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Textos com Etiquetas ‘curas milagrosas’

Os milagres de Santo Padre Pio – II

24, setembro, 2011 16 comentários

Continuação dos relatos dos milagres realizados por São Padre Pio.

Veja aqui a primeira parte

5 – O FILHO PERDIDO REAPARECE
A sra. Cleonice Morcaldi, filha espiritual do Padre Pio, disse: “Durante a Segunda Guerra Mundial meu sobrinho estava prisioneiro. Nós não tínhamos recebido notícias durante um ano e todo mundo acreditou que ele havia morrido. Os Pais dele pensavam a mesma coisa. Um dia a mãe dele foi ao Padre Pio e se ajoelhou em frente ao frade que estava no confessionário e disse: “Por favor, diga-me se meu filho está vivo. Eu não vou embora se você não me falar. Padre Pio simpatizou-se com ela e tendo piedade de suas lágrimas disse: “Levante-se e fique tranqüila”.

Alguns dias depois, eu não pude resistir diante da dor dos Pais, e assim decidi pedir um milagre para Padre Pio. Eu disse: “Padre, eu vou escrever uma carta a meu sobrinho Giovannino. Eu só escreverei o nome dele no envelope por que nós não sabemos onde ele está. Você e seu Anjo da Guarda levarão a carta até ele.” Padre Pio não respondeu.

Eu escrevi a carta e pus em minha mesa, de noite, para entregá-la na manhã seguinte ao Padre Pio. Ao amanhecer, para minha grande surpresa e medo a carta não estava mais lá. Eu fui correndo até o Padre Pio para lhe agradecer e ele me disse: “Dê graças a Nossa Senhora”. Quase quinze dias depois nosso sobrinho respondeu a carta. Então toda nossa família ficou contente, dando graças a Deus e ao Padre Pio”.

6 – CLARIVIDÊNCIA
Durante a Segunda Guerra Mundial o filho da Sra. Luisa, que era Oficial da Real Marinha Britânica, era motivo de angústia para a sua mãe, pois ela orava diariamente para a conversão e salvação do seu filho. Um dia um viajante inglês chegou a San Giovanni Rotondo, trazendo alguns jornais da Inglaterra. Luísa quis ler os jornais. Ela leu notícias do afundamento do navio em que o filho dela estava.

Ela foi chorando ver o Padre Pio, que a consolou imediatamente: “Quem lhe falou que seu filho morreu?” Na realidade Padre Pio pôde dizer exatamente o nome e o endereço do hotel onde o jovem oficial estava, depois de ter escapado do naufrágio no Atlântico. Ele estava naquele hotel a espera do novo cargo. Imediatamente Luisa lhe enviou uma carta e depois de 15 dias obteve uma resposta do seu filho”.

7 – ESTAVA MORTA E VOLTOU À VIDA
Havia uma tal mulher nobre e boa em San Giovanni Rotondo que o Padre Pio disse que era impossível, achar qualquer falha em sua alma para perdoar. Em outras condições, ela viveu para ir para o céu. Ao término da Quaresma Paulina estava tremendamente doente. Os doutores não lhe deram esperanças. O marido dela e as cinco crianças deles foram para o convento rezar e pedir ajuda para Padre Pio. Duas das cinco crianças correram em direção ao Padre Pio chorando. O Padre Pio ficou perturbado; e então tentou consolá-los prometendo que ia rezar para eles, nada mais!

Alguns dias depois, mais ou menos às sete horas da manhã, as coisas mudaram. Na realidade ele pediu em favor de Paulina, de forma que isto a curou. E ele disse-lhes: “Ela se recuperará no Dia da Páscoa. Mas durante a sexta- feira Santa, Paulina perdeu a consciência, e ela logo depois no dia de sábado havia entrado em estado de coma; finalmente, depois de algumas horas, Paulina morreu.

Alguns dos seus parentes levaram o vestido de noiva dela para vesti-la, isto de acordo com uma velha tradição. Outros parentes correram para o convento para pedir um milagre ao Padre Pio. Ele lhes respondeu:” Ela ressuscitará. E foi para o altar para celebrar a Santa Missa. Quando o Padre Pio começou a cantar o Glória e o som dos sinos que anunciam a ressurreição de Cristo, ele deu um forte grito e os olhos dele estavam cheio de lágrimas.

No mesmo momento, Paulina ressuscitou e sem qualquer ajuda ela desceu da cama, se ajoelhou e orou três vezes o Credo. Então eles se levantaram e sorriram. “Ela ressuscitou”. Na realidade o Padre Pio não tinha dito, “ela ressuscitará” e sim “ela se recuperará”. Quando eles lhe perguntaram que se passou durante o tempo em que ela estava morta ela respondeu: “Eu subi, eu subi, eu subi; até que eu entrei em uma grande luz, e de repente eu voltei”.

