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Textos com Etiquetas ‘casamento homossexual’

Nossa Senhora de Fátima chora mais uma vez

15, julho, 2010 6 comentários


 

Nossa Senhora chora
Desta vez o pranto de Nossa Senhora é pela Argentina, que agora tornou-se o primeiro país da América do Sul a legalizar o chamado “casamento” homossexual.


Os políticos argentinos padecem do mesmo grave defeito dos políticos brasileiros: atuam sem levar em conta os anseios da população, sem ouvir o que centenas de milhares de pessoas pensam sobre as leis que aprovam. Sem se preocupar, principalmente, para que suas leis não violem as Leis de Deus

Na Argentina o clamor de mais de 200 mil pessoas não foi ouvido ontem (14 de julho), enquanto protestavam contra a lei que legaliza o chamado “matrimônio” homossexual no país.

Durante a madrugada de hoje, esta infame lei foi aprovada, que fere os ensinamentos deixados por Deus, que constituiu o casamento APENAS entre um homem e uma mulher.

Você que é católico e entende a gravidade deste acontecimento, não deixe de acender uma vela em desagravo a Nossa Senhora de Fátima, que muito se entristece com os pecados que tais senadores cometeram.


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Que benção! 200 mil argentinos defenderam o matrimônio e a família diante do Congresso da Nação

14, julho, 2010 Sem comentários


marcha Buenos AiresMarcha contra “casamento” homossexual na Argentina reuniu centenas de milhares de pessoas vindas de toda parte do país

Em uma histórica mobilização, 200 mil argentinos vindos de todo o país se congregaram esta tarde em frente ao Congresso da Nação para defender a família e o matrimônio como a união entre homem e mulher perante as tentativas de legalizar o “matrimônio” entre pessoas do mesmo sexo e conceder a estes casais o direito à adoção de crianças.

A poucas horas de que o Senado trate um polêmico projeto de reforma do Código Civil sobre este tema, já aprovado pela Câmara Inferior, os manifestantes se dedicaram a proclamar o valor do matrimônio e a necessidade de proteger a família.

Conforme informou a agência católica AICA, “o ato, convocado pelo Departamento de Leigos da Conferência Episcopal Argentina (DEPLAI), junto com agrupamentos de outros credos e da sociedade civil, teve caráter pacífico e contou entre outras coisas com números artísticos e projeção de vídeos. Também foi lido um poema (em espanhol) do advogado, poeta e escritor Juan Luis Gallardo titulado ‘Creatura que nascerás’”.

“Os organizadores destacaram o caráter pacífico da manifestação cidadã. Só houve ordens positivas em favor do matrimônio homem-mulher, bandeiras argentinas, e uma frase em comum: ‘Salvemos a família’, acrescentou a agência AICA.

Um dos momentos culminantes foi o ingresso à praça de uma bandeira nacional de 200 metros trazida especialmente desde Rosário, aos gritos de “Argentina, Argentina!”

Durante o ato foi lida uma carta de adesão do Arcebispo de Buenos Aires e primaz da Argentina, Cardeal Jorge Mario Bergoglio.

Foi lido um manifesto no qual se recorda que “o matrimônio é uma instituição essencial para nossa sociedade, que constitui a estrutura básica sobre a qual esta se constitui”, e se sublinha a “responsabilidade fundamental de nossos representantes políticos de protegê-la e impulsioná-la; preservá-la legalmente tal como é, a união entre uma mulher e um homem em ordem à ajuda mútua, à procriação, à realização e felicidade dos que o compõem, e à educação dos filhos”.

Do mesmo modo, os representantes cristãos reclamam “que o sentido comum volte a estar no debate sobre o matrimônio” e reafirmam que “chamar as coisas por seu nome não é discriminar e sim distinguir realidades diferentes”.

Reclamam deste modo “o direito prioritário das meninas e meninos a terem mãe e pai” porque “a diferença sexual dos progenitores não é uma questão arbitrária da lei” mas “nela se apóia nada menos que a estrutura psíquica das crianças; a aceitação do pai, a separação da mãe e em conseqüência a possibilidade de entender o outro”.

