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“Fátima, a grande esperança”

18, abril, 2010

As advertências de Nossa Senhora anunciadas em 1917 vão se cumprindo; os castigos previstos pairam sobre o mundo; por um movimento da graça de Deus, há um clamor pelo triunfo do Imaculado Coração de Maria.

Cid Alencastro

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Plinio Corrêa de Oliveira afirmou que as aparições de Fátima foram o maior acontecimento do século XX. Em seqüência a essa afirmação, tudo está a indicar que o grande acontecimento deste início do século XXI será a realização plena da profecia comunicada por Nossa Senhora durante tais aparições.

De fato, o que vemos de todos os lados senão a concretização paulatina dos castigos anunciados na Cova da Iria? Guerras, convulsões e ameaças de guerras se multiplicam. Guerrilhas e germens de guerrilha atuam em diversas nações: as FARC na Colômbia, o MST no Brasil, os piqueteiros na Argentina, movimentos ditos indigenistas no Equador e na Bolívia, são exemplos. O terrorismo internacional alastra-se e é visto até com indulgência por certa mídia.

Os erros doutrinários, que encontraram guarida e germinaram na Rússia soviética, hoje espalham-se pelo mundo todo. É a luta de classes, o igualitarismo, a investida contra a propriedade privada, insuflados até por governos.

A imoralidade galopante não só não arrefeceu com a epidemia de AIDS, como até encontrou nela motivo para mais se disseminar e aprofundar. Desde o nudismo das modas, passando pelo amor livre e pela intensificação da prática do aborto, até as piores formas de homossexualismo, como é o caso da pedofilia, vão alcançando ressonância cada vez mais favorável no mundo atual.

Clamor pela realização plena da Mensagem de Fátima

Também a existência dessa reação sadia fala a favor da realização plena da Mensagem de Fátima. Pois é claro que tal reação, a se avolumar por uma ação da graça de Deus que a inspira, não poderá ser tolerada pelas estruturas entranhadamente revolucionárias do mundo contemporâneo, que abarcam, infelizmente, até setores incalculavelmente vastos e importantes da Santa Igreja Católica.

Já atualmente, como estão as coisas? Em muitos lugares, “perseguido e punido pela lei é o médico católico que se recusa a praticar um aborto; perseguido e punido pela lei o católico que afirma, como ensina o catecismo, que a prática da homossexualidade é um pecado contra a natureza; perseguido e punido pela lei o professor ou o diretor de escola católica que se negue a ensinar a libertinagem sexual no seu estabelecimento; perseguidos os sacerdotes que se recusem a violar o segredo de confissão; perseguidos os católicos que, isolados ou reunidos em associações, queiram fazer ouvir sua voz na sociedade como eco do Magistério da Igreja… sem falar dos numerosos países em que, hoje, é derramado abundantemente o sangue dos cristãos pelo martírio”.(2)

Um possível embate de ordem moral e religiosa, que vise extirpar definitivamente das almas aquilo que de são e sagrado vai nelas germinando, não se pode consumar sem uma interferência da Providência Divina para proteger os que são seus. Daí a pergunta que aparece no horizonte próximo: a presente reação não prepara já os espíritos para secundarem e prolongarem o momento, glorioso entre todos, em que deve triunfar o Coração Imaculado de Maria, conforme foi previsto em Fátima?

Fonte: Revista Catolicismo

Comece agora a exercer os seus direitos. O parlamento brasileiro quer aprovar o novo Plano Nacional dos Direitos Humanos, que prevê a legalização do aborto, banir símbolos religiosos como os crucifixos e dar direitos legais para a invasão de terras feitas pelo MST.

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