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O perdão da mãe tirou o filho do purgatório

5, fevereiro, 2012 6 comentários

Contaram a uma senhora da alta sociedade que seu filho tinha sido assassinado, e que o assassino se havia refugiado ao palácio dela.

Lembrou-se a pobre mãe de que também a Santíssima Virgem perdoara os crucificadores de seu Filho e, em lembrança das dores da Virgem, perdoou generosamente ao refugiado. Não contente com isso, mandou dar cavalos, dinheiro e roupa ao criminoso, para que se salvasse pela fuga.

Apareceu então a esta senhora o filho assassinado, dizendo que não só se salvara, como também fora livre do purgatório pela Mãe de Deus, por causa do perdão generosamente concedido ao inimigo.

Do contrário, lhe teria sido muito longo o purgatório, mas que naquele momento ia entrar logo no céu.

Reflexão: Muitas vezes ficamos magoados por motivos banais com algum amigo ou familiar e assim, deixamos até de falar com a pessoa por anos. Que ínfimo é isso perto do que esta mãe fez. E quão grandiosa recompensa este ato dela causou. Tenhamos isso sempre em nossa memória.

Acenda aqui uma vela pedindo que a Virgem Santíssima sempre esteja com você nos momentos difíceis e lhe ensine a perdoar com Ela perdoou os crucificadores de Cristo Nosso Senhor.

Extraído do livro: Glórias de Maria – Santo Afonso de Ligório

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Fazer todas as coisas “com Maria, em Maria e por Maria” – II

4, fevereiro, 2012 7 comentários

Leia aqui a primeira parte

Trecho do TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM, por São Luís Maria Grignion de Montfort; 19ª edição – Editora Vozes – Petrópolis, 1992.

“1º)Sua fé viva pela qual creu fiel e constantemente até o pé da cruz sobre o calvário;
2º) Sua humildade profunda que A levou a esconder-se e calar-se e submeter-se a tudo, e a colocar-se em último lugar, 3º) Sua pureza divinal que jamais teve nem terá semelhante sob o céu e, por fim, todas as outras virtudes.

“Lembrai-vos, repito em uma segunda vez, que Maria é o grande e único molde de Deus, próprio para fazer imagens vivas de Deus, com pouca despesa e com pouco tempo. E que uma alma que encontrou este molde e que nele se perde, fica em breve inundada em Jesus Cristo aí representado ao natural.”

* A fé é uma confiança em Deus, por onde, nas circunstâncias mais adversas, se está certo de que a bondade de Deus não nos desampara

O solo da Igreja católica é sempre fecundo, o problema é saber se nossa fé é viva, se a raiz de nossa virtude é viva.

São Luís Grignion de Montfort toma a palavra fé em dois sentidos. Ele a toma no sentido de crer em tudo que a Igreja ensina, mas também em outro sentido: é uma confiança em Deus por onde, nas circunstâncias mais adversas, se está certo de que a bondade de Deus não nos desampara.

E ele dá então o exemplo supremo no qual Nossa Senhora deu prova da fé em ambos os sentidos da palavra: Nossa Senhora ao pé da cruz, no alto do calvário.

Ela ali tinha, antes de tudo, uma prova para a fé, quer dizer, quanto à crença. Porque é verdadeiramente terrível Ela, Mãe de Deus, sabendo que seu Filho era a vítima inocente por excelência, ver o Filho tratado como um perseguido pela justiça de Deus e dos homens.

* A Paixão: aspecto misterioso da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo

Há um mistério em torno de Nosso Senhor, a partir do momento do Horto das Oliveiras, em que se tem a impressão de que toda a cólera do Pai Celeste, do Padre Eterno, se descarrega sobre Ele, e de que todas as coisas acontecem para fazê-Lo sofrer. É uma seqüência impressionante de tormentos e de dores que Ele atravessa com aquela grandeza, com aquela serenidade, com aquela resolução, com aquela determinação, que vai desde o momento em que começa a suar sangue e a ter pavor, até o momento em que exclama do alto da cruz: “Meu Pai, Meu Pai, por que Me abandonaste?” E depois disso, consumatum est, como quem diz: “A medida foi cheia, Eu bebi o cálice inteiro”.

