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Vulgarização do matrimônio – mau exemplo das elites midiáticas

18, dezembro, 2010 2 comentários

 

O casamento, considerado apenas como um contrato, foi elevado por Nosso Senhor Jesus Cristo à categoria de sacramento. E é ele indissolúvel: “Não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19, 6)

O homem está vestindo um terno branco, sem gravata e nos pés um “sapatênis”. A mulher está com uma roupa hippie, sandálias rasteiras, uma trança no cabelo – dizem que é a moda deste verão – e, dentro de uma “baby sling” – uma espécie de tipóia de pano -, seu filho de três meses. O que fazem? Estão se “casando”, segundo reportagem de OESP, 28/11.

A mulher é uma apresentadora de televisão, está em seu segundo “casamento” e o homem é um estilista. O “casamento” foi celebrado – na verdade parece que houve apenas uma benção – na capela de um spa no interior paulista. Na mesma cerimônia foi batizado o filho do casal.

Entre os convidados, todos de branco como pedia o convite, encontravam-se jornalistas, DJs, socialites e até Geisy Arruda, que no ano passado ficou famosa ao ser expulsa pelos estudantes de uma grande universidade por se vestir de modo indecente. Diz a reportagem que ela usava, ao contrário das outras que estavam todas de sandálias, “um salto de acrílico com 11 cm [e,] cautelosa, dava passos muito curtos, inclinada para frente, como se estivesse em um patins, e evitava fazer curvas no chão de paralelepípedo”.

Havia também uma mulher que estava furiosa, pois ao se divorciar do marido, este deixou apenas 10% de seu banco, e ele estava lá com uma namorada.

As celebridades dançaram descalças ao som de um cantor punk e de um DJ. Em dado momento alguém teve a idéia de pular na piscina. A noiva o imitou, após tirar a roupa. O noivo, em entrevista, se gabava de ser um dos poucos homens que se casou três vezes em menos de 6 meses.

Nunca é pouco relembrar a doutrina católica sobre o tema. O casamento, considerado apenas como um contrato, foi elevado por Nosso Senhor Jesus Cristo à categoria de sacramento. E é ele indissolúvel: “Não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19, 6). Por isso um sacerdote cônscio de suas responsabilidades não pode nem ao menos dar uma benção a uma união ilícita, pois no fundo está dando um placet a um estado de pecado público, portanto escandaloso, que faz mal àqueles que o observam.

A família é a célula mater da sociedade, é a sua base. Por isso é natural que em sua formação sejam os festejos revestidos de grande solenidade e que mesmo no povo se procure fazer como num casamento de príncipes. São os convidados que vestem suas melhores roupas; a noiva que entra solenemente de branco (representando sua virgindade) conduzida por seu pai, com damas de honra segurando a calda de seu vestido e jogando pétalas de rosa; o noivo que a aguarda hierático aos pés do altar; e depois a festa com valsas, com salões bem decorados, à luz de velas muitas vezes e garçons impecáveis servindo generosamente os convidados.

Mas o que se observa nesses antros midiáticos e de show business é uma tentativa de extirpar essa idéia tradicional que existe no pensar da sociedade, para ser substituída por uma idéia pagã, espontânea, informal, baixa de nível e medíocre do casamento.

Esse é o péssimo exemplo que as celebridades, embebidas a fundo pela vulgaridade do espírito revolucionário, passam para a sociedade.

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

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Famílias na Argentina defendem matrimônio em massiva concentração

21, junho, 2010 1 comentário

Centenas de cidadãos de Mar del Plata (na Argentina) congregaram-se na sexta-feira dia 11 de junho, na cidade em torno do lema “A Família Sim importa”, para manifestar aos senadores do país sua firme defesa da família e o matrimônio entre um homem e uma mulher, na massiva concentração organizada pelo Movimento ‘Marplatense’ pela Família (MMPF).

Conforme assinalam os organizadores, as centenas de manifestantes, que levaram globos de cores celestes e rosas, bandeiras argentinas e uma enorme faixa com o lema da mobilização, reuniram perto de 600 assinaturas que serão apresentadas ante os senadores para evitar que se legalize o mal chamado “matrimônio” entre homossexuais.

Os jovens, adultos, famílias e crianças reunidos na passeata, escutaram o manifesto a favor da família e o matrimônio legítimo realizado por um jovem porta-voz do MMPF quem expressou seu rechaço a “que se chame de matrimônio o que não o é” promovendo-se assim “a fragmentação da família, e com isto a fragmentação da Pátria”.

“Sob o pretexto de não impor a moral, se está querendo impor-nos outra em sua substituição, contrária à lei de Deus, contrária à lei natural, à lei positiva, à razão, ao sentido comum, à natureza, às tradições de nossa Pátria, contrária ao conceito mesmo do matrimônio, enfim contrárias à Pátria”, acrescentou.

Finalmente, o jovem porta-voz do MMPF assinalou que “esta defesa da família, não é outra coisa que a defesa mesma da Pátria a que hoje espera o testemunho valente daqueles que a amamos”.

“Solicitamos a nossos senadores que atuem conforme ao sentir popular dos que votaram neles, recordemos que a única bandeira que hoje nos congrega aqui é a argentina. Dizemos que a família sim importa porque a Pátria sim importa”, acrescentou.

Fonte: ACI Digital


Os cidadãos brasileiros precisam seguir o exemplo da Argentina e também sair às ruas defendendo a família cristã!

Dê o primeiro passo desta mobilização assinando o abaixo-assinado contra o PNDH3, que quer destruir a família como Deus a intituiu aprovando leis absurdas, como o casamento homossexual, legalizando o aborto e a prostituição, dando direito para os sem-terra agirem com total liberdade, dentre outras…

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