Quanto à possibilidade de permitir que os casais homossexuais adotem crianças, o texto expressa: “Sentimos dor pelas milhares de crianças sem família em nossa Pátria, por eles reclamamos que o Estado enfrente o verdadeiro problema da adoção na Argentina e que portanto facilite e acelere responsavelmente os processos de adoção para que as milhares de crianças abandonadas e os milhares de casais que desejam dar-lhes uma família com amor não tenham que sofrer anos de espera e calvário burocrático que os levam ao desespero”.

Por último, o manifesto recorda que “os cidadãos apoiarão com seu voto os políticos que protejam o matrimônio entre homem e mulher e rechacem o projeto de lei de união de pessoas do mesmo sexo”, e não votarão nos que assim o façam, ou “naqueles que não defendam a vida humana”.

Fonte: ACI Digital

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Senado da Argentina vota projeto que autoriza “casamento” homossexual

14, julho, 2010 3 comentários


Manifestantes se opoem ao "casamento" homossexual na Argentina. Acenda uma vela contra a aprovação desta lei clicando na imagem
Manifestantes se opoem ao “casamento” homossexual na Argentina. Acenda uma vela contra a aprovação desta lei clicando na imagem

O Senado da Argentina vota nesta quarta-feira (14) uma reforma no Código Civil que legalizaria o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país, um tema que provocou manifestações pró e contra em Buenos Aires nos últimos dias. Se aprovada, a medida tornaria a Argentina o primeiro país a autorizar o “matrimônio” homossexual na América do Sul.

A reforma suprimiria as palavras “homem e mulher” na versão atual da legislação por “cônjuges” e “contraentes”, o que tornaria indistinto perante a lei a orientação sexual do casal que contrai matrimônio.

Antes de chegar ao senado, a chamada “Lei da Igualdade” foi aprovada em maio na Câmara dos Deputados, após 12 horas de debate, com 126 votos a favor, 109 contra e cinco abstenções.

Apesar do apoio do governo, não há um prognóstico confiável para a votação desta quarta-feira, já que mesmo senadores da base da presidente Cristina Kirchner estão receosos de se expor em uma questão que provoca a ira de setores religiosos da sociedade argentina.

Situação no mundo e no Brasil

O “casamento” homossexual com plenos direitos é reconhecido atualmente em nove países: África do Sul, Bélgica, Canadá, Espanha, Holanda, Islândia, Noruega, Portugal, Suécia. O “matrimônio” também é possível em cinco Estados e na capital dos Estados Unidos, e na Cidade do México.

O Brasil apresenta uma legislação que reconhece o direito à livre orientação sexual e proíbe a discriminação, mas não admite união civil nem “casamento” homossexual. Já existem questionamentos jurídicos apontando suposta inconstitucionalidade dessa situação.

Desde 2009 tramita na Câmara um projeto do deputado José Genoíno (PT-SP) que propõe estender aos casais homossexuais o direito de estabelecer uma união civil, como já é previsto para a união estável heterossexual. Contudo, o projeto é mais modesto do que a reforma em votação hoje na Argentina, já que a versão brasileira afirma explicitamente que o “casamento homossexual” continuaria vetado.

Na falta de uma legislação adequada, casais homossexuais recorrem à “sociedade de fato”, prevista no artigo 981 do Código Civil, como mecanismo jurídico para garantir alguns direitos civis da união. De modo similar a um contrato comercial, as duas partes firmam uma sociedade, o que dá suporte legal para participação em partilha de bens ou aposentadoria no cônjuge, em alguns casos.

Diga não a esta aberração!

Sou-Católico-e-não-vou-me-omitir-26

O casamento entre um homem e uma mulher foi invenção de Deus, em toda Sua perfeição como Senhor de todas as coisas, deturpar esta ordenança é ir contra a natureza de Deus e infringir seus perfeitos ensinamentos.

Lemos em Gênesis 2. 24: “Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne”.

Não há o que contestar! Casamento só entre HOMEM e MULHER!

Não podemos permitir que a lei feita por homens contrarie a Lei perfeita de Deus.

O Programa Nacional do Direitos Humanos (PNDH-3) quer legalizar esta união pecaminosa aos olhos de Deus. Envie um cartão amarelo aos políticos de sua região como forma de alertá-los que você não aprova isso!

Que Nossa Senhora de Fátima não deixe que esta lei passe na Argentina, no Brasil e em outras partes do mundo.