Nossa Senhora, ou pelas revelações ou a partir do momento do encontro, assiste àquilo tudo e crê sem um minuto de vacilação. Ela crê no que deve crer, quer dizer, que isto que parece uma injustiça pasmosa, é um pasmoso ato de justiça. Que o Filho d’Ela se ofereceu para ser o expiador de todos os pecados do mundo, e que, portanto, a cólera merecida por todos os pecados do mundo se descarrega de fato sobre Ele. E que sublimemente triturado pela cólera divina, Ele está com isto resgatando o mundo. Que isto tem um sentido altíssimo, profundíssimo, e que aí Ele realiza a missão d’Ele, e Ela realiza a missão d’Ela.

Ela crê nisso o tempo inteiro e esta fé A mantém de pé junto à cruz, sem nenhuma vacilação. Mas, de outro lado, Ela tem uma confiança sem limites na bondade de Deus. E Ela sabe que esses tormentos darão numa glória: darão na Ressurreição; darão na Ascensão; darão no Pentecostes; darão na glorificação do nome d’Ele em todas as épocas da História; darão naquele momento supremo de glória que é o fim do mundo, quando toda humanidade de todos os tempos estiver aos pés d’Ele e Ele pronunciar o juízo definitivo em função d’Ele: os que foram d’Ele vão para o Céu, os que não foram dEle vão para o inferno.

Quer dizer, toda esta imensidade de glória Ela sabia que era o prêmio que a bondade divina daria a tanta fidelidade. Ela estava ao pé da cruz, alimentada por essa esperança sublime, portanto na posição que Ela tinha tomado. Esta era Maria.

* Como se põem os problemas de fé para as novas gerações?

Poderia se pôr também para nós o problema: nas horas de aflição, de dor, de trevas, temos esta confiança em Deus? Antes de tudo, cremos com uma fé tão viva? E, em segundo lugar, temos essa confiança na bondade de Deus? Qual é o problema de crer com esta fé tão viva?

Se eu interpreto bem os estados de alma da minha dileta geração-nova – tão majoritária no auditório, que é em grande maioria a ela que me dirijo –, se eu entendo bem os estados de alma de minha cara geração-nova, os problemas de fé não se põem propriamente em termos apologéticos. Não é saber se está provado que Deus existe ou não, quais são as provas apologéticas de que Nosso Senhor Jesus Cristo existiu, de que Ele foi Deus. Tudo isto não nos preocupa tanto.

Mas é quando acontece alguma coisa com que não se contava; alguma coisa que não queríamos e que acontece de um modo que não se imaginava; então ficamos estupefatos: “ah! como é que foi isto?”

Mas como nós estamos sob os olhares de Nossa Senhora, as derrotas mais cedo ou mais tarde revertem em glória. É preciso ter confiança, acreditar na bondade d’Ela.

* Ainda que venham vagalhões que nos dêem a entender que a bondade não existe, nós devemos confiar, com os olhos fechados, que virá o momento em que isto vai se manifestar

É preciso crer em tudo quanto a Igreja ensina. Portanto, em todo o sobrenatural, em toda a bondade de Nossa Senhora. É preciso de outro lado, além de crer nessa bondade, quando vêm vagalhões que nos parecem dar a entender que essa bondade não existe, nós confiarmos, com os olhos fechados, que virá o momento em que isto vai se manifestar para nosso caso concreto nesta vida; vai se manifestar uma grande expressão da bondade d’Ela, e então nós veremos isto chegar.

Esta é a posição de Nossa Senhora diante das circunstâncias difíceis da vida, esta é a posição que Ela nos pede que tomemos, mas olhando para Ela, pensando: “Ela é nossa Mãe e nossa Rainha. Por onde Ela passou nós devemos passar, e se Ela nos deu o exemplo, nós devemos seguir.”

Mas, com uma diferença, com que colossal e imensa diferença, com que fabulosa diferença: é que Nossa Senhora não tem comparação com ninguém, nenhum ente criado tem qualquer forma de comparação possível com Nossa Senhora. Nós podemos tomar o mais rutilante dos Anjos, o santo mais assombroso como virtude, ele não tem nenhuma comparação possível com Nossa Senhora. Um grão de areia e o mais belo dos brilhantes são muito mais próximos um do outro do que o é o mais alto Querubim, ou o mais alto Serafim, ou o mais alto santo e Nossa Senhora.

