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Textos com Etiquetas ‘homossexualismo’

O termo “homofóbico” é burrice

20, janeiro, 2012 3 comentários

Quando alguém está errado, pouco irá se importar com a existência da verdade.

Para simplificar, o erro é a verdade. Um erro sustentado com veemência acaba se institucionalizando. E assim nascem os fanáticos. Fanático vem do latim “fanum” — templo – e designava aqueles que entravam no templo, ao contrário dos profanos (“pre fanum”), que eram os que ficavam à entrada do templo.

Assim foram chamados, em certa época, os sacerdotes da deusa grega Belona (origem dos termos “bélico”, “belicoso”, “beligerante”, guerreiro), a versão feminina do deus da guerra Marte. Esses sacerdotes percorriam a cidade vestidos de preto e armados de machados de dupla lâmina, tocando trombetas, dançando nus e se lacerando com punhais.

Com o passar do tempo, o termo fanático passou a ser aplicado aos que demonstram exagerado ardor religioso ou que se mostre entusiasmado demais por uma idéia.

Dessa forma, em nossa civilização, nasceram e foram se desenvolvendo comportamentos que, por seu ineditismo e oportunidade, passaram a requerer qualificação própria e, gerados por um sistema político-social dominante, foram sendo batizados a bel prazer, segundo as regras da orwelliana novilíngua.

Por traz de tudo isso reside, impávido colosso, a tirania. A tirania do fanatismo. Expressão que me parece uma tautologia, um “bis in idem”; enfim, uma redundância. Indo direto ao ponto, a tirania impôs a idéia de que o homossexualismo, ou seja, a prática de sexo entre indivíduos de sexo — ou gênero — semelhante, isto é, um homem com um homem e uma mulher com uma mulher, deverá ser considerado como uma atividade corriqueira e tão integrante da natureza humana quanto um sujeito sair de casa de manhã para ir trabalhar.

A despeito da consuetudinária e legal verdade no sentido de que um casal é composto de indivíduos de sexos diversos. Do contrário não teremos um casal, mas sim um par. Um “par de dois”, voltando à tautologia.

Determinou-se, então, de modo artificial, como de costume, que aquele que se indispuser contra tal convenção social fosse chamado de “homofóbico” e, mais que chamado, criminalizado, penalizado, tipificado, punido e sentenciado.

Mas, se existe algo que me incomoda em particular, é a burrice, especialmente quando é crônica. Homofóbico, ao que me consta, é algo que não existe. Mas foi criado e teve que passar a existir, pelos poderes de outra tirania, a semântica.

Se não, vejamos: Etimologicamente falando, o termo homofobia (que não existe, foi construído) é constituído de um radical e um sufixo gregos: “homos”, que significa “semelhante” e “phóbos” que significa terror, medo, horror, ou medo mórbido de algo, sejam atos ou situações.

Em suma, homofóbico seria aquele que tem terror, medo, horror, do que lhe é semelhante. Até aqui, portanto, não se vê conotação sexual na coisa toda. Pode ser que signifique alguém ter medo do próprio vizinho, ou do gênero humano de um modo geral.

Existe, no entanto, uma palavra consagrada pelo uso (uso antigo, é claro, porque hoje é ignorada pela própria existência da “ignorantzia”), que é “homogamia”.

Homogamia sim, posso entender, que tem origem no grego “homógamos” que define aquele que está casado com alguém da mesma condição sexual, seria um termo que eu aceitaria que entrasse em discussão. Mas, homofobia? Como e com quem eu posso discutir algo que não existe? E, embora inexistente, céus, quanto incômodo!

O correto seria a mídia (incluindo professores de gramática) difundir que a forma correta de expressar o sentimento contrário à união entre pessoas do mesmo sexo seria “anti homogâmico” e não “homofóbico”, cuja etimologia não leva a nada… mas, como a burrice impera…

Fonte: Nereu Augusto Tadeu de Ganter Peplow /Blog da Família

Dúvidas sobre o homossexualismo

6, maio, 2011 3 comentários

Gostaria de conhecer a posição da Igreja Católica a respeito do homossexualismo, onde posso encontrar respaldo nas Escrituras e no Código de Direito Canônico, para um possível debate; 2. Que atitudes a Igreja manda tomar quando me vir de frente com tal situação, especialmente na família: posso recebê-los em minha casa normalmente? 3. Que atitude, pensamento e palavra devo ter, ao me deparar com tal situação?