Fonte: São Pio

Os Milagres de Santo Padre Pio de Pietrelcina – I

23, setembro, 2011 23 comentários

É muito difícil estabelecer uma definição para a palavra “milagre”. Os Milagres são considerados expressões do sobrenatural.

Nós também podemos dizer que um milagre é um fenômeno que ocorre contrário as leis naturais já conhecidas e obedecem a uma força superior: a de Deus.

A vida do Padre Pio é cheia de milagres. Mas nós temos que prestar atenção à natureza do milagre, que é sempre divina. Desta maneira o Padre Pio sempre convidou as pessoas a agradecer a Deus, verdadeiro autor dos milagres.

1 – SARANDO A QUEIMADURA
O primeiro milagre atribuído ao do Padre Pio, aconteceu em 1908. Naquela época ele morava no convento de Montefusco. Um dia ele decidiu ir à floresta para colher castanhas em uma bolsa. Ele enviou essa bolsa para sua tia Daria em Pietrelcina. Ela sempre foi muito afetuosa para com ele. A sua tia recebeu a bolsa e comeu as castanhas e depois guardou-a como lembrança.

Poucos dias depois sua tia Daria estava procurando algo em uma gaveta onde o seu marido normalmente guardava pólvora. Era noite e ela estava usando uma vela quando de repente a gaveta pegou fogo. O fogo atingiu Tia Daria e num instante, ela pegou a bolsa que tinha as castanhas de Padre Pio e a pôs na sua face. Imediatamente sua dor desapareceu e não ficou nenhuma ferida ou queimadura na sua face.

2 – DE ONDE VIERAM OS PÃES?
Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar a comer e o Padre Pio foi à Igreja.

Depois de um tempo ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior perguntou para Padre Pio: “Onde você conseguiu os pães? ” e Padre Pio respondeu: “Um peregrino à porta me deu “. Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia encontrar esse tal peregrino.

3 – QUEM REPÔS AS HÓSTIAS?
Uma vez no convento do Padre Pio, um frade deixou de colocar hóstias suficientes para a celebração, pois havia poucas disponíveis. Mas depois das confissões Padre Pio pegou as hóstias, começou a entregar a Sagrada Comunhão às pessoas e ao término da celebração sobraram muitas hóstias, mais do que eles tinham antes.

4 – ALGUÉM SEGUROU A CARTA?
Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma carta dele a beira de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela se encontrou com o Padre Pio, que lhe disse: “Você tem que prestar mais atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela se teria perdido”.

Fonte: São Pio de Pietrelcina

A “água milagrosa” de Lourdes

22, julho, 2010 6 comentários


 

Manancial de Lourdes, dentro da Gruta
Manancial de Lourdes, dentro da Gruta

Incontáveis multidões de fiéis vão a Lourdes a venerar à Santíssima Virgem, no local das Suas aparições à Santa Bernadete Soubirous.

E, obedecendo ao pedido da Mãe de Deus, essas multidões de fiéis bebem e lavam-se com a água da gruta das aparições.

Significado da água milagrosa


 

Fiéis levam para casa água que jorra das fontes. Uns se lavam no local
Fiéis levam para casa água que jorra das fontes. Uns se lavam no local

Já desde os tempos das aparições, a água da fonte de Lourdes foi tida como “milagrosa”. E, no mesmo sentido em que numerosas imagens de Nosso Senhor, de nossa Senhora e de incontáveis Santos são tidas por “imagens milagrosas”. Do mesmo modo que, também a justo título, numerosas relíquias são chamadas “relíquias milagrosas”.

Assim são incontáveis os brasileiros que, em sã consciência, tem a Nossa Senhora Aparecida em conta de imagem milagrosa. Assim, a Ela se dirigem em romarías para solicitar a cura das suas doenças, a solução para seus problemas mais delicados, a paz e o conforto de alma para suas aflições espirituais.

No mesmo sentido, tem-se difundido aos milhões no mundo a “Medalha milagrosa”, indicada por Nossa Senhora nas Suas aparições na Rue du Bac à Santa Catarina Labouré.

Com expressões como “água milagrosa”, “imagem milagrosa”, etc., gerações e gerações de fiéis, na sua simplicidade, não entendem outra coisa senão o que a Santa Igreja ensina em matéria de milagres.

Fato confirmado pela avidez e entusiasmo com que os fiéis adquirem as publicações com a reta doutrina sobre os milagres, e pela pacífica e irrestrita aceitação do ensinamento da Igreja a respeito.

O ensinamento esclarecedor de São Tomás de Aquino

São Tomas de AquinoComo ensina Santo Tomás de Aquino, o milagre propriamente dito, não é produzido pela imagem milagrosa ou pela relíquia milagrosa, nem mesmo pelo Santo em vida. Nestes casos, o milagre é obra do próprio Deus que se serve instrumentalmente das imagens, relíquias ou do Santo em pessoa, para obrar Suas maravilhas.