Ela sabe disso e Ela conhece a nossa fraqueza. E, por causa disto, Ela é Mãe de Misericórdia também num outro sentido: Ela não nos pede apenas sacrifícios de estrangular, aflições de escaldar, mas Ela mesma é nossa consoladora.

* Ao mesmo tempo, Rainha dos Mártires e Consoladora dos Aflitos

Quer dizer, Ela socorre os que sofrem, lhes diminui as penas, lhes atenua as aflições, intervém a propósito de mil circunstâncias para mostrar que Ela é Mãe; para sorrir e para nos fazer entender que não nos será exigido o que foi exigido d’Ela. Porque se um de nós tivesse que suportar a dor que Ela teve num só dos episódios da Paixão de Nosso Senhor, se desintegraria.

Por exemplo, se nós tivéssemos a ventura de amar Nosso Senhor Jesus Cristo como Ela O amou, e nós passássemos  pelo ato – uma verdadeira cerimônia – do encontro em que Ela O encontrou daquele modo desfigurado, na Via Sacra, nós literalmente nos desintegraríamos.

Ela sabe disso e muito do que Ela sofreu ali foi para que não tivéssemos que sofrer tanto. E é por isto que a Rainha dos Mártires é ao mesmo tempo a Consoladora dos aflitos. Há quase uma contradição entre isso, porque a Rainha dos Mártires deve ensinar os mártires a sofrer, e a Rainha dos aflitos ajuda os homens a não sofrer, afasta o sofrimento dos homens. Ela é a Consoladora dos aflitos.

Ela muitas vezes nos dá forças para suportar uma aflição, outras vezes Ela afasta de nós essa aflição. Quantas e quantas e quantas vezes!

Então, aos pés de Nossa Senhora nós saberemos apresentar as aflições que não suportamos e dizer a Ela: “Minha Mãe, vede a minha fraqueza. Se Vós não me dais forças excepcionais, eu não agüento, apressai-Vos em me socorrer”.

Ou até dizer outra coisa: “Minha Mãe, eu não tenho nem coragem de Vos pedir forças excepcionais, mas eu Vos peço um sorriso para minha fraqueza, um perdão para minha fraqueza, uma condescendência para com minha fraqueza. Mais adiante talvez eu agüente alguma coisa de parecido com isto. Se eu não agüentar, perdoai-me e levai-me para o Céu assim mesmo, porque Vós sois Mãe de toda misericórdia”.

Esta é a posição que a fé nos ensina que devemos tomar.

Aí está a referência a Nossa Senhora como modelo de fé, considerada em função das aflições de nossa vida particular.

* A humildade é o compreender que se deve atribuir a Deus tudo quanto se tem

Nós poderíamos falar da humildade de Nossa Senhora. Bem entendido, não é uma humildade sentimental e adocicada de pessoa que nega tudo quanto Deus pôs nela e toda sua própria grandeza. Vê-se isso no Magnificat, quando Ela diz que “bem aventurada A chamarão todas as gerações”.

Onde está a humildade d’Ela? É em compreender que Ela deve atribuir a Deus tudo quanto Ela tem; isto sim é humildade. Também, não querer ser mais do que Ela é.

Alguém dirá: “Mas Dr. Plinio, se Ela era tudo, como não querer ser mais do que é?”. Há abismos de miséria no homem. Não havia n’Ela porque era concebida sem pecado original.

Muitas vezes, quem é mais tem inveja de quem é menos, porque ele quereria ser o que ele é e ter mais do que o outro tem. Então, o sujeito é, digamos, um grande violinista, mas vê um outro que assobia bem – uma coisa tão inferior – e fica com inveja: “Aquele bandido assobia bem, eu queria saber assobiar também”!

Nossa Senhora não tinha inveja dos que eram menos, Ela estava bem na sua posição. Estar na sua posição é a verdadeira humildade.

E por fim, São Luís Grignion de Montfort fala da pureza de Nossa Senhora. Sobre a pureza de Nossa Senhora não há o que dizer. Ela é a Santa Virgem das virgens. Ela é a Virgem Mãe, Virgem antes, durante e depois do parto, Ela é o próprio modelo da pureza, Ela é a fonte da pureza.