Caso conhecidíssimo narrado nas Escrituras

Embora o caso de Sodoma e Gomorra, narrado no livro do Gênesis, seja muito conhecido, convém recordá-lo aqui para quem não o tenha à mão.

Deus apareceu a Abraão, junto com dois anjos (todos em forma humana), e lhe anunciou que, apesar da avançada idade, ele teria um filho. Abraão acolheu-os e fez com que Sara, sua mulher, lhes desse de beber e comer. E tendo sido servidos, levantaram-se todos e “voltaram os olhos para Sodoma; e Abraão ia com eles, acompanhando-os. E o Senhor disse [para Si mesmo]: Acaso poderei eu ocultar a Abraão o que estou para fazer, visto que ele há de vir a ser pai de uma nação numerosíssima e poderosíssima, e que todas as nações da Terra hão de ser benditas nele? [...] Disse, pois, o Senhor: O clamor de Sodoma e Gomorra aumentou, e o seu pecado agravou-se extraordinariamente” (Gen. 18,16-20).

Os dois anjos prosseguem o caminho até Sodoma, e Abraão fica com o Senhor. Entendendo que Deus iria castigar a cidade, onde residia seu sobrinho Lot, Abraão procura salvá-lo. A cena é comovedora. Diz Abraão ao Senhor: “Perderás tu o justo com o ímpio? Se houver cinqüenta justos na cidade, perecerão todos juntos? E não perdoarás aquele lugar por causa dos cinqüenta justos, se os houver? (…) E o Senhor disse-lhe: Se eu achar no meio da cidade cinqüenta justos, perdoarei por amor deles toda a cidade” (Gen. 18,23-26). Abraão percebe que jogou alto demais, e vai rebaixando o número de justos de 50 para 45, depois para 40, depois para 30, para 20 e chega até 10!… “E o Senhor disse: Não a destruirei por amor aos dez. O Senhor retirou-se, depois que cessou de falar com Abraão e Abraão voltou para a sua tenda” (Gen. 18,32-33). Abraão compreendeu que sua intercessão fora infrutífera, não pela falta de desejo do Senhor em atendê-lo, mas porque não havia sequer dez justos em Sodoma…

“À tarde, chegaram os dois anjos a Sodoma, quando Lot estava sentado às portas da cidade. E ele, tendo-os visto, levantou-se, e foi ao seu encontro, prostrou-se por terra e [...] instou com eles para que fossem à sua casa; e depois que entraram, preparou-lhes um banquete, e fez cozer uns pães ázimos, e eles comeram. Mas antes que fossem deitar, os homens da cidade, desde os jovens até os velhos, e todo o povo junto com eles, cercaram a casa. E chamaram por Lot e disseram-lhe: Onde estão aqueles homens que entraram em tua casa ao cair da noite? Faze-os sair para que os conheçamos” (Gen. 19,1-5). Linguagem cheia de pudor da Bíblia para indicar que queriam abusar deles. Lot sai, e tenta dialogar com os facínoras, alegando o direito de proteção aos hóspedes, ao qual estava obrigado. Chega ao extremo de oferecer suas filhas. É maltratado pela turba, que queria mesmo os homens… Tentam arrombar a porta, quando os anjos puxam Lot para dentro, e fecham a porta. “E [os anjos] feriram de cegueira os que estavam fora, desde o menor até o maior, de sorte que não podiam encontrar a porta” (Gen. 19,11). Lot e os seus estavam, de momento, salvos.

Não obstante, Lot move-se com displicência…

Segue-se uma batalha inesperada: a dos anjos para retirar Lot e os seus da cidade maldita… “E disseram a Lot: Tens aqui alguns dos teus? Genro ou filho, ou filhas, faze sair desta cidade todos os que te pertencem, porque nós vamos destruir este lugar, visto que o clamor [dos seus crimes] aumentou diante do Senhor, o qual nos enviou para que os exterminemos” (Gen. 19,12-13).

