres grávidas que chegavam à clínica para receberem “aconselhamentos de opções” já tinham feito sua decisão, mas apenas queriam examinar a clínica e ter respostas para suas perguntas e talvez obter alívio para seus temores. E a maioria das mulheres que chegavam sentia que não tinham nenhuma outra escolha. Poucas estavam realmente ambivalentes.

É nesse ponto que o movimento pró-aborto e as clínicas de aborto falham. Com certeza, tínhamos uma agendinha com os nomes e números de duas agências locais de adoção, mas nunca havíamos recebido treinamento ou instrução de como o processo de adoção funciona, de modo que pudéssemos explicar para as mulheres.

Tínhamos o número de telefone da filial local da [agência federal de assistência às mães e seu bebês] WIC, assistência pública, etc., mas de novo, não sabíamos nada acerca do processo se uma mulher chegasse a perguntar sobre detalhes. Se uma mulher grávida quisesse saber mais sobre essas outras escolhas, o melhor que a “conselheira de opções” poderia oferecer era uma nota de recado com um número de telefone apressadamente rabiscado nele.

Durante meu tempo na clínica, eu era uma apoiadora ferrenha do direito de abortar, enquanto o tempo inteiro eu sabia no meu coração que o que eu estava fazendo era errado, que eu sentia falta do meu bebê e que eu desejava que as coisas pudessem ser diferentes para mim. Em retrospecto, posso ver que ao me cercar de pessoas que criam que era certo abortar bebês, eu estava esperando que algum dia eu ficaria em paz com o fato de que eu havia abortado meu bebê. Isso nunca aconteceu.

Participei duas vezes em Washington, D.C. da marcha a favor do direito de abortar. Fiz pressões políticas em Harrisburg (a capital da Pensilvânia). Eu havia me unido a David Gunn, Jr. para fazer pressões políticas no Congresso em favor de sanções mais fortes contra os ativistas antiaborto que incomodam mulheres grávidas, jogam bombas em clínicas de aborto, intimidam funcionários de clínicas e matam médicos (como o pai de David, o Dr. David Gunn, que foi morto por um “ativista” antiaborto) — mas mesmo então nunca concordei com gritos de guerra tais como “Aborto legalizado e sem apologia!” que se entoavam em tais reuniões. Era — e é — muito mais complicado do que isso.

Depois de me formar na faculdade com um diploma em psicologia, deixei meu emprego na clínica para trabalhar no turno da noite atendendo uma linha telefônica especial para adolescentes em crise durante um ano antes de me mudar para a cidade de Nova Iorque para estudar pós-graduação. Depois de obter mestrado em psicologia, mudei de volta para minha cidade natal e trabalhei em tempo parcial na clínica durante boa parte de minha próxima gravidez.

Lembro-me de que numa manhã de sábado (um dia importante para operações, quando mais de 20 abortos estavam agendados e pelo menos doze manifestantes estavam do lado de fora, em pé ao longo do longo acesso de entrada que levava ao estacionamento da clínica) quando eu estava com cerca de seis meses de gravidez, muito visível — uma gravidez muito mais avançada do que o limite de aborto de gravidezes de 16 semanas que a clínica permitia — quando uma manifestante gritou para mim: “Seu bebê ama você!”

Sorri para mim mesma. Quando entrei e comecei a ajudar a enfermeira a arrumar a sala de recuperação, eu contei a ela sobre isso, e ela ficou indignada e horrorizada. Mesmo então — como uma funcionária ativa na clínica — dizer a uma mulher grávida que seu bebê a ama não parecia como uma coisa desagradável de se dizer, ou mesmo de se gritar, para uma mulher obviamente grávida.

Contudo, minha identificação pessoal como pró-vida só ocorreu muitos anos mais tarde. Depois de finalmente me perdoar pelo aborto do meu primeiro bebê, tive condições de ver o mundo de modo diferente. Depois de dois casamentos fracassados, pude finalmente fazer um compromisso e meu marido e eu estamos casados há onze anos. Depois de dar a luz três meninos do sexo masculino e sentir a vida crescer dentro de mim e conhecendo o ardoroso e impressionante amor que uma mãe pode sentir por um filho, pude finalmente reconhecer que, sim, a vida começa na concepção.