* Fazer tudo com Maria é ser contra-revolucionário na perfeição

Se formos cheios de fé, cheios de humildade – quer dizer, de senso hierárquico, de sacralidade que atribui tudo a Deus – e cheios de pureza, nós seremos os contra-revolucionários por excelência, porque esse é o contra-revolucionário.

Então, fazer tudo com Maria é ser contra-revolucionário na perfeição. Se A tomamos como Modelo, fica-nos muito mais fácil. Ela nos ajuda. Rapidamente seremos como Ela, desde que creiamos inteiramente na eficácia da devoção a Ela. Quer dizer, desde que compreendamos que é preciso fazer como diz São Luís Grignion de Montfort: fazer tudo muito unidos a Ela. Se fizermos tudo muito unidos a Ela, tudo obteremos. Se nos custa a obter é porque não estamos bem unidos a Ela. Isso é o que devemos considerar.

Resultado: pedir a Nossa Senhora com todo empenho que Ela nos dê esta vigilância, sobretudo nos dê a compreensão das altíssimas virtudes d’Ela, para fazermos tudo querendo ser perfeitos contra-revolucionários como Ela, que foi o modelo supremo, a fonte, o canal, se quiserem, da Contra-Revolução. Nós nos transformaremos rapidamente.

É o que eu tinha a dizer.

Da noite para o dia ela alcançou a graça após acender uma vela no Oratório da Medalha Milagrosa

3, fevereiro, 2012 31 comentários

Agradeço minha Nossa Senhora pela graça alcançada. No domingo dia 22 de janeiro, acendi uma vela virtual pedindo a Nossa Senhora que abrisse as portas de um trabalho. Disse a Ela que precisava arrumar um emprego na minha especialidade e na segunda-feira me ligaram informando de uma vaga e pela graça da Virgem Santíssima já estou trabalhando. Obrigado minha Mãe por estar sempre me ajudando nas horas em que preciso. Gizeli

Fazer todas as coisas “com Maria, em Maria e por Maria” – I

2, fevereiro, 2012 10 comentários

No Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem (*), São Luís Maria Grignion de Montfort afirma que devemos fazer todas as coisas “com Maria, em Maria e por Maria”. Eis os comentários que a respeito fez o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira no “Santo do Dia” de 26/5/1972. O trecho introdutório, em destaque, é do autor do Tratado.

”É mister fazer todas as ações com Maria, isto é, em todas ações olhar Maria como modelo acabado de todas as virtudes e perfeições que o Espírito Santo formou numa pura criatura, e imitá-lo na medida de nossa capacidade. Cumpre, portanto, que em cada ação consideremos como Maria fez ou faria se estivesse em nosso lugar. Devemos por isso examinar e meditar as grandes virtudes que Ela praticou durante a vida, especialmente:

”1º)Sua fé viva pela qual creu fiel e constantemente até o pé da cruz sobre o calvário; 2º) Sua humildade profunda que A levou a esconder-se e calar-se e submeter-se a tudo, e a colocar-se em último lugar, 3º) Sua pureza divinal que jamais teve nem terá semelhante sob o céu e, por fim, todas as outras virtudes.

”Lembrai-vos, repito em uma segunda vez, que Maria é o grande e único molde de Deus, próprio para fazer imagens vivas de Deus, com pouca despesa e com pouco tempo. E que uma alma que encontrou este molde e que nele se perde, fica em breve inundada em Jesus Cristo aí representado ao natural.”

 

São Luís Grignion de Montfort coloca o “Tratado” aos pés de Nossa Senhora (conjunto escultural na igreja dos Montfortanos em Roma)

 

* Fazer as ações com Maria é essencialmente ter Maria como modelo

O pensamento de fazer as ações com Maria é essencialmente ter Maria como modelo. Por que ter Maria como modelo é fazer as ações com Maria? Por que a palavra “com” se aplica aí?

Aplica-se por causa da idéia do molde, que ele desenvolve no Tratado da Verdadeira Devoção. Ele mostra a diferença entre um estatuário esculpir uma estátua e uma pessoa fazer uma estátua com um molde: num molde de ferro, de metal ou de madeira o trabalho é muito mais simples, é só adaptar gesso ali, deixar que seque e sai a figura que se quer obter. Enquanto que o trabalho do escultor – do estatuário que faz com formão e martelo a sua estátua – é um trabalho muito maior, muito mais arriscado; às vezes parte um pedaço do mármore, acontece uma coisa e outra; enquanto que fazendo no molde é rápido, é barato e é seguro porque é certo que a figura assim modelada sai parecida com o original.