Fonte: Uol Notícias (com adaptações)

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Exemplo europeu: Casamento só com pessoas do sexo oposto

10, julho, 2010 2 comentários

Sentença do Tribunal Europeu de Direitos Humanos

ESTRASBURGO, terça-feira, 6 de julho de 2010 (ZENIT.org) – O European Centre for Law and Justice (ECLJ) manifestou apoio à sentença do Tribunal Europeu de Direitos Humanos que afirma não existir na Convenção Europeia de Direitos Humanos um direito ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Analisando a sentença Schalk e Kopf vs. Austria (n° 30141/04), a Corte declarou que não houve discriminação por parte do Estado austríaco ao impedir que os dois homens contraíssem “matrimônio”.

A Corte decidiu por unanimidade que o direito de casar-se é garantido apenas a “homem e mulher”, conforme exposto no artigo 12 da Convenção.

Visto que “o matrimônio tem conotações sociais e culturais profundamente radicadas que podem diferir de uma sociedade para outra, a Corte reitera que não se deve apressar-se a substituir o juízo das autoridades nacionais, que estão mais adaptadas para afrontar e responder as necessidades da sociedade, e que os Estados são ainda livres, com base nos artigos 8, 12 e 14 da Convenção, para limitar o acesso ao matrimônio aos casais de sexo oposto”.

Dessa forma – ainda que temporariamente – o tribunal prudentemente renuncia a impor aos Estados nacionais o reconhecimento legal de casais compostos por indivíduos do mesmo sexo.

Gregor Puppinck, diretor do ECLJ, interpreta este posicionamento à luz da atual “rebelião” de alguns Estados membros causada pelo caso do crucifixo (Lautsi vs. Itália), que se contrapõe a uma tendência de impingir novos direitos “pós-modernos” que contradizem os valores fundamentais da própria Convenção.

“Os Estados não podem ser compelidos a aceitar novas obrigações que não constem na Convenção e que sejam, com efeito, contrárias a esta”, acrescentou Puppinck em declarações concedidas à ZENIT.

Fonte: Zenit

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Autor de lei que protege casais verdadeiros critica união de homossexuais

3, julho, 2010 Sem comentários

“Há algo de podre no reino da Dinamarca…”


 

O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é autor de projeto de lei protegendo heterossexuais contra discriminações.
O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é autor de projeto de lei protegendo heterossexuais contra discriminações.

Só no da Dinamarca? Aqui em terras brasileiras não parece ser diferente. Em vista da onda macro publicitária favorecendo a homossexualidade, ademais de medidas concretas estabelecidas pelo PNDH3, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é autor de projeto de lei protegendo heterossexuais contra discriminações.

Iniciativa não objetável, mas que revela uma situação anômala em uma sociedade até há pouco amoldada pela Civilização Cristã. É como se tivesse que fosse necessário fazer uma lei protegendo as pessoas contra discriminação para não serem discriminadas por andarem para frente. Onde estamos? Para onde vamos?

Numa sociedade cristã plenamente sã qualquer lei teria por finalidade promover o bem comum e coibir o mal. Ora, as razões pelas quais o verdadeiro cristão deve opor-se ao homossexualismo são de ordem moral e natural, portanto, não apenas de índole religiosa mas também com base na lei natural. Isso é um direito. Isso deve ser respeitado.

Quinta, 1 de julho de 2010.
Autor de lei que protege héteros critica união de gays
Dayanne Sousa

Um projeto de lei que corre na Câmara dos Deputados quer punir a discriminação contra heterosexuais. Enquanto não se aprova lei que torna crime expor ao ridículo ou se recusar a atender gays e lésbicas, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) diz que quem “ofender uma igreja” que pregue a união entre homens e mulheres pode virar alvo de sua proposta.

Membro da Igreja Sara Nossa Terra, o deputado nega que a motivação de seu projeto seja religiosa e diz que quer apenas “equilibrar” o debate, para não favorecer os homossexuais. Apesar disso, se apoia na fé evangélica para justificar sua tese.

- Ninguém é contra qualquer tipo de orientação e comportamento sexual. O que se é contra é você considerar como isso sendo uma família. Do ponto de vista bíblico, não é uma coisa normal – diz, assumindo ser contra o casamento homossexual.