Tanto nas imagens quanto nas relíquias, e mesmo ainda no Santo, não há uma virtude própria e intrínseca pela qual se operam os milagres. (Cfr. Suma Teológica, II-II, q.178, 1c ad 1 et ad.5; I, q. 117, 3 ad 1; II-II, q. 178, 1 ad 1).

Foi sempre assim que os católicos do orbe inteiro entenderam o valor da água de Lourdes, quando a denominavam, cheios de Fé, simplesmente “água milagrosa”.

E o mesmo se poderia dizer do modo pelo qual os católicos se referem a imagens e relíquias milagrosas. Embora tenham elas sido assim qualificadas pelos fiéis desde sempre, nem por isso foram estes advertidos de as estarem transformando em objetos mágicos ou talismânicos.

E ainda poder-se-ia perguntar: a Igreja teria se enganado durante quase dois mil anos à respeito do culto prestado às imagens e objetos milagrosos, alimentando a superstição e a crendice de raízes pagãs. Então, o que restaria do culto e da liturgia católicas?

Santo Tomás de Aquino ensina que, falando com propriedade, a Fé não opera milagres por si, mas obra como uma virtude que dispõe bem a pessoa a recebê-lo. E junto com a Fé cooperam a abstinência e a continência (Suma Teológica, II-II, q. 178, 1c ad 5.). Por conseguinte, a Fé não é causa nem condição necessária para o milagre.

Isto pode ver-se nos casos de milagres recebidos por ateus ou pagãos, em ordem à sua conversão, ou para afastá-los de fazer mal à Igreja.


Fonte: Lourdes e suas aparições

Curas milagrosas de Lourdes: depoimento de um especialista

27, abril, 2010 8 comentários

Gruta de MassabiellePalco de grandes milagres ainda em nossos dias, a pequena cidade francesa de Lourdes, nos contrafortes dos Pireneus, foi o lugar escolhido por Nossa Senhora para aparecer, em 1858, à camponesa Santa Bernadete Soubirous. O que entende a Igreja Católica por cura milagrosa? Quais os critérios empregados para que se reconheça oficialmente uma cura?

A essas e outras questões responde um profundo conhecedor do assunto: o médico responsável do Bureau Médical de Lourdes, Dr. Patrick Theillier.

Dr. Patrick Theillier

Dr. Patrick Theillier

Currículo

Formado pela Faculdade de Lille, no norte da França, especialista do aparelho digestivo, trabalhou na Cooperação Militar no Marrocos como Médico Responsável do Hospital de Targuist. Foi professor de cursos de Homeopatia na Universidade de Lille e é detentor de diplomas de Medicina do Trabalho Agrícola, Acupuntura e Homeopatia. Desde abril de 1998 é o médico permanente do Santuário de Lourdes, Presidente da Association Médical International de Lourdes (AMIL) e redator-chefe do Boletim da AMIL (trimestral de 10.000 assinantes, divulgado em cinco línguas). Autor de dois livros: Une nouvelle approche biomédicale des maladies chroniques: l’endothérapie multivalente (juntamente com o Doutor Michel Geffard), publicado em 2000 por F-X de Guilbert; e Et si on parlait des miracles…, editado em 2001 por Presses de la Renaissance, Paris, traduzido em Portugal com o título E se falássemos sobre… Milagres? pela editora Sopa de Letras.

O Dr. Theillier recebeu nosso enviado especial, Sr. Miguel da Costa Carvalho Vidigal, no próprio Consultório Médico de Lourdes, para esta entrevista, mediante a qual podemos constatar, uma vez mais, a ocorrência do sobrenatural através da água de Lourdes.

Catolicismo: Qual foi o primeiro milagre reconhecido oficialmente?

Dr. Patrick Theillier: O primeiro milagre foi o de Catherine Latapie, que era uma mulher de 38 anos. Ela tinha dado à luz quatro filhos, dois já haviam morrido. Na noite de 28 de fevereiro para o dia 1º de março 1858, sentiu a necessidade de vir à Gruta de Massabielle (que é o nome da gruta onde Nossa Senhora apareceu).

Catherine Latapie, primeiro milagre reconhecido de Lourdes

Catherine Latapie, primeiro milagre reconhecido de Lourdes

Dois anos antes, ela caíra de uma árvore e tinha uma paralisia cubital no braço direito, que atrapalhava enormemente em suas atividades. Além disso, ela estava grávida. Apesar disso tudo, não hesitou em vir durante a noite para assistir à aparição que aconteceu naquele dia — a décima segunda.