É, portanto, como molde, é por meio do molde que nós fazemos essas estátuas. Bem diz ele que Nossa Senhora é o molde de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que Ela é também, para nós, o nosso molde. Quer dizer, se nós nos modelarmos inteiramente conforme Ela, como Ela é o molde de Cristo – nós somos o gesso adaptado àquele molde – nós ficamos parecidos com Nosso Senhor Jesus Cristo. E, então, ter a Ela como modelo é ter a Ela como molde; ter a Ela como molde é fazer tudo com Ela. Este é o sentido de fazer “com Ela”.

* Ter Maria como modelo supõe um tipo de alma que o dia inteiro está a par do que acontece dentro de si mesma

Agora, como é que se tem Maria como modelo? Ele dá alguns elementos para isto.

O primeiro elemento é tê-la em vista em todas as ações que se pratica. O que supõe um hábito de vigilância interior, um hábito de meditação contínua. Quer dizer, se eu, para cada ação que faço, devo ter Nossa Senhora como modelo, eu devo ter muita atenção posta em cada uma das minhas ações. É inevitável. Eu devo ver com clareza como é minha ação e devo saber analisar a minha ação. Ela é de acordo com Nossa Senhora ou não? Então, supõe muita vigilância, muita atenção sobre mim mesmo; supõe que eu tenha um tipo de alma que o dia inteiro está a par do que acontece dentro de si mesma e capaz de formar um juízo sobre o que está fazendo.

Bem, de outro lado supõe que a alma conheça bem Nossa Senhora, tenha idéia de qual é o ideal que deve imitar. Até, numa ordem inteiramente lógica, se deveria dizer a coisa de um modo diferente: primeiro, ter uma idéia clara do ideal que se deve imitar, e, em segundo lugar, saber ver em si mesmo se está de fato imitando aquele ideal.

* Fé, humildade e pureza: virtudes eminentemente contra-revolucionárias

Então, ele indica a imitação das virtudes de Nossa Senhora e, na imitação dessas virtudes, indica três principais: a fé, a humildade e a pureza, três virtudes eminentemente contra-revolucionárias.

A fé é o fundamento de toda virtude, sem ela nenhuma virtude merece verdadeiramente ser chamada virtude. Ela é a raiz de todas as virtudes, o que dá como resultado que quando uma planta não tem a raiz sadia, toda a planta padece, porque todo sistema de nutrição da planta, ou pelo menos grande parte de seu sistema de nutrição, fica prejudicado.

Assim também, a Igreja Católica é o solo. A nossa raiz é a fé com que nossas almas imergem neste solo bendito que é a Igreja Católica.


*TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM, por São Luís Maria Grignion de Montfort; 19ª edição – Editora Vozes – Petrópolis, 1992.

Religião não se mistura com Imoralidade. Assine agora a petição contra o uso de imagens religiosas no carnaval

1, fevereiro, 2012 10 comentários

Não permita que zombem de Deus colocando a imagem do Cristo Redentor na avenida da indecência que é o carnaval.

Saiba como participar desta petição.

São Paulo escreveu:

Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá”. (Gálatas 6.7)

Tripudiar, fazer do Santo Nome de Deus motivo de escárnio é um pecado gravíssimo.

Por isso não permita que pessoas envolvidas no carnaval, essa festa que tem como único objetivo a prática de todo tipo de imundície, zombem do Cristo Redentor colocando Sua Imagem na Marquês de Sapucaí, aquele lugar imoral.

Veja aqui como assinar a Petição online que será enviada ao Arcebispo do Rio de Janeiro e ao prefeito daquela cidade, exigindo que o Cristo Redentor não seja humilhado no carnaval.

O Código Penal Brasileiro condena este tipo de ato, ou seja, só estamos pedindo que a Lei se cumpra.

Entre agora na página da Petição e deixe registrada sua assinatura como prova do seu amor por Nosso Senhor Jesus Cristo e o quanto você desaprova que Ele seja ofendido numa festa suja e indecente como o carnaval.

Compartilhe este protesto nas redes sociais, vamos balançar as estruturas dos que se acham acima do bem e do mal e não respeitam a fé dos outros.