Em 2006, o deputado declarou à Justiça Eleitoral como um de seus bens a empresa jornalística Folha Cristã.
Cunha, porém, não acredita no sucesso de seu projeto. “Não tenho a menor pretensão de que ele seja aprovado“, revela, “isso é para levantar a discussão“. Ele se opõe ao projeto de lei PLC 122/2006, que torna a homofobia um crime. O parlamentar ataca o projeto por defender o que chama de “privilégios” para homossexuais.

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- Todo mundo tem que respeitar o comportamento de qualquer um. Agora, quando você espera que isso é um terceiro sexo ou que é um segmento que tem que ter um privilégio, pra mim não é o caso.
Leia a entrevista na íntegra.

Terra Magazine – Queria que o Sr. contasse como nasceu essa ideia de criar um projeto de lei contra a heterofobia.

Deputado Eduardo Cunha - Na prática, há um problema de que, em nome da defesa das minorias, que é uma coisa que todos nós defendemos e apoiamos, criou-se uma panaceia em que a maioria acaba virando vilã. Não tem nada errado em você de alguma forma querer punir, ou querer de uma certa forma penalizar aqueles que discriminam e nós somos favoráveis a isso. O problema é criar nisso uma inversão de valores. Tem o PL 122 tramitando que, na prática criminaliza…

Pelo que está escrito nele, se você interpretar ao pé da letra, se amanhã entrar um casal homossexual dentro de uma igreja, se o pastor se negar a fazer um casamento, mesmo que seja um casamento religioso, ele vai ser processado criminalmente.

Na prática, isso significa que a Bíblia não pode mais existir porque a Bíblia tem menções contra o homossexualismo (sic) do ponto de vista religioso. A gente pensa o seguinte: você tem que proteger a minoria, mas não pode inverter os valores.

Esse projeto mostra que, em função disso, um determinado segmento da minoria tenta descriminar uma maioria criando situações de pseudoperseguições. Eu queria abrir um debate sobre essa situação. Queremos ter um meio termo, de modo que você também não discrimine a maioria.

Ninguém é contra qualquer tipo de orientação e comportamento sexual. O que se é contra é você considerar como isso sendo uma família. É isso que no segmento religioso é condenado, entendeu? Do ponto de vista bíblico, não é uma coisa normal.

A luta do movimento LGBT é tornar crime uma ofensa contra homossexual…
Mas que tipo de ofensa? Você tem que detalhar bem que tipo de ofensa é essa, entendeu? Temos que detalhar bem isso para saber qual o tipo de ofensa que eles querem condenar. Não é um pastor na igreja falar sobre isso, entendeu?

Mas no caso do seu projeto, haveria como fazer isso no sentido inverso? Punir ofensas contra héteros?
Exatamente, punir ofensas contra héteros.

E o que seria uma ofensa contra um hétero?

Qualquer tipo de discriminação que você possa ver da mesma forma. Existe, eu canso de ver. Se você assistisse alguns debates de pastores evangélicos, você iria ver quantas vezes há constrangimento. De você entrar numa igreja e querer ofender uma igreja. Então existe, sim.

O Sr. fala muito da questão religiosa. A sua motivação foi religiosa?
Não, a minha motivação é efetivamente ter um equilíbrio da situação. Eu estou dando um exemplo religioso no qual você tem problemas com o PL 122.

O que seria uma situação em que esse projeto se aplicaria?
Eu recebo várias queixas de agressões que há contra héteros, ameaçando por exemplo, dizer que está sendo discriminado para obter certas situações desconfortáveis.

Abusos. Veja bem, o nosso objetivo é debater, não é necessariamente considerar que você vai conseguir aprovar. Isso daí é para você fazer um contraponto, um debate. Não se tem a intenção que isso vire lei, é pra buscar o meio-termo.

O Sr. não acredita que esse projeto possa ser aprovado?

Não, claro que não. Não tenho a menor pretensão que ele seja aprovado.
No texto do projeto, há a seguinte menção: “ao se propor políticas públicas antidiscriminatórias referentes à orientação sexual pode-se transmitir a impressão de que a afetividade da pessoa homossexual, bissexual ou transgênero encontra-se em um patamar de relacionamento humano mais elevado”. O que te dá essa impressão?

É isso. O problema é o seguinte: nós entendemos que orientação sexual é comportamento. Há pessoas que tem comportamento sexual hétero e outras homo. Amanhã pode até mudar. Tanto o hétero pode virar homo como o homo pode virar hétero. Isso é comportamento.