Lot sai para buscar os genros que estavam para se casar com suas filhas, mas estes tomaram o aviso como se Lot estivesse zombando deles. O próprio Lot movia-se com displicência: “Ao amanhecer, instavam os anjos com Lot dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e as duas filhas que tens; não suceda que também pereças na ruína da cidade. E como ele hesitasse, pegaram pela mão a ele, a sua mulher e as suas filhas, porque o Senhor queria salvá-lo. E o tiraram de casa, e o puseram fora da cidade; e aí lhe falaram, dizendo: Salva a tua vida; não olhes para trás, e não pares em parte alguma dos arredores deste país; mas salva-te no monte, para que não pereças com os outros” (Gen. 19,15-17). Lot ainda contemporiza e pede para ir para uma pequena cidade próxima, onde diz que se sentiria mais seguro. “E o Senhor disse-lhe: Eis que, ainda nisso, eu ouvi os teus rogos, para não destruir a cidade a favor da qual me falaste. Apressa-te e salva-te lá, porque não poderei fazer nada enquanto tu lá não tiveres entrado” (Gen. 19,21-22). “E o sol levantou-se sobre a Terra, quando Lot entrou em Segor [a pequena cidade, da qual falara]. Fez pois o Senhor chover sobre Sodoma e Gomorra enxofre e fogo do céu, [vindo] do Senhor; e destruiu estas cidades, e todo o país em roda, todos os habitantes das cidades, e toda a verdura da terra. E a mulher de Lot, tendo olhado para trás, ficou convertida numa estátua de sal” (Gen. 19,24-26).

Sodoma e Gomorra são, pois, casos paradigmáticos da aversão de Deus ao pecado de homossexualismo, que na lei mosaica era castigado com a morte (cfr. Lev. 18,22; 20,13; Deut. 23,18-19).

Entretanto, se algum sacerdote ler estes trechos no púlpito (hoje lamentavelmente abandonado) de alguma igreja, poderá ser acusado de homofobia e ir para a cadeia, caso o projeto que mencionamos de início seja aprovado…

Assine aqui o abaixo-assinado contra a Lei da Homofobia

Pecado que brada aos Céus por vingança

Tampouco o Novo Testamento é menos radical na condenação da prática do homossexualismo. São Paulo afirma claramente que os sodomitas não entrarão no Reino dos Céus: “Porventura não sabeis que os injustos não possuirão o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os fornicadores, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os que se dão à embriaguez, nem os maldizentes, nem os roubadores possuirão o Reino de Deus” (I Cor. 6,9-10). Ver também I Tim. 1,8-11.

Por isso o Primeiro Catecismo da Doutrina Cristã enumera, entre os pecados que bradam ao Céu e pedem por vingança de Deus, o “pecado sensual contra a natureza” (Editora Vozes, Petrópolis, 1951, p. 25). É assim que é designado, na Moral católica, o pecado de homossexualismo.

O tema é extenso e não cabe nos limites desta coluna. Sem dúvida, a constituição física de determinadas pessoas as pode inclinar afetivamente para outras do mesmo sexo. Elas não são culpadas por isso, mas incumbe-lhes a mesma obrigação de castidade. E com a ajuda da graça de Deus, obtida pela oração, freqüência aos sacramentos e fuga das ocasiões, elas podem coibir os movimentos desordenados de sua predisposição física e manterem-se castas.

É claro que as pessoas da família, sobretudo os pais, devem ajudá-las e tratá-las com caridade, o que não significa tolerar qualquer infração do 6° Mandamento da Lei de Deus, o qual obriga à castidade.

Se, em outra hipótese, essa tendência antinatural decorrer de uma educação mal orientada ou de um ambiente viciado, elas devem ser corrigidas também com os desvelos da caridade cristã, mas sem fraquezas nem condescendência alguma relativa às práticas contrárias à natureza.

Mas, para os que se entregam a esses atos — e são muitíssimos —, vale o julgamento terrível do Catecismo, há pouco lembrado: eles bradam ao Céu e atraem a cólera de Deus. O exemplo da destruição de Sodoma e Gomorra está aí para ser sempre lembrado…

Espero que os lineamentos gerais da questão, aqui apresentados de forma muito sumária, ajudem o missivista a encontrar por si a solução das situações concretas com que venha a se defrontar.

Fonte: Revista Catolicismo

Nosso Senhor a Santa Catarina de Siena, sobre o homossexualismo

29, janeiro, 2011 11 comentários

“Esses infelizes …. caem no vício contra a natureza.

“São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem.

“Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna.

“Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cfr. Sab. 10, 6).

“Minha justiça não mais consegue suportá-lo.

“Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício.

“Eles (os demônios) atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas se voltam no momento em que o pecado é cometido.

(Fonte: “O Diálogo”: Edições Paulinas, 1984, pp. 259-260).