Cristãos na Síria são alvos de uma série de sequestros e assassinatos

1, fevereiro, 2012 3 comentários
A comunidade cristã na Síria tem sido atingida por uma série de sequestros e assassinatos brutais. Cem cristãos já foram mortos desde que teve início os movimentos antigovernistas.

Uma fonte segura do país, que não pode ser identificada por uma questão de segurança, disse ao Barnabas Fund que crianças estavam sendo o alvo principal dos sequestradores, os quais se não recebem o pagamento do resgate demandado, matam a vítima.

A fonte ainda forneceu informações detalhadas – algumas das quais não podem ser publicadas também por motivos de segurança – sobre os incidentes que tem acontecido desde o Natal.

Dois homens cristãos, um de 28 anos e outro de 37, que são casados e a esposa de um deles encontra-se grávida, foram sequestrados pelos rebeldes em incidentes separados e encontrados mortos em seguida.

Os conflitos na Síria se agravam a cada dia

O primeiro foi encontrado enforcado com inúmeras lesões. O segundo foi cortado em pedaços e jogado em um rio. Outros quatro foram sequestrados e os seus sequestradores ameaçam matá-los também.

No dia 15 de janeiro, dois cristãos foram mortos enquanto esperavam por pães na padaria. Outro cristão, de 40 anos e acompanhado por duas crianças, foi morto por três homens armados enquanto dirigia um veículo.

Esses últimos relatos são reminiscências de ataques anticristãos, que se tornaram comuns no Iraque desde a invasão comandada pelos Estados Unidos em 2003, e que fazem crescer as preocupações sobre o futuro dos cristãos na Síria, uma vez que os protestos contra o governo continuam.

Reze pela Síria, 36º país na Classificação de Países por Perseguição, e pelos cristãos sírios. Peça que Deus proteja cada cristão que tem sido ameaçado e que o Senhor conforte o coração daqueles que perderam entes queridos durante a revolta que acontece no país.

Acenda aqui uma vela virtual no Oratório da
Medalha Milagrosa

Observação: Não tem como evitar a pergunta: Onde estão os tão ardentes defensores dos chamados direitos humanos, que diante desses fatos não dizem nada? Patenteia-se que essa “defesa” dos direitos humanos na realidade é uma jogada (uma conspiração) para defender os da esquerda e todo tipo de bandidagem.

Fonte: Portas Abertas

Bispos nigerianos em favor da punição do “casamento” homossexual

31, janeiro, 2012 6 comentários

Bispos nigerianos

A Conferência Nacional dos Bispos da Nigéria elogiou a aprovação pelo Senado do país de projeto tornando ilegais as “uniões de casais do mesmo sexo” bem como as manifestações públicas de homossexualidade. Para os bispos, a decisão dos senadores foi “corajosa e promotora de esperança”.

Aprovada em 29 de novembro, a lei suscitou uma tempestade de queixas e ameaças partidas de chefes de Estado estrangeiros, como o primeiro-ministro inglês David Cameron e do Obama.

Em 7 de dezembro, a Conferência Episcopal da Nigéria emitiu declaração dizendo: “Queremos apoiar firmemente a proibição da união do mesmo sexo como expressão ao mesmo tempo de nossos valores culturais nigerianos e de nossas crenças religiosas enquanto cristãos”.

Também a declaração episcopal causou mal-estar no exterior e até entre proeminentes bispos católicos. Entre estes, a agência LifeSiteNews cita o arcebispo de Westminster, Inglaterra, Mons. Vincent Nichols, que se manifestou num sentido favorável a essas uniões sodomíticas.

Os bispos nigerianos insistiram em que a proibição de atos públicos de “afeto” homossexuais é “essencial para a saúde moral do país”. “Muito longe de ser uma negação de um direito fundamental de alguns nigerianos que adotem essas condutas, a proibição protege nossa sociedade da usurpação de seu direito à saúde moral e à decência cultural”, explicaram.

Os bispos estão bem conscientes de que a “Nigéria de fato foi interpelada diretamente por alguns países ocidentais para reverter essa decisão sob pena de perder certas ajudas e apoios”.

A coragem do povo nigeriano, manifestada por seus legisladores e bispos, enfrentou as pressões da Inglaterra, Canadá e outros países “civilizados” que exigem dos países africanos rescindir suas leis pela família.