Todo mundo tem que respeitar o comportamento de qualquer um. Agora, quando você espera que isso é um terceiro sexo ou que é um segmento que tem que ter um privilégio, pra mim não é o caso. Tem que punir a discriminação, sim, mas o que eu sou contra é você querer estabelecer uma classe privilegiada com relação a um comportamento. E nem considerar isso como família, como possibilidade de constituição de família.

Quando o Sr. fala em constituição de família, o Sr. quer dizer que é contra o casamento homossexual?

Isso, isso, isso. Esse entendimento.

O Sr. não acredita que esse projeto fere a lógica de que é preciso proteger as minorias?
Não. A lógica é de proteção à discriminação. Eu não discrimino só a minoria. Porque é que eu não posso discriminar a maioria? Só porque eu sou minoria que eu sou discriminado?

Eu não posso discriminar você, por exemplo, como jornalista, num determinado tipo de ambiente dizendo que jornalista não serve? Eu não posso discriminar político dizendo que não serve? A proteção das minorias é um direito fundamental da sociedade que a gente tem que preservar. O que eu quero dizer é que não há só discriminação contra minorias.

Fonte: IPCO

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Jovens católicos impedem homossexuais de profanarem a catedral de Lyon

15, junho, 2010 3 comentários


 

Catedral de Lyon
Catedral de Lyon

Um grupo de 120 militantes homossexuais e de extrema-esquerda cantando a Internacional e bradando slogans anarquistas como “proibido proibir” e blasfemias reuniram-se para um provocatório “kiss-in” homossexual na saída da missa da catedral de Lyon.

A ofensa fazia parte do ‘Dia Mundial contra a Homofobia’.

Uma centena de jovens católicos ocupou previamente a praça frente à catedral local rezando o terço e bradando “chega de catofobia!”, “Saint-Jean (a catedral) é nossa!”.

Jovens defenderam a honra da catedral rezando o terço
Jovens defenderam a honra da catedral rezando o terço

Os homossexuais aumentaram o ambiente de agressão exigindo que os católicos recolhessem um estandarte do Sagrado Coração de Jesus.

A polícia de choque recebera ordens de proteger a manifestação homossexual e os jovens católicos sentaram no chão para não serem expulsos. Eles ajoelharam e rezaram o terço.

Eles mantiveram a posição bradando “Europa, Juventude, Cristandade!” e agitando uma badeira do Vaticano.

Os policiais acabaram dispersando os provocadores homossexuais e tentaram dissolver os católicos que formavam uma cadeia com os braços dados.

Eles acabaram sendo espancados e resistiram aos gases.

Três horas depois deixaram a praça degustando a vitória moral, quando os extremistas do “Kiss do ódio anticristão” tinham desaparecido das redondezas.

Os católicos transmitiam os acontecimentos pela Internet (pela E-deo.info ) minuto a minuto recebendo grande quantidade de apoios de outros jovens.

Fonte: AASCJ

Precisamos de exemplos como este em nosso país, que a família cristã se levante contra estes comportamentos contrários a Vontade de Deus.

Vamos acender uma vela em desagravo ao Imaculado Coração de Maria, para que os pecadores se convertam e se arrependam de seus pecados.

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Equiparar o casamento com as uniões homossexuais, essa injustiça!

9, junho, 2010 1 comentário

Na falta de leis que equiparem o casamento tradicional às uniões civis entre homossexuais e lésbicas, o lobby homossexual vem fazendo pressões sobre certos órgãos da União para forçarem decisões judiciais “inovadoras”. Assim, em parecer divulgado no último dia 4, a Advocacia-Geral da União (AGU), instituição ligada ao Poder Executivo e que representa a União, recomenda à Justiça brasileira reconhecer a união estável entre homossexuais para fins previdenciários. O parecer servirá como orientação aos juízes.

A manifestação da Advocacia-Geral da União foi comemorada como uma vitória pelo lobby homossexual. Segundo o “Correio Brasiliense” (05/06/2010), os movimentos homossexuais haviam pedido à AGU “uma posição sobre o tema”. “Estamos muito felizes. É uma decisão acertada e constitucional pois a Constituição diz que todos são iguais perante a lei e que não haverá discriminação de qualquer natureza. Estamos rumo à cidadania plena”, festejou o presidente do grupo homossexual ABGLT, Toni Reis.