Mas só foi quando por acaso assisti aos vídeos de YouTube de Abby Johnson e então li o livro dela, Unplanned (Não planejado), que pude dizer alto que eu sou pró-vida. Foi a história estupenda de Abby, e seu testemunho corajoso e honesto, que me ajudaram a me juntar publicamente às fileiras do movimento pró-vida.

E embora agora me considere pró-vida, eu simplesmente não consigo agir de acordo com os extremistas dentro das fileiras do movimento que muitas vezes agem sem serem repreendidos por muitos da liderança com voz ativa na postura pró-vida.

Eu estava na recepção quando a clínica foi invadida em 22 de julho de 1992, que mais tarde apelidamos de “A Quarta-Feira do Inferno”. Seis pessoas invadiram a sala de espera com um grande instrumento de metal com múltiplos tubos ligados que todos presumimos era uma bomba, até que eles deslizaram os braços dentro do instrumento e começaram a cantar. Eles estavam na sala de espera “grudados” a essa coisa durante sete horas enquanto a polícia local e estadual e agentes do FBI tentavam negociar com eles e tirar deles o instrumento. Eles fizeram xixi no carpete. As funções diárias da clínica continuaram em outras partes do prédio.  
Como resultado dessa invasão, nenhuma mulher mudou de ideia.

Eu estava trabalhando na recepção no dia em que duas clínicas de aborto da cidade de Boston foram atacadas por um pistoleiro antiaborto armado que feriu cinco pessoas e matou duas. O pistoleiro ficou foragido por muitas horas antes de ser preso.

Boston está a cinco horas de onde eu trabalhava, e eu permaneci na recepção. (Meu tio, um sargento da polícia, insistiu em que eu vestisse um colete a prova de balas para trabalhar durante uma semana inteira depois desse acontecimento, e vesti.) Uma das ex-diretoras da clínica para quem eu trabalhava teve sua casa arrombada duas vezes, outra diretora rotineiramente vê manifestantes com piquetes em sua casa e teve a experiência de ser seguida do trabalho para casa por veículos estranhos em várias ocasiões. Tem de haver melhores maneiras de avançar a causa da vida.

Falando nisso: o aborto termina uma vida. Ponto final. Isso não está em questão, nem deveria estar. Essa é uma verdade fundamental. Trabalhei na sala de desinfecção onde os “produtos da concepção” (como tantos defensores do aborto — e conselheiros de clínicas de aborto — chamam o feto e a placenta) eram rearrumados e contados para garantir que “havíamos pegado todos os pedaços”.

No caso dos abortos feitos no início de gravidez, isso significava fazer flutuar o conteúdo do jarro em água para visualizar a vilosidade coriônica. No caso de abortos feitos em gravidezes de 8 semanas e meia a 12 semanas, isso significava contar mãos e pés, certificando-se de que a espinha dorsal, as costelas e o crânio estavam presentes, onde você tem uma ideia do que era feito. No caso de abortos em que o tempo de gestação do feto estava em questão, especialmente se havia uma chance de surpresa, significando uma gravidez abortada além do limite legal da clínica de 14 semanas de UPM (a partir do último período menstrual), os pés eram medidos para se apurar a exata idade da gestação.

Trabalhar na sala da desinfecção nunca era fácil. Eu via meu filho perdido em todos os jarros contendo partes de bebês abortados. Certa noite depois de trabalhar na sala de desinfecção, meus pesadelos sobre bebês mortos eram tão horríveis, nojentos e intensos que tive uma reunião com a diretora da clínica para conversar sobre meus sentimentos.

Ela foi muito compreensiva, aberta e honesta, e dolorosamente franca quando me disse: “O que fazemos aqui é acabar com a vida. Pura e simplesmente. Não há como negar esse fato. Para trabalhar aqui, você precisa aceitar essa realidade”. Depois de alguns dias de revezamento na sala de desinfecção, senti que já estava acostumada com aquilo e, Deus me ajude, voltei.

Quando eu estava no quarto ano de trabalho na clínica eles receberam permissão para fazer abortos até 16 semanas de UPM, uma mulher deixou e duas funcionárias — inclusive eu — se recusaram a trabalhar nos casos de gravidez avançada. Minha chefa foi compreensiva e me agendou para trabalhar com pacientes ginecológicas não grávidas naqueles dias.