A lei ainda deve voltar à Câmara e ser assinada pelo presidente Goodluck Jonathan. Daí a importância das pressões externas, pois os legisladores nigerianos defendem o pensamento e os costumes dos eleitores massivamente contrários a uma união contrária à Lei de Deus e da Ordem Natural.

Os prelados acrescentaram: “Declaramos que país algum tem o direito de impor a outro, normas que visam subverter nossos valores culturais e sociais só para satisfazer a exóticos desejos e tendências de alguns poucos”.

Fonte: site de Dom Bergonzini

EUA: ESTUPRO E VIOLÊNCIA SEXUAL É EPIDEMIA CONTRA HOMENS E MULHERES

30, janeiro, 2012 2 comentários

As causas das desgraças relatadas no estudo americano sobre violência sexual está na liberação sexual.

A exposição sensual de crianças, o sexo livre, a pornografia, o homossexualismo, e outras situações decorrentes da liberação sexual levaram a essa epidemia de violência sexual nos EUA.

A vida humana perdeu seu valor. A defesa da ideia que a mulher pode matar uma criança que está no seu útero, sob o argumento que ela precisa ter uma vida sexual livre, torna o sexo a causa principal da vida das mulheres e de certa parte dos homens.

Mulheres e homens são atacados sexualmente, desde antes dos 10 anos de idade.

A estimativa é que 1,3 milhão de mulheres são atacadas sexualmente, por ano, nos EUA.

Mais da metade das mulheres foram atacadas sexualmente por parceiros íntimos. Outros 40% foram atacadas por pessoas conhecidas.

O estudo indica que os homens também são atacados. Entre 1% e 2% foram estuprados, muitos quando tinham idade inferior a 10 anos. Os homens foram estuprados por pessoas conhecidas.

Quase 1 entre 5 mulheres sofreram ataque sexual, diz levantamento americano

Um amplo levantamento do governo norte-americano sobre estupro e violência doméstica, divulgado na última quarta-feira (14), afirma que a violência sexual contra as mulheres permanece endêmica nos Estados Unidos e, em alguns casos, muito mais comum do que antes se imaginava.

A reportagem é de Roni Caryn Rabin, publicada pelo The New York Times e reproduzida pelo portal Uol, 15-12-2011.

Quase 1 entre 5 mulheres entrevistadas disse já ter sido estuprada ou ter experimentado uma tentativa de estupro a certa altura, e 1 entre 4 relatou ter sido agredida fisicamente por um parceiro íntimo. Uma entre 6 mulheres já foi perseguida, segundo o relatório.

“O fato de quase 1 entre 5 mulheres já ter sido estuprada é impressionante e, eu acho, surpreenderá muitas pessoas”, disse Linda C. Degutis, diretora do Centro Nacional para Prevenção e Controle de Ferimentos, dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que realizou o levantamento. “Eu não acho que realmente sabíamos que isso era tão predominante na população.”

O estudo, chamado Levantamento Nacional da Violência Sexual e por Parceiro Íntimo, teve início em 2010 pelos CDC com o apoio do Instituto Nacional de Justiça e do Departamento de Defesa. O estudo, um levantamento contínuo por telefone de uma amostra nacional representativa de 16.507 adultos, define parceiro íntimo e violência sexual em termos gerais.

Os pesquisadores obtiveram informação sobre os tipos de agressão, não previamente estudados em levantamentos nacionais, incluindo violência sexual fora estupro, agressão psicológica, coerção e controle da saúde sexual e reprodutiva.

Eles também coletaram informação sobre a saúde física e mental dos sobreviventes de violência.

A vioência sexual afeta as mulheres desproporcionalmente, apontaram os pesquisadores. Um terço das mulheres disse ter sido vítima de estupro, agressão física, perseguição ou uma combinação das agressões.

Os pesquisadores definiram estupro como sendo penetração forçada completa, penetração forçada facilitada por drogas ou álcool, ou tentativa de penetração forçada. Segundo essa definição, 1% das mulheres entrevistadas relatou ter sido estuprada no ano anterior, um número que sugere que, anualmente, 1,3 milhão de mulheres americanas podem ser vítimas de estupro ou tentativas de estupro.