Essa não foi a primeira vez que a AGU saiu em defesa da união entre homossexuais. Em junho de 2008,

D. Johannes Dyba, Bispo da cidade alemã de Fulda, falecido em junho de 2000, foi um incansável batalhador contra a equiparação do casamento traditional às uniões de pessoas do mesmo sexo.
D. Johannes Dyba, Bispo da cidade alemã de Fulda, falecido em junho de 2000, foi um incansável batalhador contra a equiparação do casamento traditional às uniões de pessoas do mesmo sexo.

o órgão encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável ao reconhecimento civil do casamento entre pessoas do mesmo sexo. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral pediu em 2008 que o STF aplique o regime jurídico das uniões estáveis às uniões homossexuais de funcionários públicos do estado e que “os mesmos direitos dados a casais heterossexuais sejam aplicados aos casais homossexuais”. Em abril de 2010, o STJ tomou uma “decisão inovadora” que permitiu a adoção de duas crianças por um casal de mulheres.

Estes fatos trouxeram-me à mente as declarações de Dom Johannes Dyba, Bispo da cidade alemã de Fulda, falecido em junho de 2000. Dom Dyba foi um incansável lutador contra a descriminalização do aborto e a legalização das uniões entre pessoas do mesmo sexo. Em famosa entrevista ao semanário “Der Spiegel” (10.7.2000), perguntado o que pensava sobre a equiparação do casamento às uniões entre homossexuais, o Bispo alemão afirmou que se trata de uma “injustiça”. E argumentou: “Justiça é dar a cada um o que é seu. Ora, dar a uma amizade ou a uma parceria equiparação ao casamento e a família, com os mesmos deveres e obrigações, que em si mesmos são notoriamente diferentes, é uma injustiça”.

não-vou-me-omitir1Para Dom Dyba, a instituição da família, baseada no casamento entre um homem e uma mulher, que leva em si a fecundidade e a possibilidade de gerar vidas, deveria ser fortemente apoiada pelo Estado. E de nenhuma forma as uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Dom Dyba alertou também para as consequências morais da adoção de crianças por duplas de homossexuais. Aberta a possibilidade legal, como estas ligações são por si mesmas estéreis, os homossexuais e as lésbicas teriam que recorrer a um infamante comércio: o de babys! Estes seriam “adquiridos” num mercado negro ou “produzidos” artificialmente em laboratório. Aberrações que nos fazem lembrar os costumes decadentes da Antiguidade pagã.


Fonte: IPCO

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Deve a Igreja mudar sua posição sobre homossexualismo e divórcio?

8, junho, 2010 3 comentários
Cardeal-Schonborn, arcebispo de Viena
Cardeal-Schonborn, arcebispo de Viena

Estão repercutindo intensamente em vários meios − especialmente na mídia liberal, em setores progressistas da Igreja e entre ativistas homossexuais− as recentes declarações do Arcebispo de Viena Christoph Cardeal Schoenborn, sobre o homossexualismo e o divórcio¹.

Falando a um grupo de jornalistas austríacos no dia 28 de abril último, o purpurado fez confusas e concessivas afirmações sobre o homossexualismo e o divórcio.

Nessa ocasião, criticou também nominalmente o Cardeal Angelo Sodano, ex-Secretário de Estado do Papa João Paulo II e atual decano do Colégio Cardinalício, acusando-o “de cumplicidade e acobertamento de alegações de abuso sexual em relação ao seu predecessor [o falecido Cardeal Groer que foi Arcebispo de Viena] a figura mais importate da Igreja na Austria.”²

Nada há de comum entre o casamento e a parceria homossexual

As surpreendentes declarações do Arcebispo de Viena foram difundidas pela agência católica austríaca Kathpress, e divulgadas por vários meios de comunicação.³

Segundo o The Tablet, de Londres, o Cardeal Schoenborn, “perguntado sobre a atitude da Igreja em relação aos homossexuais, respondeu dizendo: ‘Nós deveríamos tomar mais em consideração a qualidade dos relacionamentos homossexuais,’ acrescentando: ‘Um relacionamento estável é certamente melhor do que a pessoa escolher a promiscuidade.’4

A palavra-chave da afirmação acima é “qualidade.” Fica sugerido que as relações homossexuais havidas dentro e fora de um relacionamento estável seriam de “qualidade” diferente e que, portanto, mereceriam uma diferente apreciação moral, tal como ocorre nas relações heterossexuais dentro ou fora do matrimônio.