Existe no Brasil um projeto de lei que visa legalizar o chamado casamento homossexual no País. Mas existe também um grupo católico que luta contra esta abominação. Clique aqui e assine o abaixo assinado contra a liberação deste ato pecaminoso.


Ideologia homossexual e perseguição religiosa

25, novembro, 2010 3 comentários

“Por esse motivo, Deus os entregou a paixões degradantes, pois suas mulheres mudaram o uso natural em outro uso que é contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, abrasaram-se na mútua concupiscência, praticando uns com os outros o que é indecoroso e recebendo em si mesmos a paga, que era devida aos seus desregramentos. E como não procuraram ter de Deus conhecimento perfeito, entregou-os Deus a um sentimento pervertido, a fim de que fizessem o que não convinha” (Rom. 1, 26-28).

A ideologia da homossexualidade quer impor-se a toda a Europa e conta com possantes aliados no próprio seio das instituições europeias. Tal é, em suma, a denúncia formulada pelo Cardeal Giacomo Biffi, ex-Arcebispo de Bolonha, de acordo com extractos de uma nova versão das suas memórias, publicados no blog do conhecido vaticanista Sandro Magister e em outros sites. Limito-me a oferecer aos leitores de língua portuguesa uma tradução, com pequenas adaptações de estilo.

“É preciso nos prepararmos para uma nova forma de perseguição, executada pelos homossexuais facciosos, pelos seus cúmplices ideológicos e também por aqueles cujo dever seria o de defender a liberdade intelectual de todos, inclusive a dos cristãos”, lê-se nova edição aumentada de Memorie e digressione d’un italiano cardinale (Cantagalli, Siena, 2010).

O Apóstolo São Paulo condenou diversas vezes o homossexualismo e sua aceitação. Por que não se divulgam esses textos?

Mas em que consiste essa ideologia da homossexualidade? Como se opõe à doutrina católica? Explica o Cardeal, a respeito do problema emergente da homossexualidade, que a concepção cristã nos ensina ser preciso distinguir sempre duas coisas: uma é o respeito devido às pessoas; outra é a recusa, que é justa, da “ideologia da homossexualidade”, hoje frequentemente exaltada em detrimento da realidade matrimonial e familiar.

Remetendo à epístola do Apóstolo São Paulo aos Romanos, mostra que a palavra de Deus nos propõe, em contrapartida, uma interpretação teológica do fenômeno da aberração cultural que se espalha nesse domínio. Essa aberração – afirma o texto sagrado – é ao mesmo tempo a prova e o resultado do fato de que Deus é excluído da atenção colectiva e da vida social e da reserva em Lhe render a glória que a Ele é devida (Rom. 1, 21).

A exclusão do Criador provoca um disparate universal da razão: “antes se desvaneceram nos seus pensamentos, obscurecendo-se, deste modo, o seu insensato coração. Considerando-se sábios, tornam-se dementes” (Rom. 1, 21-22). Em consequência da cegueira intelectual, produziu-se uma queda comportamental e teórica que se traduz na devassidão a mais completa: “Por isso, Deus, segundo os desejos dos seus corações, os entregou à impureza, a fim de que neles se degradassem os próprios corpos” (Rom. 1, 24).

E, de maneira a impedir qualquer leitura equívoca ou acomodatícia, o Apóstolo continua com uma análise impressionante, formulada em termos inteiramente explícitos:

“Por esse motivo, Deus os entregou a paixões degradantes, pois suas mulheres mudaram o uso natural em outro uso que é contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, abrasaram-se na mútua concupiscência, praticando uns com os outros o que é indecoroso e recebendo em si mesmos a paga, que era devida aos seus desregramentos. E como não procuraram ter de Deus conhecimento perfeito, entregou-os Deus a um sentimento pervertido, a fim de que fizessem o que não convinha” (Rom. 1, 26-28).

São Paulo acrescenta outras características perfeitamente aplicáveis aos defensores da ideologia da homossexualidade, mas não citadas na notícia de imprensa sobre as memórias do Cardeal Biffi. O Apóstolo dos gentios toma, entretanto, o cuidado de notar que atinge-se o sumo da abjecção quando os que se entregam a tais actos “não só os cometem, como também aprovam os que os praticam” (Rom. 1, 32).

Trata-se aqui de uma página do livro inspirado que nenhuma autoridade terrena pode nos obrigar a censurar, acrescenta a análise. E, se queremos ser fiéis á palavra de Deus, não temos mesmo o direito de deixar passar esta página sob silêncio por medo de não parecer “politicamente correctos”.