Para mim mesma, sei em meu coração que eu nunca destruiria uma gravidez — NUNCA — nem nunca trabalharia numa clínica de aborto de novo. Se alguém que amo estivesse enfrentando uma gravidez não planejada, eu faria tudo o que pudesse para ajudá-la a achar um jeito de permanecer grávida e dar uma chance a esse bebê — quer se tornando mãe ou oferecendo o bebê para adoção.

Há um número muito grande de vidas inocentes sendo exterminadas em nosso país antes de terem a oportunidade de dar seu primeiro fôlego, e como nação deveríamos agir melhor. Precisamos agir melhor. Precisamos fornecer reais recursos para mães grávidas que estão enfrentando uma gravidez não planejada. As mulheres e os bebês de nosso país merecem coisas melhores. Afinal, às vezes as melhores coisas na vida não são planejadas.

Para o meu bebê que nunca nasceu: feliz dia de aniversário que você nunca teve. Sinto falta de você todos os dias. Com amor e lágrimas, mamãe.

Kristen Walker 21 de julho de 2011 (LiveAction.org/Notícias Pró-Família) —

Publicado com a permissão de Live Action blog

Fonte: Arquidiocese de Campo Grande

Governo Lula propõe despenalizar aborto na América Latina

28, julho, 2010 2 comentários

O Movimento em Defesa da Vida (MDV) no Brasil, denunciou a intenção do Governo Lula de propor a despenalização do aborto em todos os países da América Latina, através de um documento chamado “Consenso de Brasília”.

“No mais completo silêncio midiático, o governo brasileiro, em conjunto com a ONU, acaba de desfechar um novo e duro golpe contra o direito fundamental à vida”, indicam fontes do MDV.

Através da Secretaria de Políticas para as Mulheres, encabeçada pela Ministra Nilcéia Freire, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acaba de assinar um documento, no âmbito do direito internacional, que propõe para todos os governos da América Latina, inclusive o Brasil, a completa legalização do aborto.

(Manifeste-se contra este absurdo agora!)

O documento foi aprovado na sexta feira, dia 16 de julho de 2010, em Brasília, por ocasião da conclusão da XI Conferencia Regional sobre a Mulher da América Latina e Caribe, promovida pela CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe da ONU) em conjunto com a Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo Lula, e realizada em Brasília entre 12 e 16 de julho de 2010.

Ante isso, as fontes pró-vida criticaram que o documento se chame “Consenso de Brasília”, pois o texto não representa nenhum consenso “a não ser o das organizações que promovem o aborto e que dominaram completamente o desenrolar do evento, graças a um trabalho cuidadosamente planejado e patrocinado pela Fundação Ford de Nova York, iniciado nos anos 90 e descrito mais adiante no terceiro item desta mensagem. O MDV recordou que a maioria dos brasileiros, assim como os países latino-americanos, são contrários à legalização do aborto”.

não-vou-me-omitir1O “Consenso da Brasilia”, indicou o movimento pró-vida, “é também ilegal porque o Brasil, assim como diversos outros países latino americanos, estão comprometidos em virtude de vários tratados internacionais, de caráter vinculante, a reconhecer a personalidade jurídica desde a concepção e a defender a vida humana desde antes do nascimento”.

Fonte: ACI Digital

Arcebispo espanhol chama a desobedecer a lei do aborto

14, julho, 2010 1 comentário


 

Contra o "direito" de matar (aborto) e pelo direito de viver, Madri
Contra o “direito” de matar (aborto) e pelo direito de viver, Madri

O Arcebispo de Burgos, Dom Francisco Gil Hellín, advertiu que não existe o direito a matar um inocente e portanto não existe a obrigação de obedecer a nova lei do aborto, deve haver porém “uma oposição frontal e sem restrições”.

“Digamo-lo com total claridade: esta lei não é lei, embora se apresente assim por algumas instâncias políticas e legislativas. E não o é, porque ninguém tem direito a eliminar um inocente. Por isso, ela não obriga. Mais ainda, reclama uma oposição frontal e sem restrições”, expressou o Prelado em uma carta pastoral.