Com efeito, o ato sexual entre homem e mulher dentro e fora do casamento são de qualidade ou natureza moral diferente. Quando realizado de modo natural dentro do casamento ele é apto a atingir a sua finalidade que é o da procriação e educação dos filhos, sendo portanto legítimo; quando praticado fora do casamento (ou de modo antinatural dentro dele) vai contra sua finalidade, sendo portanto ilegítimo e pecaminoso.

Uma vez que o ato homossexual é, em si mesmo, inapto para a procriação e o relacionamento homossexual moralmente inapto para a educação de filhos, sua “qualidade” ou natureza não muda em relações estáveis ou promíscuas, permanecendo sempre a mesma, ou seja a de um ato contrário à natureza, ilegítimo, pecaminoso5.

No atual contexto da campanha (já amparada por leis) que visa a equiparar o relacionamento homossexual estável ao casamento, defender os relacionamentos homossexuais “estáveis” vem favorecer tal campanha.

A Igreja não pode mudar sua posição face ao divórcio

Em sua conversa com os jornalistas, “o Cardeal também disse que a Igreja precisa reconsiderar sua posição em relação aos divorciados recasados, ‘uma vez que muitas pessoas não estão nem mais se casando.’ Ele disse que a primeira coisa a se considerar deveria ser não o pecado, mas o esforço feito pela pessoa para viver de acordo como os mandamentos. Prosseguiu afirmando que em vez de uma moralidade baseada no dever, deveríamos caminhar para uma moralidade baseada na felicidade.”6

No que consiste para a Igreja, “reconsiderar sua posição em relação aos divorciados recasados”? Pela afirmação que se segue, de que se deve considerar mais o esforço feito pelas pessoas, do que o pecado que cometem, parece que o Cardeal se refere a uma mudança em relação à proibição dos católicos divorciados e “recasados” de receberem a Comunhão.

Ora, de acordo com a moral tradicional, posto que o casamento, mesmo natural, é indissolúvel, uma pessoa que passa para segundas núpcias após abandonar seu legítimo cônjuge, não está realmente casada mas vive em estado de concubinato. O que é uma situação objetivamente pecaminosa e que lhe proíbe de receber a Comunhão.7

Permitir que pessoas nessas circunstâncias recebam normalmente os Sacramentos implica em negar que seu estado seja pecaminoso. Ora, tal negação, pelo menos implicitamente, parece negar princípio da indissolubilidade do matrimônio, pois tais pessoas só não estariam em pecado caso seu casamento anterior não continuasse a existir.

Mas, a indissolubilidade do casamento, mesmo do casamento natural, é um princípio que decorre da Lei natural, e, portanto8, a Igreja não pode abrir mão dessa indissolubilidade, mesmo indiretamente, como seria no caso de tratar as pessoas vivendo em concubinato como se estivessem legitimamente casadas. Pois como lembrou o Papa Paulo VI na Encíclica Humanae Vitae, a Igreja é a guardiã e a intérprete da Lei natural, não a sua criadora. Por essa razão ela não pode modificá-la.9

A destruição da moral objetiva

Em relação à declaração do Purpurado vienense de que “a primeira coisa a se considerar não devia ser o pecado mas sim o esforço feito pela pessoa para o evitar”, isso implicaria em deslocar o eixo da moral da norma objetiva, que é o da obediência devida à Lei divina e natural, para o de uma norma subjetiva que serio o do esforço despendido pela pessoa para evitar o pecado, mesmo que não conseguisse evitá-lo.

Mas, com essa mudança, a lei moral deixaria de ser o padrão objetivo para julgar da legitimidade ou ilegitimidade moral do ato humano e cedendo seu lugar para um critério puramente subjetivista, impossível de se avaliar. De fato, como determinar objetivamente o esforço feito interiormente para fazer ou evitar algo?