Devemos ao contrário ressaltar o interesse, notável para nossa época, desse ensinamento da Revelação: fica bem claro

Clique em uma das velas e acenda a sua em honra a Virgem de Fátima, para que Ela cuide de nossos filhos

que o que São Paulo apontava como sucedendo no mundo greco-romano corresponde profeticamente ao que se passa na cultura ocidental no decurso dos últimos séculos. A exclusão do Criador – até essa proclamação grotesca há alguns decénios, da “morte de Deus” – teve como consequência (e quase como punição intrínseca) a difusão de uma interpretação aberrante da sexualidade, desconhecida (na sua arrogância) em épocas anteriores.

A ideologia da homossexualidade – como acontece frequentemente às ideologias, quando elas se tornam agressivas e chegam a tornar-se politicamente vitoriosas – revelam-se uma armadilha para a nossa legítima autonomia de pensamento: aqueles que não as aprovam correm o risco de ser condenados a uma espécie de marginalização cultural e social.

Os atentados contra a liberdade de julgamento começam pela linguagem. As pessoas que não se resignam a dar boa acolhida à homofilia (ou seja, a boa opinião teórica a respeito das relações homossexuais) são acusadas de homofobia (etimologicamente o “medo da homossexualidade”). Que fique bem claro: quem foi fortalecido pela luz da palavra inspirada e que vive no temor de Deus não tem medo de nada, salvo da estupidez, diante da qual, dizia Bonhœffer, ficamos sem defesa. Agora chega-se por vezes até a lançar contra nós a acusação incrivelmente arbitrária de “racismo” – um termo que, aliás, nada tem a ver com esse problema, e que, em todo caso, é totalmente estranho à nossa doutrina e à nossa história.

O problema de fundo que se perfila é o seguinte: é ainda permitido, em nossos dias, ser discípulos fiéis e coerentes do ensinamento de Cristo (que, há milênios, inspirou e enriqueceu toda a civilização ocidental), ou será preciso que nos preparemos para uma nova forma de perseguição levada a cabo pelos homossexuais facciosos, junto com seus cúmplices ideológicos, e também por aqueles cujo dever seria o de defender a liberdade intelectual de todos, inclusive a dos cristãos? (veja aqui um vídeo sintomático)

Colocamos uma questão em particular aos teólogos, aos biblistas e aos responsáveis da pastoral: Como pode ser que, no actual clima de valorização quase obsessiva da Santa Escritura, a passagem da epístola aos Romanos I, 21-32 de São Paulo nunca tenha sido citada por ninguém? Como pode ser que ninguém se preocupe um pouco mais em torná-la conhecida aos crentes e aos não-crentes, apesar de sua evidente atualidade?

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Autor de lei que protege casais verdadeiros critica união de homossexuais

3, julho, 2010 Sem comentários

“Há algo de podre no reino da Dinamarca…”


 

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é autor de projeto de lei protegendo heterossexuais contra discriminações.
O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é autor de projeto de lei protegendo heterossexuais contra discriminações.

Só no da Dinamarca? Aqui em terras brasileiras não parece ser diferente. Em vista da onda macro publicitária favorecendo a homossexualidade, ademais de medidas concretas estabelecidas pelo PNDH3, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é autor de projeto de lei protegendo heterossexuais contra discriminações.

Iniciativa não objetável, mas que revela uma situação anômala em uma sociedade até há pouco amoldada pela Civilização Cristã. É como se tivesse que fosse necessário fazer uma lei protegendo as pessoas contra discriminação para não serem discriminadas por andarem para frente. Onde estamos? Para onde vamos?

Numa sociedade cristã plenamente sã qualquer lei teria por finalidade promover o bem comum e coibir o mal. Ora, as razões pelas quais o verdadeiro cristão deve opor-se ao homossexualismo são de ordem moral e natural, portanto, não apenas de índole religiosa mas também com base na lei natural. Isso é um direito. Isso deve ser respeitado.

Quinta, 1 de julho de 2010.
Autor de lei que protege héteros critica união de gays
Dayanne Sousa

Um projeto de lei que corre na Câmara dos Deputados quer punir a discriminação contra heterosexuais. Enquanto não se aprova lei que torna crime expor ao ridículo ou se recusar a atender gays e lésbicas, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que quem “ofender uma igreja” que pregue a união entre homens e mulheres pode virar alvo de sua proposta.