Dom Gil Hellín chamou a impedir a tirania porque a reta razão não admite o aborto como um direito, já que se trata de matar “uma pessoa que não tem nenhuma culpa”.

O Prelado assinalou que o “direito a existir de uma pessoa já concebida, embora ainda não tenha nascido, não é uma crença desta ou aquela religião. Não é preciso ser um fiel religioso para afirmar que um inocente tem direito a ser defendido e respeitado em sua integridade”.

O sentido comum se rebela ante o intento de eliminar a uma pessoa por uma responsabilidade alheia ou para “ganhar dinheiro ou votos”, acrescentou.

O Arcebispo indicou também que “é uma falácia afirmar que esta lei tenha sido passada pela maioria do Parlamento e que este representa a maioria dos cidadãos; ou dizer que se o Tribunal Constitucional opinar dessa forma, seria uma desobediência opor-se, e mereceria uma sanção”.

“A falácia consiste em atribuir a políticos, juízes ou cidadãos um direito que eles não têm. E ninguém tem direito a legislar que se possa matar um inocente”, expressou Dom Gil Hellín, quem chamou os espanhóis a ajudarem a “todas as mães que se encontram em dificuldades e facilitemos sua maternidade com todos os meios que dispomos”, para assim “parar esta seqüela do aborto que, só na Espanha, destruiu já mais pessoas que o número de habitantes das cidades de Zaragoza, Córdoba e Burgos”.

Fonte: Valores Inegociáveis

Pesquisa sobre o aborto

Precisamos unir nossas vozes contra o aborto na Espanha, pois se este temível dia chegar no Brasil, como o PNDH-3 que tanto lutamos contra, quer legalizar,  teremos o apoio de milhares de espanhóis que já lutam contra esta lei desumana.

Convido você a responder a pesquisa divulda no jornal online da Folha do Estado de São Paulo, como cristão,  responda que é CONTRA A LEI.

Responda a pesquisa clicando aqui


Pílula abortiva (RU 486): um delito solitário

14, julho, 2010 1 comentário

Pelo prof. Giuseppe Noia*

pilulaabortoUm dos teoremas mais difundidos e radicados no mundo médico e na cultura popular é de pensar que o aborto voluntário possa ser menos traumático quando praticado nas primeiras semanas de gravidez, submetendo assim a prática do aborto ao critério da “proporcionalidade traumática”: quanto menor for o embrião, mais seguro e mais aceitável é o aborto, com menores consequências para a mulher.

Assistimos, ao longo das últimas duas décadas, também no campo dos exames pré-natais, a uma corrida vertiginosa pelo diagnóstico antecipado: biópsia dos vilos corais (10-12 semanas) em substituição à amniocentese, a análise do líquido retronucal, a coleta tríplice; expressões de uma postura de antecipação que culmina na “síndrome do feto perfeito”.

Tal síndrome não está descrita nos manuais médicos, mas hoje é já conhecida por todos: é caracterizada pela necessidade compulsiva de exames diagnósticos cada vez mais precoces; é o “teorema da proporcionalidade traumática” aplicado, a idéia de que o diagnóstico precoce de uma anomalia possibilite uma decisão mais precoce e, em caso de má-formação, uma opção pelo aborto menos traumática do ponto de vista físico e psíquico.

É obvio que, do ponto de vista fisiológico, a interrupção precoce de uma gravidez envolve riscos menores. Mas quando falamos de seres humanos, a segurança não pode ser avaliada unicamente com base em critérios fisiológicos ou biológicos: a saúde psíquica da mulher é reconhecida por todos como sendo de extrema importância, e pela sua salvaguarda invoca-se o direito à interrupção de uma gravidez após os 90 dias.

Pergunto-me então: como se pode ainda aceitar, em especial no âmbito da prática médica, o conceito de “proporcionalidade traumática” quando toda a literatura científica evidencia os conflitos psicológicos pós-abortivos, quando a elaboração do luto (mesmo de abortos precoces e espontâneos) é causa de depressão e angústias profundas, de perda de libido, de infertilidade e até perda da capacidade de engravidar novamente, quando em nossos estudos as mulheres nos confidenciam que o sentimento de perda de um filho não é proporcional ao seu peso em gramas ou seu tamanho em centímetros?