Passa-se então de uma moral objetiva e universal, baseada em princípios claros e racionais para um subjetivismo relativista, destruidor de toda ordenação ética. Além do que, essa conceituação é totalmente naturalista, negando o princípio de que Deus não deixa de dar a ajuda de sua graça àqueles que realmente se esforçam para atingir um fim bom.10

Por fim, propor uma moral que oponha a felicidade ao dever é propor uma contradição. A verdadeira felicidade, como mesmo filósofos pagãos chegaram a compreender, resulta da prática da virtude.11 Num plano superior, a felicidade está relacionada com o fim último do homem, que é a eterna bem-aventurança, a qual não se alcança sem a obediência à Lei divina e a prática do dever religioso.

Não entramos aqui na análise das intenções subjetivas do Cardeal-Arcebispo de Viena, as quais cabe a Deus julgar. Mas, não podemos deixar de lamentar o efeito de suas declarações.

1 Cf. Cathy Lynn Grossman, Cardinal’s surprising new tune: ‘Don’t worry, be happy’, USATODAY, Faith & Reason, May 08, 2010, http://content.usatoday.com/communities/Religion/post/2010/05/gay-marriage-divorce-catholic-church/1; Tim Rutten, Changing the church – Recent statements and writings show that there is support within the church for reform; latimes.com, May 12, 2010, latimes.com/news/opinion/commentary/la-oe-0512-rutten-20100512,0,7587200.column; James Martin, S.J., Schonborn Attacks Sodano; Calls for New Look at Gays and Remarried Catholics, Posted at: Friday, May 07, 2010 02:38:56 PM, http://www.americamagazine.org/blog/entry.cfm?blog_id=2&entry_id=2858; The Daily Dish | By Andrew Sullivan, Tips-Q, http://www.tips-q.com/category/news-sources/-daily-dish-andrew-sullivan.

2 John L. Allen Jr., ‘The days of cover-up are over,’ Schönborn, http://ncronline.org/news/accountability/days-cover-are-over-sch%C3%B6nborn; Cf. Philip Pullella, Cardinal accuses Vatican official of abuse cover-up, VATICAN CITY, Sun May 9, 2010 10:34am EDT, REUTERS, http://www.reuters.com/article/idUSTRE6481D420100509.

3 Para o vaticanista italiano Andrea Tornielli, o fato das palavras do Cardeal terem sido divulgadas pela agência noticiosa católica garante a fidelidade das mesmas. (Schoenborn attacca Sodano: “Non volle indagare su Groer”, http://blog.ilgiornale.it/tornielli).

4 Christa Pongratz-Lippitt, Schönborn attacks Sodano and urges reform, The Tablet, 8 May 2010 , http://www.thetablet.co.uk/article/14678.

5 Cf. Saint Thomas Aquinas, The Reason Why Simple Fornication Is A Sin According To Divine Law, And That Matrimony Is Natural, Summa Contra Gentiles, book 3, q. 122 (at http://dhspriory.org/thomas/ContraGentiles3b.htm#123); Catechism of the Catholic Church, 2357.

6 Christa Pongratz-Lippitt, Schönborn attacks Sodano and urges reform, The Tablet, 8 May 2010 , http://www.thetablet.co.uk/article/14678.

7 Código de Direito Canônico, Cânon  915: “Não sejam admitidos à sagrada comunhão os excomungados e os interditados, depois da imposição ou declaração da pena, e outros que obstinadamene persistem no pecado grave manifesto.”

8 Cf. Victor Cathrein, S.J., Philosophia Moralis, Editorial Herder, Barcelona, 1945, p. 365, n. 527; Santo Tomás de Aquino, O matrimônio deve ser indivisível, Summa Contra Gentiles, book 3, q. 123 (at http://dhspriory.org/thomas/ContraGentiles3b.htm#123).

9 Humanae Vitae, nn. 4 and 18 (http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/encyclicals/documents/hf_p-vi_enc_25071968_humanae-vitae_po.html).

10 “Facienti quod in se est, Deus non denegat gratiam.” Fazendo-se o esforço devido Deus não nega sua graça (J. Van der Meersch, Grace, Dictionnaire de Théologie Catholique, T. VI, Deuxime Partie, col. 1603, Letouzey et Ané, Paris, 1947).

11 Aristotle, Nicomachean Ethics, at http://classics.mit.edu/Aristotle/nicomachaen.8.viii.html.

Fonte: IPCO

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