Quando tudo tinha terminado, ela subiu na gruta, pois naquela época era preciso escalar um pouco. E encontrou a fonte em que, três dias antes, Nossa Senhora tinha pedido a Santa Bernadette para lavar-se. A Sra. Latapie colocou a mão, e logo em seguida ficou com o uso completo do braço direito. Partindo de volta a pé para casa, a seis quilômetros da gruta, ela sentiu as dores do parto e deu à luz um filho que se chamou Jean-Baptiste. Mais tarde ele tornar-se-ia padre.

Catolicismo: Quantos milagres foram reconhecidos até hoje?

Dr. Patrick Theillier: Sessenta e seis milagres (N.R.: posterior a esta entrevista foi reconhecido o de Anna Santaniello) foram reconhecidos oficialmente pela Igreja. Seria bom explicar que é sempre o bispo da diocese, da qual vem a pessoa que foi curada, que reconhece o milagre. Portanto, não é o Papa nem o Vaticano, e tampouco o bispo da diocese de Tarbes-Lourdes. Pelo mundo inteiro, o bispo local é quem recebe o dossiê reconhecido pela medicina.

Catolicismo: Como o Consultório toma contato com as pessoas curadas?

Dr. Patrick Theillier: Nós aguardamos as solicitações. São as pessoas que tomam contato voluntariamente, seja por telefone, pessoalmente, ou então por correio postal ou eletrônico, tudo é possível. Há casos também de pessoas que foram curadas somente rezando a Nossa Senhora de Lourdes, sem nunca terem vindo orar diante da Gruta.

Catolicismo: Há um tipo de cura mais freqüente que outros?

Dr. Patrick Theillier: Não. Existem todos os cenários possíveis, todos os tipos de doenças.

Catolicismo: Quando se vem a Lourdes, pode-se ler e escutar em vários lugares que “o milagre maior que se produz diante da Gruta, ou durante a peregrinação, é o milagre na alma, mais do que o do corpo”. Como o Sr., enquanto médico católico, sente isso?

Anna Santaniello na época do milagre e 50 anos depois, em 2005 já com 94 anos

Anna Santaniello na época do milagre e 50 anos depois, em 2005 já com 94 anos

Dr. Patrick Theillier: Enquanto médico católico, creio que em cada ser humano existe uma dimensão espiritual que é inerente à sua natureza. Somos criados à imagem e semelhança de Deus, existe em nós uma fonte de vida eterna. Considero que a cura física é um sinal da benevolência e da misericórdia de Deus em relação ao doente, ao pecador, mas que não acontece sem uma cura interior.

No Evangelho, todas as curas são sempre acompanhadas de uma cura interior: “Vai, tua Fé te curou”; “A partir de agora não peques mais”, e assim por diante. É, portanto, cura que é sinal de um restabelecimento total da pessoa. Acredito que em Lourdes é assim.

A cura física é a única visível, a única sobre a qual podemos nos debruçar, trabalhar, estudar e precisar, mas todas as curas físicas tocam a pessoa em toda a sua dimensão, seja ela física, psíquica ou espiritual. Posso dizer-lhe que uma pessoa que vive uma cura divina – pois a cura milagrosa é uma cura divina – não esquece nunca, representa algo muito forte na sua existência, há um antes e um depois, isso a toca profundamente.

Essas curas físicas são as únicas visíveis, mas elas devem ser vistas como um sinal das curas invisíveis que têm lugar aqui, e que são talvez mais numerosas e importantes: as curas do coração, da alma, a cura do pecado, a reconciliação com Deus, com os outros e consigo mesmo.

É preciso entender como uma cura interior, uma cura de todas as feridas que nós acumulamos durante nossa existência, e que naquele momento particular precisam ser tratadas e curadas. Assim, acredito que não se pode apenas fixar o lado “prodigioso” do milagre físico — freqüentemente maravilhoso, claro — mas procurar o sentido que está escondido atrás dele, que é a cura interior.

Catolicismo: Em seu ponto de vista, qual é o sentido dessas curas?

Dr. Patrick Theillier : Acredito que a cura é para todos, não somente reservada a alguns. Caso contrário, seria injusto; poder-se-ia perguntar: por que alguns se curam e outros não?

Somos todos chamados a ser curados, cedo ou tarde, das nossas feridas, dos nossos pecados. É preciso viver na esperança e entender que Deus nos ama, que Ele não está na origem do mal, da doença ou da invalidez. Caso contrário, viveremos como revoltados. É preciso entender que Ele sofreu e deu a sua vida por nós e nos salvou. O mais importante é a saúde espiritual, é preciso ver essas curas físicas dentro de uma perspectiva de eternidade, como uma antecipação da ressurreição do nosso corpo.

Fonte: Revista Catolicismo e Blog Lourdes e suas aparições


E você? Já foi curado através da fé? Conte para a Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus o seu milagre. Use nossa página de comentários.


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