O grau de sofrimento experimentado pelas mulheres após um aborto, com efeito, nada mais é que a demonstração empírica de uma evidência profunda que o mundo médico se recusar a enxergar, ou da qual não avalia a real gravidade: que se pode interromper uma gravidez biológica, mas não se pode eliminar a gravidez psíquica. Definitivamente, o vínculo com o próprio filho não é eliminado com a eliminação do embrião.

A pílula RU486 reduz a prática abortiva a uma mera questão de precocidade e segurança, promovendo uma concepção de aborto “faça-você-mesma”; um aborto privado, por mais seguro que possa ser (na verdade, em 13% dos casos faz-se necessária uma intervenção cirúrgica para evacuação do feto), soma solidão a solidão. Enquanto num aborto cirúrgico a interrupção da gravidez é delegada a um terceiro, no aborto químico com a RU468 é a mãe quem administra o veneno que matará seu próprio filho.

Os efeitos fisiológicos são semelhantes aos de um aborto cirúrgico executado com anestesia: contrações, expulsão do feto e dos restos placentários, hemorragia; mas com a RU468, a mulher enfrenta isso tudo sozinha, sem qualquer assistência – e o máximo da responsabilidade psicológica!

Destaco estas profundas contradições científicas, éticas e humanas num momento em que se promove o uso extensivo do aborto farmacológico na sociedade italiana, já duramente atingida por um mal-estar que evidencia, a cada dia com mais frequência, doenças da alma e da psique, das quais, lamentavelmente, os protagonistas são muitas vezes mãe e filho – díade preciosa que a cultura pseudo-científica parece querer separar e dividir.

*Giuseppe Noia é professor de ginecologia, obstetrícia e cirurgia fetal invasiva na Universidade Católica do Sagrado Coração de Roma. É autor de diversos livros e artigos, entre os quais “Terapias fetais invasivas” e “Terapias fetais”; é também co-autor de “O filho terminal”.

Fonte: Zenit

Luxemburgo está prestes legalizar o aborto a pedido

11, julho, 2010 Sem comentários

O aborto em alguns casos, foi legalizado no Luxemburgo em 1978.

Hoje, o Parlamento do Luxemburgo é definido para votação de um novo projeto de lei radical introduzida pelo governo que:

- Essencialmente vai legalizar o aborto sob demanda;

- Suprimir a autorização dos pais para menores;

- Diminuir o período de reflexão após uma consulta ao aborto para apenas 3 dias;

Ainda mais assustador:

Um projeto de lei alternativo foi introduzido por um Estado-feminista do Parlamento Europeu que:

- Cadeia para aqueles que aconselham mães a não abortar, e mesmo …

- Futuros pais irão para a cadeia, se eles tentarem convencer a mãe a não abortar o filho que ainda nem nasceu

Ambas as leis são extremamente anti-vida, e podem ser votadas até 15 de julho, por isso, assine e envie a sua petição pró-vida para o Parlamento luxemburguês AGORA.

Defenda os direitos dos nascituros!

Importante: as assinaturas de protesto serão enviadas a todos os 60 membros do Parlamento do Luxemburgo. Assim, com o simples clique de um botão, você não vai chegar a um, mas todos os 60 políticos. Demora apenas alguns segundos para preencher e enviar a sua petição.

Isso deixará claro que você afirma :

Ao votar na nova lei do aborto, os membros do Parlamento, irão tornar-se executores dos nascituros.

Não há terceira posição.

É muito simples.

Aja agora. Participe desta campanha de protesto em todo o mundo.

Veja, esta nova lei é simplesmente o aborto escondido por trás da franquia de “perigo social”.

Em outras palavras, se uma mulher alega desconforto “social” como uma razão para ela querer abortar, ela torna este aborto legal.

Agora “sofrimento social “pode significar qualquer coisa. Que se traduz em mais bebês mortos.

É por isso que esta nova lei nada mais é que o aborto a pedido.

Junte-se a presente petição mundial pró-vida.