Membro da Igreja Sara Nossa Terra, o deputado nega que a motivação de seu projeto seja religiosa e diz que quer apenas “equilibrar” o debate, para não favorecer os homossexuais. Apesar disso, se apoia na fé evangélica para justificar sua tese.

- Ninguém é contra qualquer tipo de orientação e comportamento sexual. O que se é contra é você considerar como isso sendo uma família. Do ponto de vista bíblico, não é uma coisa normal – diz, assumindo ser contra o casamento homossexual.

Em 2006, o deputado declarou à Justiça Eleitoral como um de seus bens a empresa jornalística Folha Cristã.
Cunha, porém, não acredita no sucesso de seu projeto. “Não tenho a menor pretensão de que ele seja aprovado“, revela, “isso é para levantar a discussão“. Ele se opõe ao projeto de lei PLC 122/2006, que torna a homofobia um crime. O parlamentar ataca o projeto por defender o que chama de “privilégios” para homossexuais.

Sou-Católico-e-não-vou-me-omitir-26

- Todo mundo tem que respeitar o comportamento de qualquer um. Agora, quando você espera que isso é um terceiro sexo ou que é um segmento que tem que ter um privilégio, pra mim não é o caso.
Leia a entrevista na íntegra.

Terra Magazine – Queria que o Sr. contasse como nasceu essa ideia de criar um projeto de lei contra a heterofobia.

Deputado Eduardo Cunha - Na prática, há um problema de que, em nome da defesa das minorias, que é uma coisa que todos nós defendemos e apoiamos, criou-se uma panaceia em que a maioria acaba virando vilã. Não tem nada errado em você de alguma forma querer punir, ou querer de uma certa forma penalizar aqueles que discriminam e nós somos favoráveis a isso. O problema é criar nisso uma inversão de valores. Tem o PL 122 tramitando que, na prática criminaliza…

Pelo que está escrito nele, se você interpretar ao pé da letra, se amanhã entrar um casal homossexual dentro de uma igreja, se o pastor se negar a fazer um casamento, mesmo que seja um casamento religioso, ele vai ser processado criminalmente.

Na prática, isso significa que a Bíblia não pode mais existir porque a Bíblia tem menções contra o homossexualismo (sic) do ponto de vista religioso. A gente pensa o seguinte: você tem que proteger a minoria, mas não pode inverter os valores.

Esse projeto mostra que, em função disso, um determinado segmento da minoria tenta descriminar uma maioria criando situações de pseudoperseguições. Eu queria abrir um debate sobre essa situação. Queremos ter um meio termo, de modo que você também não discrimine a maioria.

Ninguém é contra qualquer tipo de orientação e comportamento sexual. O que se é contra é você considerar como isso sendo uma família. É isso que no segmento religioso é condenado, entendeu? Do ponto de vista bíblico, não é uma coisa normal.

A luta do movimento LGBT é tornar crime uma ofensa contra homossexual…
Mas que tipo de ofensa? Você tem que detalhar bem que tipo de ofensa é essa, entendeu? Temos que detalhar bem isso para saber qual o tipo de ofensa que eles querem condenar. Não é um pastor na igreja falar sobre isso, entendeu?

Mas no caso do seu projeto, haveria como fazer isso no sentido inverso? Punir ofensas contra héteros?
Exatamente, punir ofensas contra héteros.

E o que seria uma ofensa contra um hétero?

Qualquer tipo de discriminação que você possa ver da mesma forma. Existe, eu canso de ver. Se você assistisse alguns debates de pastores evangélicos, você iria ver quantas vezes há constrangimento. De você entrar numa igreja e querer ofender uma igreja. Então existe, sim.

O Sr. fala muito da questão religiosa. A sua motivação foi religiosa?
Não, a minha motivação é efetivamente ter um equilíbrio da situação. Eu estou dando um exemplo religioso no qual você tem problemas com o PL 122.

O que seria uma situação em que esse projeto se aplicaria?
Eu recebo várias queixas de agressões que há contra héteros, ameaçando por exemplo, dizer que está sendo discriminado para obter certas situações desconfortáveis.

Abusos. Veja bem, o nosso objetivo é debater, não é necessariamente considerar que você vai conseguir aprovar. Isso daí é para você fazer um contraponto, um debate. Não se tem a intenção que isso vire lei, é pra buscar o meio-termo.

O Sr. não acredita que esse projeto possa ser aprovado?