Esse número é significativamente superior do que as estimativas anteriores. A Rede Nacional de Estupro, Abuso e Incesto estimou no ano passado que 272.350 americanos foram vítimas de violência sexual. E apenas 84.767 ataques definidos como estupros forçados foram relatados em 2010, segundo as estatísticas nacionais do FBI.

Mas os homens também relataram ser vítimas em números surpreendentes.

Um entre sete homens já experimentou violência severa pelas mãos de um parceiro ou parceira íntima, apontou a pesquisa, e 1 entre 71 homens –entre 1% e 2% – já foi estuprado, muitos quando tinham menos de 11 anos.

A grande maioria das mulheres que disseram ter sido vítimas de violência sexual, estupro ou perseguição relatou sintomas de transtorno de estresse pós-traumático, assim como cerca de um terço dos homens.

As mulheres que experimentaram essa violência também apresentavam maior probabilidade do que as mulheres que não de terem asma, diabete ou síndrome do intestino irritável. Tanto homens quanto mulheres que foram agredidos apresentavam maior probabilidade do que as pessoas que não foram de relatar dores de cabeça frequentes, dor crônica, dificuldade para dormir, limitações em atividades e má saúde física e mental.

“Nós já vimos essa associação com condições crônicas de saúde em estudos menores”, disse Lisa James, diretora de saúde do Futuros Sem Violência, um grupo nacional sem fins lucrativos com sede em San Francisco, que defende programas para colocar um fim à violência contra as mulheres e meninas. “As pessoas que crescem com violência adotam estratégias para lidar com ela que podem levar a uma saúde ruim. Nós sabemos que as mulheres em relacionamentos abusivos apresentam maior risco de fumar, por exemplo.”

O levantamento apontou que a própria juventude é um importante fator de risco para violência sexual e agressão. Aproximadamente 28% dos homens que foram vítimas de estupro relataram ter sido atacados quando tinham menos de 10 anos.

Apenas 12% das vítimas de estupro do sexo feminino foram atacadas quando tinham 10 anos ou menos, mas quase metade das vítimas do sexo feminino foi estuprada antes de completar 18 anos. Cerca de 80% das vítimas de estupro relataram ter sido estupradas antes dos 25 anos.

O estupro em uma idade jovem foi associado com outro estupro posterior; cerca de 35% das mulheres que foram estupradas quando eram menores também foram estupradas na idade adulta, apontou o levantamento.

Mais da metade das vítimas de estupro do sexo feminino foi estuprada por um parceiro íntimo, segundo o estudo, e 40% foram estupradas por uma pessoa conhecida; mais da metade dos homens que foram estuprados disse que o agressor era uma pessoa conhecida.

A divulgação do relatório foi adiada duas vezes, mais recentemente em 28 de novembro. Os resultados foram baseados em entrevistas completas que duraram cerca de 25 minutos cada; elas foram conduzidas em 2010 com 9.086 mulheres e 7.421 homens.

Reflexões sobre estas horríveis estatísticas:
1) Esses fatos são sintomas de onde leva o livre curso dado às paixões humanas desregradas. Pior ainda é quando personalidades do governo (como no Brasil) procuram aprovar leis que favorecem práticas antinaturais e criminalizam aqueles que são contrários a essas aberrações.
2) Esses pecados (que bradam aos Céus e clamam a Deus por vingança: liberdade sexual pública e escandalosa, homossexualismo, aborto, etc.) têm uma dinâmica própria pela qual eles vão desembocar (se não forem coarctados) em quatro tipos extremos de horrores:
a) sacrifícios humanos rituais; b) violência contra a inocência (esses dois principalmente praticados com crianças, onde a inocência é mais manifesta); c) sacrilégios (comunhões indignas, desrespeito a lugares sagrados, quebras de imagens, etc.); d) profanações (praticadas contra hóstias consagradas, imagens de Nossa Senhora, etc.).
3) Nessas circunstâncias é oportuna a “oração abrasada” de São Luis de Montfort, como, por exemplo, esse trecho: “Memento, lembrai-vos, ó grande Deus, que podeis fazer das pedras brutas outros tantos filhos de Abraão, dizei uma só palavra como Deus e virão logo bons missionários para a vossa Igreja” e que “seja seu império estabelecido sobre os escombros do império de seus inimigos”.

UOL Notícias – Extraído do blog de Dom Bergonzini

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