Fonte: America Needs Fatima


Andrea Bocelli elogia a escolha de sua mãe de não abortá-lo

10, junho, 2010 1 comentário

O cantor italiano Andrea Bocelli contou a história da gravidez de sua mãe, durante a qual os médicos sugeriram que ela abortasse porque ele podia nascer com uma deficiência . Em um novo vídeo, ele elogia a sua mãe por ter feito a escolha “certa”, dizendo que outras mães devem ter o incentivo desta história.

andrea_bocelliEm um vídeo no site YouTube intitulado “Andrea Bocelli conta uma “historinha” sobre o aborto”, o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por “um ataque de apendicite simples.”

“Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência.

“Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu,” ele continuou.

“Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa”.

Ele disse esperar que a história pode incentivar muitas mães em “situações difíceis”, que querem salvar a vida de seus bebês.

Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol.

O vídeo foi produzido pela www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization  (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês). A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui.

O vídeo em italiano com legendas em inglês pode ser visto abaixo

Fonte: ACI Digital

O novo Plano Nacional dos Direitos Humanos quer legalizar o casamento homossexual no Brasil. Diga não a esta decisão!

Sou-Católico-e-não-vou-me-omitir-26

O aborto é um pecado

5, junho, 2010 1 comentário

Assita ao vídeo e reflita sobre este ato contra as leis de Deus. Sou-Católico-e-não-vou-me-omitir-26

Deputada brasileira afirma: “Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto!”

22, maio, 2010 2 comentários

ppfatimapelaes200510

Deputada cuja mãe optou por não abortar hoje se dedica à defesa da vida

A Deputada Fátima Pelaes durante reunião que aprovou o Estatuto do Nascituro na Comissão de Seguridade e Família, na última quarta-feira, 19, comoveu os deputados na Comissão de Seguridade e Família, que aprovou o texto substitutivo deste projeto, ao compartilhar que ela mesma foi concebida depois de uma violação e ainda assim sua mãe optou por não abortá-la. Por isso hoje, Fátima luta pelo direito à vida desde a concepção seja qual for a circunstância em que esta seja ocasionada. O projeto define o direito à vida desde a concepção e protege o nascituro contra qualquer forma de discriminação que venha privá-lo do seu direito a nascer.

A deputada conta que veio à luz num presídio misto e viveu na casa de detenção por três anos, após um ato de violência sexual sofrido por sua mãe. Fátima Pelaes, deputada pelo Estado do Amapá, militante pelas causas das mulheres, das crianças e dos adolescentes, foi quem relatou a CPI sobre o extermínio de crianças e adolescentes (1992), presidiu a CPI que investigou a mortalidade materna no Brasil (2000/2001) e criou a lei, de 2002, que estendeu a licença-maternidade para mães adotivas.

Ontem, durante a sessão da Comissão de Seguridade e Família na Câmara dos Deputados em Brasília, quando ainda estava em pauta o Estatuto do Nascituro, contou ser fruto de um estupro realizado dentro da prisão. Sua mãe quis abortá-la, a princípio, mas decidiu por sua vida: para que sua história pudesse salvar a história de muitos outros, muitas outras.

“Nasci depois de um estupro. Não posso ser a favor do aborto!”, relatou.

Quando ela acabou de falar, todos estavam chorando, emocionados. O deputado Arnaldo Faria de Sá tomou o microfone e convocou uma resposta à altura do depoimento de Fátima: “Senhores, depois deste testemunho como não ser a favor da vida dos nascituros?”

Os deputados pró-vida defenderam a urgência da aprovação do projeto durante a acalorada votação.

Os deputados abortistas denunciavam falsamente que o Estatuto do Nascituro tinha por objetivo criminalizar as mulheres e revogar o Artigo 128 do Código Penal, que autoriza o aborto praticado por médico em casos de estupro e de risco de vida para a mãe. Mesmo assim, depois de quatro horas de discussão, e ante as provocações das abortistas enfurecidas com um projeto que (se chega a ser sancionado pelo Presidente da República) terá o poder de paralisar as ações contrárias ao bem-estar da mãe e do bebê, foi finalmente aprovado por esta comissão o texto substitutivo do Estatuto do Nascituro.

Agora o projeto de lei inicialmente formulado pelos deputados Luiz Bassuma e Miguel Martini segue para a Comissão de Finanças e Tributação e depois para a Comissão de Constituição. Sendo aprovado por lá o projeto será encaminhado para votação no plenário e por último é entregue para a sanção do presidente da república.

Fonte: ACI Digital