Não, claro que não. Não tenho a menor pretensão que ele seja aprovado.
No texto do projeto, há a seguinte menção: “ao se propor políticas públicas antidiscriminatórias referentes à orientação sexual pode-se transmitir a impressão de que a afetividade da pessoa homossexual, bissexual ou transgênero encontra-se em um patamar de relacionamento humano mais elevado”. O que te dá essa impressão?

É isso. O problema é o seguinte: nós entendemos que orientação sexual é comportamento. Há pessoas que tem comportamento sexual hétero e outras homo. Amanhã pode até mudar. Tanto o hétero pode virar homo como o homo pode virar hétero. Isso é comportamento.

Todo mundo tem que respeitar o comportamento de qualquer um. Agora, quando você espera que isso é um terceiro sexo ou que é um segmento que tem que ter um privilégio, pra mim não é o caso. Tem que punir a discriminação, sim, mas o que eu sou contra é você querer estabelecer uma classe privilegiada com relação a um comportamento. E nem considerar isso como família, como possibilidade de constituição de família.

Quando o Sr. fala em constituição de família, o Sr. quer dizer que é contra o casamento homossexual?

Isso, isso, isso. Esse entendimento.

O Sr. não acredita que esse projeto fere a lógica de que é preciso proteger as minorias?
Não. A lógica é de proteção à discriminação. Eu não discrimino só a minoria. Porque é que eu não posso discriminar a maioria? Só porque eu sou minoria que eu sou discriminado?

Eu não posso discriminar você, por exemplo, como jornalista, num determinado tipo de ambiente dizendo que jornalista não serve? Eu não posso discriminar político dizendo que não serve? A proteção das minorias é um direito fundamental da sociedade que a gente tem que preservar. O que eu quero dizer é que não há só discriminação contra minorias.

Fonte: IPCO

Comercial promove homossexualidade entre adolescentes

18, junho, 2010 1 comentário

Um novo anúncio do McDonald’s na França, parte de sua grande campanha publicitária “venha do jeito que está”, apresenta um adolescente homossexual falando docemente com seu amante antes de ser forçado a esconder suas emoções diante de um pai presumivelmente insensível.

“Vemos a decisão do McDonald’s de golpear milhões de pessoas que têm os valores da família tradicional”, Bill Johnson, Presidente da Associação da Decência Americana, disse para LifeSiteNews, “e se alinhar com a promoção da conduta pervertida de uma pequena minoria”.

No anúncio, um menino sentado numa lanchonete McDonald’s recebe uma ligação de seu amante enquanto seu pai está fazendo o pedido de um lanche. Ele diz a seu amante que estava pensando nele, e que ele sente a falta dele, antes de desligar porque seu pai está chegando.

Depois que seu pai senta do lado dele, seu pai lhe diz que é uma vergonha que ele esteja numa classe que só tenha alunos do sexo masculino, pois do contrário ele poderia conseguir todas as meninas.

Esse não é o primeiro ativismo homossexual do McDonald’s. Em 2008, o McDonald’s pagou $20.000 dólares para se tornar um oficial “aliado organizacional e parceiro corporativo” da Câmara do Comércio Gay e Lésbico (CCGL).

No mesmo ano, o McDonald’s também ajudou a patrocinar a Parada Gay de San Francisco; Richard Ellis, vice-presidente de comunicações do McDonald’s nos EUA, foi também nomeado para a diretoria da CCGL.

Contudo, por causa de um boicote lançado pela Associação da Família Americana em 3 de julho desse ano, Richard Ellis deixou a diretoria da CCGL e o McDonald’s disse que não estava planejando renovar sua membresia à CCGL.

Bill Johnson chamou o novo anúncio de televisão de “um dos tipos mais desconcertantes de anúncios quando consideramos o fato de que tantos americanos neste país têm feito negócio com o McDonald’s”.

Ele disse que estavam “testando, testando o mercado mais uma vez, ao colocar anúncios patentemente pró-homossexualismo”, apesar de seu conflito anterior com ativistas pró-família.

Fonte: Arquidiocese de Campo Grande

A mídia e muitas empresas querem a qualquer custo implantar em nossa família que comportamentos fora do modelo imposto por Deus são normais, que pais que se impõem contra isso são carrascos e incompreensivos. Não podemos deixar que comerciais como este se tornem banais e entrem em nossos lares. Vamos nos posicionar contra essas idéias anti-cristãs!

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